Derek Rabelo e Kelly Slater em Trestles, na CalifórniaDerek Rabelo e Kelly Slater em Trestles, na Califórnia

Aos 41 anos e com 11 títulos mundiais no currículo, Kelly Slater dificilmente ainda se surpreende no surfe. E foi um rapaz brasileiro, cego desde o nascimento, que proporcionou a ele uma das experiências mais impressionantes de sua vida. O americano é um dos surfistas que participam do documentário “Além da Visão”, que conta a história de Derek Rabelo, de 20 anos. O filme teve os trailers exibidos nesta semana, durante o Rio Pro, terceira etapa do Circuito Mundial, que segue suspensa pela falta de ondas.

Slater surfou com Derek Rabelo em setembro do ano passado. Botou uma venda nos olhos e…

- Não consegui pegar nenhuma onda… – conta o americano, sobre o dia de gravações em Trestles, na Califórnia, onda que ele conhece como poucos.

Slater não pôde comparecer aos eventos para divulgar o filme de Derek no Rio. Mas alguns  surfistas da elite mundial estiveram por lá. Entre eles, os irmãos gêmeos Damien e CJ Hobgood – CJ foi campeão mundial em 2001. Mick Fanning, Laird Hamilton, Mike Stewart, entre outros, também viraram fãs de Derek nos últimos meses. Inclusive, Derek Ho, havaiano campeão do mundo em 1994. Foi ele quem inspirou o nome do brasileiro.

Derek nasceu sem a visão – glaucoma congênito. Os pais, apaixonados por surfe, o batizaram em homenagem ao campeão mundial. E, aos 17 anos, o menino decidiu aprender a surfar. Hoje, faz parte da equipe de uma empresa de surfwear.

A caminhada de Derek entre os melhores do mundo começou de fato em 2011, quando, levado pelo amigo bodyboarder Magno Passos, surfou Pipeline, a onda mais tradicional e uma das mais temidas do Circuito Mundial.

Foi então que Bruno Lemos e  Luiz Werneck decidiram criar o documentário. Bryan Jennings é o produtor do filme, que deve ser lançado no fim deste ano.

- É inspirador. Tenho muito respeito pelo que ele faz. Ele nunca viu. Só sente a onda. Surfe é uma atividade muito visual. É impressionante o que ele consegue – disse Slater.

Fonte: CBN Foz

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 18/05/2013

Dança em cadeira de rodas faz sucesso no Got Talent Brasil


Viviane e Luis Cláudio, competidores de dança em cadeira de rodas, mostraram seu taleento no Got Talente Brasil com aprovação do juri e públicoViviane e Luis Cláudio, competidores de dança em cadeira de rodas, mostraram seu taleento no Got Talente Brasil com aprovação do juri e público

Na terça-feira do dia 30/04, o Got Talent Brasil deu continuidade com os melhores talentos das audições no Rio de Janeiro. Os cariocas mostraram versatilidade, alegria e muita criatividade no palco.

Uma linda história de superação emocionou os jurados Milton Cunha, Daniella Cicarelli e Sidney Magal. Portadora de deficiência que sempre sonhou em ser dançarina, uma candidata do Rio de Janeiro provou para o Brasil que tudo é possível. Ela se tornou pentacampeã brasileira de dança em cadeira de rodas e mostrou todo o seu talento em um lindo espetáculo.

Viviane e Luis Cláudio são bailarinos e competidores na dança em cadeira de rodas, acumulando vitórias em diversos campeonatos.

“Dançar é minha vida, é o meu combustível, é minha alegria de viver”, disse Viviane quando foi perguntada pelo jurado Milton Cunha, o que a dança significava para ela.

Na curiosidade, Milton também perguntou se ela já tinha caído, ou passado por algum tipo de problema, e Viviane disse rindo, que naquela semana já tinha caído pelo menos sete vezes. No final, os comentários dos jurados citaram a afinidade da dupla para a dança, a sensualidade passada, e que a arte é algo que pode estar ao alcance a todos.

Got Talent Brasil é apresentado por Rafael Cortez, sob direção geral de Fernanda Telles, e exibido pela Record nas noites de terça-feira, às 23h15.

Fonte: Bem Paraná

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 17/05/2013

Disabled man tells of airline woes


Flyer says staff unsympathetic when chair trouble caused him to just miss check-inFlyer says staff unsympathetic when chair trouble caused him to just miss check-in

A disabled passenger says he was barred from boarding a flight after he missed check-in by three minutes when his electric wheelchair broke down.

