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Publicado por: Ricardo Shimosakai | 17/09/2014

Disabled access to UK attractions criticised


Access was improved at Ypres Tower in Rye by creating a gently sloping approach pathAccess was improved at Ypres Tower in Rye by creating a gently sloping approach path

A recent survey, commissioned by the Department for Work and Pensions, found that nearly two thirds of the UK’s top attractions were not fully accessible for wheelchair users.

A travel company has since claimed that it is easier to arrange holidays for disabled people abroad than in Britain.

“I was astonished,” said Ted Hill, the CEO of the British Polio Fellowship, “I would like to call on these venues to make themselves completely accessible for all.

“I believe the UK to be among the leaders in equal opportunities and diversity, but clearly the attractions involved in this survey do not get the message.”

Many of the foundation’s members are consigned to a wheelchair or suffer from reduced mobility due to the effects of polio and post-polio syndrome.

Speaking last month, Mark Harper, the minister for Disabled People, said the research showed that “improving the accessibility of hotels and self-catering apartments and tourist attractions for disabled travellers is a no-brainer.”

The survey was conducted by Vitalise (vitalise.org.uk), a national disability charity specialising in providing holidays for people with disabilities and carers. They contacted the top 100 most visited attractions in the UK, only 52 of which replied.

Of these, 63 per cent said that they were not completely accessible to wheelchairs. Of the 27 venues that charged for entry, 44 per cent offered no discount at all for disabled people. The ratio of disabled loos to non-disabled loos was disappointing also and only a fifth had hoists available – indispensable for some disabled guests.

A quarter of the visitor centres, museums, galleries and heritage sites had no disabled parking spaces at all and a quarter had no ramps to its doors, including from parking areas. Just 13 per cent had trained their staff in disability awareness.

More than a quarter of those who responded said they did not have accessibility information available on their website.

Tourism businesses have obligations under the Equality Act 2010, which requires that service providers must think ahead and take “reasonable” steps to address barriers that impede disabled people.

Still, the Disability Holiday Directory, Britain’s biggest disabled holiday company, claims it is unable to accommodate 20 per cent of its clients who want to take a holiday in the UK every year because of a shortage of accessible accommodation.

Telegraph Travel now includes a category relating to disabled access in every hotel review we publish.

“There are more than 11 million people in the UK with a limiting long term illness, impairment or disability and the majority of these are of the type that affects mobility,” said Mr Hill. “That’s potentially a sixth of the population that can’t access all of the facilities at these venues.”

Visit England admitted more improvements were necessary but said tremendous progress has been made in recent years, with England now being a leading destination in accessible tourism. “There are many attractions in England that provide excellent facilities and services for visitors with access needs,” a spokesman said. “However, there is still more work to be done. Even small and often very affordable changes like providing an Access Statement can go a long way in helping people to enjoy their visit.”

Visit England offers guidance on improving access at www.visitengland.org/access. The accessible tourism market is worth over £2billion a year to England’s tourism industry.

Source: Telegraph


O Dorotheum em Viena na Áustria, apesar de sua enorme escada para a entrada principal, possui um acesso através de elevadores.O Dorotheum em Viena na Áustria, apesar de sua enorme escada para a entrada principal, possui um acesso através de elevadores.

Uma nova pesquisa da Universidade de Surrey e encomendado pela Comissão Europeia, revelou que o setor do turismo europeu está perdendo 142 mil milhões de euros todos os anos devido à infraestrutura deficiente, serviços e atitudes em relação a viajantes com necessidades especiais de acesso.

Segundo a pesquisa, os viajantes na UE que necessitaram de acesso especial, seja por meio de deficiência ou idade, realizaram 783 milhões de viagens na região em 2012, contribuindo com 394 bilhões de euros e 8,7 milhões de postos de trabalho para a economia europeia. O Reino Unido foi um dos três maiores contribuintes, gerando mais de 86 milhões de euros e 1,7 milhões de postos de trabalho para o mercado – 20% do total da UE.

No entanto, os pesquisadores acreditam que, se os destinos europeus forem totalmente acessíveis, essa demanda pode aumentar até 44% ao ano, o que resultaria em um adicional de 142 bilhões de euros no PIB e 3,4 milhões de postos de trabalho para a economia europeia.

