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A 3D printing company shows how technology can be used to enhance the lives of blind people — in new, creative ways.A 3D printing company shows how technology can be used to enhance the lives of blind people — in new, creative ways.

3D printers have now become a common technological advancement that has assisted people medically on many levels — from 3D-printing organs to creating prosthetics and medical implants. Now, a company called Pirate3D has developed a 3D printer that can be used to assist people with eyesight problems.

Known as the Buccaneer, or the “World’s Friendliest 3D Printer,” the printer is being advertised as able to assist people who are visually impaired due to blindness or other disorders, like glaucoma. 3D printing is nothing new, but Buccaneer’s project and video “Touchable Memories” shows how technology can be used in creative ways to enhance the lives of those with blindness.

While blind people can see memories in their minds, it’s not quite the same as being able to look at a photograph to reminisce. “Memories for me as a blind person are almost like dreams,” one woman in the video says. “It’s like a gust of wind. It’s there and it’s gone, but you can have it forever.”

So how could we go about recreating memories for blind people? By taking old photographs — scenes from people’s childhoods — and designing them to be printed 3-dimensionally. In the video, you can see how the blind or visually impaired individuals are able to hold their memories in the palm of their hands, stroke every detail, and visualize the scene and memory in their mind’s eye. “Touchable Memories is a social experiment where we give technology an innovative application, testing it in an unexplored field and achieving incredible results, making people aware of the endless possibilities of using technology to make our lives better,” the Touchable Memories website states. “Because wonderful things can be achieved when technology is for all of us.”

For those cynics out there who see this as a clever advertising campaign, you’re probably right. But at the same time, you can derive some beauty and meaning from it, too. The end of the video concludes with a meaningful quote: “Technology is just a tool. People give it purpose.”

Fonte: Medical Daily

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 21/11/2014

Genny mobility: novo conceito de cadeira de rodas


A Genny Mobility tem versões esportivas, com rodas mais largas, que permitem andar em superfícies como areia, neve e terra com facilidadeA Genny Mobility tem versões esportivas, com rodas mais largas, que permitem andar em superfícies como areia, neve e terra com facilidade

No quesito mobilidade, o novo conceito de cadeira de rodas da Genny Mobility chama a atenção. Ao conhecer melhor a cadeira percebe-se que a intenção é ter uma cadeira nada parecida com as outras e com o máximo de mobilidade, tecnologia e ergonomia possível.

Qualquer pessoa que usa uma cadeira de rodas tradicional ou que tem contato com quem usa uma sabe perfeitamente as dificuldades de um cadeirante no cotidiano. Dentre as dificuldades a equipe da Genny lista algumas, como ter que constantemente olhar para o chão para evitar que as rodinhas fiquem presas em pequenos buracos ou rachaduras no pavimento; sempre ter as duas duas mãos ocupadas (e, às vezes, até suja por impulsionar a cadeira) pode ser muito frustrante, dentre outros.

Graças à tecnologia utilizada, esta cadeira possui um guia (“guidão” para os brasileiros e “guiador” para os portugueses) que permite utilização descomplicada das mãos, deixando-as finalmente livre. Assim, caminhar de mãos dadas, tomar sorvete, levar o cachorro para passear ou usar a sombrinha são tarefas fáceis mesmo usando uma cadeira de rodas.

Para avançar o cadeirante precisa simplesmente inclinar-se para a frente e para desacelerar e parar inclinar-se para trás, isso por causa da tecnologia de base de auto-equilíbrio da Segway PT ®. Além dos movimentos citados,  essa tecnologia garante rotação e movimento instantâneos sem a necessidade de cabos ou aceleradores.

A Genny possui duas rodas paralelas e inúmeros sensores eletrônicos, dos quais cinco são sensores giroscópicos, que permitem a sensação de liberdade e movimento da cadeira.

Além disso, essa cadeira pode andar em terrenos difíceis, como a praia, neve ou trilhas por um longo tempo e com um desempenho satisfatório. Derrubar as barreiras arquitetônicas de lugares com acessibilidade a desejar também é uma promessa dessa cadeira de rodas.

