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Una de las principales medidas adoptadas por Ciudad Rodrigo para la eliminación de barreras arquitectónicas para facilitar el turismoUna de las principales medidas adoptadas por Ciudad Rodrigo para la eliminación de barreras arquitectónicas para facilitar el turismo

Ciudad Rodrigo es una de las algo más de 30 ciudades candidatas a ser designada como el destino turístico más accesible de España dentro un concurso organizado por la empresa ThyssenKrupp Encasa a través de las redes sociales.

Según explica la compañía, durante el verano pusieron en marcha una primera iniciativa para buscar la playa más accesible de nuestro país. Tras la buena acogida del concurso, han decidido buscar el destino turístico “que más promueva la eliminación de barreras arquitectónicas para impulsar un turismo sin barreras”.

Respecto al proceso de selección de ciudades candidatas, todo aquel que lo deseó pudo hacer propuestas en los muros de ThyssenKrupp en redes sociales como Facebook, Twitter y Google+.

Posteriormente, la compañía “verificó” que los municipios propuestos cumplen con “un plan integral de accesibilidad” y que realizan acciones concretas en al menos uno de los siguientes tres ámbitos: edificación, transporte o urbanismo. Finalmente, se han seleccionado algo más de 30 ciudades, por las cuales se puede votar desde la jornada del lunes y hasta el domingo 26 de octubre en la página web www.destinoaccesible.es.

Junto a Ciudad Rodrigo, en la votación participan Cáceres –que lidera la clasificación-, Madrid, Barcelona, Valladolid, Alicante, Soria, Monforte de Lemos, Lugo, Córdoba, Ávila, Bilbao, Jerez de la Frontera, Ourense, Santiago de Compostela o Eibar. Por cierto, que si se pincha por Comunidades Autónomas, Ciudad Rodrigo está englobada… en Extremadura.

La ciudad que más apoyos reciba será designada como el destino turístico más accesible de España. La empresa ThyssenKrupp se acercará hasta el municipio ganador para entregar a su alcalde un trofeo que simbolizará “el reconocimiento otorgado por los fans, followers y usuarios al municipio en cuestión”.

Asimismo servirá para reconocer “el esfuerzo de su Consistorio por trabajar para que cualquier persona pueda disfrutar del patrimonio artístico de la ciudad y de las actividades de ocio y tiempo libre que propone”, según explica la compañía.

Fuente: Salamanca Al Día

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 20/10/2014

Ricardo Shimosakai, Especialista Em Turismo Acessível


O diretor e fundador da Turismo Adaptado fala da sua luta pela causa das pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção que não abrem mão de viajarO diretor e fundador da Turismo Adaptado fala da sua luta pela causa das pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção que não abrem mão de viajar

Esta matéria foi escrita pela equipe de redação do Grupo Trend para a revista Segue Viagem, 23º edição, de agosto/setembro de 2014, Ano 4, páginas 10 – 13.

Em 2001, o bacharel em Turismo Ricardo Shimosakai foi atingido por um tiro em um sequestro relâmpago que o deixou paraplégico. O incidente marcou sua vida para sempre, mas não diminuiu em nada a sua paixão por viajar. Para continuar suas aventuras, ele precisou vencer as barreiras de um mundo que não foi projetado para pessoas com deficiência.

Ricardo pesquisou muito, foi atrás de possibilidades e se tornou um especialista em turismo acessível. Com o conhecimento, ele passou a ser cada vez mais procurado por pessoas com histórias parecidas com a sua. Incentivado por elas e pelos amigos, ele criou, em 2004, a Turismo Adaptado (www.turismoadaptado.wordpress.com), dedicada a possibilitar o prazer de viajar para pessoas com deficiência.

O objetivo da Turismo Adaptado é pensar em serviços personalizados com foco não só em acessibilidade, mas também em garantir conforto e preços competitivos no mercado. Como uma empresa especializada no mercado de turismo acessível, a Turismo Adaptado elabora propostas em prol da inclusão de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida nas atividades de lazer e turismo, um benefício que contempla toda a comunidade.

O profissional, que também atua como palestrante, conta que a procura por empreendimentos interessados em adaptar seus serviços está cada vez maior, mas longe de ser a ideal. O trabalho no mercado de Turismo é um desafio diário para ele, já que o setor ainda está engatinhando quando o assunto é acessibilidade.

A Segue Viagem bateu um papo com Ricardo Shimosakai para saber qual é a situação dos turistas com deficiência no Brasil e o que precisa ser feito para que o mercado esteja em sintonia com as propostas de acessibilidade para todos.