Após a investigação, a Comissão Europeia identificou sete principais recomendações para melhorar a acessibilidade no setor, incluindo:

1. Acessibilidade e Design para Todos devem ser uma característica integradora de planejamento a longo prazo de destinos e investimentos em modernização de infraestruturas
2 A indústria precisa melhorar seus esforços de coordenação, particularmente através de parcerias público-privadas e redes de relacionamentos profissionais em nos níveis regionais locais e europeus;
3. Todos os membros do pessoal de um prestador de serviços precisa adquirir uma sólida base de conhecimento sobre acessibilidade através de uma boa gestão do conhecimento e formação regular.

“Esta é uma oportunidade de ouro para o setor de viagens europeias.”, Disse o professor Graham Miller, da Universidade de Surrey.

“A preocupação de muitas empresas de pequeno e médio porte tem sido recuperar o custo de adaptação para as necessidades especiais de acesso. Esta pesquisa mostra que esse custo não será apenas recuperado, mas irá resultar em crescimento do mercado. No longo prazo, o compromisso é exigido, tanto do setor público e privado. No entanto, mesmo pequenas mudanças, enquanto isso, irão colher recompensas enormes. “

“Não só essas recomendações fazem um caso de negócio válido, mas ter acesso completo às atividades turísticas, serviços e instalações são um direito consagrado no artigo 9 da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. É imperativo que todos os países europeus demonstrem compromisso com a promulgação de mudança. “

Antonella Correra, diretora de política da Comissão Europeia, Empresas e Indústria comentou: “Esta é a pesquisa mais abrangente sobre Turismo Acessível realizado até agora na Europa. A análise paralela da demografia, padrões comportamentais e da contribuição econômica demonstram muito claramente que a acessibilidade é a nova fronteira para o setor do turismo da UE. Longe de ser um setor de nicho, o turismo acessível é uma grande oportunidade de mercado. A pesquisa fornece evidências claras de que os serviços de turismo acessível também são ótimos serviços, que aumentam a visibilidade e a reputação dos destinos turísticos, e dão uma vantagem competitiva para os operadores. “

A pesquisa publicada dentro do relatório da Comissão Europeia Economic impact and travel patterns of Accessible Tourism in Europe (Impacto econômico e padrões de viagens do turismo acessível na Europa) é o primeiro de seu tipo a estudar o impacto econômico do turismo acessível na Europa.

O estudo avaliou as disposições especiais de acesso para turistas com deficiência, com idade entre 15 e 64 anos e idosos acima de 65 anos em 27 países europeus. Ele avaliou a qualidade dos serviços, infraestruturas e atitudes públicas e privadas.

Fonte: Universidade de Surrey


Oxygen services to Delta passengers make airline travel accessibleOxygen services to Delta passengers make airline travel accessible

Oxygen To Go, LLC, was recognized by Delta Airlines and its Advisory Board on Disability for “significant contributions, providing an environment where people with and without disabilities can learn to provide accessible service to all passengers.”  Medical Director Dr. Brent Blue and Director of Operations David Hughes accepted the award at the annual meeting of the Board in Detroit on August 8th, 2014 from Delta Airlines Disability Program Manager David Martin.

“We are very proud to provide oxygen services to Delta passengers making airline travel accessible to oxygen requiring passengers” said Dr. Blue.  “Oxygen patients should not be restricted in their activities due to their oxygen requirements and facilitating their freedom of movement is exciting for us.”

Blue also credited Mr. Hughes and his team at Oxygen To Go for their tremendous efforts for oxygen patients.

Oxygen To Go (OTG) has been Delta Airlines’ exclusive oxygen provider for almost four years and provides all pre board medical clearance for oxygen requiring passengers.  Based in Jackson Hole, Wyoming, OTG provides oxygen services worldwide for passengers traveling on all airlines, cruise ships, trains, and automobiles.

About Oxygen To Go, LLC—Oxygen To Go was founded in 2005 to provide travel oxygen services and clearance for oxygen dependent passengers utilizing portable oxygen concentrators.  OTG is based in Jackson Hole, Wyoming service clients worldwide.

