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Publicado por: Ricardo Shimosakai | 30/10/2014

El turismo accesible de Arousa Norte convence a los expertos


Jon Cortina, representantes de la agencia Viajes 2000 destacó la profesionalidad en el trato a personas con discapacidadJon Cortina, representantes de la agencia Viajes 2000 destacó la profesionalidad en el trato a personas con discapacidad

Convencidos se marcharon ayer los dos representantes de la agencia Viajes 2000, una de las más importantes en materia de turismo accesible para personas invidentes, que tuvieron ocasión de conocer de primera mano la oferta en la que lleva cuatro años trabajando Arousa Norte. Al término de la jornada, el consejero delegado de Viajes 2000, Jon Cortina, destacó la preparación de los empresarios que les atendieron en el trato a personas con discapacidad: «Se nota que han recibido formación y la han asimilado».

Cortina calificó de «muy atractiva» la oferta y subrayó: «Vamos a tener una reunión con miembros de la ONCE y les vamos a proporcionarles información de primera mano para que tengan en cuenta esta zona en sus programas vacacionales del año que viene.

Encaje perfecto

El consejero delegado recalcó que todos los itinerarios diseñados por Arousa Norte «encajan perfectamente en las visitas de grupos que podemos ofrecer a personas con discapacidad».

La Ruta do Mexillón y la visita a la conservera Luis Escurís Batalla y al Centro Arqueolóxico fueron algunas de las paradas, así como negocios hosteleros.

Fuente: La Voz de Galicia

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 30/10/2014

Pontos turísticos de Teresina não possuem rampas de acessibilidade


Para assistir aula de música, cadeirante obrigado a enfrentar obstáculos. Na Casa da Cultura pessoas são obrigadas a subirem escadas.Para assistir aula de música, cadeirante obrigado a enfrentar obstáculos. Na Casa da Cultura pessoas são obrigadas a subirem escadas.

Muita gente reclama das poucas opções de lazer em Teresina, e como se não bastasse isso as que existem ainda pecam no quesito acessibilidade. Antônio Veras é cadeirante, e uma vez por semana ele frequenta o Centro de Artesanato, no Centro, para assistir aula de música, mas é obrigado a enfrentar obstáculos. No prédio existem poucas rampas de acessibilidade, com corredores estreitos e para chegar a sala de aula, que fica no 1º andar, ele conta com ajuda de amigos.

“É muita dificuldade para chegar até a sala. Só estou até hoje enfrentando essa dificuldade porque gosto de saxofone. Espero que o poder público faça alguma coisa pelos cadeirantes. Espero melhorias nessa área, pois todos precisam de um tratamento digno”, disse.

O aposentado Murilo Sousa também sente a mesma dificuldade quando vai ao Theatro 4 de Setembro. Logo na chegada tem que fazer esforço para subir a calçada e a rampa que dar acesso ao local não é adequada, segundo ele. “Infelizmente isso é o retrato do nosso país, com pouca acessibilidade principalmente aqui na capital. Ainda existem rampas inadequadas para pessoas com deficiência”, reclamou.

Na Casa da Cultura a situação é ainda pior. Para chegar até as salas de exposição só usando as escadas. Em nota, a Fundação Cultural do Piauí (Fundac) afirmou que fez pedido de licitação para contratar uma equipe técnica que possa avaliar os prédios.

Fonte: G1

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 29/10/2014

Companions of blind should have free travel


Depending on the needs and adaptations available, people with disabilities may need escorts to travelDepending on the needs and adaptations available, people with disabilities may need escorts to travel

Nigel Don, MSP for Angus North and Mearns has asked train operators to enable those who are very blind, and those who are deaf-blind, to be accompanied by a companion who travels free.

At Holyrood on Thursday Mr Don said: “If someone required a companion with them, that person would not travel free, unless they themselves were eligible travel free. They might get a discount, depending on their local authority area, and they might get a substantial discount if they had an appropriate card, by dint of age or other issues.

“I am struck by the fact that the cost of someone occupying a seat on a train outwith commuter times is, for all practical purposes, zero … if that seat would otherwise be empty, the cost to the railway of its being occupied is, in fact, zero. It seems to me, therefore, that there is a clear case for saying to the railway operators that someone with severe disabilities who needs a companion to get out should be able to take that companion with them for free.”