O tradicional ônibus Londrino oferece acessibilidade para cadeirantes, com rampas automáticas e 100% da frota acessível.O tradicional ônibus Londrino oferece acessibilidade para cadeirantes, com rampas automáticas e 100% da frota acessível.

SV: O princípio básico do chamado turismo acessível é incluir a maior parte possível da população em atividades de turismo e lazer. A legislação brasileira exige, por exemplo, que hotéis devem reservar apartamentos adaptados e oferecer acessibilidade em todas as suas áreas. Isso realmente acontece?

A lei obriga que pelo menos 5% das unidades habitacionais estejam adaptadas para pessoas com deficiência, mas isso ainda não é uma realidade, principalmente porque não há uma fiscalização por parte das autoridades. Também não há uma orientação correta sobre as adaptações. Muitos hotéis anunciam que estão preparados para receber pessoas com deficiência, mas há falhas que dificultam a vida do hóspede. Uma das causas que defendo é a criação de uma certificação para orientar os clientes sobre os recursos de acessibilidade e inclusão que os estabelecimentos ou prestadores de serviços possuem. As pessoas têm diferentes tipos de deficiência, algumas necessitam mais de recursos de acessibilidade e outras menos. Uma simbologia mais completa e com certificação facilitaria para os dois lados.

SV: Quais são as principais queixas dos turistas com deficiência?

O banheiro de hotel costuma ser o espaço mais complicado, oferecendo problemas já na entrada. A ideia é que o banheiro seja um lugar privativo, mas as pessoas com deficiência muitas vezes precisam de ajuda até para poder circular lá dentro. O ideal é que os cômodos sejam adaptados tanto para cadeirantes quanto para deficientes auditivos, visuais e intelectuais, e para os últimos três tipos de deficiências as complicações são ainda maiores. Nesses casos, a acessibilidade é quase inexistente.

SV: Um dos objetivos do Programa Turismo Acessível, lançado em 2012 pelo Ministério do Turismo, foi incentivar a ampliação do número de unidades habitacionais acessíveis nas doze cidades-sede da Copa um Mundo e seus entornos. Como você avalia a oferta de serviços acessíveis durante o maior evento turístico brasileiro nos últimos anos?

Durante a Copa, não só na hotelaria, mas também em empresas de transporte, os serviços destinados às pessoas com deficiências existiam, mas eram preferenciais, e não exclusivos. Com a grande procura, a ocupação dos hotéis foi rapidamente preenchida pelo turista convencional, então não sobraram muitas alternativas para o turista com deficiência. Outro desafio das pessoas com deficiência na hora de viajar é a padronização dos serviços oferecidos. Nos hotéis há muitas categorias de quartos, com mais ou menos conforto, com preços proporcionais. O cliente com deficiência geralmente não tem opção de escolher o quarto mais barato ou mais confortável. Tem de se satisfazer com o quarto disponível, às vezes de uma só categoria.

Cânion Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR). Rapel acessível, contemplando as cataratas, umas das 7 maravilhas naturais do mundoCânion Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR). Rapel acessível, contemplando as cataratas, umas das 7 maravilhas naturais do mundo

SV: Mesmo considerando que o grande problema do turista com deficiência ainda é a insuficiente oferta de hospedagens, qual é o hotel brasileiro que melhor representa a proposta de um turismo para todos?

Hospedagem referência de acessibilidade no Brasil é o Villa Bella Hotel, em Gramado (RS), que possui campainha luminosa para surdos e cardápios em braile, além de outros recursos. Uma alternativa para consultar serviços disponíveis para pessoas com deficiência é o Guia Turismo Acessível, no qual o usuário pode avaliar e consultar a acessibilidade de pontos turísticos, hotéis, restaurantes, parques e atrações – uma espécie de TripAdvisor. O site colaborativo é mantido pelo Governo Federal no seguinte endereço: http://www.turismoacessivel.gov.br.

Fonte: Revista Segue Viagem


Os atletas paraolímpicos Terezinha Guilhermina (cega) e Guilherme Santana (guia) são os protagonistas do curta metragem ‘A valsa do pódio’Os atletas paraolímpicos Terezinha Guilhermina (cega) e Guilherme Santana (guia) são os protagonistas do curta metragem ‘A valsa do pódio’

A atleta paralímpica Terezinha Guilhermina e seu guia, o corredor Guilherme Santana, construíram juntos uma trajetória repleta de vitórias para o atletismo brasileiro. Uma das mais representativas aconteceu na última edição dos Jogos Paralímpicos, em Londres, 2012. Na ocasião, a dupla trouxe dois ouros para o Brasil – mas não sem um imprevisto no caminho: a queda inesperada durante a corrida da prova de 400m, cena que se tornaria uma das mais marcantes na história do evento.