About Delta Airlines–Delta Air Lines serves nearly 165 million customers each year. This year, Delta was named the 2014 Airline of the Year by Air Transport World magazine and was named to FORTUNE magazine’s 50 Most Admired Companies, in addition to being named the most admired airline for the third time in four years. With an industry-leading global network, Delta and the Delta Connection carriers offer service to 334 destinations in 64 countries on six continents. Headquartered in Atlanta, Delta employs nearly 80,000 employees worldwide and operates a mainline fleet of more than 700 aircraft.

Source: aviationpros


Cecil Williams que é cego, passou mal no metrô de Nova York e foi protegido pelo seu cão-guia OrlandoCecil Williams que é cego, passou mal no metrô de Nova York e foi protegido pelo seu cão-guia Orlando

O deficiente visual Cecil Williams, de 61 anos, estava esperando o metrô em uma estação de Nova York, nos Estados Unidos, na companhia de seu cão-guia, um labrador chamado Orlando. De acordo com a Associated Press, Williams revelou do hospital que não sabe exatamente por que passou mal, mas que estava a caminho do dentista quando tudo aconteceu.

Ao perceber que Williams não estava bem, testemunhas contam que o cão ficou ao lado do homem para evitar que ele caísse nos trilhos. Infelizmente, não houve como prevenir a queda e o cão saltou junto com seu dono na tentativa de trazê-lo de volta para a plataforma.

 “O cachorro estava tentando afastar [Williams] da plataforma, mas os pés dele estavam na beirada, ele estava agitado e o cão latia”, revelou Ana Quinones, uma das testemunhas, ao New York Post. Matthew Martin, outro passageiro que estava presente no momento do acidente, disse que “ele caiu e o cachorro pulou atrás. Ele não foi puxado. O cão estava lambendo ele, tentando fazer com que ele se mexesse”, contou.

Orlando ficou sob os cuidados da polícia logo após o acidente.

Orlando ficou sob os cuidados da polícia logo após o acidente.

Um quase acidente

Aqueles que acompanhavam a cena viram o trem se aproximando cerca de um minuto depois de Williams e Orlando terem caído nos trilhos. As pessoas gritavam, tentando atrair a atenção dos funcionários da estação. Um dos trabalhadores orientou Williams a ficar no centro dos trilhos, onde era mais fundo.

É nesse momento que a história fica ainda mais tensa.

Williams e Orlando se posicionaram no meio dos trilhos e então o trem começou a frear instantaneamente. Dois vagões passaram sobre o homem e o cão antes que o trem estivesse completamente parado. A boa notícia é que, além de alguns arranhões e escoriações, Williams sobreviveu e nada aconteceu com o cão.

“Definitivamente, ele foi o melhor amigo do homem. Quando o trem estava vindo, o cão não se moveu. O cão foi leal ao seu dono. Ele tentou salvá-lo. (…) Ele arriscou a própria vida para salvar seu dono”, compartilhou Ana Quinones.

Por um final feliz

Infelizmente, Orlando já está próximo de se aposentar de seu nobre trabalho, o que significa que ele não ficará mais ao lado de seu dono. Em janeiro, Williams deve receber um novo cão-guia e Orlando será encaminhado para adoção.

Ainda do hospital, Williams revelou que, por mais que quisesse ficar com Orlando, ele não tem condições de mantê-lo, já que o seguro não cobre os custos de um cão que não está prestando serviços. Mas essa história pode mudar.

Comovidos com a situação, internautas promoveram uma campanha virtual através do Indiegogo para arrecadar fundos para que Williams possa adotar Orlando. Em apenas dois dias, a meta de levantar 50 mil dólares já foi alcançada e a ainda arrecadação segue até o dia 31 de dezembro.

Tudo indica que teremos um belo final feliz.

Fonte: Mega Curioso


Poster del 2do Congreso Iberoamericano SmartCity = Ciudad Accesible en MéxicoPoster del 2do Congreso Iberoamericano SmartCity = Ciudad Accesible en México

El Congreso Iberoamericano nace de las necesidades de la humanidad respecto a generar una sociedad con sentido, tecnología, desarrollo responsable y consciencia; con espacios accesibles para el normal y libre desarrollo, comunicación y seguro desplazamiento de personas con cualquier tipo de discapacidad ya sea transitoria o permanente.