Mr Don will raise the issue with the Minister for Transport and Veterans as well continuing dialogue with train companies.

Source: Kincardineshire Observer

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 29/10/2014

Empresário aposta no turismo adaptado após ficar paraplégico


Ricardo Shimosakai transformou tragédia em oportunidade e criou agência com roteiros turísticos de acordo com as limitações do clienteRicardo Shimosakai transformou tragédia em oportunidade e criou agência com roteiros turísticos de acordo com as limitações do cliente

Apaixonado por viagens, Ricardo Shimosakai achou que seu sonho de conhecer o Brasil e o mundo havia terminado quando perdeu os movimentos das pernas ao ser baleado durante um sequestro-relâmpago, em 2001. Porém, ao invés de abandonar seu hobby preferido, ele transformou a tragédia em oportunidade e criou uma empresa para facilitar a vida daqueles que apresentam as mesmas limitações que a sua. Nascia assim a Turismo Adaptado.

“Depois de levar o tiro que me deixou paraplégico, comecei a fazer passeios em São Paulo e em outros destinos, mas encontrei muitas dificuldades, pois não havia empresas especializadas neste público”, diz o empreendedor. Diante das dificuldades, e incentivado por amigos, decidiu criar um negócio de turismo focado na acessibilidade. “Antes, as pessoas tinham de fazer tudo sozinhas. Às vezes você encontrava um hotel adaptado, ou o transporte, mas sempre havia dificuldades em uma etapa do passeio. Hoje nós montamos pacotes totalmente adaptados às necessidades dos clientes”, explica.

Assim, quando um cliente entra em contato com a Turismo Adaptado, os funcionários da empresa procuram saber das suas limitações e do destino que ele deseja conhecer. A partir disso, a agência faz um levantamento para saber se a viagem é viável e quais dificuldades o turista pode encontrar. Caso não seja possível, a empresa sugere um roteiro alternativo.

“O problema é que os pacotes das agências convencionais são congelados, e as pessoas, muitas vezes, têm limitações bastante específicas. Muitos clientes entram em contato conosco pela internet após se decepcionarem ao tentarem viajar sozinhos. Boa parte dos lugares que se dizem acessíveis acabam não sendo assim na realidade”, acrescenta.

Roteiros de sucesso
Os roteiros mais procurados no Brasil, segundo Shimosakai, são aqueles relacionados a praias e natureza, como Bonito, no Mato Grosso do Sul; Foz do Iguaçu, no Paraná; e Porto das Galinhas, em Pernambuco. “Neste último nós firmamos uma parceria com uma ONG local e criamos uma praia acessível, com mergulho adaptado, esqui aquático, entre outras atrações”, diz o empreendedor.

Além de cadeirantes, a agência também trabalha com idosos, pessoas com hipertensão pulmonar, clientes que fazem hemodiálise, entre outras limitações, como deficiência visual e auditiva. Neste último caso, porém, Ricardo esclarece que a oferta de instalações adaptadas no Brasil é bem menor. “A acessibilidade por aqui é muito focada na questão do cadeirante. Temos boas opções para deficientes visuais e auditivos em São Paulo, por exemplo, mas os melhores roteiros neste caso ficam mesmo no exterior. A Espanha tem um ótimo trabalho com deficientes visuais, e São Luís de Potosí, no México, tem bons roteiros para deficientes auditivos”, afirma.

Fonte: Terra

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 28/10/2014

Opinion: Montreal’s ‘accessible’ buses aren’t accessible enough


AMC09 0914 STM 1Woman boards a bus with technology to improve wheelchair accessibility, at the Lionel Groulx métro stop in Montreal,

As a Montrealer who is disabled and uses a motorized wheelchair to get around the city, I find it quite ironic that Montreal is currently hosting the first World Summit Destinations for All, which runs Oct. 19-22. This conference is a platform for stakeholders in the global tourism industry to discuss issues regarding accessible tourism and transportation. Organizers and the city should be congratulated for this initiative; however, all city officials must be aware that Montreal has not progressed far enough when it comes to reducing barriers for individuals with reduced mobility, as compared with other large cities in North America.