É a partir desse episódio específico que o documentário A Valsa Do Pódio se desenvolve. Dirigido pelo araraquarense Daniel Hanai e por Bruno Carneiro, de São Paulo, a produção é uma das contempladas na edição 2012/2013 do projeto Memória do Esporte Olímpico Brasileiro, realizado pelo Instituto de Políticas Relacionais e patrocinado pela ESPN Brasil e Petrobrás e que seleciona anualmente oito projetos audiovisuais que abordem a temática memória olímpica e comuniquem ao público a riqueza desse universo.

Passando longe do tom piegas que histórias de superação podem possuir, os diretores optaram por abordar a deficiência de Terezinha de forma leve – e assim, destacar a parceria entre ela e Guilherme, reforçando a grande sintonia entre eles e o esforço pessoal de ambos, que faz toda a diferença na busca pelo sucesso.

Foi esse entrosamento que lhes deu “fôlego” suficiente para driblar as adversidades e conseguir as duas medalhas de ouro em Londres. O documentário possui esse título graças à dança realizada por eles no pódio ao receberem um dos prêmios dos Jogos de 2012 – gesto que também ganhou espaço no imaginário do público e demonstrou toda a alegria de estarem naquela posição.

Além do evento em si, A Valsa do Pódio também mostra de modo bastante próximo e com humor outros elementos importantes na vida de Terezinha. Sua família, sua história no esporte e também seus rituais de preparação – compondo um retrato completo da velocista paralímpica de carreira mais proveitosa na história de nosso país.

Fonte: Sim News

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 18/10/2014

Exposição Cidade Acessível permite vivenciar experiências inéditas


Exposição Cidade Acessível é uma excelente oportunidade para mostrar o que pode ser feito para transformar a cidade em um local acessívelExposição Cidade Acessível é uma excelente oportunidade para mostrar o que pode ser feito para transformar a cidade em um local acessível

De 22 de outubro a 21 de dezembro, a Casa da Ciência da UFRJ receberá a exposição Cidade Acessível, que convida o público a refletir sobre acessibilidade, inclusão e a cidade ideal para garantir os direitos e a autonomia de todos os cidadãos.

Com o Rio de Janeiro se preparando para receber as Olimpíadas e as Paraolimpíadas em 2016, esta é uma excelente oportunidade para mostrar o que pode ser feito para transformar a cidade em um local acessível.

Em um espaço interativo e informativo, os visitantes poderão vivenciar situações cotidianas fazendo com que se coloquem, na prática, no lugar do outro, desenvolvendo uma experiência inédita, a partir do caminhar, do cheirar, do tocar, do ver, ouvir e sentir.

Será possível andar pela Cidade Acessível com venda nos olhos, abafadores de som, cadeiras de rodas, com pesos adicionais nos braços e pernas, entre outros desafios que nos aproximam dos vivenciados por cegos, surdos, cadeirantes ou idosos. Além disso, os visitantes também poderão conferir tecnologias como o DosVox, que já estão disponíveis para dar acesso à internet a cegos, ou videoguias em LIBRAS para surdos. Também poderão assistir a depoimentos significativos especialmente filmados para a exposição e participar de debates em mesas-redondas programadas paralelamente.

Com realização da Folguedo, co-realização da Casa da Ciência e patrocínio da Unimed, a proposta é instigar a interpretação imaginativa, sensorial e reflexiva nas diversas possibilidades de leituras que a exposição oferece e, com isso, entender as barreiras à que muitos cidadãos estão expostos numa cidade sem a acessibilidade adequada, que impede o exercício de uma cidadania plena.

Exposição Cidade Acessível
ENTRADA FRANCA
Local: Casa da Ciência da UFRJ – Rua Lauro Muller, 3 – Botafogo – Tel: 2542.7494
Visitação:
Terça a Sexta das 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados das 10h às 20h

http://www.exposicaocidadeacessivel.com.br/

Fonte: aib news

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 17/10/2014

Firms sign up to tourism programme for guests with extra needs


A linha turismo Recife-Olinda Tour terá áudio-descrição para pessoas com deficiência visualA linha turismo Recife-Olinda Tour terá audiodescrição para pessoas com deficiência visual

A Copa do Mundo impulsionou o crescimento do turismo no Brasil. Os ônibus “linha turismo”, opção prática e interessante de explorar um destino, registram aumento da demanda e, com isso, ampliam roteiros e aprimoram serviços. Os destaques estão nas capitais que sediaram os jogos do Mundial de futebol.