Philip Patston says he encounters frequent problems travelling through Auckland Airport and is speaking out after a report in yesterday’s Herald about an Air NZ frequent flyer who refused to give up her front-row seat for paraplegic Tanya Black.

An aisle chair needed to transport Ms Black to row three was not initially available.

Mr Patston, who has cerebral palsy, was scheduled to travel on an Air NZ flight to Wellington last Friday with two colleagues but was held up when his chair malfunctioned.

He said he was “rudely told” by check-in staff that he would be placed on the following flight. But there was no air bridge to accommodate him as he wasn’t expected on the flight, and he had to be forklifted on to the aircraft from the tarmac.

Mr Patston, a comedian and head of advocacy group Diversity NZ, has complained to the airline.

“My colleagues and I understand completely the need for tight rules on flight check-in closures,” he said. “What we objected to was a complete lack of empathy, understanding or apology from the staff member.”

Air NZ said last night that it would respond to Mr Patston directly. It would not comment on the incident. Speaking generally, it said it carried more than 70,000 passengers requiring wheelchairs globally each year.

“As with all of our customers we work hard to ensure their travel with us is comfortable and convenient.

“In recent years we have gone to great lengths to develop technology which will improve the experience of our customers who require wheelchairs and in fact a full review of the ways we can further enhance the service we provide to customers with disabilities of any kind has been underway for a couple of months and is nearing conclusion.”

Innovations included specially-designed slide boards and lifts to assist passengers in transferring from a wheelchair to their seat. It had $250,000 worth of purpose-built wheelchairs on order and was working to design new boarding chairs and onboard aisle chairs.

The company also sponsored and supported a number of individuals and organisations which worked with people with disabilities, including Starjam, an organisation working with young people with disabilities.

But Mr Patston said on another occasion his wheelchair was left off his flight, so he had to wait 90 minutes at Wellington airport for it to be sent from Auckland on a later flight, and he missed a meeting as a result.

He said Air NZ should have had an aisle chair available for Ms Black.

“The passenger sounds a little bit ungenerous. But if they’d booked a front row seat, technically they’ve got no obligation to say, ‘Okay we booked to sit in the front but now we’ll sit two rows back because you guys didn’t do your jobs’.”

But Ms Black expressed sympathy for the airline yesterday, saying its treatment of disabled passengers had steadily improved in recent years.

Many Herald readers were appalled by the “elite gold” passenger’s refusal to change seats.

“I was seated in 3F window, two seats along from Ms Black. Had I and others known that there was an issue with the seating I would have intervened myself …” wrote Mark Ching.

American Will Weatherbee wrote: “I cannot believe that an individual would be so trite as to not give up a 1A seat for a disabled person … I was disabled with a broken foot once, and I could not believe how people would rush in front of me or push me out of the way.”

Source: The New Zeland Herald


O Festival de Cinema Alatur está aberta ao público, basta fazer sua reserva com direito a acompanhante e coquetel de boas vindasO Festival de Cinema Alatur está aberta ao público, basta fazer sua reserva com direito a acompanhante e coquetel de boas vindas

Neste mês e no próximo, o Instituto Alatur realiza na capital paulista o Festival Alatur de Cinema 2013. Com o tema “Você viaja por quê?”, a segunda edição do evento contará com sessões gratuitas para convidados, no cinema Reserva Cultural, dias 21 e 28 de maio e 4 e 11 de junho, sempre a partir das 19h.

Os longas que integram o Festival Alatur são: Amor ImpossívelHasta La VistaO Filho do Outro O Que Eu Mais Desejo. Antes da exibição de cada filme, o público terá a oportunidade de assistir a uma palestra relacionada ao tema do dia. Entre os palestrantes estão: a presidente da rede Blue Tree Hotels, Chieko Aoki, o psiquiatra, Primo Paganini, o historiador e escritor, especializado no Oriente Médio, Peter Demant, e o diretor da Turismo Adaptado, Ricardo Shimosakai.

O tema do dia 21 de maio será diversidade, e você é nosso convidado especial. Às 19h00 será oferecido um coquetel de boas-vindas, seguido por um bate papo com Ricardo Shimosakai falando sobre o turismo acessível, e depois a exibição do filme “Hasta la vista: venha como você é”.

