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It may be much more difficult for Martin Heng to travel, but he's not letting his disability stop him to help make travel more accessible for othersIt may be much more difficult for Martin Heng to travel, but he’s not letting his disability stop him to help make travel more accessible for others

SINGAPORE — You may be disgruntled with Singapore’s public transport, but Lonely Planet’s Travel Accessibility Manager, Martin Heng, gives it the thumbs-up. Particularly when it comes to accessibility for the disabled.

Melbourne-based Heng was hit by a car while cycling four years ago and he now requires a walking frame or a wheelchair to get around.

“I took the public transport to the Singapore zoo and I was glad that there are elevators I could use. Plus, I could go into any train carriage. In Melbourne, you’d have to be waiting at the front carriage before the train pulls up,” he explained. “I’m really impressed too, that all the buses for service 138 are wheelchair accessible. And the curb cuts on the streets are pretty great.”

Singapore is Heng’s first stop in a round-the-world trip for the first global accessible travel summit in Montreal, called Destination For All, which aims to raise awareness on this issue.

“I’ll be tweeting (@martin_heng), using Storify (sfy.co/qgF1) and starting an Instagram account to share my journey and discoveries. Accessible travel isn’t just about helping those with disabilities. There are also the seniors to think about with more baby boomers travelling in their old age. It’s something the travel industry should pay attention to.”

Q: Why did you decide to start your round the world trip in Singapore?

A: My father was born here and I’ve got family here. From here, it’s India. I’ve never been there so I’d be there for two weeks to visit the Golden Triangle — the cities of Delhi, Agra and Jaipur. Next would be the United Kingdom, where I was born and grew up in. I’ll then head to Barcelona, which is considered the accessible travel destination of the moment, before reaching Montreal.

Q: Why is Barcelona the accessible travel destination of the moment?

A: It’s something their tourism organisation is supporting and pushing for. In fact, Germany, London, Scotland are good destinations, too. I’d recommend these places for travellers with accessibility issues.

Q: How about Melbourne?

A: Melbourne’s not bad. Lonely Planet is in the process of publishing an accessible Melbourne e-book and we’re gathering feedback from the community and disabled organisations about places and activities to do in Melbourne. Our taxis are good — we have lots which are wheelchair-friendly with hydraulic lifts. Most of the attractions are very accessible. For example, the wheelchair seats at the Melbourne Cricket Ground and the Rod Laver Arena (where the Australian Open is held) are often the best. As for parks, I’d pick the Wilsons Promontory. It’s one of my favourites because it’s a coastal park and pretty different in characters from the other parks. It now has fully accessible cabins for accommodation with ramps, railings and ceiling hoists.

Q: Speaking of accommodation, what do you wish that hotels should do?

A: I think they could make more of a song and dance about their facilities. I’m sure many hotels have wheelchair-friendly features but they don’t realise that people need to know what exactly what they are. When it comes to accessible travel, people’s level of ability differ so if we can see the features on the website, it makes it much easier for us to decide (whether or not) to stay at your hotel. Pictures of bathrooms are especially important as it’ll help us know if we need to transfer from a wheelchair or use a shower chair.

Q: What’s your advice to travellers with physical difficulties who might be afraid to go abroad?

A: Be bold. Even if you find that facilities are not quite there or the infrastructure is lacking, you’ll see that people are very willing to help and go the extra mile for you. I’ve heard lots of stories about strangers helping to lift you and I’ve also experienced it myself.

Q: You have been in Lonely Planet for 14 years and served as editorial manager for seven. What do you think about the way people travel now?

A: The main thing which has changed in travel is that air fares are so cheap now. You can go anywhere. Although I don’t think it’s a very good thing that people simply jet in and out — it’s like being airlifted into a place. I feel you can’t get the full cultural or local experience like that. I’m still a bit of the purist. I think that an overland journey is the best way to see a place. In the past, air fares were very expensive. The cheapest way for me to get to Asia from Europe was to take the trans-Siberia railway from Budapest to Beijing. This was during the Cold War and it cost me only 50 pounds.

Source: Today


Além de uma reforma nos espaços internos, CCMQ terá filmes com audiodescrição para pessoas com deficiência visualAlém de uma reforma nos espaços internos, CCMQ terá filmes com audiodescrição para pessoas com deficiência visual

Tão logo saiam de cena tapumes e andaimes que escondem os reparos em andamento, a Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) deve engatar a segunda etapa das obras que lhe devolverão ao público repaginada e em plenas condições de uso.