Although I could discuss what it is like being hampered by the lack of accessible bars and restaurants on Crescent Street, a popular location for tourists, my bigger concern is accessible public transportation, not including adapted taxis and mini-buses.

In the past 11 years, I have been a user of the large STM buses that are intended to be used by individuals in wheelchairs and scooters. From 2003 to 2009, I had experienced many problems with the older model of buses, where the ramp was located in the back. Often, ramps did not work due to lack of maintenance, or drivers did not know how to deploy them. On a few occasions, I had to instruct the driver on how to deploy the ramp, despite the STM’s contention that all drivers had been properly trained.

In a reply to an email that was sent to the STM in September 2011, regarding trying to embark on three consecutive buses with defective ramps, I was told that the introduction of a new model of buses where the ramp is located in the front was going to “improve reliability of the wheelchair accessibility service.”

Based on my experience within the last four months, that is certainly not the case. On two occasions, I was not able to embark on these “accessible” buses because the ramps were not functioning. At first, I thought it was just my bad luck on two different bus lines on two different days, but then I discovered that other disabled users had experienced the same problem with the new buses.

If I am to believe that all drivers are trained to work with the ramps in the “accessible” buses, then there is a serious problem with the maintenance. I fear that disabled users all too often will end up having to “wait for the next bus” if the STM continues to ignore this issue.

In a recent interview with CBC Montreal, when questioned about the buses and the maintenance of the ramps, an STM official said, “We offer it, but it’s not a lot of people who use it.” In addition, the official claimed that the service is “not popular.” Is the STM operating and maintaining its services based on popularity and not necessity?  Since when has offering an essential public service become discretionary, like a dépanneur owner’s decision whether to stock ketchup chips?

While it is great to have an action plan for the future for accessible public transportation, the STM and the city of Montreal have to focus on current issues. Otherwise, regardless of what is in a plan claimed in a mission statement or discussed at an international conference, disabled users will lose trust in the STM and its ability to provide a service that is truly accessible and reliable.

Source: Montreal Gazette


Pessoas com esclerose múltipla fazem parte da tripulação do projeto Oceans of Hope, que fará uma viagem ao redor do planetaPessoas com esclerose múltipla fazem parte da tripulação do projeto Oceans of Hope, que fez uma viagem ao redor do planeta

O veleiro Oceans of Hope partiu de Copenhaga numa viagem histórica à volta do mundo e esteve na Marina do Parque das Nações, em Lisboa, para recolher a representante portuguesa na expedição.

Em comunicado, a organização da iniciativa informa que se trata da primeira volta ao mundo em circum-navegação numa embarcação tripulada por doentes com Esclerose Múltipla (EM).

Oceans of Hope é o veleiro que dá forma a uma campanha com o mesmo nome, organizada pela fundação dinamarquesa Sailing Sclerosis. O objectivo do projecto, que tem a duração de 17 meses, é alterar percepções relativas à EM, mostrando o que é possível atingir quando pessoas com uma doença crónica são desafiadas à conquista de novas metas individuais, lê-se no mesmo comunicado.

A tripulação que deixou Copenhaga na tarde de 15 de Junho para a viagem de 61.000 km (33.000 milhas marítimas) esteve envolvida no estabelecimento de uma rede de pessoas com experiência regular de vela, portadoras de EM. Através de eventos de vela organizados durante as paragens do veleiro nos 20 portos previstos ao longo da viagem, nomeadamente Lisboa, a Sailing Sclerosis pretende alargar a rede já criada, alavancando o projecto Oceans of Hope.

O percurso desta viagem levou o veleiro de Copenhaga a Kiel, na Alemanha, naquela que é a primeira paragem (19- 22 Junho), seguindo-se Amesterdão, Holanda (26-29 Junho), Portsmouth, Reino Unido (3-6 Julho), La Rochelle, França (10-14 Julho) e Lisboa (28 Julho – 2 agosto). De Lisboa, o Oceans of Hope partiu para a travessia do Atlântico até Boston, Massachusetts, nos EUA, onde a tripulação desembarcou em 8 de Setembro. O Oceans of Hope tomou então lugar na conferência ACTRIMS-ECTRIMS, o maior evento internacional do mundo dedicado à investigação na área da Esclerose Múltipla.