O filme é inspirado em uma história real, e mostra três jovens de vinte anos que amam beber vinho e paquerar mulheres, mas ainda são virgens. Sob o pretexto de conhecer as vinícolas espanholas, eles embarcam em uma viagem com um objetivo definido: perder a virgindade. E nada os impedirá, nem mesmo suas deficiências: um deles é cego, e os dois outros cadeirantes, um paraplégico e outro tetraplégico.

Para ver mais informações a respeito do filme, acesse o link a seguir
‘Hasta la vista’ desafia o politicamente correto com deficientes

Horário: a partir das 19h00
Local: Reserva Cultural – Avenida Paulista, 900

Convites limitados com direito a acompanhante. Garanta já o seu! Entre em contato através do e-mail: elo.kyrmse@alatur.com


Director general de Fundación ONCE, José Luis Martínez Donoso y el presidente de Segittur, Antonio López de ÁvilaDirector general de Fundación ONCE, José Luis Martínez Donoso y el presidente de Segittur, Antonio López de Ávila

Fundación ONCE y Segittur han formado un convenio por el que ambas entidades colaborarán en la realización de iniciativas destinadas a la internacionalización del turismo accesible. Su objetivo es llevar la oferta de turismo accesible a 200 millones de personas en Europa.

El presidente de Segittur, Antonio López de Ávila, y el director general de Fundación ONCE, José Luis Martínez Donoso, han firmado un convenio por el que colaborarán en la internacionalización del turismo accesible. El acuerdo parte de la idea de que invertir en turismo accesible es un elemento diferenciador que hay que convertir en una ventaja competitiva.

“La accesibilidad es buena para todos y aporta confortabilidad a todos, no sólo a las personas con discapacidad. Hay que convertirlo en una ventaja competitiva”, aseguró el presidente de Segittur tras la firma del acuerdo.

“Hoy se lleva la internacionalización y buscar fuera recursos, y eso hay que hacerlo con aquello en lo que somos líderes, y eso es el turismo”, aseguró Martínez Donoso.

El apoyo a la internacionalización que llevarán a cabo las dos entidades se enmarca en el Plan Nacional e Integral de Turismo 2012-2015, en el que se establece que la Secretaría de Estado de Turismo fomentará la internacionalización e identificará proyectos y oportunidades de negocio en otros países a través de Segittur. Y lo hará con el fin de que sean desarrollados por empresas e instituciones españolas.

Así, las dos organizaciones cooperarán en el diseño de planes de Desarrollo de Turismo Accesible, asesoramiento a gobiernos en la redacción de legislación y normas de calidad específicas de accesibilidad, asistencia técnica en el desarrollo de proyectos de infraestructuras y equipamientos turísticos. Además, podrán trabajar en el diseño de planes de formación para agentes que intervienen en el turismo accesible, realización de guías de turismo accesible, validación de accesibilidad en productos del entorno turístico y diseño y desarrollo de páginas Web accesibles.

Fuente: compromiso RSE


Eloise Brillo posa com a marca sensorial dos Jogos Paralímpicos Rio 2016™Eloise Brillo posa com a marca sensorial dos Jogos Paralímpicos Rio 2016™

Uma das primeiras profissionais contratadas para a área de recursos humanos (RH) do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™, Eloise Brillo, tem uma grande missão pela frente: criar uma cultura de diversidade e inclusão no Comitê Organizador e durante os Jogos, garantindo que atletas, público e demais clientes percebam um ambiente onde todos se sintam valorizados.

A sua meta começa a ser atingida com o lançamento do Programa Incluir. “Com esse programa, teremos no Comitê profissionais com todos os tipos de deficiência definidas pelo Ministério do Trabalho (física, visual, auditiva, intelectual e múltipla)”, alegra-se Eloise. Através do programa, foram preenchidas três vagas para pessoas com deficiência intelectual que integrarão o time a partir de maio.

Eloise começou o seu trabalho no Comitê Organizador Rio 2016™ em março de 2011 com a função de estruturar a área de recrutamento e seleção. Para atingir a sua meta, precisa influenciar e desenvolver políticas para garantir que toda a força de trabalho (efetivos, voluntários e contratados) seja composta por uma grande variedade de pessoas.

“Comecei quando o Comitê tinha apenas quatro pessoas no setor de RH e agora temos 35 profissionais trabalhando na área. Iniciei no cargo de Coordenadora de Recrutamento e Seleção. Com o tempo, fiquei responsável também por fazer a interface entre a área de RH e a diretoria executiva comercial”, disse.