Na primeira semana de outubro, deverá ser realizada no Ministério da Cultura (MinC) a reunião final para a liberação dos R$ 3,7 milhões a serem investidos em melhorias de instalações, equipamentos de som e luz e produção de conteúdo com foco na acessibilidade.

Essa é a segunda parte do aporte de R$ 8 milhões do Banrisul, via Lei Rouanet. Os primeiros R$ 4,3 milhões tiveram como destino o restauro da fachada, de aberturas, esquadrias e do telhado, além de obras de impermeabilização. É o maior investimento em melhorias nos 24 anos da CCMQ.

— Nossa estimativa é retirar os tapumes e dar por concluída a restauração externa na segunda quinzena de novembro — projeta Eduardo Vital, presidente da Associação de Amigos da Casa de Cultura.

As obras internas, explica, devem ter início ainda em 2014:

— Como fizemos na primeira etapa, só começaremos o trabalho com o dinheiro na conta, garantia de que ela será iniciada e concluída no prazo. Acredito, ainda sem um cronograma oficial, que a execução durará até oito meses.

Para produzir conteúdo voltado a pessoas com deficiência visual foi contratado o Som da Luz, estúdio da Capital especializado em projetos audiovisuais com audiodescrição, também responsável pelos novos equipamentos de iluminação, climatização e sonorização dos teatros Bruno Kiefer e Carlos Carvalho e do auditório Luis Cosme. As melhorias atendem a reivindicações de longa data de público e artistas.

— A audiodescrição de um filme é algo minucioso — diz Sidnei Schames, sócio do Som da Luz com Bruno Klein Jr. — O trabalho não pode interferir nos diálogos e nos efeitos sonoros do filme.

Audiodescrição em filmes e livros

Com a Casa de Cultura Mario Quintana repaginada, está programada para 2015 uma mostra com 34 clássicos do cinema brasileiro adaptados para pessoas com deficiência visual com o recurso da audiodescrição. Serão exibidos, com entrada gratuita, sempre às quartas-feiras, filmes realizados entre os anos 1930 e 2000, selecionados pelos críticos José Geraldo Couto e Gilnei Silveira. Entre eles, estão obras seminais como Limite (1931), Rio 40 Graus (1955) e Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964).

Já a Coleção Mario Quintana Acessível contará com o registro fonográfico de poemas de Mario Quintana em CDs de livros falados (com leitura objetiva, sem interpretação). Serão produzidas mil caixas com 21 CDs cada, sendo 15 títulos com temática adulta (como Caderno H) e seis voltados ao público infantil (a exemplo de A Vaca e o Hipogrifo), selecionados por Elena Quintana, sobrinha do poeta. A coleção será distribuída gratuitamente para as bibliotecas da rede do Estado e entidades de deficientes visuais.

As obras na CCMQ

— Em dezembro de 2011, foi anunciado o patrocínio de R$ 8 milhões do Banrisul, via renúncia fiscal da Lei Rouanet, para restauração e melhoras na CCMQ.

— A primeira etapa das obras, orçada em R$ 4,3 milhões, iniciou em junho de 2013 e tem previsão de conclusão em novembro de 2014. Os trabalhos envolveram o restauro de fachadas, janelas, esquadrias, portas e do telhado, além da impermeabilização de pontos sujeitos a infiltração de água.

— A segunda etapa começará após a liberação de R$ 3,7 milhões restantes junto ao Ministério da Cultura, processo que deve ser aprovado em outubro. A previsão é de que as obras comecem ainda em 2014 e sejam voltadas para as instalações elétricas, a climatização e os equipamentos de som e luz dos teatros e do auditório. Também receberão investimentos a sinalização, a capacitação de pessoal e a produção de conteúdo voltado à acessibilidade, como filmes e livros com audiodescrição.

Fonte: ZH Entretenimento

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 30/09/2014

Disabled sports star backs new bus campaign


Paralympic swimming champ Josef Craig with Hazel and John Edwards, bus driver, Dave Slater and Kevin Carr of Go North EastParalympic swimming champ Josef Craig with Hazel and John Edwards, bus driver, Dave Slater and Kevin Carr of Go North East

A SOUTH Tyneside sports star is encouraging people with disabilities to step on board their local buses.

Paralympic and World swimming champion Josef Craig is getting behind a new campaign aimed at giving people living with disabilities more confidence when it comes to bus travel.

The 17-year-old, from Swinbourne Terrace, Jarrow, who has cerebral palsy, was on hand to help launch Go North East’s new Accessibility Guide at the recent independent living fair – Disability North. Josef shot to sporting fame in the 2012 Paralympic Games by becoming the youngest gold medallist at the event after swimming his way to the top of the podium in the S7 400m freestyle.