En Cancún, el 26 y 27 de septiembre, el tema se abordará el turismo accesible. Profesionales de diferentes sectores y países compartirán conocimiento de este segmento. El 27 de Septiembre (sábado) a las 9:00, Ricardo Shimosakai, Director de Turismo Adaptado, con sede en Brasil, presentará la conferencia “Servicios Turísticos Incluyentes”. Se mostrarán los conceptos y las prácticas en materia de accesibilidad e inclusión en el ocio y el turismo para las personas con discapacidad, movilidad reducida y otras necesidades especiales.

El término Smart City en los últimos años ha tomado gran fuerza, principalmente en los países desarrollados, en los cuales, el concepto ha permitido hacer una gran comunión entre la tecnología, el urbanismo, la sustentabilidad y la usabilidad. Sin embargo, existe un concepto que no debe dejarse de lado en la planeación y/o creación de las Smart Cities: LA ACCESIBILIDAD.

En la actualidad la ACCESIBILIDAD no sólo involucra a la Arquitectura, por el contrario es un concepto incluyente, que engloba la interacción tanto de los espacios arquitectónicos, como del diseño imperceptible pero no por ello inusable e inaccesible, la utilización de las ayudas técnicas, la interrelación de las vanguardias tecnológicas -con todos los elementos como el arte, la cultura y todas las formas de expresión de las sociedades-, así como la inclusión de las sociedades conscientes, accesibles e incluyentes. Todo ello, engloba la ACCESIBILIDAD, que nace de las necesidades de la humanidad, y en este sentido sin humanidad no hay sociedad sin sociedad no hay ciudades, sin tecnología no hay desarrollo y de esta base nace el tema general del Segundo Congreso Iberoamericano Diseño, Ciudad y Construcción Accesible llamado ―SMART CITY=CIUDAD ACCESIBLE

Programa Cancún – Turismo Accesible

26 de Septiembre (Viernes)

8:30- 9:00 : Registro.

9:00 – 09:30: Inauguración

09:30- 10:00: Ceremonia de apertura.

Mensaje de los Organizadores:
-M. Arq. Gerardo Pichardo Ricaño, Director General de CIDCCA de México.
-M. Arq. Federico Cardona Pabón, Presidente del CIDCCA.
–Dr. Arq. Enrique Rovira-Beleta, Miembro Honorario del CIDCCA.

Mensaje de los Integrantes de la mesa de apertura:
-Lic. Mariana Zorrilla de Borge, Presidenta estatal DIF Quintana Roo.
-Héctor Martín Gómez Barraza, Director General FONATUR.
-Lic. Luciana Da Vía, Presidenta del DIF municipal Benito Lic. Luciana Da Vía, Juárez.
-Arq. Luis Roger Espinosa Rodríguez , Secretario Municipal de obras y servicios Públicos de Benito Juárez.
-M. Arq. José Luis Mayordomo Pérez, Vicepresidente del Consejo Iberoamericano de Diseño, Ciudad y Construcción Accesible CIDCCA, Vocal de la Asociación Española de Profesionales de Accesibilidad – ASEPAU (Asociación Española de profesionales de Accesibilidad).

10:00 – 11:00: Conferencia Magistral “Turismo y Sociedad en las SmartCities”
-Lic. Antonio López Becerril- Coordinador Nacional de Turismo Accesible.

11:00- 12:00: Conferencia “Importancia de una infraestructura turística accesible”
-M. Arq. José Luis Mayordomo Pérez- Vicepresidente del Consejo Iberoamericano de Diseño, Ciudad y Construcción Accesible – CIDCCA, Especialista en urbanismo, valoraciones y accesibilidad .

12:00 – 13:00: Conferencia Magistral- “Derechos de las personas con discapacidad en la sociedad actual”.
-Melba Olvera Rodríguez- Visitadora adjunta de la Comisión Nacional de Derechos Humanos(CNDH)

13:00- 14:30: COMIDA

14:30- 15:30 Conferencia “Viaje Todo Incluyente”
Lic. Joaquín Alva Ruiz-Cabañas- Director de Triunfador-es

15:30- 16:30: Conferencia “Revitalización del centro de la Ciudad de Cancún: Una estrategia de inclusión e identidad”
-Lic. Andrés Gerardo Aguilar Becerril - Titular del área de gestión de recursos del Instituto de Planeación de Desarrollo Urbano (IMPLAN).