Mikkel Anthonisen, de 47 anos, especialista na Universidade/Hospital de Copenhaga, Rigshospitalet, é o fundador da fundação Sailing Sclerosis. Médico, psicoterapeuta e velejador, constatou a importância do envolvimento de portadores de EM em actividades de vela quando no início de 2013 conheceu um doente que alimentava a esperança de voltar a velejar. Daí nasceu o sonho de circum-navegar o globo com portadores de EM a bordo.

Pessoas com esclerose múltipla terão a oportunidade de experimentar a emoção de velejar no veleiro Oceans of HopePessoas com esclerose múltipla terão a oportunidade de experimentar a emoção de velejar no veleiro Oceans of Hope

O especialista comenta que “Hoje é um dia maravilhoso. Não tenho a certeza de que há 18 meses alguém teria acreditado que isto seria possível, mas a prova é que tudo é possível quando acreditamos e nos empenhamos. Todos na nossa organização e em torno dela, incluindo toda a tripulação a bordo, trabalhou afincadamente para que fosse possível colocar o Oceans of Hope no mar. Fizeram mesmo um trabalho fantástico. Este projecto mostra ao mundo que ‘sim, conseguimos fazê-lo!’ – mesmo após um diagnóstico de doença crónica e potencialmente incapacitante.”

Luísa Matias, a portadora de EM que em breve se juntará à tripulação, considera que “atravessar o Oceano Atlântico no Oceans of Hope é sinal que estou pronta para deixar em terra o que me prende à EM. Esta oportunidade significa que vou conquistar um sonho meu e levar a bordo todas as mensagens das pessoas que também têm esta doença. E vou-lhes trazer esperança. As minhas vitórias são também de todos, porque as partilho com a paixão de quem segue o coração”.

A Biogen Idec juntou-se à campanha da fundação Sailing Sclerosis, Oceans of Hope, como Parceiro Oficial.

De acordo com Sérgio Teixeira, director-geral da Biogen Idec Portugal, “é com muito prazer que a companhia se associa a um projecto inédito de cariz social tão forte. Tal como os portugueses no século dos Descobrimentos, também a equipa do Oceans Of Hope parte à conquista do mundo numa viagem única, suplantando as limitações que em muitos casos estão associados à esclerose múltipla. Estes corajosos marinheiros deverão servir de exemplo não só para a comunidade de doentes e médicos mas também para as suas famílias e população em geral”.

Mikkel continua, “Estamos muito gratos à Biogen Idec por nos ajudar a tornar possível este nosso sonho de dar a volta ao mundo com pessoas com EM”.

Fonte: Jornal Médico

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 27/10/2014

La Ruta del Vino de Rueda, ejemplo de destino accesible


Presentación Guía Rutas Enológicas Accesibles. PredifPresentación Guía Rutas Enológicas Accesibles. Predif

Debido al adecuado nivel de accesibilidad de sus establecimientos, la Ruta aparece en una guía de turismo enológico elaborada por PREDIF que se presentó ayer en Madrid. La Ruta destaca por el elevado número de establecimientos que prestan especial atención a la accesibilidad.

Consciente de la importancia de llegar a todos los públicos, la Ruta del Vino de Rueda dedica numerosos esfuerzos para mejorar su producto turístico, pero también para ofrecerlo a la mayor cantidad de personas posible, incluyendo aquellas con alguna discapacidad. Así, sus establecimientos y empresas de servicios asociados ofrecen ya visitas, experiencias y propuestas completamente accesibles, una iniciativa valorada por PREDIF, la Plataforma Representativa Estatal de Personas con Discapacidad Física, que la ha seleccionado para formar parte de una guía sobre turismo enológico que se presentó ayer en Madrid.

Visitas al viñedo en las que se palpan las viñas, las uvas o el terreno; catas sensoriales que ponen el acento en los sabores, olores y texturas; proyecciones de audiovisuales subtitulados, visitas que salvan obstáculos físicos como escaleras; recorridos que cambian explicaciones por juegos y demostraciones didácticas para facilitar la comprensión… Son solo algunos ejemplos de las actividades y propuestas de la Ruta del Vino de Rueda orientadas a públicos con algún tipo de discapacidad, ideadas específicamente para que el visitante pueda disfrutar al cien por cien.