He said: “I think the guide is a great idea. It will help a lot of people access bus services by putting all the information they need to know in one place.

“I’m impressed with everything Go North East has done to make busses more accessible and feel privileged to help promote it.”

The handbook explains about access ramps, space for wheelchairs and mobility scooters, assistance dogs, the firm’s Easy access taxi guarantee, Bridge cards, concessionary travel and how to access service information.

Go North East managing director Kevin Carr, said: “It’s an honour to have such a celebrated sporting star help us get the message out there 
that we are doing more than ever to ensure our buses are accessible for all.”

Go North East was the first bus operator in the region to introduce talking buses and has local radio DJs ‘voicing’ the announcements of current stops, bus routes, destinations and next stops.

Source: The Shields Gazette


Em baixa temporada, Porto Seguro (BA) recebe muitos turistas idososEm baixa temporada, Porto Seguro (BA) recebe muitos turistas idosos

Eles já trabalharam por muitos anos. Os filhos foram criados, e começam a construir a própria família. Com a saída da prole, a casa fica mais vazia. E agora, o que fazer? Comprar uma cadeira de balanço e aguardar a visita dos netos nos fins de semana? Não. Engana-se quem pensa que os maiores de 60 anos querem descansar ficando em casa em frente à TV. Depois de dar duro na vida, a ordem agora é se divertir. E para agradar esse público, conhecido como “Terceira Idade” ou “Melhor Idade”, surgem cada vez mais novidades em várias áreas de entretenimento e saúde, por exemplo.

Em setembro deste ano, mês em que se comemora o Dia Nacional do Idoso e o Dia Internacional da Terceira Idade, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, que foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou que são 26,1 milhões de idosos no país, o que equivale a 13% da população brasileira. Além disso, a expectativa é que até 2060 sejam 58,4 milhões de pessoas maiores de 60 anos no país. No mundo, até 2050, a previsão são de 400 milhões de indivíduos com mais de 80 anos.

Há três anos, a aposentada Inêz Jacintho Baeta da Costa, de 80, começou a viajar com grupos para várias cidades do Brasil. “Sempre vou com a mesma empresa de turismo. Com eles já conheci Maceió, Natal, Gramado e algumas cidades do Sul de Minas, como Passa Quatro, São Lourenço e Caxambu. Tudo é muito animado, nos divertimos com jogos durante o trajeto, conversamos bastante e, além de sair durante o dia, conhecemos a vida noturna da cidade”, contou a dona de casa, que chega a viajar até quatro vezes por ano.

Dona Inêz também ficou dois meses fora do país em uma viagem que fez com a irmã. “Fomos para o apartamento da minha sobrinha na França. No tempo que fiquei lá conheci também Mônaco, Itália, Alemanha, Suíça, Inglaterra, Holanda e Bélgica. Este ano só viajei uma vez. Já estou ficando estressada”, brincou a dona de casa.

Morando sozinha, a idosa é totalmente independente. Pratica exercícios físicos, cuida da casa e ainda arruma tempo para cantar no coral da igreja e fazer artesanato uma vez por semana. Animada, ela já programa o próximo destino. “Me convidaram para ir ao Rio de Janeiro em outubro. Acho que vou aceitar e comemorar meu aniversário lá” disse.

Há 27 anos, a empresa Pampulha Turismo começou a investir em pacotes de viagens para pessoas com mais de 60 anos, após perceber que esse público busca cada vez mais novas experiências.

Os pacotes para a terceira idade correspondem a 40% das vendas da empresa. Cidades históricas mineiras, como Ouro Preto e Tiradentes são dois dos destinos mais procurados. Os clientes podem escolher viagens em três dias da semana.

Além de Minas,  Caldas Novas, em Goiás, Aparecida do Norte, em São Paulo, Porto Seguro, na Bahia, são os locais mais procurados pelos idosos. Já no exterior, muitos optam por Buenos Aires, na Argentina.

Além de conhecer novos lugares e pessoas, a facilidade na hora de adquirir um pacote de viagens também chama a atenção dos aposentados. Dependendo do destino, um pacote com transporte, hospedagem e alimentação inclusos pode sair por um preço acessível e ser pago em boleto bancário ou dividido no cartão de crédito.

Quem preferir, também pode aproveitar o programa “Viaja Mais Melhor Idade”, criado pelo governo federal, onde é possível ter uma linha de crédito especial para viajar pelo Brasil. Para outras informações sobre o programa, clique aqui.