O encosto Tarta juntamente com a facilidade de mobilidade da Genny Mobility, adiciona mais conforto ao usuárioO encosto Tarta juntamente com a facilidade de mobilidade da Genny Mobility, adiciona mais conforto ao usuário

Ainda não falamos do que chama atenção de cara, o design, que é incomum.  Ela possui um encosto ergonômico estudado por especialistas em otimização postural, que é uma mistura de design atraente e arte. O encosto é Tarta ®  e tem infinitas aplicações nos mais diversos ramos e foi totalmente desenvolvido seguindo os princípios de design universal.

Com a sua abordagem modular, alguns componentes simples e altamente resistente, o Tarta ® é a resposta para tantas necessidades diferentes e específicas.

A idéia inicial por trás do sistema Tarta ® é melhorar a postura das pessoas com deficiência e atender às suas necessidades específicas. Ele lembra um tórax e é de alumínio adaptável é perfeito para os diferentes diâmetros corporais e movimentos que o cadeirante precisa realizar para impulsionar, desacelerar e girar a cadeira. Os componentes almofadados das costas têm superfícies respirável e lavável.

Fonte: reab.me

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 20/11/2014

Discapacitados tendrán mejor movilidad en el Centro Histórico


El Parque de Bolívar será una de las zonas más amigables para la movilidad de los discapacitados.El Parque de Bolívar será una de las zonas más amigables para la movilidad de los discapacitados.

La movilidad para los discapacitados siempre ha sido uno de los puntos de reclamo de esta población, quienes a veces se sienten impotente al no poder trasladarse con facilidad por algunos puntos de la ciudad.

Dentro del contrato adjudicado a Consorcio Vial de Cartagena por un monto de 10 mil 114 millones 269 mil 533 pesos, que comprende la ejecución de 34 obras en diferentes puntos de la ciudad, se incluyen obras para esta población en las plazas del corredor turístico del Centro Histórico.

En los próximos días se iniciará la intervención en la Plaza de la Aduana, Plaza Santo Domingo, Plaza San Pedro,  Plaza de Santa Teresa y Parque Bolívar; que comprenden  el corredor turístico.

La inversión estimada para esta obra es de 158 millones de pesos, que incluye la construcción de ramplas en puntos estratégicos de las plazas y con todas las especificaciones técnicas exigidas y su señalización grabada de silla para discapacitados.

TRES OBRAS MÁS

En el Centro además se adelantan otras tres intervenciones viales: en la vía de acceso al Centro Histórico por el Hotel Charleston Santa Teresa, en el callejón peatonal Araújo y la calle San Agustín y Chiquita.

SAN AGUSTÍN Y CHIQUITA

Los trabajos que se realizan en la calle San Agustín y Chiquita consisten en  la rehabilitación en concreto rígido de las zonas más críticas en todo el recorrido del tramo vial. La inversión es de 73 millones de pesos e incluye 187 metros cuadrados de pavimento.

Este proyecto contempla además la nivelación y reconstrucción de los registros públicos y domiciliarios ubicados  en la calle.

En la actualidad se ejecuta la demolición del pavimento en mal estado para la posterior fundición del nuevo pavimento, para ello fue necesario cerrar el tramo de vía para que los vehículos puedan desviarse de acuerdo al plan de manejo de tráfico aprobado por el Departamento Administrativo de Tránsito y Transporte (DATT).

CALLEJÓN ARAÚJO

Otro de los proyectos es el mejoramiento del callejón Araújo, ubicado entre los edificios Gedeón y Banco Popular, al que se le asignaron $88 millones, que incluye la reconstrucción de andenes, tapas de registros públicos e instalación de adoquines.

El diseño urbanístico será de similares especificaciones usadas en el tramo del Centro amurallado por Transcaribe, logrando unidad de ambiente urbano.

VÍA DE ACCESO AL CENTRO HISTÓRICO

La última intervención es el mantenimiento y rehabilitación de la vía de acceso al Centro Histórico frente al Hotel Charleston Santa Teresa con una inversión de $53.213..012 y el contratista responsable es Civiambiental Ltda.