Eloise participou do recrutamento para contratação de aproximadamente 400 pessoas alinhadas com os valores do Rio 2016™; identificou e contratou pessoas com experiência em outras edições dos Jogos; estruturou e lançou o plano de contratações para pessoas com deficiência; participou da estruturação do programa de estágio; e do programa de recrutamento de Líderes de Competições Esportivas, junto com a área de esportes, um programa divulgado em todo Brasil com mais de 1.000 inscritos para localizar aproximadamente 50 profissionais especializados.

“Iniciamos parcerias com ONGs, desenvolvemos um plano de comunicação, fizemos entrevistas proativas e esse trabalho gerou nos gerou ótimos frutos. No início de 2012, o banco de dados do setor tinha aproximadamente 90 candidatos e hoje já são mais de 800”, explicou Eloise. “Temos pessoas com deficiência em várias áreas e em diversos níveis de atuação, incluindo cargos gerenciais sêniores/heads de áreas”, concluiu.

Formada em administração pela UFRJ, pós-graduada em recursos humanos pela COPPEAD/UFRJ com um MBA em Gestão e Desenvolvimento Empresarial, Eloise Brillo começou a sua carreira profissional no mercado financeiro em um banco de investimento, quando realizou trabalho semelhante ao do Rio 2016™, a contratação de um número enorme e de funcionários.

“Participei do processo de fusão de duas instituições. Foi um processo bastante complexo de junção de duas culturas bem diferentes. Para RH foi um período de muitas contratações (aumento de aproximadamente 30%) do quadro de funcionários e momento de criação de uma nova cultura, políticas e processos”, disse.

Eloise trabalhou ainda na área de projetos de RH de uma grande petrolífera anglo-holandesa, onde atuou nas áreas de remuneração e desenvolvimento organizacional e, depois, ficou responsável pelas áreas de Diversidade e Inclusão, Clima Organizacional e Comunicação Interna.

A experiência foi fundamental para ela exercer o cargo de gerente de Diversidade e Inclusão no Rio 2016™. “Daremos apoio a todas as áreas funcionais para que, em suas estratégias, sejam consideradas ações que garantam um ambiente inclusivo. Iremos trocar experiências com parceiros e patrocinadores, além de construir planos relacionados à diversidade em conjunto com ONGs, instituições e entidades relacionadas ao tema”, concluiu Eloise.

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™ será um ambiente criado por pessoas de diversas raças/cores, gêneros, crenças, idades, regiões geográficas, ideologias, orientação sexual e nível socioeconômico, é uma pequena amostra do conceito de diversidade proposto pelo Movimento Olímpico e Paralímpico. Uma verdadeira união de todos os povos em prol de um mundo melhor.

Fonte: Rio2016


Rich moms shamelessly hire disabled tour guides so their kids can cut long lines.Rich moms shamelessly hire disabled tour guides so their kids can cut long lines.

Some wealthy Manhattan moms have figured out a way to cut the long lines at Disney World — by hiring disabled people to pose as family members so they and their kids can jump to the front, The Post has learned.

The “black-market Disney guides” run $130 an hour, or $1,040 for an eight-hour day.

“My daughter waited one minute to get on ‘It’s a Small World’ — the other kids had to wait 2 1/2 hours,” crowed one mom, who hired a disabled guide through Dream Tours Florida.

“You can’t go to Disney without a tour concierge,’’ she sniffed. “This is how the 1 percent does Disney.”

The woman said she hired a Dream Tours guide to escort her, her husband and their 1-year-old son and 5-year-old daughter through the park in a motorized scooter with a “handicapped” sign on it. The group was sent straight to an auxiliary entrance at the front of each attraction.

Dr. Wednesday Martin, social anthropologist who discovered scheme.

Dr. Wednesday Martin, social anthropologist who discovered scheme.

Disney allows each guest who needs a wheelchair or motorized scooter to bring up to six guests to a “more convenient entrance.”

The Florida entertainment mecca warns that there “may be a waiting period before boarding.” But the consensus among upper-crust moms who have used the illicit handicap tactic is that the trick is well worth the cost.

Not only is their “black-market tour guide” more efficient than Disney World’s VIP Tours, it’s cheaper, too.

Disney Tours offers a VIP guide and fast passes for $310 to $380 per hour.

Passing around the rogue guide service’s phone number recently became a shameless ritual among Manhattan’s private-school set during spring break. The service asks who referred you before they even take your call.