Dança

Enquanto alguns viajam, outros preferem se lançar em um novo desafio: a dança. Edvalde Brandão, de 71, mais conhecido como “Edvalde Forrozeiro”, dança forró há nove anos e, há sete, se especializou no estilo pé de serra. “Sempre assistia e comecei a achar interessante. Olhei algumas escolas e me matriculei na Escola Catedral. Atualmente, faço uma aula por semana”, contou.

Segundo o dançarino, o que ele aprende na aula coloca em prática em algumas casas noturnas da capital mineira. O idoso sai para dançar aos domingos, terças e sextas-feiras. Geralmente fica das 22h às 3h nas casas de show. “Devo muito a dança. É uma coisa que eu gosto e minha saúde está ótima. Enquanto estou dançando esqueço dos problemas. Volto para casa de alma lavada. E ainda quero aprender a dançar samba de gafieira”, disse.

Benefícios de uma vida ativa na terceira idade

Se exercitar é fundamental para minimizar os efeitos negativos do avanço da idade. De acordo com o geriatra Flávio Aluízio Xavier Cançado, as ações para uma vida saudável devem começar ainda quando jovens. “Temos que nos preparar e aceitar o envelhecimento. A parte física e emocional devem ser trabalhadas para que, quando passar dos 60, os idosos tenham uma rotina estruturada e que possam fazer atividades do interesse deles”, explicou.

Sair com os amigos, fazer exercícios físicos e trabalhos voluntários, por exemplo, pode ajudar no combate ou na prevenção de doenças. “A pessoa que fica mais isolada, parada, sem nenhuma atividade, está propícia a doenças celebrais, cardiovasculares, depressão, diabetes e ao sedentarismo”, explicou o médico.

Alguns tratamentos terapêuticos também podem ajudar no combate a doenças. Entre eles está a hidroterapia. Segundo o especialista em fisioterapia aquática, Rogério Celso Ferreira, o método pode ser um bom aliado nos tratamentos de AVC, dores na coluna, artrose e fibromialgia.

“A hidroterapia é diferente da hidroginástica. Nela, o fisioterapeuta fica dentro da água com o paciente e passa exercícios específicos para cada pessoa. Durante o tratamento, a melhora é progressiva”, disse o fisioterapeuta.

O geriatra Flávio também destaca a importância de um acompanhamento médico. “Mais que qualquer outra pessoa, os idosos devem fazer controles periódicos. O ditado de ‘quem procura acha’ é errado. Tem que cuidar da saúde e, se tiver que achar algum problema, que seja o mais rápido possível para que inicie o tratamento cedo. No mais, é aproveitar a vida e ser feliz”, finalizou.

Fonte: O Tempo

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 29/09/2014

Ven Turismo Accesible gran oportunidad para todos


El encargado de Accesibilidad del CONADIS, Robert Almonte, señaló que el  turismo accesible es una vía de riquezaEl encargado de Accesibilidad del CONADIS, Robert Almonte, señaló que el  turismo accesible es una vía de riqueza

Polo, Barahona, RD. El director del Consejo  Nacional de Discapacidad-CONADIS-Magino Corporán Lorenzo, expresó que el concepto de desarrollo inclusivo permitirá al país captar un nicho de mercado que hasta ahora no se ha tomado en cuenta.

Y es que el turismo accesible le agrega riqueza a la industria sin chimenea, “es decir, que lo que pasa es que a veces se nos van las informaciones, la población mundial con discapacidad aumentó en un 15 por ciento, según informe de la Organización Mundial de la Salud,   estamos hablando de aproximadamente mil millones de personas, de los cuales  una parte importante hace turismo en el mundo” enfatizó Corporan.

Explicó que eso es debido a que la esperanza de vida en el planeta aumentó, y en la vejez hay más discapacidad.

Agregó  que los países de donde vienen esos  potenciales turistas tienen cultura de disfrutar y nada los limita, entonces se hace necesario invertir  en turismo accesible.

En ese sentido el encargado de Accesibilidad del CONADIS, Robert Almonte, señaló que el  turismo accesible es una vía de riqueza, que lo  más importante es que una persona con discapacidad, siempre anda acompañada, casi siempre por varias personas,  lo cual representa  ganancia para el país.

“cuando nos referimos a Turismo Accesible, estamos hablando de una cadena  de varios tipos de  accesibilidad, a saber,  física que es arquitectónica y de entorno, de comunicación, facilidad en el transporte, tenemos muchas opciones que se pueden hacer y no son tan costosas es simplemente planificar antes” expresó Almonte.