En la mencionada vía se rehabilitan 198 metros cuadrados de pavimento rígido. En la actualidad  han sido reparadas más de tres losas y en los próximos días se continuará con la última fundición de concreto para continuar con la reconstrucción de los andenes y bordillos. Además se tiene contemplado la reposición de elementos constitutivos de las redes de servicios públicos.

Fuente: El Universal

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 20/11/2014

Pessoas com deficiência visual redescobrem Teresina


Participantes do projeto descem a escada sem corrimão que dá acesso ao palco do Teatro 04 de Setembro com ajuda de uma outra pessoaParticipantes do projeto descem a escada sem corrimão que dá acesso ao palco do Teatro 04 de Setembro com ajuda de uma outra pessoa

Um grupo de pessoas com deficiência visual participantes do Projeto Um Olhar para a Cidadania, na manhã desta terça-feira (09 de abril), na praça Pedro II em Teresina (PI), se propuseram a explorar a cidade, sua acessibilidade ou a falta dela. O que eles descobriram todo é o que qualquer pessoa que passa por ali já percebeu: Teresina não possui acessibilidade.

Buracos, piso irregular, degraus demais e muitos carros estacionados em locais inapropriados compõem o retrato do centro da cidade para quem anda a pé pelas suas praças e ruas. Tudo isso, para quem enxerga, é um obstáculo, mas para quem tem qualquer tipo de limitação, se transforma numa verdadeira armadilha, por vezes perigosa. “Investiu-se muito dinheiro na praça, mas deixaram-na sem acessibilidade para qualquer um que esteja passando por dificuldades, como idosos, cadeirantes ou mulheres com crianças”, afirmou Antenilton Marques da Silva, cego de nascença, que juntamente com outras dez pessoas com deficiência visual fizeram um passeio exploratório pela praça. “Todo obstáculo precisa ter base, a bengala não identifica tudo”, completou. Todos os alunos fazem parte do Projeto “Um Olhar para a Cidadania” que tem como objetivo potencializá-los a interagir com a sociedade, mostrando suas necessidades para mudar a realidade ao seu redor.

Marcos Barbosa – cego de nascença – com um celular posicionado na altura da testa faz fotografias dos colegas na aula passeio do Projeto Um Olhar para a Cidadania. “Quando usamos as tecnologias da informação e da comunicação como estratégia para o desenvolvimento das pessoas com deficiência visual, acreditamos que estas podem ser agentes de transformação da sua própria realidade.”. comenta Jessé Barbosa, coordenador do projeto Um Olhar para a Cidadania.

Por causa da falta de acessibilidade, um cego tem dificuldade em encontrar o orelhão na Praça Pedro II. Em muitos momentos só a bengala não foi suficiente para alertá-los dos perigos. Um guia que os acompanhava, os alertava. “São muitos problemas: buracos, obstáculos sem guia… Até mesmo uma árvore seca, com seus galhos salientes sem proteção, pode ferir gravemente um cego”, acrescentou Antenilton.

No passeio à praça foi possível também visitar o Teatro 04 de Setembro. Fazendo a exploração nas suas instalações a sensação foi a mesma: o local não possui também qualquer tipo de acessibilidade. “Sinto que a cidade não tem acessibilidade. É para quase ninguém andar”, afirmou Marcos Soares, que também é cego de nascença do grupo que registrou todo o passeio com seu celular, através de fotos que também ilustram essa matéria. “As pessoas, principalmente as autoridades, têm que entender que a acessibilidade é para todos: para o cadeirante, para uma mãe com um carrinho de bebê, um idoso ou alguém que está com uma impossibilidade física momentânea. As pessoas têm essa tendência de ignorar o diferente”, lamenta o estudante

Para as pessoas com deficiência visual que fizeram parte do passeio a falta de rampas na praça é o que de mais urgente deve ser modificado. Já o Teatro teria que ter diversas alterações, além das rampas, espaço para cadeiras de rodas e a possibilidade de um elevador para dar acesso aos outros andares.

Fonte: Um Olhar para a Cidadania

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 19/11/2014

Jamaica fam focuses on accommodating disabled travelers


A traveler in a wheelchair is escorted by a tour guide at the Riu Palace Jamaica in Montego BayA traveler in a wheelchair is escorted by a tour guide at the Riu Palace Jamaica in Montego Bay

Three weeks ago, eight retail agents representing three agencies in the U.S. and one in Canada participated in the first special-needs agent fam trip hosted by the Jamaica Tourist Board (JTB).