“It’s insider knowledge that very few have and share carefully,” said social anthropologist Dr. Wednesday Martin, who caught wind of the underground network while doing research for her upcoming book “Primates of Park Avenue.”

“Who wants a speed pass when you can use your black-market handicapped guide to circumvent the lines all together?” she said.

“So when you’re doing it, you’re affirming that you are one of the privileged insiders who has and shares this information.”

Ryan Clement runs Dream Tours Florida with girlfriend Jacie Christiano, whom the rich Manhattan mom indicated was her family’s guide.

A working phone number for Christiano couldn’t be found, and Clement refused to put The Post through to her. A message left on Facebook was not immediately returned by Christiano.

Clement denied that his gal pal uses her disability to bypass lines. He said she has an auto-immune disorder and acknowledged that she uses a scooter on the job.

Disney did not return repeated requests for comment.

Source: New York Post


A Comissão de Turismo e Desporto da Câmara promoveu audiência pública para debater o Direito humano ao lazer e a situação da acessibilidade do turismo para as pessoas com deficiência no BrasilA Comissão de Turismo e Desporto da Câmara promoveu audiência pública para debater o Direito humano ao lazer e a situação da acessibilidade do turismo para as pessoas com deficiência no Brasil

O direito ao lazer e a acessibilidade no turismo foi o tema de debate na Comissão de Turismo e Desporto da Câmara. A audiência pública teve como objetivo analisar o andamento das obras e das melhorias do acesso a estádios, hotéis e transportes para pessoas com deficiência na Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas, que o Brasil vai sediar.

Segundo a representante da Society for Acessible Travel & Hospitality (SATH), Janaki Nayar a norma da ABNT 9050 garante que hotéis devem ter 5% dos quartos adaptados para receber pessoas com deficiências. Entretanto o Brasil precisa fazer muitas adaptações em hotéis. “A hotelaria não está se prontificando a receber essas pessoas. A pessoa com deficiência não fica em casa, então é uma renda que os hotéis estão deixando de ganhar por não facilitar a viagem deles. Quando eles não fazem é uma oportunidade desperdiçada. O deficiente também quer conforto e qualidade em hospedagem”.

Para Janaki outro ponto negativo é treinamento de pessoal. “O que vejo, não só aqui no Brasil, é que as pessoas não estão preparadas para atender um cego, um surdo ou um cadeirante. Eu já vi garçons disserem que não vão atender tal mesa porque não vai entender o que o cliente vai pedi e isto é falta de treinamento”. Ela ressalta que é importante o treinamento com pessoas qualificadas.

Ricardo Shimosakai, consultor em Acessibilidade e Turismo Adaptado disse que no Brasil há muito que melhorar para os grandes eventos. “A questão do turismo acessível no Brasil é muito falha. A informação é um tema muito importante a ser trabalhada. Informação do empresário a saber o que realmente deve ser feito e o que não fazer e também da pessoas com deficiência a saber quais são as oportunidades que ela pode usufruir.”

Para Shimosakai o investimento maior está sendo em estádios. “Muito se ouviu falar em obras de estádios, mas a Copa não é só estádio, é mais do que isto: é transporte, é hotelaria, é todo uma rede de serviços. A Copa tem sido focada muito em estádios e o resto não tem sido trabalhado”.

Segundo o coordenador-geral de Segmentação do Ministério do Turismo, Wilken José Souto Oliveira, o programa Turismo Acessível tem metas para 2013 e 2014 que vão atender às necessidades do deficiente, promover a inclusão social e o acesso de pessoas com deficiências às atividades turísticas. “É um grande desafio, estamos no início e o nosso maior desafio é a disseminação de conhecimento sobre a sensibilização. A ideia é que comece agora um grande movimento [em prol da] acessibilidade no turismo”.

Fonte: EBC

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 14/05/2013

New Closed-Captioning Glasses Help Deaf Go Out To The Movies


Sony's Entertainment Access Glasses, seen here in a prototype image, display captions for deaf and hard-of-hearing moviegoers.Sony’s Entertainment Access Glasses, seen here in a prototype image, display captions for deaf and hard-of-hearing moviegoers.

There will be a special attraction for deaf people in theaters nationwide soon. By the end of this month, Regal Cinemas plans to have distributed closed-captioning glasses to more than 6,000 theaters across the country.