Un compromiso con la accesibilidad que ha sido reconocido por PREDIF, la Plataforma Representativa Estatal de Personas con Discapacidad Física, que ha seleccionado a la Ruta del Vino de Rueda para formar parte de ‘Guía de Rutas del Vino Accesible’ sobre turismo enológico editada en formato digital. Una publicación que ofrece al viajero la información sobre el nivel de accesibilidad de los establecimientos turísticos de la Ruta, con el objetivo de hacer más fácil y cómoda su planificación de viaje o escapada y decidir qué hacer, dónde dormir o comer y qué bodegas visitar y que esta tarde se presenta en Madrid.

En palabras de la Gerente de la Ruta, Ángeles Jiménez, “el turismo accesible es ya una realidad en la Ruta del Vino de Rueda. Actualmente se trata de un factor que la mayoría de los establecimientos tienen en consideración y aplican en sus instalaciones y programas, en función de sus posibilidades, pero que siempre está en la mente de todos”.

Así, la Ruta del Vino de Rueda destaca por el elevado número de establecimientos que prestan especial atención a la accesibilidad, por lo que los visitantes podrán elegir entre una oferta muy variada, tanto desde bodegas que ofrecen experiencias únicas y programas especiales perfectamente adaptados al tipo de visitante y sus necesidades, hasta restaurantes, tiendas y hoteles preparados para que el acceso y disfrute de sus productos y servicios esté asegurado para todos.

Planes para todos los gustos

En la Ruta del Vino de Rueda se ofrece un programa completo de actividades completamente accesibles, desde visitas a patrimonio monumental e histórico, visitas a bodegas, experiencias gastronómicas y de alojamiento, en muchos casos especialmente adaptadas para que el visitante saque todo el provecho de la actividad.

Entre las actividades especiales, destacan, por ejemplo, las visitas de la Bodega Prado Rey, donde se realizan experiencias en viñedo tocando la vid y el tipo de terreno característico de la zona y óptimo para la variedad verdejo. También se desarrollan catas sensoriales para el público invidente haciendo hincapié en los sabores, olores y texturas y, para el público con deficiencia auditiva, se ofrece la proyección de un vídeo 3D subtitulado. Además, se realizan visitan adaptadas para diferentes niveles de deficiencia mental, a través de juegos y demostraciones didácticas. Por último, todas las instalaciones están diseñadas para ser recorridas en silla de ruedas.

Bodegas Emina-Rueda, por su parte, ofrece una accesibilidad plena a sus instalaciones, incluido el Jardín de Variedades, así como todas las salas de producción, embotellado y guarda, y dispone de una cata con vinos sin alcohol para quienes no puedan tomarlo. Para visitantes con dificultades de compresión se idea una visita enfocada a lo experiencial y lo sensorial, con prueba de uvas, visionado de imágenes y visualización del embotellado en funcionamiento, participando incluso en el precintado de las cajas.

Otras bodegas y establecimientos que ofrecen visitas y servicios totalmente accesibles y que han sido incluidas en la Guía de PREDIF son Bodega Finca Montepedroso, Bodega Reina de Castilla, Bodegas Grupo Yllera, Bodegas Hijos de Alberto Gutiérrez, Bodegas Prado Rey, Bodegas Protos-La Seca, Camping el Astral, Casa Lola, Casa Rural Velamora, Hotel Parador de Turismo de Tordesillas, Restaurante Alquira, la tienda la Cuba de Roda y la tienda La Giralda de Castilla.

La Bodega Valdecuevas, de nueva creación, ha sido diseñada teniendo muy presente la accesibilidad por lo que, aunque no incluida en esta primera edición de la Guía, ofrece visitas y catas totalmente accesibles.

Además, el territorio ofrece otros puntos de interés, entre ellos museos accesibles, en concreto el Real Monasterio de Santa Clara, El Museo del Tratado de Tordesillas y la Exposición de Maquetas de edificios de Castilla y León. Desde la Ruta, como servicio y valor añadido, se paquetizan estas visitas para su comercialización bajo demanda, por lo que, además, se ofrece la posibilidad de organización del viaje a un precio reducido para grupos.