The group toured the island with JTB representatives, doing hotel site inspections with a careful eye on the levels of accessibility throughout the properties for clients with disabilities.

The idea for the fam trip was hatched a year or so ago by travel agent Denise Hangsleben of Travel Your Way in Belleville, Ill., who has made her mark as a certified destination wedding specialist and cruise specialist, primarily in the Caribbean region.

She attended a JTB webinar last year and asked the board to offer a fam trip for agents with disabilities.

Although she had booked clients with disabilities over the years, that market had not been her main focus until she herself began to use a wheelchair more than a year ago and she realized the need for an expert agent to assist with arrangements for travelers with special needs.

“Because my mother was visually impaired and almost completely blind by the time she passed and my father-in-law was hearing-impaired, I did have an idea of what their needs were,” Hangsleben said. “Had I not traveled a lot prior to the time I started using a wheelchair, I would not have felt comfortable traveling now.”

On this trip, the focus was on accessibility and infrastructure to accommodate travelers with disabilities.

Paul Pennicook, Jamaica’s director of tourism, said it is important to find ways to attract new niche markets.

“Like any other vacationers, persons with disabilities should be able to enjoy the full destination,” he said. “Our focus is twofold: the physical product must be retrofitted for these visitors, and our workers must be fully equipped to offer excellent service.”

Proper training will play a big part as Jamaica seeks to grow this niche, he said.

Overall, several of Jamaica’s hotels and resorts got high marks for accessibility and service.

“We felt that the Riu Palace Jamaica in Montego Bay was the most accessible; the Holiday Inn SunSpree was pretty easy to navigate in a wheelchair; and Coyaba Beach Resort & Club, also in Montego Bay, was very accommodating,” Hangsleben said. “The staff set up removable ramps for our wheelchairs and were very helpful and welcoming.”

The agents looked for drop-down bars next to toilets and drop-down chairs in guest bathroom showers, ramps, zero-entry pools with assist bars, accessible bathrooms at the pool and beach, ground-level restaurants, mirrors above the buffet offerings, wide doorways and wheelchair paths.

Accommodations for the agents were at the Iberostar Rose Hall Suites, and Hangsleben stayed several days after the trip ended at Secrets Wild Orchid, where she found the layout easy to navigate and the staff accommodating.

“I felt very positive about our experience,” she said. “Much education still is needed, but JTB and the resorts were open to our ideas and suggestions.”

Source: Travel Weekly


O ex-ministro dos Transportes Thierry Mariani passou-se por um cadeiranteO ex-ministro dos Transportes Thierry Mariani passou-se por um cadeirante

Um canal de TV francês vai lançar um programa no qual políticos famosos, irreconhecíveis graças a disfarces, vivem situações e dificuldades do cotidiano de cidadãos comuns.

O programa batizado até o momento de “Monsieur et Madame Tout-le-Monde” (senhor e senhora qualquer um, em tradução livre do francês) tem o objetivo de fazer com que os políticos sintam na pele problemas que eles conhecem, geralmente, apenas na teoria, segundo o canal D8.

O elenco reúne personalidades que ocuparam cargos de alto escalão no governo e em instituições políticas.

Perucas, barbas, óculos, maquiagem e roupas diferentes dos habituais ternos e gravatas ou tailleurs tornam essas personalidades dificilmente reconhecíveis.

No total, oito políticos participarão do programa, que será lançado entre janeiro e março do próximo ano.

O ex-ministro dos Transportes Thierry Mariani transforma-se, por exemplo, em um cadeirante que percorre as ruas de Paris e se confronta aos problemas de acessibilidade das pessoas com deficiência física.

“Inicialmente, me propuseram outros papéis, como o de mendigo e de motorista de táxi, mas preferi ser um cadeirante, porque, quando fui ministro, trabalhei em questões de acessibilidade”, disse Mariani, hoje deputado nacional, ao jornal Le Figaro.