16:30- 17:30: Conferencia “La sustentabilidad en el turismo accesible”.
-Arq. Gerardo Pichardo Ricaño- Presidente de CIDCCA México, Director General de Adapta, Accesibilidad Para Todos.

17:30- 17:50 Cierre de actividades del día 5.

27 de Septiembre (Sábado)

8:30- 9:00 : Registro.

9:00 – 10:00: Conferencia- “Servicios Turísticos Incluyentes”
-Ricardo Shimosakai- Director Nacional de “Turismo Adaptado”, Consultor de proyectos enfocados a la accesibilidad para personas con discapacidad.

10:00- 11:00: Conferencia- “Superestructura turística”.
-Juan Pablo Salazar- Presidente de Fundación Arcángeles

11:00 – 12:00: Conferencia- “Herramientas y Líneas de Acción en los servicios turísticos accesibles”
-María Josefa Álvarez Ilzarbe- Directora Adjunta de Accesibilidad Universal.

12:00-13:00: Conferencia- “Accesibilidad en la infraestructura turística“.
-Lic. Francisco Córdova Lira- Director General de los parques Xelhá, Grupo Garrafón y Cañon del Sumidero.

13:00 – 14:00: Conferencia- “Turismo accesible para todos: El gran negocio del siglo XXI”
-Dr. Arq. Enrique Rovira-Beleta- Miembro Honorario del CIDCCA, Consultor de Accesibilidad.

14:00- 15:00: Conferencia “La importancia de las Smart Cities en un mundo actual”.
-Arq. Andrés Mauricio Ortíz- Director Administrativo del Consejo Iberoamericano de Diseño, Ciudad y Construcción Accesible, Arquitecto Especialista en Accesibilidad y Diseño para todos de la Universidad de Cataluña.

15:00: Clausura SEGUNDO CONGRESO IBEROAMERICANO “SmartCity = Ciudad Accesible”.

Para acceder al programa completo, haga clic en el siguiente enlace Programa 2do Congreso Iberoamericano SmartCity = Ciudad Accesible – Mexico

Para más información y para inscribirse, visite el sitio web oficial del evento http://www.cidcca.com.mx/index.html

Fuente: CIDCCA


Pesquisa realizada durante a Copa do Mundo mostrou que 78% dos atrativos turísticos têm acessibilidadePesquisa realizada durante a Copa do Mundo mostrou que 78% dos atrativos turísticos têm acessibilidade

A capital paulista está se tornando cada vez mais acessível e receptiva às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Durante o período de realização da Copa do Mundo da Fifa Brasil, o Observatório do Turismo, núcleo de estudos e pesquisa da São Paulo Turismo (SPTuris, empresa municipal de turismo e eventos), fez um levantamento específico sobre o tema de acessibilidade em São Paulo.

Em relação aos atrativos turísticos, 78% das pessoas com deficiência entrevistadas afirmaram que existe acessibilidade, e nos restaurantes o percentual foi de 73%. As vias públicas foram consideradas acessíveis por 63% dos entrevistados, enquanto os hotéis ou hostels tiveram proporção de 37%.

Segundo o secretário especial para Assuntos de Turismo e presidente da SPTuris, Wilson Poit, a cidade tem se esforçado para receber bem todos os turistas e isso inclui pensar na acessibilidade às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. “Nos últimos anos, a preocupação com esse público tem sido cada vez maior e o resultado são pontos turísticos totalmente ou prestes a se tornar 100% acessíveis, como o Museu do Futebol e o Museu da Língua Portuguesa”, enfatiza.

Estabelecimentos comerciais como lojas, bares e restaurantes também têm procurado se adaptar em relação à acessibilidade. Conforme o levantamento, 62% dos deficientes entrevistados apontaram que São Paulo possui acessibilidade. “Muitos locais estão fazendo ou programando reformas para receber todas as pessoas de forma confortável e segura”, afirma Poit, “e essa adaptação em processo mostra que cidade se esforça para tornar-se cada vez mais acessível e inclusiva”, completa.

Fonte: São Paulo Turismo


O ator Tomás Almeida com Síndrome de Down interpreta o personagem VascoO ator Tomás Almeida com Síndrome de Down interpreta o personagem Vasco

O cinema português sempre viveu com um dilema incompreendido entre o cinema de autor e o cinema comercial. Muito da discussão desse dilema passa por um ponto fundamental do processo produtivo do cinema: o argumento. Essa etapa decisiva é motivo de discórdia. Contudo, muitas das vozes do cinema comercial acabam, na mesma, por descurar o guião e os filmes acabam por ser amálgamas frágeis de um projeto de filme.

Vem esta discussão a propósito do filme de Luís Filipe Rocha: ‘A Outra Margem’. O realizador é já um veterano do cinema português, tendo assinado filmes como ‘Camarate’, ‘Adeus, Pai’ ou ‘Cerromaior’. Foi também ele o autor do guião de ‘Até Amanhã, Camaradas’ que foi exibido em televisão. Na verdade, com ‘A Outra Margem’ estão lá os propósitos do autor e uma certa realização ‘televisiva’ que faz do filme um projeto límpido e sereno.

A linha narrativa do filme dedica-se a aproximar a história de duas pessoas totalmente opostas. Ricardo é um travesti que fugiu da sua terra natal para emigrar para Lisboa, abandonando a sua noiva no dia do casamento. No início da narrativa percebemos que o grande amor de Ricardo se suicidou.

Ricardo entra em depressão profunda. Do outro lado, temos Vasco, um jovem adulto portador de Trissomia 21 (Síndrome de Down), que vive com a sua mãe Maria. Ricardo é tio de Vasco e irmão de Maria. Depois de uma tentativa de suicídio, Ricardo vai uns tempos para junto da Maria. É aí que ele é obrigado a enfrentar o passado e a conhecer Vasco. Será a sua alegria de viver que irá transformar Ricardo e dar-lhe vontade para voltar ao seu dia-a-dia. Mas também será a oportunidade para Vasco fazer o que quer: tornar-se ator.

Prêmios:
Festival de Cinema do Mundo de Montreal, Canadá (2007) – Melhor Ator (Filipe Duarte e Tomás de Almeida)
Festival de Cinema de Guadalajara, México (2008) – Prémio Especial do Júri e Prémio de Melhor Atriz (Maria D’Aires)

Nomeações:
Festival de Cinema do Mundo de Montreal, Canadá (2007) – Grande Prémio das Américas
Festival de Cinema Europeu de Sevilha, Espanha (2007) – Em Competição

Outros Festivais em que participou:
Torino LGBT Film Festival, Itália (2007)
Festival de Cinema Iberoamericano de Huelva, Espanha (2007)
Festival Gaze, Festival Internacional de Cinema Gay e Lésbico de Dublin, Irlanda (2007)
Mostra de São Paulo, Brasil (2007) – Perspectiva Internacional
UGC Ciné Cité Les Halles, UGC Ciné Cité 27 – A European Film Showcase – 9 de Maio, dia da Europa

Fonte: Bem Comum

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 13/09/2014

Chairless Chair, uma cadeira vestível que acompanha seus movimentos


Chairless Chair, uma espécie de exoesqueleto, também pode servir de auxílio na locomoção de pessoas com deficiênciaChairless Chair, uma espécie de exoesqueleto, também pode servir de auxílio na locomoção de pessoas com deficiência

Trabalhar por horas em pé nas linhas de produção é uma tarefa extenuante. Mesmo com o avanço das leis, que obrigam os empregadores a oferecerem intervalos de descanso, a rotina destes trabalhadores nunca foi fácil, como bem retratou Charles Chaplin na obra-prima “Tempos Modernos”.

Pensando em uma solução para esta questão, a startup suíça Noonee concebeu a Chairless Chair, uma espécie de exoesqueleto para a parte de baixo do corpo, que se transforma em um apoio para o descanso e a melhoria da postura do trabalhador, quando necessário. A ideia veio de Keith Ganura, fundador e CEO da empresa, que já havia trabalhado por um tempo na linha de produção de uma fábrica de embalagens, período em que experimentou todo o desconforto desta atividade.