Al mismo tiempo, Magino Corporán Lorenzo, director de la entidad rectora de políticas para las personas con discapacidad,  citó su experiencia en la playa de Najayo, donde una alianza público-privada, el CONADIS con un negocio pequeño, avanzaron hacia la accesibilidad y construyeron rampas para facilitar el acceso de personas con necesidades especiales al popular balneario marino.

“Entonces eso es lo que queremos decirle al sector Turismo que nosotros ofrecemos esa asesoría gratuita para que suceda y que suceda a bajo costo” aseguró Corporán.

Manifestó que “la ventaja que nosotros tenemos es que estamos construyendo,  por eso esta mirada hacia el sur, hacia miches, los sitios donde está comenzando la construcción, por eso es que debemos darnos rápido para que los inversionistas descubran esto a tiempo y los ayudemos  sin poner trabas. Nosotros como gobierno hagamos nuestra parte orientando bien y a tiempo para que se construya felicidad y haya una verdadera inclusión”, reflexionó el director.

Adelantó que en el 2015 en  República Dominicana  se hará  la primera conferencia de Desarrollo Inclusivo, coordinada por el CONADIS  con el apoyo del Gobierno Central.

Ambos profesionales ofrecieron sus declaraciones en el contexto del Festival del Café, celebrado en Polo, Barahona del 12 al 14 de septiembre del año que transcurre.

Fuente: El Nuevo Diario


A proposta é chamar a atenção para as dificuldades das calçadas portuguesas e passar a criar pisos alternativos, com segurança e confortoA proposta é chamar a atenção para as dificuldades das calçadas portuguesas e passar a criar pisos alternativos, com segurança e conforto

Os vereadores dos Direitos Sociais e das Obras da Câmara de Lisboa e alguns munícipes experimentaram hoje as dificuldades de quem anda de cadeira de rodas, no âmbito de uma ação de sensibilização para os perigos da calçada.

A iniciativa, intitulada “Piso (Con)vida” foi organizada por várias associações como os (d)Eficientes Indignados, a Associação Portuguesa de Deficientes , a Associação dos Deficientes das Forças Armadas, pelo blogue Lisboa (in)Acessível e por vários cidadãos, no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade.

O vereador João Afonso, dos Direitos Sociais, foi o primeiro a aceitar o desafio.

“Nunca pensei que fosse tão difícil”, admitiu o autarca, referindo que as principais dificuldades foram os ressaltos encontrados quando se sai e entra no passeio e as inclinações da via e do passeio.

A ação decorreu na esquina da Avenida Elias Garcia, com a Avenida 5 de Outubro, numa zona onde há cerca de um ano a câmara implementou um piso com blocos de cimento, um piso tátil para invisuais (indica a direção) e um piso tátil picotado (sinaliza a aproximação à passadeira).

O autarca com o pelouro das Obras, Jorge Máximo, reconheceu, por seu turno, que “apenas a ausência de duas pedras da calçada era o suficiente” para cair.

Miguel Teixeira, José Cruz e Filipa Marques iam a passar quando lhes propuseram que experimentassem andar de cadeira de rodas.

“Isto é perigosíssimo”, salientou Miguel após as primeiras voltas de cadeira de rodas.

Já José afirmou que “controlar a máquina foi mais complicado do que pensava”. Sendo pai, o jovem também já se tinha confrontado com dificuldades na calçada quando anda com o carrinho de bebé.

Filipa disse que na calçada, em comparação com o piso de cimento, a cadeira “treme mais” e sente-se mais as “irregularidades do piso”.

Estas dificuldades são sentidas diariamente por Diogo Martins, do movimento (d)Eficientes Indignados.

O responsável referiu ainda que a calçada portuguesa provoca “um desagaste acentuado” nas cadeiras, e agrava as “doenças relacionadas com a parte muscular, devido ao esforço que têm de fazer”.

O coordenador do Plano de Acessibilidade Pedonal da Câmara de Lisboa, Pedro Homem Gouveia, indicou que das ações previstas para o primeiro ano, a autarquia já está a avançar com 43.

Segundo o autor do documento, a câmara está ainda “a definir quais são os pisos alternativos [à calçada] para ir havendo uma substituição progressiva nas zonas onde ela é mais necessária”.

Mas para isso, defendeu que as entidades privadas, como as operadoras de subsolo, devem participar no financiamento.

Os pisos alternativos, semelhantes àquele existem na 5 de Outubro, já estão a ser colocados na Avenida de Roma (entre o Areeiro e Alvalade), e nas freguesias de Penha de França e Benfica, apontou o vereador João Afonso.

Deverá seguir-se a Avenida da República, com uma empreitada entre Entrecampos e o Marquês de Pombal, mas apenas num lado da avenida, custeada pelo Orçamento Participativo deste ano.