O também ex-ministro dos Transportes Dominique Bussereau, que reforçou as regras do código de trânsito, faz um estágio para motoristas que perderam a carteira após uma série de infrações.

Bernard Accoyer, médico otorrino que presidiu o Parlamento francês (a Câmara dos Deputados) entre 2007 e 2012, interpreta o papel de um assistente no serviço de emergência de um hospital.

A senadora socialista Samia Ghali se transformará em uma secretária divorciada, mãe de dois filhos, que tenta encontrar uma moradia com seus baixos recursos financeiros.

O político Julien Dray, ex-porta-voz do partido socialista e um dos fundadores da ONG SOS Racismo, será um professor de colégio.

Polêmica
No entanto, logo após o anúncio do lançamento do programa, políticos criticaram a participação de seus colegas em um reality show.

“Se eles precisam se disfarçar para descobrir a vida real, é porque existe um problema. É uma perversão do debate político”, disse o ex-primeiro-ministro François Fillon.

“Os franceses veem com desprezo esses políticos atraídos pelas câmeras de TV”.

Segundo a socialista Cécile Duflot, ex-ministra da Habitação, é um “erro pensar que ser membro do governo faz com que os políticos fiquem desconectados da realidade”.

Em razão da polêmica, a ex-ministra do Interior e também da Defesa Michelle Alliot-Marie, que chegou a participar de testes para o programa no qual atuaria como uma agente da polícia municipal, desistiu.

“Não é um reality show, mas uma tentativa de aproximar essas pessoas da vida cotidiana. É uma forma de imersão política”, disse o produtor do programa, Olivier Hallé, ao jornal Le Parisien.

Por sua vez, o elenco defende sua participação.

Para Accoyer, ex-presidente do Parlamento, o programa permitiu ter ideias para melhorar os serviços de emergência dos hospitais na França.

O ex-ministro Mariani disse ter refletido bastante antes de aceitar o convite.

“Não é um reality show nem um programa de diversão. O objetivo é descobrir como vivem as pessoas em diferentes situações. Os políticos são acusados de não conhecer a vida das pessoas. Com esse programa, vivemos isso de perto”, declarou.

Já o ex-ministro Bussereau considerou esta uma “experiência enriquecedora”.

Fonte: G1

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 18/11/2014

World traveller isn’t confined by her wheelchair


Linda McGowan has collected various trinkets from her travels around the world, including Russian Matryoshka dolls and tikis from IndonesiaLinda McGowan has collected various trinkets from her travels around the world, including Russian Matryoshka dolls and tikis from Indonesia

It’s probably easier, and quicker, for Linda McGowan to talk about the countries she hasn’t visited.

The former Burnaby home care nurse who lives in New Westminster has travelled to 110 countries. She’s walked on the Great Wall of China, parasailed in Hawaii, climbed to Annapurna base camp in Nepal, flown in a hot air balloon in Australia, experienced sunrise on the Ganges River in Varanasi, India.

And McGowan has done it all while confined to a wheelchair.

Well, confined wouldn’t exactly be the best way to characterize the 66-year-old adventurer.

A few years after McGowan was diagnosed with Multiple Sclerosis in 1983, she realized the progressive nerve disease would soon cost her the ability to walk. So she booked a trip to Beijing to fulfill her lifelong dream to walk on China’s Great Wall. After she left the travel agent, she bought her first wheelchair.

McGowan had never travelled internationally before.

By the time she got to Beijing her mobility had further deteriorated. But with the help of a cane and a lot of determination, she did take a walk on the Great Wall’s ancient bricks.

The experience triggered a wanderlust that had been foretold in McGowan’s old high school yearbook, which declared her the most likely to travel the world.

“Once I’d travelled that first trip, I had the feeling I could do it again,” said McGowan.

In fact, McGowan’s averaged one or two major international excursions every year since. Often she travelled alone. But as her physical abilities deteriorated, she started bringing along a companion.

McGowan’s trips aren’t packaged tours with five-star accommodation and guides to manage her every waking moment. Sometimes she buys a plane ticket and figures the rest of her trip out when she reaches her destination. She stays in hostels. Lonely Planet’s travel guides are her bible.