Fuente: Pueblos y Comarcas

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 27/10/2014

Jornalista tem cadeira de rodas danificada durante viagem de avião


A parte onde se encontram os controles da cadeira motorizada de Flávia Cintra foi totalmente destruídoA parte onde se encontram os controles da cadeira motorizada de Flávia Cintra foi totalmente destruído

A jornalista Flávia Cintra, repórter da Rede Globo, publicou nesta terça-feira, 14, em seu perfil no Facebook, um desabafo sobre como as companhias aéreas costumam atender pessoas com deficiência e também sobre o transporte dos equipamentos de acessibilidade que pertencem aos passageiros.

A reclamação, desta vez contra a Gol, foi motivada pelo estado em que sua cadeira de rodas foi entregue após a viagem. Leia a íntegra abaixo.

“Só um registro: Eu não quero mais andar de avião. Desisto. A partir de agora, no que depender de mim, só vou onde meu carro puder me levar.

Nas viagens a trabalho, se eu não puder fugir do avião, irei só com uma cadeira manual velha. Não aguento mais esse desrespeito repetido e descarado.

Hoje foi a Gol que destruiu minha cadeira. Não adianta explicar como fazer, ser gentil, pedir pelo amor de Deus. As companhias aéreas, TODAS, não estão nem aí. Tudo o que fazem é pedir desculpas. Não, Gol, já te desculpei dezenas de vezes. Não desculpo mais!

O que falo para o meu chefe amanhã? “Desculpe, querido chefe, a Gol quebrou minha cadeira e eu não posso trabalhar, mas eles ficaram super chateados e até pediram perdão, viu…”. Para o inferno!

Fazem audiência publica, consulta pública, manual dIsso e daquilo, norma assim e assado, mi mi mi…. e na pratica, nada melhora. Muitos anos de incompetência sem consequência, sem evolução.

Às próximas gerações de militância, eu desejo a energia que eu tive por 20 anos em fazer reunião, escrever relatório, servir de consultora de graça. Cansei e não acredito mais”.

O Blog Viver Limites entrou em contato com a Gol, por meio da assessoria de imprensa, e pediu explicações sobre o caso. Em nota enviada por e-mail, a empresa afirmou: “A GOL lamenta o fato relatado e informa que já está em contato com a cliente para encontrar a solução mais adequada. A companhia ressalta que, após a apuração da ocorrência, reavaliará o atual procedimento para transporte de cadeiras de rodas para que casos como esse não voltem a acontecer”.

Fonte: Blog Vencer Limites


Aécio Neves e Dilma Rousseff mostraram pouco conhecimento e poucas propostas em relação à acessibilidade e inclusão da pessoa com deficiênciaAécio Neves e Dilma Rousseff mostraram pouco conhecimento e poucas propostas em relação à acessibilidade e inclusão da pessoa com deficiência

Finalmente as questões relativas às pessoas com deficiência foram abordadas em um debate dos candidatos à presidência. Infelizmente, 45 milhões de brasileiros, grande parte deles eleitores, e suas famílias, ficaram decepcionados com o que ouviram. A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada no Brasil como norma constitucional, a maior conquista até hoje do movimento, não foi lembrada pelos candidatos, e a palavra inclusão, a meta que deveria nortear todos os governantes, não foi mencionada nem uma vez.

O que vimos de ambos os lados foi o desconhecimento do tema e um discurso despreparado, que não foi além da visão do senso comum, de que as pessoas com deficiência são coitadinhas que só precisam de assistência. Nada do que gostaríamos de ouvir de postulantes à presidência do país.

O candidato Aécio já começou escorregando na terminologia, mencionando o termo portador, antes de se emendar e referir-se à terminologia vigente de pessoa com deficiência. Quem o está assessorando na área deve ter tremido na base com essa gafe, logo de entrada. Depois disse que iria fortalecer as Apaes que, na verdade, para que seja cumprida a Convenção, deveriam passar a dar apoio à política de educação inclusiva

A candidata Dilma, ao invés de aproveitar para falar sobre as realizações de seu governo, especialmente no que diz respeito ao expressivo aumento de matrículas de alunos com deficiência em escolas regulares, e o BPC na escola, que promove a busca ativa dos estudantes mais carentes para que estudem, preferiu voltar a seu tema preferido, o Bolsa Familia. No final, pelo menos, a candidata teve a consideração de referir-se às pessoas com deficiência como cidadãs.