Em Porto Alegre (RS), o fluxo de passageiros aumentou 98,5% em agosto, se comparado ao mesmo mês do ano passado: passou de 3.512 para 6.973 usuários. Com os números em alta, a linha turismo da cidade ganhou dois novos atrativos: o Centro Cultural Usina do Gasômetro, às margens do lago Guaíba, e a praça Otávio Rocha, no coração da capital gaúcha, recentemente revitalizada e equipada com um bistrô, de acordo com a secretaria municipal de Turismo.

Há menos de dois meses, Guilherme Stedefelt (40), visitante assíduo da cidade, fez o passeio de ônibus acompanhado por um colega do Rio de Janeiro. “Esse tipo de serviço é um auxílio para quem quer explorar o destino. Apesar de ir a Porto Alegre várias vezes ao ano, pude conhecer lugares que até então eram novidades pra mim”, conta. Ele tem o costume de frequentar esse tipo de atração também em outros locais, como Curitiba (PR).

A capital paranaense foi outra cidade que registrou aumento de passageiros nas linhas turísticas. “Um crescimento de 34%. Em agosto foram 49.883 embarques, contra 37.217 no mesmo período do ano passado”, garantiu Marcelo Uemura, técnico do departamento de estatística da secretaria de Turismo de Curitiba.

No caso de Salvador, visitantes que embarcam no ônibus de turismo agora podem conhecer o estádio Arena Fonte Nova em uma parada recém incluída no roteiro. O turista pode passear por diferentes setores do estádio, do gramado aos vestiários, e também apreciar uma vista de 360 graus da cidade, em um mirante do estádio. A rota do ônibus tem 13 pontos de parada e visitação espalhados pela capital baiana.

O estado de Pernambuco deve inaugurar um serviço diferenciado até o final do ano. De acordo com a secretaria estadual de Turismo, será a única linha do País com audiodescrição para pessoas com deficiência visual. O circuito deve partir do Parque Dona Lindu e ter a Igreja do Carmo, em Olinda, como destino final. O passeio terá 24 paradas nos principais pontos turísticos das duas cidades, com duração total prevista de duas horas e meia.

Segundo o diretor do Departamento de Produtos e Destinos do Ministério do Turismo, Wilken Souto, as novidades sugerem um novo movimento no setor. “O mercado tem registrado crescimento em todos os setores e vem absorvendo as mudanças necessárias, que contribuem diretamente para a economia turística. As empresas de turismo têm buscado não só atrair novos visitantes, criando outros ativos e atributos após o período do Mundial, mas também fidelizar quem já conhece o destino. Mais de 95% dos estrangeiros manifestaram intenção de retornar ao país após a Copa, e já se trabalha para trazê-los de volta”, afirma.

Fonte: Ministério do Turismo

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 16/10/2014

Córdoba, una odisea para algunos turistas com discapacidad


‘Es imposible avanzar por estas calles sin la ayuda de un acompañante’, dijo uma turista com discapacidad‘Es imposible avanzar por estas calles sin la ayuda de un acompañante’, dijo uma turista com discapacidad

El desafío está planteado desde hace un par de décadas: contribuir a la construcción de una ciudad inclusiva que valore la diversidad humana como elemento constitutivo de una sociedad plural y democrática.

El reto implica desde la incorporación de principios arquitectónicos a la hora de hacer obras que permitan a las personas con discapacidad interactuar sin dificultades con el entorno, hasta la superación de barreras sociales y culturales.

Si bien, en líneas generales, se observan algunos avances en la promoción de la accesibilidad, en lo que respecta al turismo las asignaturas pendientes siguen siendo numerosas. Esto pese a que Córdoba ha logrado definir un producto con perfil propio y mejoró sensiblemente en materia de servicios e infraestructura receptiva.

Vamos a andar (si podemos)

Hernán Figueroa e Inés Urioste, ambos con discapacidad motriz, comprobaron en carne propia que para quienes están obli­gados a movilizarse en silla de ruedas, recorrer los circuitos turísticos que la Capital les ofrece a sus visitas resulta una verdadera odisea.