McGowan said the key to seeing the world despite her physical limitations is overcoming the fear to ask for help.

“You have to be a little bit crazy, a little bit gutsy,” she said. “You have to not be vulnerable.”

She rolled around the British Isles with a sign on the back of her wheelchair that said “Any push is greatly appreciated.”

When she wanted to climb high up into the Himalayan mountains in Nepal, she found a guide who would carry her in a basket on his back. The locals were astonished; they’d seen plenty of sick and elderly people transported down the mountain paths that way, but they’d never seen someone carried up the mountain on a Sherpa’s back.

To get down the 110 concrete steps to reach the Ganges river at Veranasi, McGowan reached into the stash of local currency she always keeps in her pockets to hire some students who were hanging out on the steps to lift her to the riverbank.

A tip, a smile and sign language go a long way, said McGowan.

“You find a way to make it work,” she said.

Her next trip, in November, will take her to South Africa for the first time.

In the meantime, she’s releasing a self-published book about her travels in a wheelchair on Oct. 26.

McGowan said she hopes her story will motivate others to embrace their dreams as well.

“You have to believe in yourself and your ability,” said McGowan. “I believe I have a responsibility to educate.”

McGowan’s book, Travelling the World with MS… In a Wheelchair will be available on amazon.ca and amazon.com starting Dec. 1. For more information go to www.lindamcgowan.ca

Source: Newsleader


Cadeiras de rodas obrigatoriamente são transportadas como bagagem no porão, porém sem o cuidado necessárioCadeiras de rodas obrigatoriamente são transportadas como bagagem no porão, porém sem o cuidado necessário

Os principais fatores que geram reclamação por parte das pessoas com deficiência em relação às companhias aéreas são a questão do embarque e desembarque, seja na segurança, permissão ou agilidade, e também na danificação do equipamento auxiliar, como cadeira de rodas, muletas, andadores, entre outros itens. Causar um problema é muito desagradável, ou até problemático, porém pode ser reparado de alguma forma. Mas quando este problema é ignorado por parte da empresa, ela deixa de ser confiável, ainda mais se esse problema é causa de falta de atenção à obrigações que deveriam ser cumpridas.

Uma empresa que não se importa com o estrago causado na cadeira de rodas de um passageiro que utiliza esse tipo de equipamento para uso permanente, não possui sensibilidade. A cadeira de rodas não é um objeto qualquer. Quem não consegue mais andar, diz que ela faz parte do corpo. Não é como uma roupa que trocamos todo o dia, ou como uma bicicleta que pode ser deixada na oficina enquanto o dono se vira de outra forma.

A desatenção da Avianca se demonstra em outras situações também. Em uma viagem para a Colômbia, Ricardo Shimosakai, Diretor da Turismo Adaptado, disse que precisou ir ao banheiro acessível, o que é comum em aeronaves que fazem vôos internacionais. Porém o banheiro estava fechado e a tripulação não tinha a chave. Ricardo teve que encostar em um canto, e dar um jeito, sendo obrigado a passar por um grande constrangimento e sem nenhuma condições de higiene.

Em outro caso a Avianca, contrariando todas as normas exigidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), não realizou o transporte das baterias da cadeira de rodas, fato que levou uma passageira de Tangará, após a viagem, a permanecer vários dias deitada na cama, necessitando da ajuda de estranhos até mesmo para se locomover até o banheiro. Tal situação ocorreu mesmo com a passageira tomando todas as medidas exigidas para o transporte desse tipo de objeto.

Veja abaixo uma denúncia feita por Ricardo Shimosakai através do portal ReclameAQUI, pela danificação de sua cadeira de rodas em um vôo da Avianca:

Em um vôo realizado pela companhia aérea Avianca, fui prejudicado em relação a meus pertences. Sou paraplégico, e utilizo uma cadeira de rodas. Este equipamento é despachado como bagagem, após o embarque do passageiro, e devolvido no desembarque. Quando entregaram a cadeira a mim, percebi que ela estava danificada. Ambas as rodas traseiras estavam entortadas, o encosto estava quebrado, e o quadro da cadeira de rodas, que é a estrutura metálica principal, comparado ao chassi de um carro, também estava desalinhado, pois a cadeira não conseguia andar em linha reta.