Fonte: Jornal i


Basil Hoffman de cadeira de rodas e Emily Mortimer protagonizam o curta de Paolo SorrentinoBasil Hoffman de cadeira de rodas e Emily Mortimer protagonizam o curta de Paolo Sorrentino

Mexeu com o Cristo Redentor, mexeu com a Igreja Católica. Desde 1989, quando encrencaram com o Cristo Mendigo de “Ratos e urubus, larguem a minha fantasia”, célebre enredo da Beija-Flor, a utilização da imagem do Filho do Homem, que fica lá no alto do Corcovado, no Rio de Janeiro, precisa ter a aprovação da Arquidiocese local, que cisma com qualquer coisa que considere ofensiva à religião.

E este foi o caso de uma das dez curtas histórias que compõem o filme “Rio, eu te amo”, que estreia nesta quinta-feira em todo o país. No episódio “Inútil paisagem”, de José Padilha, o personagem de Wagner Moura solta o verbo contra o Cristo, que fica no alto do morro, de braços abertos, distante das mazelas vividas pelos reles mortais. A Igreja viu e não gostou da descompostura e chegou a proibir a aparição da estátua no filme, mas, depois de negociações, voltou atrás.

O filme, porém, vai além da polêmica recente. Ele é o terceiro capítulo da franquia cinematográfica “Cidades do amor”, que retratou anteriormente Nova York e Paris, e que terá na sequência a chinesa Xangai. A ideia de se fazer uma produção tendo a capital fluminense como cenário surgiu em 2006 e, desde então, consumiu cerca de US$ 20 milhões para sua execução. Dez diretores, no total, toparam o desafio de criar pequenas histórias, que vão do romance ao drama, em diversos locais da cidade, num exercício de logística que envolvia desenvolver o roteiro e contratar os atores escolhidos por cada um, arrumando espaço na agenda de todo esse povo para realizar o projeto – eram dois dias de gravações e sete de edição, numa verdadeira tour de force. Além disso, houve o esforço para que cada episódio não parecesse uma história isolada, sem ligação com as outras. A tarefa ficou a conta de Vicente Amorim, com Cláudia Abreu interpretando a personagem que aparece entre os episódios na tentativa de unificar “Rio, eu te amo”.

Cenas de filme

A prova de que “Rio, eu te amo” não é apenas um cartão-postal açucarado na tela grande deve ficar por conta do capítulo do diretor mexicano Guillermo Arriaga. A partir da história real de um talentoso jogador de futebol da sua infância, que precisou amputar uma perna após acidentar-se, ele cria a trama do ex-lutador de boxe que perdeu um dos braços em um acidente e vê a mulher ficar presa em uma cadeira de rodas. Sentindo-se culpado, ele começa a participar de lutas clandestinas no Rio de Janeiro a fim de juntar o montante necessário para a operação que pode fazer sua companheira voltar a andar.

Com liberdade para criar a trama que imaginavam, os diretores – entre brasileiros e estrangeiros – escolheram vários pontos do Rio para suas histórias. José Padilha elegeu a Pedra Bonita para a já citada história com Wagner Moura; em “Quando não há mais amor”, do norte-americano John Turturro, um casal descobre que o casamento foi para o vinagre ao visitar a Ilha de Paquetá e resolve terminar a união em grande estilo; em “O vampiro do Rio”, do sul-coreano Im Sang-Soo, um garçom morador do Vidigal se apaixona pela vizinha, uma mulher que se prostitui para sustentar os filhos; Copacabana é o cenário do escultor de mulheres na areia que resolve criar uma obra original ao se deparar com uma belíssima jovem no famoso calçadão do bairro, em uma criação de Fernando Meirelles e Cesar Charlone.

Andrucha Waddington se aproveita do talento da sogra, Fernanda Montenegro, para contar a história da mulher que é encontrada morando na rua pelo neto. Segundo ele, seu episódio é baseado em uma história real de um morador em situação de rua que vivia no Leblon. Em “O milagre”, da libanesa Nadine Labaki”, um casal de atores (ela e Harvey Keitel, o eterno Mr. Wolf de “Pulp Fiction”) que foi à cidade gravar um filme sobre religião e futebol se depara com uma criança que acredita receber telefonemas de Jesus Cristo.

Outros diretores que participam do longa são Paolo Sorrentino, Carlos Saldanha e Stephan Elliot. Entre os atores, além de Wagner Moura, Harvey Keitel, Cláudia Abreu e Fernanda Montenegro, também entram Rodrigo Santoro, Vincent Cassel, Vanessa Paradis, Jason Isaac, Tonico Pereira e mais grande elenco.

Fonte: Tribuna de Minas

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 27/09/2014

Saiba o que é a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)


O cientista Stephen Hawking recebeu o diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica em 1964 aos 21 anos e, aos 72, continua vivo e produtivoO cientista Stephen Hawking recebeu o diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica em 1964 aos 21 anos e, aos 72, continua vivo e produtivo

A Esclerose Lateral  Amiotrófica (ELA) é uma doença degenerativa do sistema nervoso, que leva a uma progressiva paralisia motora, uma condição irreversível e limitante, segundo a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (ABrELA).

A ELA é provocada pela degeneração progressiva no primeiro neurônio motor superior no cérebro e no segundo neurônio motor inferior na medula espinhal. Com a incapacidade de transmitir impulsos nervosos surge a doença.

Considerada rara, há registo cerca de um caso da doença para 100 mil pessoas por ano. Segundo a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (ABrELA), o sexo masculino é mais comprometido que o feminino em uma proporção de dois casos em homens a cada um caso para mulheres. Brancos são mais afetados do que os negros, e a idade média de início é aos 57 anos (no sexo masculino a doença costuma ser mais precoce). De 4% a 6% dos casos afetados são de pessoas com menos de 40 anos.

A doença ganhou repercussão internacional após famosos como Mark Zuckerberg, Bill Gates, Cristiano Ronaldo, Justin Timberlake, entre outros publicarem vídeos em que derrubavam um balde de gelo sobre suas cabeças. A campanha é uma iniciativa da ALS Association e, segundo comunicado no site da instituição, já arrecadou US$ 31, 5 milhões no período de 29 de julho a 20 de agosto.

O termo explicado:

Segundo a AbrELA, esclerose é um termo genérico que significa endurecimento e cicatrização. “Esclerose lateral refere-se ao endurecimento da porção lateral da medula espinhal decorrente da morte dos neurônios motores superiores”, explicam. Amiotrófica refere-se à fraqueza dos músculos que se tornam atróficos devido à morte dos neurônios motores inferiores.

Funções preservadas:

As capacidades mentais e psíquicas permanecem, frequentemente, inalteradas. A ELA não afeta as funções corticais superiores como a inteligência, juízo, memória e os órgãos dos sentidos. As funções sexuais, urinárias e fecais também não são afetadas. Além disso, as funções dos músculos que movem os olhos não sofrem alterações.

De acordo com a associação, em geral, as funções autonômicas permanecem intactas. Estas incluem: função cardíaca, digestão, micção, defecação, manutenção de pressão sanguínea e temperatura. Os sentidos, incluindo-se tato, audição, visão e olfato, permanecem intactos.

Expectativa de vida e sintomas:

A patologia não tem cura e a média de sobrevivência após o início dos sintomas é de três a cinco anos. Entre os possíveis sintomas estão dificuldades para respirar e falar, rigidez nas articulações, cãibras, atrofia muscular.

Mas há pessoas que vivem mais tempo, como o famoso cientista Stephen Hawking, que recebeu o diagnóstico em 1964 aos 21 anos e, aos 72, continua vivo e produtivo.

A dor afeta cerca de 45% a 65% dos pacientes com a esclerose lateral amiotrófica, causada por cãibra muscular, espasticidade, rigidez nas articulações, cólicas abdominais. A fisioterapia pode auxiliar esses sintomas e é utilizada para prevenir contraturas musculares e manter a mobilidade das articulações.

Fonte: EBC

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 26/09/2014

Handicap accessible park in need of repairs


Camden Playground. was a first-of-its-kind handicap-accessible play area that parks across the country have imitated.Camden Playground. was a first-of-its-kind handicap-accessible play area that parks across the country have imitated.

JANESVILLE, Wis. – A Janesville playground that has inspired more than 100 other play places across the country is in desperate need of repairs.

Since it first opened in 1993, at least 1.3 million people have visited Camden Playground. At the time, it was a first-of-its-kind handicap-accessible play area that parks across the country have imitated.

The whole idea revolves around Janesville resident Camden Knutson. A little over 20 years ago, Camden’s mother, Sara, said she and her husband were hard-pressed to find a playground where their child with special needs could fit in

“He didn’t have anything to play on,” Knutson said. “Nothing but real tall slides to go on, no swings to actually grab on to hold and balance himself.”

Knutson’s husband, along with park co-founder Sherry Kuelz, decided to build a playground themselves by raising money and recruiting volunteers. In May of 1993, Camden Playground opened.

“So he could feel normal,” Knutson said. “So disabled children could have some normalcies on the playground. So they could feel alive.”

The park was designed with an eye for children with special needs. The walkways are wider, and the swings are more accessible for kids like Camden, and everyone else, too.

“It equals out the community,” Knutson said. “It makes disabled children and normal children come together as one, and it makes the community come together as one.”

“Before this playground, they were only 40 percent accessible, and after this playground, they were 80 to 100 percent accessible,” said Sherry Kuelz, co-founder of the Camden Foundation.

More than two decades later, Camden Park is in need of serious repairs.

“All playgrounds will deteriorate, and this one is starting to deteriorate,” Kuelz said. “It also needs to be brought up to current standards for safety, and so we need to rebuild.”

Knutson and her family need to raise $350,000 to update the park and its play equipment. The goal is to keep Camden Playground open for all types of children, and for generations to come.

“No matter what your disability is, we’re all normal,” Knutson said. “We all want to enjoy the same things out of life that everyone else has.”

The city of Janesville has agreed to donate $70,000 to the Camden Foundation to help with repairs if the organization can raise $30,000 by 2015. They’re well on their way, with more than $15,000 raised so far.

If you would like to donate, an account has been set up at Johnson Bank in Janesville. You can also make a donation at any Johnson Bank in the state, as long as you specify that it is for the Camden Foundation.

Source: Channel 3000


Danieli Haloten que é cega, disse que não deixaram nem tocar no castelo da Cinderela para pode ‘ver com as mãos’Danieli Haloten que é cega, disse que não deixaram nem tocar no castelo da Cinderela para pode ‘ver com as mãos’

Danieli Haloten sempre aproveitou a projeção que recebeu por causa da novela das 19h “Caras & bocas”, exibida originalmente em 2009 e reprisada recentemente na faixa Vale a Pena Ver de Novo, para chamar a atenção para a causa dos deficientes visuais.

Desde que saiu do ar, a curitibana, de 34 anos, ministra palestras de motivação e inclusão, lançou o livro “Uma viagem no escuro”, sobre os percalços de uma viagem de intercâmbio ao Canadá, e encenou duas peças: “A farsa do bom marido” e um stand-up comedy, “Danieli Haloten nua e crua”, em que conta situações de seu cotidiano. Se quisesse reeditar a peça, não lhe faltaria repertório. Danieli conta que ficou decepcionada numa viagem recente à Disney.

- Fico chateada quando viajo e não posso tocar nas coisas. Tentei aproveitar e aproveitei o que pude. Mas é um parque essencialmente visual, então, quem não enxerga perde muita coisa. Não me deixaram nem tocar no castelo da Cinderela pra eu ver como era – relata ela.

- Acho que os parques, museus e atrações devem fazer exceção aos deficientes visuais, para que eles possam tocar nas coisas e aproveitar tal qual as pessoas que enxergam. Uma vez, por exemplo, fui a uma exposição de Barbies, e o expositor ergueu todos os vidros para que eu pudesse ver as bonecas com as mãos. E olha que eram muitas. Amei.

Para a atriz, as pessoas com deficiência deveriam ser retratadas nas campanhas publicitárias e ter uma representatividade maior na televisão, tanto no entretenimento quanto no jornalismo.

- Profissionais com deficiência deveriam ser contratados para trabalhar na frente e atrás das câmeras para aumentar a  conscientização do público e para ajudar a compor os personagens com deficiência e apurar melhor as notícias sobre o assunto. Ficaria muito feliz em ajudar os autores a compor personagens com deficiência visual, porque devemos ser representados.

Sem outras novelas no currículo, Danieli, que é formada em jornalismo e artes cênicas, diz que nunca deixou de ser abordada por causa da novela de Walcyr Carrasco.

- Adoro trabalhar em televisão. Até vieram convites, mas não foi possível aceitar na oportunidade. Há um mundo de possibilidades. Poderia trabalhar como atriz, jornalista ou roteirista. Tenho muitos projetos de programas de TV.

Na vida pessoal, Danieli diz estar solteira e feliz da vida por ter acabado de treinar seu terceiro cão guia.

- Estou animada com meu cão guia aposentado e minha nova cadela guia, da qual não devo falar o nome, por orientação dos treinadores, a fim de que as pessoas não chamem sua atenção enquanto ela está trabalhando. Ela é uma mistura de golden e labrador. É muito interessante ter minha atenção dividida entre os dois. Parece que eu tenho dois filhos, cada um com sua personalidade, mas ambos brigando pela minha atenção.

Fonte: Patrícia Kogut

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