Se juntaron en Independencia 30 (recova del Cabildo) donde la Dirección Municipal de Turismo tiene su principal oficina de información; no pudieron ingresar porque se toparon en el pórtico con un escalón como barrera física insuperable.

Con los folletos en la mano, antes de echarse a rodar, descartaron del giro por el casco histórico, al edificio monumental del punto de partida. Lo hicieron por un par de razones sencillas: el acceso principal presenta una grada de tres peldaños altos y las salas de exposiciones se ubican en la planta alta de ese símbolo de la arquitectura colonial española.

La primera opción elegida para conocer, entonces, fue la Catedral.

Les aconsejaron contemplar en el interior del templo matriz de la ciudad su altar mayor, realizado en plata repujada procedente del Alto Perú. También, las pinturas de Emilio Caraffa, Carlos Camilloni y Manuel Cardeñosa, entre otras expresiones del arte local. Sin embargo, tuvieron que conformarse con la escultura del Cristo Redentor en la cima de la fachada (fundida en París) y el portal de hierro forjado en el que se destacan las siluetas de San Pedro y San Pablo. Eso porque si bien sobre el lateral de 27 de Abril se construyó una rampa para llegar hasta la explanada de la iglesia de Nuestra Señora de la Asunción, la escalinata de ingreso les resultó infranqueable.

Pero la dificultad principal que encontraron para moverse en torno a la plaza San Martín y por el centro histórico de la Capital fue el adoquinado de calle Independencia, el pasaje Santa Catalina y alrededores.

“Es como andar sobre un lavarropas”, dijo Inés Urioste.

“Es imposible avanzar por estas calles sin la ayuda de un acompañante”, resumió, por su parte, Hernán Figueroa.

Esa razón los hizo desistir también de visitar el Archivo Provincial de la Memoria (pasaje Santa Catalina 66) y la iglesia que le da nombre a ese callejón empedrado, ubicada en la primera cuadra de Obispo Trejo, detrás de la Catedral.

Sí pudieron disfrutar algo de lo que ofrece la Manzana Jesuítica, aunque para cubrir los 200 metros desde el punto de inicio del trayecto hasta la plazoleta de la Facultad de Derecho de la Universidad Nacional de Córdoba (UNC) debieron sortear varios estorbos: veredas rotas, obras en la peatonal cercadas con vallas metálicas, escombros amontonados y sillas y mesas de bares invadiendo el espacio público, entre otros.

La Iglesia de la Compañía de Jesús ha sido acondicionada para los visitantes con dificultades motrices. Dispone de una rampa por calle Caseros y no hay desniveles que dificulten el acceso al templo ni el desplazamiento por su interior.

Lo mismo sucede en el Museo Histórico de la UNC, ubicado en la sede del antiguo Rectorado de la Casa de Trejo.

Un dato importante: este complejo de exposiciones dispone de baños accesibles para quienes usan sillas de rueda, infraestructura muy escasa en bares y lugares públicos del área turística central.

Un perfil parecido al descripto se observa a lo largo de la “me­dia milla cultural”, que va desde la Compañía de Jesús (en Vélez Sársfield y Caseros) hasta la zona del Museo Evita (Palacio Ferreyra), en Nueva Córdoba.

Sin obstáculos

La Iglesia de la Compañía de Jesús y el Museo Histórico de la UNC, ambos en la “Manzana de las Luces”, han sido ­acondicionados para los visitantes con dificultades motrices.

Para ver el vídeo ‘Problemas en el centro turístico de los discapacitados’, haga clic en la foto de abajo

Para ver el vídeo 'Problemas en el centro turístico de los discapacitados’, haga clic en la foto de abajo

Fuente: La Voz

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 16/10/2014

Seminário de Esportes Inclusivos, participativos e de lazer


Mostrar as oportunidades e os caminhos para se conseguir um turismo acessível será o objetivo da palestra de Ricardo ShimosakaiMostrar as oportunidades e os caminhos para se conseguir um turismo acessível será o objetivo da palestra de Ricardo Shimosakai

A participação de Pessoas com Deficiência (PcD) nas atividades esportivas vem ganhando espaço, principalmente na última década. Assim, o Seminário de esportes participativos e de lazer tem como finalidade fornecer subsídios práticos e teóricos que ampliem o universo de conhecimento dos envolvidos com a atuação junto às pessoas com deficiência. Para tanto, o evento aborda questões relacionadas ao esporte adaptado como ferramenta de inclusão numa abordagem pedagógica. Em 2014, o evento acontece simultaneamente com o IX CBAMA – Congresso Brasileiro de Atividade Motora Adaptada e tem como objetivo congregar profissionais de todas as regiões do Brasil, sendo um dos maiores acontecimentos acadêmicos na área ao nível nacional.  Realização: Sesc, SOBAMA e Unesp/Presidente Prudente.