Fiz minha reclamação junto à Avianca no próprio aeroporto, foi aberto uma ocorrência, o caso passou a ser analisado e as promessas de uma solução. Porém as respostas começaram a ficar demoradas, e sem uma posição, até passarem a não me responder mais, mesmo com minhas cobranças de todas as formas, por e-mail, telefone e até pessoalmente. Como a cadeira de rodas é um item essencial para tudo o que eu faço, não podia ficar esperando a posição da Avianca, aluguei uma cadeira por um tempo, mas depois fui obrigado a comprar uma nova com meu próprio dinheiro.

Isso porque, de acordo com uma avaliação de um técnico especializado em cadeira de rodas, a danificação foi grande, e novamente como uma comparação a carros, podemos dizer que foi uma perda total, então a necessidade de comprar uma nova. O caso aconteceu em 2011, mas como não aceitei tamanha desconsideração, resolvi retomar o caso em 12 de setembro de 2014, determinado a ter uma solução. Agora estão burocratizando todo o processo, pedindo nota fiscal da cadeira, e outros itens, alegando ser uma exigência da seguradora.

Mesmo com todas as minhas respostas, novamente a Avianca consegue ser extremamente irresponsável e brincando com a moral alheia, e não passa uma solução para um caso tão importante. Não há dúvidas dos diversos erros cometidos pela empresa, seja em relação à danificação como também no atendimento desta ocorrência, não bastassem outros problemas de acessibilidade. Ou seja, uma empresa fora da lei, que prejudicou de todas as formas a boa vontade de um cidadão correto.

Segundo as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), ao constatar a perda ou a inutilização, o operador aéreo deve efetuar o pagamento de indenização ao passageiro com necessidade de assistência especial no valor de mercado da ajuda técnica ou do equipamento médico perdido ou inutilizado, no prazo de 14 (quatorze) dias.

O original desta denúncia pode ser vista acessando o link http://www.reclameaqui.com.br/10670487/avianca-brasil-oceanair-linhas-aereas/danificacao-cadeira-de-rodas/


La Senadora por Nayarit manifestó su postura y la del Grupo Parlamentario del PRI a favor de la reforma a la Ley General de TurismoLa Senadora por Nayarit manifestó su postura y la del Grupo Parlamentario del PRI a favor de la reforma a la Ley General de Turismo

La Senadora de la República Margarita Flores Sánchez manifestó en tribuna la postura del Grupo Parlamentario del PRI a favor del Dictamen con Proyecto de Decreto que reforma diversos artículos de la Ley General de Turismo para promover un turismo incluyente para las personas con capacidades diferentes.

Señaló que a pesar de que esta medida significa un gran avance para la inclusión de las personas con discapacidad, aún es necesario que los servicios turísticos establezcan programas, normas y especificaciones estandarizadas.

El dictamen del PRI que se aprobó con 91 votos a favor y cero en contra, menciona que se deben adecuar los espacios y planes para personas con discapacidad, quienes no solo carecen de infraestructura para distracción sino que les resulta un 40 por ciento más caro viajar debido a sus necesidades de acceso y asistencia, según informes de la Secretaría de Turismo.

Además se señaló que la falta de oferta turística para personas con discapacidad en México, ha generado que ese sector de paseantes prefieran destinos como Australia, Nueva Zelanda, Egipto, España, India, Chile, Argentina, Brasil y Costa Rica.

Margarita Flores informó que existen grandes esfuerzos en la materia y que tanto a nivel federal como estatal hay acciones encaminadas a promover y fortalecer al turismo accesible y ampliar su cobertura a los más de 7.7 millones de personas con discapacidad en México y los mil millones existentes a nivel mundial.

“Margarita Flores siempre luchará por las causas justas, por los más necesitados, por la igualdad de oportunidades, por la no discriminación y por un México más incluyente que permita a las familias nayaritas disfrutar del país en el que viven”, informó la Senadora al referirse sobre su posición a favor del dictamen en beneficio de todas las personas con discapacidad.