Candidatos, os direitos das pessoas com deficiência não estão reduzidos a investimentos assistencialistas nas Apaes! Precisamos de acessibilidade, apoio na permanência e progresso na escola regular, residências inclusivas, acesso ao mercado de trabalho com empregos dignos, entre tantas necessidades. Uma pena nos terem feito ver que esse tema, ao contrário do que afirmaram ontem à noite, não é uma prioridade para os senhores.

Veja o que disseram os candidatos:

23:05 Aécio Neves
Aécio questiona Dilma sobre política para pessoas com deficiência
Candidata, a diretora de assistência social do seu governo confirmou essa semana numa reunião com prefeitos em Minas Gerais que os repasses do fundo nacional de assistência estão atrasados em três meses. Esse fundo na verdade atende aos programas mais fundamentais do seu governo, programas de assistência, trata-se de recursos para entidades que prestam a primeira atenção às pessoas que mais necessitam. Em relação ao orçamento voltado às pessoas portadoras, pessoas com deficiência, que é o tema adequado, foi executado apenas onze porcento do que foi aprovado até aqui, o que vem acontecendo com seu governo, candidata?

23:06 Dilma Rousseff
Dilma responde
Candidato, eu acho que o senhor está muito mal informado. O meu governo tem um, tem feito imenso esforço para levar atendimento de saúde, de educação, e acessibilidade às pessoas com deficiência. Temos também tido todo um cuidado de na assistência social criar através centros de referência de assistência social, criar toda uma política de assistência social. O centro dessa política é o Bolsa Família. Mas além do Bolsa Família, candidato, que nunca teve um atraso, nós temos uma série de outras, de outros programas complementares. Eu não tenho, eu não tenho a menor dúvida em afirmar para o senhor, e aqui também para os nossos eleitores indecisos, que o meu governo não atrasa programas sociais. Nunca atrasou. E quero dizer mais uma coisa para você. Enquanto vocês, no Bolsa Família, por todos os oito anos do governo Fernando Henrique gastaram R$ 4,2 bilhões, nós gastamos R$ 4,2 bilhões apenas em dois meses de pagamento do Bolsa Família. Não tem a menor dimensão nem comparativa com o governo que vocês fizeram.

23:08 Aécio Neves
Réplica de Aécio
Lamento, candidata, que a senhora esteja tão desinformada em relação ao seu governo, estão sim atrasados os repasses do Fundo Nacional de assistência e quero me dirigir aos municípios brasileiros, aos prefeitos que sabem exatamente do que está acontecendo, que no nosso governo isso não vai acontecer. Que as pessoas com deficiência terão prioridade nos recursos, onze por cento apenas executados até o final do mês de outubro. Eu tenho conversado muito, candidata, com parceiros e amigos meus que cuidam, se dedicam sua vida a questão, Mara Gabrili, Otávio Leite, agora o meu amigo Romário, cujo apoio agradeço. E assumi com eles o compromisso, no nosso governo as APAE serão fortalecidas, diferente do seu governo que tentou extingui-las, e esse repasse, a garantia da transferência desses recursos será prioridade absoluta no meu governo, pode faltar para outras coisas, para essa não faltará.

23:09 Dilma Rousseff
Tréplica de Dilma
Para o seu governo, candidato, os seus governos, tanto do PSDB como o seu em Minas Gerais, vocês jamais repassaram para as APAE o que nós repassamos em todo o meu período de governo. R$ 5,9 milhões. Isto, candidato está escrito e registrado. Nós fizemos com as APAE o maior programa dentro do que nós entendemos como viver sem limites. Ao mesmo tempo, candidato, nós oferecemos para as pessoas com deficiência toda uma assistência e uma atenção, seja no que se refere a saúde como a educação. Além disso, candidato, tem um dado importantíssimo, a nossa política para as pessoas com deficiência reconhece nas pessoas com deficiência cidadãos brasileiros.

Fonte: Inclusive

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 25/10/2014

Homem paralisado volta a andar após transplante de células do nariz


Darek Fidyka ficou paralisado após ser esfaqueado várias vezes em 2010 e não apresentava sinais de recuperação; tratamento é inédito no mundo.Darek Fidyka ficou paralisado após ser esfaqueado várias vezes em 2010 e não apresentava sinais de recuperação; tratamento é inédito no mundo.