As inscrições são válidas para o seminário inteiro – toda a programação. O interessado deve selecionar as atividades em que deseja participar.

Programação:

Intervenção
MULTIVERSO – Grupo Sensus
O público é convidado a entrar numa instalação e percorrer um trajeto conduzido pelos atores que, além de guiá-los, interpretam textos e os estimulam os diversos sentidos como tato, olfato e audição.
Dia 22, quarta, das 19h às 20h, no Sesc Thermas.
Retirada de senha no local 30 minutos antes da atividade. Vagas limitadas

Palestra de abertura
Lars Grael
A vida de um esportista é sempre marcada pelo desafio. Para Lars Grael não foi diferente. Além de ter todos os ingredientes que envolvem e marcam as carreiras vitoriosas dos grandes campeões olímpicos, um novo desafio foi imposto para ele: um acidente que quase lhe tirou a vida e o deixou sem uma perna. Sua fala abordará toda esta trajetória de superação bem como a sua volta nas competições de vela.
Dia 22, quarta, às 20h, na Área de Convivência do Sesc Thermas.

Fórum Municipal da Pessoa com Deficiência
Dia 23, das 8h as 12h no auditório da OAB Presidente Prudente.

Palestra
Turismo adaptado – Fazendo a diferença na busca pela igualdade
As possibilidades do turismo adaptado e como essa prática pode acontecer de maneira mais intensa e organizada no oeste paulista. Com Ricardo Shimosakai, Bacharel em Turismo pela Universidade Anhembi Morumbi/ Laureate International Universities e atua desde 2004 no segmento de Turismo Acessível.
Dia 23, quinta, das 9h às 10h30, no auditório da OAB Presidente Prudente.

A Inserção da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho
Dificuldades e perspectivas em relação à inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Com Sebastião Estevam dos Santos, Auditor Fiscal do Trabalho e Diretor de Comunicação do SINAIT – Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho.
Dia 23, quinta, das 10h30 às 12h00, no auditório da OAB Presidente Prudente.

Apresentação Esportiva – Tênis de mesa | com Luiz Henrique Medina
Luiz Henrique Medina, que já conquistou medalhas em diversas competições
nacionais e internacionais, superou diversas deficiências congênitas para se tornar um grande representante brasileiro na modalidade. O atleta faz uma apresentação interativa de tênis de mesa com o público participante.
Dias 23, quinta, das 8h às 9h, nas atividades do Fórum Municipal da Pessoa com Deficiência e das 16h30 as 17h30, no Boulevard da UNESP.

Minicurso
Lutas Adaptadas
Atividade teórico e prático com ênfase no boxe e jiu-jitsu brasileiro para cadeirantes, numa abordagem que possibilita a inclusão nas modalidades de lutas, passando pelo lazer até a competição.
Dias 23 e 24, quinta e sexta, das 8h às 10h30, no Ginásio da UNESP.

Minicurso
Esportes Inclusivos
Busca ampliar, de forma lúdica e participativa, o repertório de atividades, jogos e modalidades esportivas adaptadas para os diversos tipos de deficiência.
Dias 23 e 24, quinta e sexta, das 8h às 10h30, na Quadra Externa da UNESP.

Minicurso
Mergulho Autônomo Adaptado
O mergulho autônomo adaptado é uma prática esportiva que promove lazer e a descoberta de novas possibilidades para pessoas com deficiências severas. A atividade pode proporcionar noções básicas de como usar o equipamento de mergulho e momentos práticos na piscina.
Dias 23 e 24, quinta e sexta, das 14h às 16h30, no Parque Aquático do Sesc Thermas. É preciso estar de traje de banho adequado: sunga, maiô ou biquíni.

Minicurso
Tênis em Cadeira de Rodas
Atividade teórico e prático da modalidade paraolímpica, os participantes podem vivenciar o jogo e conhecer seus aspectos conceituais.
Dias 23 e 24, quinta e sexta, das 14h às 16h30, no Ginásio da UNESP.

Lançamento de Livro
Avaliação Motora em Educação Física Adaptada – 3ª Edição
Autores: José Irineu Gorla , José Luiz Rodrigues , Paulo Ferreira de Araujo
Dia 23, quinta, às 12h, na UNESP.