Fuente> Diario Consensos

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 17/11/2014

Parque Chico Mendes terá trilha sensorial para cegos em Rio Branco


Fabrício França lê informações sobre os macacos do parque, na trilha com placas com texto em Braille e cordas para facilitar o percurso.Fabrício França lê informações sobre os macacos do parque, na trilha com placas com texto em Braille e cordas para facilitar o percurso.

Uma trilha no Parque Chico Mendes foi adaptada com cordas e placas escritas em Braille para dar acessibilidade aos deficientes visuais, em Rio Branco. Dos 3 km de extensão da pista, 1,5 km foi adaptado com informações sobre a fauna e a flora do local. As placas são encontradas há cada 2 metros durante a caminhada na trilha. O espaço deve ser inaugurado em breve, de acordo com a Secretaria de Turismo e Lazer (Setul).

Nesta quarta-feira (29), um grupo de deficientes visuais esteve presente no local para conhecer os benefícios da adaptação para o acesso dos cegos ao local. A iniciativa é um projeto da Setul, em parceria com a Associação dos Deficientes Visuais (CEADV) e a Prefeitura do município.

“Fizemos uma pesquisa para saber quais pontos turísticos os deficientes gostariam que fossem adaptados para melhorar a vida deles. Entramos em contato com o parque para saber se eles procuravam esse lugar para visitar. Aí, descobrimos que esse lugar era o ideal para receber esse projeto”, explicou a técnica de turismo da Setul, Rita Ramos.

De acordo com Rita, a ideia do projeto existe há mais de dois anos, mas só agora, depois da aprovação da Prefeitura e de passar por licitação, que a secretária conseguiu tirar o projeto do papel. “Tive essa ideia depois de ver alguns projetos do Ministério do Turismo voltados para a acessibilidade dos deficientes visuais. Apresentei a proposta para a secretária e ela aprovou na hora”, revelou.

Ainda de acordo com a técnica, o custo usado para adaptar o espaço saiu menos de R$ 10 mil, porque o material utilizado foi reaproveitado do próprio parque.

“Todo material utilizado aqui foi reaproveitado de algum lugar. As placas usadas para escrever os textos em Braille são placas de raio-X, as cordas também são reaproveitas e a usamos a madeira aqui no parque. Foi tudo muito simples e rápido, mas ainda falta uns detalhes para ficar pronta”, disse.

O aposentado e deficiente visual, Francisco Cleide, visita o parque pela primeira vez e se agradou em saber que existe um espaço adaptado para que possa se locomover com segurança e ainda conhecer mais sobre os atrativos oferecidos.

“Estou gostando muito, é muito bom tem um lugar assim para gente. É mais uma forma para nós interagimos com a sociedade, tem mais experiência. É bem sinalizado e não corremos o risco de cair, se perder ou se machucar”, disse o aposentado.

Deficientes fizeram todo percurso da trilha dentro do parque orientados por cordas-guiaDeficientes fizeram todo percurso da trilha dentro do parque orientados por cordas-guia

Para Fabrício França, membro do Lar dos Deficientes Visuais do Acre (LDVAC), ter acesso às informações do parque através dos textos escritos em Braille nas placas distribuídas pela trilha, é uma nova experiência e uma conquista para os cegos.

“É ótimo. Estava agora mesmo lendo sobre os macacos nessa placa. É uma ótima experiência. Sempre visitei aqui, mas não tinha tanta acessibilidade para gente e hoje já tem isso, é uma conquista pra nós”, explica Fabrício enquanto move os dedos sobre a placa e aprende mais sobre os macacos que pulam na jaula a suas costas.

Professora há mais de 30 anos de orientação e mobilidade da Secretaria de Educação, Vilma Nicácio, explica a importância do lugar para os deficientes.”É um passo para cultura, porque o lazer para eles é muito pouco. Essa é um opção grandiosa para vida deles, é uma forma de inseri-los na sociedade. Para nós é um simples passeio por uma trilha, mas pra eles é uma conquista a mais”, comemorou.

O projeto pretende levar essa acessilibidade para o Sítio Histórico Quixadá, na zona rural de Rio Branco, e o Seringal Cachoeira, próximo a Xapuri (AC).

Fonte: G1

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