Sony Entertainment Access Glasses are sort of like 3-D glasses, but for captioning. The captions are projected onto the glasses and appear to float about 10 feet in front of the user. They also come with audio tracks that describe the action on the screen for blind people, or they can boost the audio levels of the movie for those who are hard of hearing.

This is a big moment for the deaf, many of whom haven’t been to the movies in a long time. Captioned screenings are few and far between, and current personal captioning devices that fit inside a cup holder with a screen attached are bulky, display the text out of their line of vision to the screen, and distract the other patrons.

Randy Smith Jr., the chief executive officer for Regal Cinemas, says he has worked for more than a decade to find a solution to this problem. He tells Arun Rath, host of weekends on All Things Considered, that it has been his goal since 1998 “to develop a technology that would allow accessibility to the deaf and blind for every show time, for every feature.”

Luckily, he had his own “personal guinea pig” at home, he says, in the form of his deaf son, Ryan, now 23. Smith said that as the tech companies would send him new prototypes, he and Ryan would test it out at the movies together, with Ryan giving him feedback along the way.

“We’d do that until we got to a point that we felt it was comfortable enough,” Smith says.

Smith says he couldn’t put into words what it felt like to finally be at this point, but after announcing the new device, he received a letter from a parent. Smith said that letter described the feeling perfectly:

“I’ve attempted to enjoy a movie with my son so many times over the last 26 years, but to no avail. After watching a movie I would try to discuss it with him. The comments he would make would in no way relate to the plot of the movie and at one point he finally confessed that as he watched the screen, he simply made up the story in his head. He didn’t really know what was going on. The fact that I can take my son to a movie when he visits at the end of June is literally bringing tears to my eyes. It would seem silly to most people but I would imagine you understand what it feels like.”

Smith says he can’t express it any better than that.

Source: npr


Aeronaves convencionais apresentam diversas dificuldades para pessoas com diferentes tipos de necessidadeAeronaves convencionais apresentam diversas dificuldades para pessoas com diferentes tipos de necessidade

O Projeto Compreendendo as necessidades especiais de usuários do transporte aéreo está sendo realizado por meio de uma parceria entre a Embraer S.A. e o PSPLab/DEP/UFSCar.

Este Projeto surgiu para conhecermos as demandas de passageiros com necessidade de assistência especial (pessoas com deficiência, pessoas com mobilidade reduzida, idosos e obesos) e quais são as principais dificuldades vivenciadas no uso do transporte aéreo por este público. A compreensão das necessidades destes passageiros poderá orientar o projeto de soluções de cabine das futuras aeronaves.

Para a realização do projeto estamos contando com a participação de todos que queiram contribuir: pessoas com necessidade de assistência especial ou seus acompanhantes, entidades e centros de atendimentos aos grupos mencionados ou ainda colaboradores do transporte aéreo.

PSPLab/DEP/UFSCar – Grupo SimuCAD

O grupo SimuCAD, Simulação & CAD, criado no Departamento de Engenharia de Produção da Universidade Federal de São Carlos, hoje situado no Laboratório de Ergonomia, Simulação e Projeto de Situações Produtivas, atua na área de instalações industriais, integrando ferramentas de computação gráfica e de Simulação na concepção, avaliação e implantação de sistemas de produção.

Para mais informações, visite nosso site: www.simucad.dep.ufscar.br

EMBRAER S.A.

A Embraer S.A. é uma empresa líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras brasileiras. Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, China, Estados Unidos, França, Portugal e Singapura. Fundada em 1969, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves e sistemas para os segmentos de aviação comercial, aviação executiva e defesa e segurança. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo.

Para mais informações, visite o site www.embraer.com.br

Participe da pesquisa

Sua participação é muito importante!

Para participar, primeiro é preciso identificar se você é Passageiro ou Colaborador.

Em seguida, basta responder ao questionário que aparecerá na tela.

Para nós o importante é conhecer a sua experiência pessoal no transporte aéreo, desde a chegada ao aeroporto de origem até o desembarque no aeroporto de destino. Não se esqueça de comentar sobre a experiência no voo, dentro do avião, suas principais dificuldades e de que modo estas foram superadas.

Identifique-se! No transporte aéreo você é:

Passageiro   Colaborador

A equipe do Projeto Compreendendo as necessidades especiais de usuários do transporte aéreo agradece sua visita e espera contar com a sua participação!

Fonte: Cabine Universal

Posts mais antigos »

Categorias

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 4.479 other followers

%d bloggers like this: