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Mark Harper, the minister for disabled people, saya. 'I'm calling on everyone in the British tourist industry to look at what more they can do to better cater for disabled travellers'Mark Harper, the minister for disabled people, says: ‘I’m calling on everyone in the British tourist industry to look at what more they can do to better cater for disabled travellers’

Disabled people are not holidaying at home because not enough of Britain’s tourist attractions are wheelchair accessible, according to a Government-backed study.

It found thousands of customers who were planning ‘staycations’ were being turned away from hotels and self-catering accommodation because there are not enough suitable rooms to meet demand.

Research published by the Department for Work and Pensions today found travel companies said it was easier to arrange holidays for disabled people overseas than in Britain.

Two thirds of Britain’s top 100 tourist attractions were not fully wheelchair accessible and little more than one in ten said all staff receive disability awareness training, according to Vitalise, a respite charity.

Mark Harper, the minister for Disabled People, said: “Everyone needs and deserves to enjoy a summer holiday – and people with disabilities are no exception. I’m calling on everyone in the British tourist industry to look at what more they can do to better cater for disabled travellers.”

Eleven million people in Britain – with an estimated combined spending power of £80billion – have a disability, he said. Research also showed that disabled people tended to stay longer on holiday than able-bodied people.

Mr Harper added: “So, as part of our long-term economic plan, improving the accessibility of hotels and self-catering apartments and tourist attractions for disabled travellers is a no-brainer.”

The Disability Holiday Directory, Britain’s biggest disabled holiday company, said it was unable to accommodate 20 per cent of its clients looking to holiday in the UK every year because of a shortage of accessible accommodation.

Accommodation was particularly hard to come by for disabled people in coastal areas like Devon and Cornwall where half of those with a disability were told they have to choose somewhere else, stay at home or travel abroad.

Sir William Lawrence, the chairman of Tourism for All, said: “When disabled people go away they are much more likely to travel with family and companions, stay for longer and spend more money.

“But before booking, they want to know they are going to be catered for. Even the smallest and inexpensive of changes, like a hearing loop or hand rail, can make your business more disability-friendly. It doesn’t necessarily need to cost the earth, but could be the deciding factor between you and a competitor.”

Paul Nadine, the managing director of the Disabled Holiday Directory, added: “The situation is quite bad at the moment.

“It’s often easier to arrange a holiday for someone abroad than it is here in Britain. Many will want to go abroad, but for those with more serious disabilities or who prefer to enjoy what Britain has to offer, it’s become more and more difficult.”

Source: Telegraph


Os games me dão acesso a mundos onde gostaria de estar e não possoOs games me dão acesso a mundos onde gostaria de estar e não posso.

“Escolha o nível de dificuldade: Fácil, Médio ou Avançado”. Um dos elementos fundamentais em qualquer game é o desafio. Ser difícil, literalmente, faz parte do jogo. Mas num país em que 45,6 milhões de pessoas dizem ter alguma deficiência, segundo dados do Censo 2010, do IBGE, para certas pessoas há obstáculos extras a superar na hora de jogar videogame.

UOL Jogos ouviu alguns portadores de deficiências físicas, que vão dos efeitos da paralisia infantil à cegueira. Todos são fãs de videogame e falam sobre suas experiências, no mínimo inspiradoras, com os jogos eletrônicos

Vivo em uma UTI do Hospital das Clínicas desde os dois anos de idade por causa da poliomielite, a paralisia infantil. Comecei a jogar videogame em meados da década de 80, com o Telejogo Philco. Foi uma descoberta: pela primeira vez podia fazer coisas que não tinha condições de fazer, como jogar tênis. Depois veio o Atari e, desde então, não parei mais.

Na época dividia quarto com o Pedro, que também tinha poliomielite e era meu companheiro de jogo – chegou a fazer um milhão de pontos no “River Raid”. Um ajudava o outro quando empacávamos em uma fase. Queria ter osvideogames que o Pedro pudesse jogar, pois ele tinha um problema no braço. Em 1992 o Pedro pegou uma infecção – nossa traqueia é muito exposta a esse tipo de contaminação – e faleceu.

Perdi meu companheiro de jogo, mas vieram os modos online, que me dão acesso a mundos onde gostaria de estar e não posso. Posso me transferir fisicamente para o corpo de um personagem e isso é demais. Amo jogos de mundo aberto, como “World of Warcraft”. Não quero só “matar” inimigos, e sim explorar cada lugar, voar em um dragão e encontrar um castelo. “WoW” me oferece isso. Também adoro “Assassin’s Creed”: lembro quando joguei o primeiro e achava delicioso: ao invés de correr, caminhava devagar, só pra passear.

Os videogames me dão a oportunidade de desafiar a mim mesmo, de não desistir e seguir em frente. Minha movimentação melhor é com as mãos, o braço não tem sustentação, então não consigo jogar Kinect e mesmo o Wii é difícil. Fiquei aliviado quando mostraram o controle do PlayStation 4 pela primeira vez e eu vi que poderia continuar jogando. Estou me divertindo bastante com “Battlefield 4”. Consigo ganhar vários rounds. Só me preocupo com a evolução da pólio: hoje ainda tenho condições de jogar, mas e quanto ao futuro?

- Paulo Machado, 47 anos, de São Paulo

“Não me deixavam participar de campeonatos por eu não enxergar”

Perdi a visão quando era bem novo, por causa de um erro médico. Quando eu tinha quatro anos de idade, meu irmão ganhou um Mega Drive e um jogo chamou a minha atenção só pelo som: “Mortal Kombat”.

Comecei a jogar e a descobrir, por conta própria, golpes, sequências e poderes de cada personagem. Demorou um pouco até eu dominar a técnica, mas depois passou a ser algo natural.

Comecei a jogar outros jogos de luta, me guiando não apenas pela trilha sonora, mas também pela vibração do controle. É mais fácil encaixar uma sequência de golpes quando o adversário não me atinge.

Tentei participar de vários campeonatos, mas ouvia sempre a mesma coisa: “Você não pode jogar porque não enxerga”. Ficava frustrado. No ano passado, enfim, um torneio aceitou a minha inscrição. Meus adversários ficavam quietos, não falavam muito. Joguei “Tekken” no PlayStation 3 e fiquei em 2º lugar. Acho que consegui o respeito de todo mundo.

- Gabriel Neves, 23 anos, de São Paulo

“Qualquer deficiente físico é capaz de jogar”
Estava soltando pipa, que ficou presa na fiação elétrica. Fui tentar tirá-la de lá utilizando um trilho de cortina para alcançar o fio quando sofri a descarga. Tinha apenas sete anos e no acidente perdi braços e pernas.

Sempre gostei de videogames e isso não mudou com as minhas restrições físicas. Nem mesmo cheguei a procurar joysticks especiais ou coisa do tipo, pois consigo manusear todos sem qualquer problema.

De vez em quando me deparo com alguma dificuldade, como quando a música no “Guitar Hero” envolve três combinações alternadas. Aí fica tenso!

Meu game favorito é “World of Warcraft”, mas também jogo “Watch Dogs”, “Counter-Strike”, “Pro Evolution Soccer 2014” e até mesmo “King of Fighters 2002” no fliperama. Não acho que a indústria de games negligencie este público, pois para mim qualquer deficiente físico é capaz de jogar.

- Paulo Henrique Palmeira, o “Kotoko”, 27 anos, de São Gonçalo (RJ)

“Acho que a indústria não me vê como potencial cliente”
Perdi o antebraço esquerdo há dois anos em uma máquina injetora na empresa onde trabalhava. Uso prótese, mas prefiro jogar sem, utilizando o coto [parte redonda que fica após a perda da mão] para me movimentar com a alavanca analógica.

Por essa razão prefiro jogos que utilizam a alavanca esquerda para movimentação, mas fico frustrado, pois as opções são limitadíssimas para jogar na minha condição.

Curto games de futebol, mas mesmo assim só consigo jogar em um nível básico: com a mão direita uso os botões de chute e passe, mas sem poder driblar, tabelar e fazer outras firulas que o jogo possibilita.

Adorava jogar “Black” e outros games de tiro na época do PlayStation 2, mas agora é impossível – para olhar pra cima, por exemplo, é necessário mover o analógico com agilidade, o que para mim é impossível.

Acho que a indústria não me enxerga como potencial cliente, pois não vejo joysticks para quem joga apenas com uma mão. Já joguei Wii e Kinect, mas são bem cansativos; é difícil jogar mais que 30 minutos.

Com o joystick, antes do acidente, chegava a ficar mais de cinco horas no videogame.

- Alexandre de Aquino Ribeiro, 37 anos, de Poá (SP)

Fonte: UOL

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 21/08/2014

La infraestructura inclusiva da un valor agregado al turismo


La hostería Mindo Lago cuenta con rampas habilitadas ¬para sillas de ruedas en toda el área que ocupa.La hostería Mindo Lago cuenta con rampas habilitadas ­para sillas de ruedas en toda el área que ocupa.

El conocer nuevos sitios y disfrutar de la naturaleza ha sido una pasión para Mercedes Narváez, de 94 años. Aunque no siempre ha podido embarcarse en todos los viajes que ha deseado. Principalmente porque la infraestructura turística no le daba las facilidades para movilizarse con soltura, en sus silla de ruedas.

Pero cada año encuentra más sitios que toman en cuenta a las personas con discapacidad o a adultos mayores con dificultades para caminar.

La silla de ruedas, que usa desde hace dos años, se ha convertido en su compañera infalible en los viajes. Esta semana estuvo en la hostería Arasha Resort & Spa , junto a sus hijas y nietos. La ventaja de este lugar es que hay rampas para acceder a todos los espacios.

Las cabañas son las más cercanas a la recepción, los baños son amplios para ingresar con una silla de ruedas y además tienen tubos colocados en las paredes para que el huésped pueda agarrarse de ellos mientras se relaja con una ducha.

Para Bernardo Garzón, propietario de la hostería Mindo Lago, esto da valor agregado al servicio, que es bien valorado por las familias. Él recuerda que cuando inició la atención en su hostería (2005) se realizaban caminatas nocturnas, eran un atractivo para las personas, pero no para quienes tenían inconvenientes para caminar.

Incluso en una ocasión, uno de los asistentes tuvo que cargar a su hija durante todo el recorrido. Ahora tienen rampas y el sitio tiene iluminación para facilitar el acceso.

Narváez valora el no tener que subir escaleras para llegar a su cabaña. Eso le causa dolor en sus piernas que se convierte en una jaqueca. Más cuando termina exhausta luego de un viaje de dos horas en vehículo, desde Quito hasta Arashá.

Ella bromea con los dos jóvenes que se acercan al auto para ayudarla a salir. “Cuidado que soy fuerte”, les aclara.

Son parte del personal de la hostería. Ellos se encargan de llevarla hasta su cabaña y de mostrarle donde queda la piscina. Ahí está Mariana Paredes, otra turista asidua.

La piscina es uno de sus sitios preferidos, porque tiene una rampa que le permite disfrutarla. La artritis en sus rodillas hace doloroso el bajar gradas en las piscinas comunes. Este tipo de infraestructura responde a una campaña nacional que el Ministerio de Turismo impulsa junto al sector turístico privado, desde el 2012.

Además, se logró la publicación de un Manual de Accesibilidad para los sitios de alojamiento. En este se especifican las condiciones a las que deben regirse los lugares para ser considerados como accesibles. El manual ha sido difundido con diversas empresas hoteleras para que puedan aplicarlo en sus infraestructuras.

Hasta ahora ha tenido acogida. Baños, en la provincia de Tungurahua, es un ejemplo. Fue declarada Ciudad Accesible debido a la construcción de rampas de acceso a los principales sitios turísticos y a su señalización.

También obtuvo reconocimientos internacionales como el premio de Society for Accessible Travel & Hospitality y el Premio Reina Sofía de España, en el 2010. El hostal Las Granadillas es un referente.

Tiene tres pisos y todos se conectan con un sistema de rampas. Las puertas son anchas, precisamente para el acceso de las sillas de ruedas.

Su dueño, Alfonso Morales, inició este proyecto en el 2005. Su vida de viajero influyó en la decisión. También se le complicaba ir a sus sitios turísticos preferidos porque no tenían infraestructura que sea incluyente y facilite la movilización en silla de ruedas. Algo similar ocurrió con Patricia Aguirre, pero en otro rincón del país: en Mindo.

Su abuelo usó sillas de ruedas durante sus últimos años de vida, por ello constató lo difícil que le resultada poder disfrutar con su familia del tiempo libre en otros sitios turísticos.

Ella abrió el hostal Birdplanet. Cuenta con una rampa en el comedor y una habitación adaptada. La hostería hace turismo inclusivo desde hace un año. Se especializa en la atención a personas con discapacidad del extranjero. Cada mes recibe ocho personas, en promedio.

Pablo Marañón hospeda la misma cantidad en su hostería Huasquila Amazon Lodge. Está en la provincia de Napo. Cuenta con siete habitaciones equipadas, que fueron construidas hace cinco años, luego de que se evidenciara la necesidad de tener infraestructura inclusiva. Los viajeros llegaban y no tenían las comodidades del caso. Además, los senderos fueron adaptados para que circulen personas con discapacidad visual.

Según el Ministerio de Turismo, una de las razones por la que el sector se ha vuelto más inclusivo ha sido la demanda.

En un informe publicado en 2012 por esa Cartera, se detalla que cerca de 60 millones de personas con alguna discapacidad viajan anualmente por motivos turísticos y recreativos a escala mundial. Además, se ­calcula que de los 125 millones de personas que demandan este servicio en Europa, el 70% de ellos tienen los recursos económicos para viajar frecuentemente al extranjero.

Actualmente se está desarrollando el Plan Estratégico de Turismo Accesible, para conocer el número de turistas con discapacidad que se mueven en el Ecuador y el número de sitios inclusivos.

El estudio se hace en las provincias de Imbabura, Pichincha, Tungurahua, Napo y Guayas, según Pamela Valverde, técnica del Área de Dirección de Productos e Innovación. ­Estará listo en noviembre.

Fuente: El Comercio

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 21/08/2014

Automação e acessibilidade. Uma combinação para todos.


Automação proporciona não somente comodidade como também segurança, economia, conforto, mobilidade e acessibilidadeAutomação proporciona não somente comodidade como também segurança, economia, conforto, mobilidade e acessibilidade

A automação pode oferecer uma enorme gama de soluções que facilitam a vida dos usuários de um ambiente ou instalação. Passa a tornar tais ambientes e instalações “acessíveis” a qualquer pessoa que deles se utiliza. Percebe-se um aumento da preocupação de arquitetos, decoradores, engenheiros e demais elementos ligados à construção com o aspecto da acessibilidade nas construções. Não se trata de modismo, mas de uma preocupação efetiva com todo os usuários – principalmente por conta do envelhecimento da população e a rápida evolução dos equipamentos.

Tornar um ambiente acessível significa não somente a colocação de barras de apoio, tapetes antiderrapantes, cadeiras elevatórias, assentos sanitários adaptados ou deslocamento de interruptores, mas também o acendimento automático de luzes noturnas que indiquem o caminho para o banheiro, o desligamento automático do enchimento de uma banheira quando a água atingir um certo nível, o acionamento remoto de uma persiana ou cortina, a simplificação do acionamento de diversos (e por vezes confusos) controles para a utilização de um home theater para ouvir uma simples música, por exemplo.

Se antes estas ferramentas eram vistas como um investimento caro e que deveriam estar à disposição apenas nas UHs mais exclusivas, o que pode ser observado atualmente é que, devido aos grandes avanços tecnológicos, que ampliaram também a oferta de fornecedores e soluções, elas se tornaram exigência de todos os hóspedes, condição básica de fidelização e avaliação de qualidade.

Hoje, a partir da suíte e sem usar chamadas telefônicas, já é possível para o hóspede fazer reservas para jantar, saber mais sobre eventos e pontos turísticos da cidade, solicitar serviços de quarto, pedir itens de enxovais e acessar o cardápio do restaurante em tempo real, além de controlar o fechamento de portas, cortinas e a temperatura ambiente. E tudo isso muitas vezes a partir do seu próprio smartphone ou tablet.

É no sentido de se tornar inteligente o acionamento dos sistemas, de modo a proporcionar uma verdadeira acessibilidade, que a automação pode contribuir de forma efetiva.

Fonte: Revista Hotelaria

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 20/08/2014

American Airlines Disability Travel Assistance Review


Reduced Mobility Rights review the wheelchair assistance and disability special services policies of the largest airline in the world, American Airlines.Reduced Mobility Rights review the wheelchair assistance and disability special services policies of the largest airline in the world, American Airlines.

Following the merger with US Airways on 9 December 2013, American Airlines became part of the largest airline in the world, the American Airlines Group, operating a combined fleet of 1,258 aircraft.

The two airlines, which maintain individual liveries, will continue to operate different policies for at least five years.  AA informs disabled passengers that policies may vary depending on which airline operates the flight.

Reduced Mobility Rights take a closer look at special services and type of assistance AA offers passengers with disabilities.

Airport wheelchair assistance

Under the US Air Carrier Access Act passengers who only require wheelchair assistance at the airport are not required to pre-book. However, American Airlines reminds passengers they should request assistance at least 24 hours before domestic flights or 72 hours before international flights will guarantee all necessary arrangements are in place ahead of the passenger’s arrival at the airport.

Wheelchair assistance is provided from the check-in desk through security and up to the boarding gate. Passengers with connections to other flights should inform the airline at the time of booking or the check-in desk at the airport of departure. Buggies may be used in place of conventional wheelchairs at selected domestic and international airports.

AA reminds passengers that agents may stay with passengers at all times or guarantee supervision at all points of the journey. However, passengers will always be assisted when boarding or deplaning. Passengers requiring special assistance receive priority boarding.

Personal manual or battery-operated wheelchairs

American Airlines accepts manual or battery-operated wheelchairs for carriage free of charge. Manually operated wheelchairs may be used up to the boarding gate, and are returned at the gate upon deplaning. Normally, battery powered wheelchairs must be checked-in at desks in the main terminal, and returned in the luggage hall at arrival. Airport wheelchairs are provided to assist passengers from the check-in desk to the boarding gate and vice-versa.

Passengers traveling with battery-operated wheelchairs should call American Airlines special services phone line or reservations to provide a description of the mobility device at least 72 hours prior to departure for international flights or 24 hours for U.S. domestic flights. Carriage of battery powered equipment is subject to national and international Dangerous Good regulations.

Passengers must immediately report a lost or damaged wheelchair. Wheelchairs or other Mobility devices are exempt from liability restrictions (currently 1,131 Special Drawing Rights per Passenger) for loss, damage or delays to these items for both domestic and international travel on American Airlines operated flights.

On-board wheelchair

In-flight wheelchairs (aisle chairs) are available on all American Airlines jet aircraft. Flight attendants will provide assistance if passengers who request to use an on-board wheelchair to go to the toilets during the flight. Flight attendants can only assist to push the aisle chair to and from the lavatory door. Passengers must be able to make their way in and out of the wheelchair and into the toilets on their own.

Special services for blind and deaf passengers

American Airlines travel assistance for blind and deaf passengers traveling on their own is available to persons who can read Braille or communicate with the flight crew. Passengers who cannot comprehend cabin crew instructions or cannot read Braille will be required to travel with a companion.

An escort service from check-in areas to the boarding gate and vice-versa is available on request. However, AA staff cannot stay with the passenger at all times or guarantee supervision at all points of the journey.

Guide dogs for the blind are accepted for travel in the main cabin free of charge. An identification card or any other written documentation to confirm that the animal is a guide dog must be presented at check-in. In absence of written documentation, presence of harnesses or markings on harnesses, tags or the credible verbal assurances of the owner will be considered as sufficient proof that the animal is a trained guide dog.

Carriage of guide dogs on international flights is subject to national and international regulations. By example, all guide dogs travelling from, to, and through the European Union must have a number tattooed or chip implanted by a veterinarian that matches the number on the animal’s vaccination card.

On domestic flights, Guide dogs travelling to Hawaii must connect through Honolulu as their first point of entry, and may be subject to quarantine.

Cognitive and developmental disabilities 

Passengers with intellectual or developmental disabilities that are able to complete all phases of their flight alone may travel unaccompanied on American Airlines flights. It is mandatory they contact special services or reservations to provide information about their condition and ensure that they will be able to request assistance at every stage of the flight at least 72 hours prior to departure for international flights or 24 hours for U.S. domestic flights.

For U.S. domestic flights only parents or guardians meet accompany the passenger to the gate or meet them at the gate on arrival. At some airports, a boarding pass must be requested at check-in to gain entry into the gate area.

In our review of American Airlines disability assistance policies we found two elements of positive relevance. The airline unilaterally waives the limit for refund for lost or damaged wheelchairs on all international flights. This is a great policy, as most carriers strictly apply the Montreal Convention limits of 1,131 SDR (approximately £900 / $1,540 / €1.130). The vast majority of carriers offer passengers the option to waive the limit by purchasing a special declaration of interest.

Our suggestion to AA is to make mention of this waiver on the special assistance page on their website rather than on the liability limitations pop-up window of their FAQs.

The second element of positive relevance is the option offered to parents or guardians to escort passengers with cognitive impairments to the boarding gate. Perhaps European lawmakers should consider introducing this option to better assist passengers with invisible disabilities like Alzheimer’s or dementia.

Source: Reduced Mobility Rights


Cruzeiros possuem recursos de acessibilidade. Mas é preciso saber reserva-los de maneira correta para poder usufruí-los.Cruzeiros possuem recursos de acessibilidade. Mas é preciso saber reserva-los de maneira correta para poder usufruí-los.

Cruzeiros são uma ótima opção de viagem para todos, inclusive para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Cruzeiros possuem recursos de acessibilidade para diferentes tipos de deficiência. Seja ela física, visual ou auditiva. Mas é preciso ter cuidado na hora da escolha, pois há cabines específicas com adaptações, por isso a importância de fazer sua reserva através de uma empresa especializada. Assim, a Turismo Adaptado está pronto para atende-los com qualidade.

Existem cruzeiros com diversas opções, de 3 a 14 dias, passando por pontos da costa brasileira, ou até indo para países vizinhos como Uruguai e Argentina. Além disso, existem os cruzeiros no exterior, onde é possível apreciar experiências únicas. Os preços variam de acordo com a escolha, e é possível pegar uma das promoções lançadas companhias de cruzeiros que são enviadas aos nossos agentes de viagens.

Os cruzeiros podem ser considerados cidades flutuantes, onde há inúmeras atividades para se fazer, tais como espetáculos, cinemas, teatros, cassinos, piscinas, quadras, academias, massagens, e outras mais específicas para cada tipo de navio, como escaladas e surf artificial entre outros. A culinária internacional servida nos diferentes restaurantes, e a diversidade de bebidas e drinks oferecidos nos bares também dão um toque de glamour nessa mágica viagem.

Venha se apaixonar por este estilo de viagem. Entre em contato com a Turismo Adaptado através do email ricardo@turismoadaptado.com.br e prepare suas malas!

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 19/08/2014

Extra hurdles for passengers with mental disabilities


Airlines aren’t always accommodating, and in one case a traveler gets lost, and unattended, in terminalAirlines aren’t always accommodating, and in one case a traveler gets lost, and unattended, in terminal

If everything had gone according to plan, Eileen Schofield wouldn’t have been lost after she landed at the airport in Baltimore recently.

But everything didn’t go as planned.

First, a US Airways representative refused to issue a gate pass to Hannah Newmark, a volunteer assigned to meet Schofield. So when Schofield landed at Baltimore, she wandered aimlessly around the terminal while Newmark tried to persuade the airline to give her a pass to get through TSA screening and escort her charge home.

Schofield, 53, is developmentally disabled. She can’t read, write or use a phone. What happened to her sheds light on one of the least discussed air travel topics: the challenges facing passengers with developmental disabilities, and how airlines do — and sometimes don’t — accommodate them.

Charlyne Schofield, a retired federal government worker who lives in Charlotte, blames US Airways for losing her sister. For the past seven years, she’d flown Eileen from Charlotte to Baltimore on AirTran, which had always issued gate passes for her and for a volunteer on each end. But when she switched to US Airways, a representative in Baltimore told her that getting a gate pass wasn’t automatic.

“That’s what caused the problem,” Schofield says. “My sister can’t read the signs. She needs someone to meet her.”

Newmark, who works for L’Arche Greater Washington, D.C., an organization that aids the developmentally disabled, says that US Airways, which recently merged with American Airlines, was insensitive to the needs of its passenger. “I was shocked and appalled by the collective staff’s lack of understanding of the severity of the situation and help to remedy it,” she says. “I was told by multiple people that there was no chance that Eileen would get lost. But that’s exactly what happened.”

US Airways insists that it’s just following federal regulations. After Charlyne Schofield complained in writing and by phone, the airline sent her an email saying that issuing a gate pass is “at the discretion of the airlines and TSA,” adding that “passengers who are incapable of taking care of themselves in case of an emergency will not be allowed to travel on their own.”

The airline added that anyone who because of a mental disability is unable to comprehend or respond appropriately to safety instructions from its crew must travel with an assistant, implying that her sister shouldn’t have been flying without an escort.

Finding Schofield at the airport wasn’t easy. Newmark called the son of a volunteer who works at BWI and has access to the arrival area. He spotted Schofield in a different terminal, waiting patiently for her escort, and delivered her to Newmark.

Joshua Freed, an airline spokesman, says that it “generally” grants security passes in cases such as Schofield’s. “However, the final decision rests with local employees, and sometimes various considerations will cause them to decline to issue a pass,” he noted.

“We’re taking a closer look at this case and are always working to improve the experience for our disabled passengers,” he said.

Laws and reality

Accommodating the needs of developmentally disabled passengers seems to be a challenge for the domestic airline industry, even though the Air Carrier Access Act, which prohibits discrimination against air travelers with disabilities, covers mental impairments. The law defines an impairment as “any mental or psychological disorder, such as mental retardation, organic brain syndrome, emotional or mental illness, and specific learning disabilities.”

US Airways and American, for example, have a special disability assistance line. But though the US Airways website lists special procedures for a variety of disabilities, including mobility challenges and medical disabilities, it doesn’t have a section devoted to passengers with developmental needs. Some of the information can be found under “safety assistants,” and it’s almost word for word what US Airways sent to Charlyne Schofield after she complained.

Southwest Airlines, the other dominant carrier at BWI, has a more extensive list of services, but Schofield says that she’s too concerned with the airline’s open-seating policy to switch to Southwest. AirTran, her previous preferred carrier, merged with Southwest. On its site, the airline offers detailed instructions for caregivers of the developmentally disabled, including on priority boarding and special assistance. But, like US Airways, it notes, “If a customer requires personal or continuous assistance, he/she should travel with an attendant.”

A developmental disability isn’t always noticeable, which sometimes makes having an enforceable policy for passengers with special needs difficult. Passengers’ needs also sometimes conflict with an airline’s desire to make money.

Separating a family

Take what happened to Shannon Cherry on a flight from Philadelphia to Manchester, England, in 2011. Cherry, whose 6-year-old twin daughters have high-functioning autism, discovered that US Airways had separated the family in the onboard seating.

“We were shocked that an airline would separate a family with young children, regardless of disability,” says Cherry, who now lives in Walnut Creek, Calif. “What a bad situation for not only the family, but other passengers as well.”

Cherry asked US Airways to seat her family together but was told that she would have to pay extra for that. She contacted her U.S. senator at the time, Charles E. Schumer (D-N.Y.), whose office intervened and persuaded US Airways to allow the Cherrys to sit together on the transatlantic flight without an additional charge. US Airways would not comment on Cherry’s case because it could not find her flight records.

For some passengers, even the most accommodating policies aren’t enough to make air travel possible. Faith McKinney’s 26-year-old daughter, Camille, is among them.

“I love my child, and I want her to see the world with me,” McKinney says. But her daughter’s disability is too severe. With a cognitive age of 6 to 12 months, Camille is unable to talk and can’t tolerate the stress of air travel. The enclosed space of an aircraft would simply be too much for her to handle. McKinney, a motivational speaker based in Indianapolis, also worries about how crew members and other passengers might react to Camille’s severe disabilities. “Most people haven’t been exposed to people with special needs, especially adults with special needs,” she says.

And that pretty much sums up the problem. Because their needs aren’t always immediately visible, passengers with developmental disabilities can be marginalized, if not ignored, even when the law prohibits it. It’s a problem that’s difficult to identify, let alone fix.

But it’s not unfixable. John Cook, the executive director of L’Arche Greater Washington, D.C., believes that airlines can do better. He says that the industry’s lack of policies regarding special-needs passengers sets a “corrosive pattern of small acts of institutional denigration and discrimination that consume the time and weary the souls of people with disabilities.”

And sometimes, he says, as in the case of Eileen Schofield, it can put them in danger.

Christopher Elliott is a travel-consumer advocate and author “How to Be the World’s Smartest Traveler” (National Geographic). His columns run at seattletimes.com/travel and in print. Contact him at chris@elliott.org.

Source: The Seattle Times


A Cresaçor lançou uma nova página na internet para que as pessoas com deficiência também saibam o que podem fazer para passar o tempo.A Cresaçor lançou uma nova página na internet para que as pessoas com deficiência também saibam o que podem fazer para passar o tempo.

A cooperativa de economia solidária Cresaçor lançou esta semana uma nova página na internet para promover o turismo inclusivo nos Açores, disponibilizando informações sobre atividades lúdicas e desportivas para pessoas com necessidades especiais e turistas em geral.

“Neste site há atividades de animação para qualquer turista, mas também para pessoas com necessidades especiais, desde canoagem, passeios pedestres com ‘joellette’ [cadeira especial]… Há informação sobre acessibilidades, nomeadamente, sobre alojamento, restauração e equipamentos de apoio”, afirmou Manuela Soeiro, responsável pelo turismo na Cresaçor, em declarações à Lusa.

Passeios pedestres, passeios de jipe ou bicicleta, jogos tradicionais portugueses e golfe rústico açoriano são outras das atividades possíveis de serem praticadas por pessoas com necessidades especiais e que constam da página http://azoresforall.com/pt, que tem versão em português e inglês.

Para Manuela Soeiro, esta iniciativa da Cresaçor surgiu para colmatar a “falta de informação fidedigna” na região especificamente direcionada para pessoas com necessidades especiais, um “nicho de mercado que importa apostar e desenvolver”.

“Para mim, o que está a falhar é a parte da promoção e o que temos de fazer nesse momento é promover os Açores. Já existe recursos, uma série de infraestruturas que estão adequadas e que faz com que o cliente possa vir cá”, referiu Manuela Soeiro, acrescentando que os Açores podem captar turistas com necessidades especiais dos EUA, Canadá ou Espanha.

Segundo disse a responsável pelo turismo na Cresaçor, este público-alvo “viaja com os familiares, no inverno e têm grande poder económico, mas são muito exigentes”.

Em 2005, a Cresaçor, com sede na ilha de São Miguel, criou uma empresa de animação turística e tornou-se membro da ENAT — European Network of Accessible Tourism para impulsionar a democratização do turismo nos Açores e promover atividades de recreio e lazer acessíveis a todos.

A Cresaçor, em parceria com a Associação de Juventude da Candelária, possui um posto de ecoturismo na freguesia das Sete Cidades, ilha de S. Miguel, denominado “Loja Eco-Atlântida”, que tem por finalidade o desenvolvimento local, a promoção do ecoturismo e a disponibilização de informação turística sobre os Açores.

Fonte: Observador

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 18/08/2014

San Rafael en la red de Turismo Accesible


Alejandro y Pablo López, haciendo rafting adaptado en el AtuelAlejandro y Pablo López, haciendo rafting adaptado en el Atuel

Una de los objetivos del turismo, y de la ciudadanía en general, es adaptar los espacios a las personas que presentan diferentes discapacidades motrices.

En este marco, son varias las ciudades que buscan avanzar en estas experiencias, y ya algunas experiencias se encuentran en nuestro departamento.

Mar del Plata y Villa Gesell, por ejemplo, tienen en sus balnearios sillas anfibias para que personas con movilidad reducida puedan disfrutar del mar y de la playa, explica Alejandro López, fundador y director de la Red de Turismo Accesible.

Entre algunos de los destinos que avanzaron en ese sentido, destacan Puerto Madryn, el Parque Nacional Iguazú, Santa Rosa de Calamuchita, Mendoza, San Antonio de Areco, San Martín de los Andes, Ushuaia y Gualeguaychú, entre otros.

En su caso particular, Alejandro López pudo demostrar que no hay límites para cualquier persona que tenga la oportunidad de hacer turismo. Subió al cerro Champaquí, el más alto de las sierras de Córdoba con su hermano Pablo, y juntos hicieron rafting en las aguas del río Atuel, enSan Rafael.

El turismo accesible “es aquel que da respuestas principalmente a personas con discapacidad y/o aquellas con movilidad reducida, como mujeres embarazadas, adultos mayores y cardíacos, entre otros”, explicó el especialista.

En comparación con el resto del continente, Argentina se encuentra bastante más avanzada en este tipo de iniciativas, a pesar de que todavía falta un largo camino por recorrer, “aunque es importante que exista voluntad política y un trabajo mancomunado entre lo público y privado”, precisó López.

La importancia de este tipo de acciones para hacer que el turismo sea accesible a todas las personas está también reflejado en la Organización Mundial de Turismo (OMT), que realiza una serie de recomendaciones y que luego bajan a los países adheridos.

En el caso de Argentina, el Ministerio de Turismo tiene un programa de Calidad Turística con directrices de accesibilidad que son bajadas a las provincias y enviadas a los destinos turísticos y ahí, es el prestador quien se involucra o no, puesto que no son obligatorias.

Finalmente, se destaca que el turismo accesible “beneficia a los propios habitantes de la ciudad”, y en tal sentido, señaló que lo primero “es superar las barreras culturales y sociales, porque las barreras naturales no se pueden cambiar, pero sí se pueden adaptar”.

Fuente: Diario San Rafael

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