Palestra
Pesquisas em Avaliação no Esporte Adaptado
Panorama das pesquisas brasileiras em avaliação física na área da atividade motora adaptada. Com José Irineu Gorla, Professor Doutor da Faculdade de Educação Física da Unicamp/Campinas e Gerson dos Santos Leite, Professor Doutor da Faculdade de Educação Física da UNINOVE/São Paulo.
Dia 23, quinta, das 10h45 às 12h, na UNESP.

Palestra
Educação Física e Inclusão
Compreender os desafios da inclusão de alunos com deficiência nas aulas de Educação Física Escolar. Com Mey de Abreu Van Munster, Professora Doutora do Departamento de Educação Física e Motricidade Humana e Programa de Pós graduação em Educação Especial da Universidade Federal de São Carlos e Joslei Viana de Souza, Professora Doutora do Curso de Educação Física da Universidade Estadual de Santa Cruz /Ilhéus.
Dia 23, quinta, das 16h45 às 18h, na UNESP.

Assembleia da Associação Brasileira de Atividade Motora Adaptada- Sobama.
Dia 23, quinta, das 18h às 19h30. na UNESP.

Palestra
Valores no esporte
O intuito é debater sobre os principais valores transmitidos pelo esporte e suas relações com o esporte adaptado. Com Verena Junghahnel Pedrinelli, Professora Doutora do Curso de Educação Física da Universidade São Judas Tadeu/SP e Ruth Eugênia Cidade, Professora Doutora da Faculdade de Educação Física – Universidade Federal do Paraná/PR.
Dia 24, sexta, das 10h45 às 12h, na UNESP.

Palestra
Esportes Adaptados
Estrutura e organização brasileira dos esportes adaptados para as pessoas com deficiências. Com Maria Teresa Krahenbuhl Leitão, da Special Olympics e Ivaldo Brandão Vieira, vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro – DF.
Dia 24, sexta, das 16h45 às 18h, na UNESP.
Sessão Científica Filmes

Dia 24, sexta, das 18h às 19h, na UNESP.
Dança sobre Rodas
(Cia. de Dança Viviane Macedo | São Paulo | 20 min. | Livre)
Viviane Macedo é penta campeã Brasileira de Dança Esportiva de Cadeira de Rodas (2007/11), 20ª Colocada no Campeonato Mundial 2010 (Alemanha) e 26ª  Colocada no Campeonato Mundial de 2008 (Bielorrússia). Nesta apresentação, a Cia. apresenta ações bem intimistas nos ritmos rumba, passo double e samba.
Dia 24, sexta, às 19h, no Boulevard da UNESP.  

Palestra
Publicações em Educação Física e Educação Especial – SOBAMA
Qualificação das Revistas da SOBAMA no cenário nacional frente à avaliação Capes. SOBAMA – perspectivas para futuro. Com Eduardo Manzini, Professor Doutor da Faculdade de Educação da UNESP/Marília e Marli Nabeiro, Professora Doutora do Departamento de Educação Física UNESP/Bauru.
Dia 25, sábado, das 9h às 10h, na UNESP.

Sessão Científica – Pôster e encerramento
Dia 25, sábado, das 11h às 12h, na UNESP.

PARA SE INSCREVER CLIQUE AQUI.

Fonte: SESC


Blind student Rich Beardsley reads a Braille inscription on a marker describing the statue of Don Pedro Menendez de AvilesBlind student Rich Beardsley reads a Braille inscription on a marker describing the statue of Don Pedro Menendez de Aviles

Moving both hands swiftly over the raised white dots, Rich Beardsley, 12, a student at the Florida School for the Deaf and the Blind, read the braille words on the Pedro Menendez statue plaque. It was the first time he and other blind or visually-impaired visitors could experience the historic plaque in the Lightner Museum garden by touch.

Five of St. Augustine’s historic statues are now officially accessible to blind visitors because of the culmination of the TOUCH St. Augustine Braille Trail project unveiled Thursday.

The project embodies the association’s motto, “Art is not what you see, it’s what you inspire others to see.”

A Focus 450th legacy project two years in the making, the St. Augustine Art Association developed and installed bronze Braille markers at the Pedro Menendez; Juan Ponce de Leon; St. Augustine Foot Soldiers; Henry Flagler; and Father Pedro Camps and the Minorcans statues downtown.

TOUCH is an acronym for Tactile Orientation for Understanding Creativity and History.