O usuário “veste” a cadeira, que fica presa às pernas e à cintura por meio de cintas,, sem impedir seus movimentos. É possível andar e até correr normalmente quando a Chairless Chair não está ativada. Mas basta apertar um botão para que ela trave na posição desejada e, então, é possível “sentar” nela. Um sistema de amortecimento alimentado por uma bateria permite que o peso do corpo seja redistribuído, aliviando a carga exercida sobre a parte inferior das costas e sobre as pernas, direcionando esta força para a parte de baixo da estrutura. A cadeira é produzida em alumínio e fibra de carbono, materiais leves e resistentes, e sua bateria, recarregável, dura 24 horas.

A invenção atraiu a atenção de empresas como a Audi e a BMW, que já programaram testes com a cadeira para este ano. Mas a Chairless Chair pode ser utilizada em outras situações, como mostra a imagem do rapaz ao lado, lendo confortavelmente seu jornal sentado em sua cadeira “instantânea” no transporte coletivo. Usar o acessório em shows e eventos – locais onde a cadeira mais próximas pode estar a léguas de distância – são algumas das outras boas alternativas já vislumbradas. Ainda não há informação sobre o preço e a data de lançamento.

Fonte: O Globo


Jack Long, a children on a wheelchair, using activity boardsJack Long, a children on a wheelchair, using activity boards

PUXTON Park in Somerset has hit back at suggestions by the minister for disabled people that all British tourism venues need to provide better access for disabled visitors.

A recent survey of 52 of Britain’s 100 most visited attractions, conducted by charity Vitalise, found 63 per cent were not fully wheelchair-accessible.

It also found many venues did not train staff in disability awareness, 44% offered no discount for disabled people and 25% did not have fully accessible approaches to their doors.

A further 26% did not have accessibility information available on their websites and hoists were only available in 19% of places, a facility which Vitalise describe as “an indispensable item for some disabled guests”.

The survey results led Mark Harper MP to call on the British tourist industry to look at what more they can do to better cater for disabled travellers.

However, Puxton Park, outside Weston-super-Mare, says while many venues need to do more, it is one of the tourism venues leading the way in providing exceptional facilities.

Managing Director, Alistair Mead, said: “It is disappointing to see these results and to learn that other British tourism venues are failing to meet the necessary standards, but here at Puxton we can assure our visitors that we take accessibility extremely seriously.

“We want to ensure that all visitors can experience an enjoyable visit and therefore we provide full information regarding accessibility on our website and offer wheelchair hire.

“We offer a discount for blue badge holders, offer fully accessible approaches to all areas of the park with additional ramps into our dairy; we have wheelchair height activity learning boards, disabled car parking, lifts for upper level access and disabled friendly toilets.

“We also regularly review our practices and procedures and always welcome any further suggestions on how to improve access further.”

Source: Western Morning News


Caracterizado como um deficiente visual, o ator sentava em cima das pessoas que estavam ocupando o assento preferencialCaracterizado como um deficiente visual, o ator sentava em cima das pessoas que estavam ocupando o assento preferencial

O CQC exibiu um “Olho Por Olho” sobre a falta de respeito com os assentos preferenciais que acontece nos transportes públicos de São Paulo. São colocadas duas situações diferentes. A primeira mostra uma pessoa com deficiência visual e a segunda uma idosa, ambos na tentativa de sentar no assento preferencial do metrô. Marco Luque acha essa situação ruim e conta que já aconteceu com ele.

“Eu acho isso um absurdo, sempre que eu entro em um ônibus lotado, ninguém me dá assento, é muito chato, eu sou especial, né?”, brinca, arrancando uma risada de Dani Calabresa nos bastidores do programa.

No entanto, ele logo começa a falar sério e dá uma lição:  “Acho que tem a ver com a educação, o mínimo que uma pessoa tem que fazer é respeitar o idoso e uma mulher grávida, porque cara, você carregar dentro de você um bebê e o marmanjo está ali e não levanta, é muito individualismo”.

“E o idoso, os caras são muito feras, as pessoas idosas tem que ser muito respeitadas e uma hora você vai ser ele”, complementa, mostrando sua indignação com a falta de consideração com quem realmente precisa fazer a viagem sentado.

Para Luque, além de ser uma falta de educação, também é falta de compaixão com o próximo e isso também é importante. “Acho que temos que ser solidário, é o principal”, conclui.

Assista aqui o “Olho por Olho”, comandado por Ronald Rios:

Fonte: Band

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