Um homem paralisado conseguiu andar novamente após um tratamento inovador que envolveu o transplante de células de sua cavidade nasal para a medula espinhal.

Darek Fidyka, de 40 anos, ficou paralisado do peito para baixo após ser esfaqueado várias vezes em 2010. Agora, ele pode andar usando um andador. Ele também recuperou algumas funções da bexiga e intestino e funções sexuais.

Antes do tratamento, Fidyka estava paralisado havia quase dois anos e não mostrava nenhum sinal de recuperação, apesar de meses de fisioterapia intensiva. Ele disse que andar novamente foi “uma sensação incrível”.

“Quando você não pode sentir quase metade do seu corpo, você é impotente, mas quando ele começa a voltar, é como se você tivesse nascido de novo”.

O tratamento, inédito no mundo, foi realizado por cirurgiões poloneses em colaboração com cientistas em Londres. Detalhes da pesquisa foram divulgados na publicação científica Cell Transplantation.

O programa de TV Panorama, da BBC, teve acesso exclusivo ao projeto e passou um ano acompanhando a reabilitação do paciente.

O chefe de regeneração neural do Instituto de Neurologia da Universidade College, de Londres, liderou a equipe de pesquisadores. Ele disse que o resultado é “mais impressionante do que o homem andar na lua”.

Como foi

O tratamento utilizou células especiais que fazem parte do sentido do olfato (OECs, na sigla em inglês). Elas agem como células de direção, que permitem que as fibras nervosas do sistema olfativo sejam continuamente renovadas.

Na primeira de duas operações, os cirurgiões removeram um dos bulbos olfativos do paciente e as células cresceram em cultura. Duas semanas depois, eles transplantaram as células para a medula espinhal, que tinha sido reduzida a uma pequena faixa de tecido, à direita.

Eles tinham apenas uma pequena porção de material para trabalhar – cerca de 500 mil células. Cerca de 100 microinjeções de células olfativas foram feitas acima e abaixo da lesão.

Quatro tiras finas de tecido nervoso foram tiradas do tornozelo do paciente e colocadas através de uma lacuna de 8mm no lado esquerdo da medula espinhal.

Os cientistas acreditam que as células olfativas forneceram uma direção, permitindo que as fibras acima e abaixo da lesão se reconectassem, usando os enxertos de nervos para preencher a lacuna na medula espinhal.

Fidyka mantém o programa de exercícios que já realizava antes do transplante – cinco horas por dia, cinco dias por semana. Ele notou pela primeira vez que o tratamento havia sido bem sucedido após cerca de três meses, quando sua coxa esquerda começou a desenvolver músculos.

Seis meses depois, ele foi capaz de tentar dar seus primeiros passos com a ajuda de barras paralelas, usando muletas e com o apoio de um fisioterapeuta. Dois anos após o tratamento, ele agora pode andar fora do centro de reabilitação utilizando um andador.

O neurocirurgião Pawel Tabakow, consultor no Hospital Universitário de Wroclaw, que liderou a equipe de pesquisa polonesa, disse: “É incrível ver como a regeneração da medula espinhal, algo que era considerado impossível por muitos anos, está se tornando uma realidade”.

Fidyka ainda se cansa rapidamente ao caminhar, mas disse: “Eu acho que é realista que um dia irei me tornar independente”.

“O que eu aprendi é que você nunca deve desistir, mas continuar lutando, porque alguma porta se abrirá na vida”.

Um fator determinante para o sucesso do procedimento em Fidyka foi que os cientistas puderam usar céulas do bulbo olfatório do paciente. Isso significa que não havia perigo de rejeição, por isso não houve a necessidade de medicamentos imunossupressores usados em transplantes convencionais.

A maior parte da reparação de medula espinhal de Fidyka ocorreu no lado esquerdo, onde havia uma lacuna de 8mm. Desde então, ele recuperou massa muscular e movimento principalmente nesse lado.

Os cientistas acreditam que esta é uma evidência de que a recuperação se deve à regeneração, já que sinais do cérebro que controlam os músculos da perna esquerda viajam para baixo pelo lado esquerdo da medula espinhal.

Exames mostraram que a lacuna na medula espinhal fechou-se após o tratamento.

Fonte: G1

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