“When I read the words I thought they were really neat. I liked the description they included. It’s really fun to be able to read it,” said Anna Albury, a blind FSDB student participating in the unveiling presentation.

A complimentary trolley ride on Ripley’s Red Train took supporters around to view the plaques and then concluded at a reception to celebrate the groundbreaking for the new TOUCH St. Augustine Art Garden at the association gallery on Marine St.

The plaques not only use braille letters to tell the history, but also include “tactile graphics,” which act as a visual map to describe how the statue actually looks.

The tactile graphics include descriptions, such as which way the statue faces, it’s height, color, action and other details. A raised pictorial representation of the statue also is emblazoned on the plaque.

The braille trail project was a large-scale undertaking with many community organizations and individuals contributing to its success. The unveiling was a means to thank its supporters, as well as show off the final product.

A new marker in front of the Lightner Building in St. Augustine gives a description of the statue in English and in Braille.A new marker in front of the Lightner Building in St. Augustine gives a description of the statue in English and in Braille.

said, “This will make art and history in St. Augustine accessible to so many in so many ways,” said Nancy Sikes-Kline, Vice-Mayor of St. Augustine. “This ties in so well with the 450th commemoration because we’ll be sharing our city with so many visitors and this is a new doorway through which to experience our historical architecture.”

Flagler university students Cody Kirchner and Madeline Krouse helped develop the artistic graphic descriptions as part of a Heritage and Tourism class project. Intern Elijah Tietjen helped develop the historical narratives.

Liesl Swogger, gallery assistant and graphic designer, was responsible for much of the design and research details necessary to creation of the plaques.

“The first time I saw a blind child reading this sign, I got tears in my eyes,” she said.

Art association board members and city officials were on hand for the official garden groundbreaking. This project, slated to open in Spring 2015, will be a gathering space that features sculptures, fountains, artwork to make it more accessible and welcoming to visually-impaired visitors.

Dr. Jeanne Prickett, president of FSDB, expressed her thanks on behalf of her students for “making sure our students get involved in art. This will enrich their lives forever.”

Elyse Brady, association administrator, credited a grant from the Community Foundation Crisp Ellert fund for helping make the braille project possible. Association President Diane Bradley said the matching grant challenge raised $100,000 in the past year, but fundraising for the remaining $100,000 needed to finish the project will continue into next year.

Funds also will go toward much needed renovations and beautification of the aging art gallery building.

“This has truly, truly been a labor of love,” Brady said.

The association also thanked plaque sponsor Beta Sigma Phi, Flagler College, Cathedral Basilica, Braille specialist Nancy Berger and the City of St. Augustine for their support.

Now celebrating its 90th year, the St. Augustine Art Association’s mission is to promote artistic excellence through education and art awareness and promote culture and history.

For information, go to touchstaugustine.com.

Source: The St Augustine Record

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 15/10/2014

Prefeitura licita obras de acessibilidade em pontos turísticos


O Palácio da Instrução é um dos setes estabelecimentos que passarão por adaptações de acessibilidadeO Palácio da Instrução é um dos setes estabelecimentos que passarão por adaptações de acessibilidade

A Prefeitura de Cuiabá vai executar obras de adequação para acessibilidade de turistas em pontos estratégicos, por meio de concessão à iniciativa privada. Sete estabelecimentos passarão por adaptações, com a implantação de rampas, elevadores e banheiros próprios para portadores de necessidades especiais (PNEs).

“Cada local vai receber um tipo de obra referente à sua necessidade. Queremos ampliar a estrutura dos pontos turísticos que recebem o maior número de visitas e é importante dar atenção aos PNEs, oferecendo qualidade maior em cada espaço para que eles se sintam a vontade para voltar sempre. Por exemplo, vamos construir um banheiro adaptado para cadeirantes no Parque Mãe Bonifácia”, afirma Marcus Fabrício, secretário municipal de Turismo.

O trabalho de adequação visa dar continuidade à obra de melhoria na infraestrutura prevista para a Copa do Mundo Fifa 2014, conforme autorização do Ministério do Turismo.

Os setes estabelecimentos que passarão por adaptações são: Centro Geodésico, Mercado do Porto, Museu da Imagem e do Som “Lázaro Papazian”; Museu da Caixa D’Água Velha, Museu do Rio “Hid Alfredo Scaff”, Palácio da Instrução e Parque Mãe Bonifácia.

As obras deverão custar em torno de R$ 1 milhão e os recursos são oriundos do Ministério do Turismo. A empresa vencedora deve começar as obras ainda neste ano.

Fonte: CenárioMT

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