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Publicado por: Ricardo Shimosakai | 26/11/2014

Easter Seals Canada Wins New Accessible Tourism Award


TIAO- Easter Seals Canada Wins Accessible Tourism AwardTourism Industry Association of Ontario (CNW Group/Tourism Industry Association of Ontario)

TORONTO, Nov. 14, 2014 /CNW/ – The Tourism Industry Association of Ontario (TIAO) is happy to announce Easter Seals Canada as the winner of the Tourism Industry Award of Excellence for Accessible Tourism. This award is new to the program this year, and celebrates efforts made to make tourism businesses and destinations available to all Ontarians.

Easter Seals Canada is dedicated to fully enhancing the quality of life, self-esteem, and self-determination of Canadians with disabilities. Implementing inclusive and accessible services is the cornerstone of the programs offered by Easter Seals Canada, such as the Access 2 Entertainment and Disability Travel Card programs, which work with the transportation, entertainment and tourism sectors to implement accessible service action plans. Both programs provide a customer service policy for patrons with disabilities, specifically those individuals who require the assistance of a support person.

The Access 2 and Disability Travel Cards are easily recognizable by frontline staff, simplifying the ticketing process for their customers with disabilities. The Access 2 card is valid at over 95 per cent of movie theatres and hundreds of attractions — cultural, tourist, recreational, and entertainment venues — across Canada, and the Disability Travel Card is valid when travelling with Via Rail, Greyhound Bus or Coach Canada. Available data shows that in 2013, the Access 2 card alone recorded over 200,000 individual uses.

In addition to these two successful programs, Easter Seals Canada is also fully compliant with regulations under the Accessibility for Ontarians with Disabilities Act (AODA); in fact, the Access 2 Entertainment and Disability Travel Card programs’ customer service policies were based on AODA standards.

TIAO is proud to present Easter Seals Canada with this important new award. Through its proven commitment to accessibility, Easter Seals acts as an inspiration for all tourism businesses, destinations and operators to become more inclusive of visitors from across the province and beyond.

The Tourism Industry Association of Ontario is recognized as the umbrella organization for leading associations, destination marketing organizations and regional tourism organizations serving Ontario’s diverse tourism industry. Collectively representing 149,000 businesses and 305,000 employees dedicated to promoting and operating the province’s powerful tourism infrastructure, TIAO provides a strong, unified voice for the sector and advocates the importance of tourism to all levels of government in order to help the industry grow and prosper. The Tourism Industry Awards of Excellence recognize leaders in innovation, events, volunteering, sustainability and accessibility within Ontario’s vibrant tourism industry.

Quotes

“Accessible tourism has become a major trend in both Ontario and Canada. One in seven Ontarians has a disability, and that number is expected to rise over the next 20 years. Easter Seals Canada is ahead of the curve in creating services for this market, and TIAO is thrilled to present them with our newest award.”

Souce: Tourism Industry Association of Ontario


Cadeirante Ricardo Shimosakai e colegas turistas cegos são acompanhados por guias de turismo em visita à Cancun no MéxicoCadeirante Ricardo Shimosakai e colegas turistas cegos são acompanhados por guias de turismo em visita à Cancún no México

Este artigo foi escrito por Ricardo Shimosakai, Diretor da Turismo Adaptado para a Revista Destinos, Ano 3, número 3, edição 2014. Ricardo também é Bacharel em Turismo pela Universidade Anhembi Morumbi, membro da SATH e ENAT, organizações internacionais de turismo acessível.

Quando se trata de pessoas com deficiência, geralmente se pensa em acessibilidade, principalmente para soluções arquitetônicas ou equipamentos. Porém a forma como se atende uma pessoa com deficiência, em algumas situações pode ser mais importante do que recursos materiais.

Isto fica evidente em destinos e atrativos históricos e naturais, onde é inviável colocar rampas, elevadores ou realizar qualquer tipo de intervenção que descaracterize o local. Nesses casos o atendimento se torna essencial. Guias de turismo capacitados para conduzir um cadeirante até um mirante natural, passando por ruinas históricas ou ajudando na transferência para um bote.

Um guia também pode realizar descrições de tudo o que acontece durante um passeio, para uma pessoa com deficiência visual. Isso deve ser feito com riqueza de detalhes, para que possa passar com clareza o entendimento de um objeto ou situação. Para pessoas com deficiência auditiva, ser guiado por uma pessoa com entendimento em língua de sinais, torna o passeio muito mais rico para o entendimento das informações.

Muitas pessoas tem o impulso de querer ajudar pessoas com deficiência, pois julgam que ela esteja em situação de dificuldade somente pelo fato de possuir uma deficiência. Dependendo da pessoa e da situação, a ajuda realmente pode ser bem vinda, mas também pode ser um inconveniente. Podemos tomar como exemplo, auxiliar usuários de cadeira de rodas no embarque ou desembarque do automóvel. Para alguns, isto é sinal de atenção e conforto, mas para outros isto é uma ofensa, pois podem entender que a pessoa que tomou a iniciativa está julgando-a como incapaz de realizar a ação sozinha, Também pode ser um incômodo, pois alguns já têm a prática para colocar e tirar a cadeira de rodas em seu carro sozinho, de forma segura e rápida, e a intervenção de outra pessoa, mesmo na intenção de auxiliar, pode tornar o procedimento mais demorado além de causar alguns danos, como riscar a cadeira e o carro.

Então, para que consigamos obter um resultado positivo, o melhor é perguntar à pessoa se deseja ser auxiliada. Caso não tenha segurança de como exatamente possa ajudar, pergunte também qual a melhor maneira. Caso haja recusa por parte da pessoa. O auxilio pode ser oferecido também quando a pessoa com deficiência estiver acompanhada, mas isso deve ser feito diretamente à pessoa com deficiência e não ao seu acompanhante.

Uma pesquisa informal realizada em um dos maiores centros de reabilitação do Brasil, concluiu que as pessoas com deficiência entrevistadas, consideram a forma como são atendidos, mais importante do que a própria acessibilidade.

Na hotelaria, também é necessário estar além de quartos acessíveis. Geralmente são procedimentos simples, sem custo, mas que fazem uma boa diferença. Toalhas e cobertores que geralmente estão localizados em locais elevados devem ser reposicionados para que estejam ao alcance de cadeirantes e pessoas de baixa estatura.

No caso de uma pessoa com deficiência visual, conduzi-lo da recepção até o quarto, descrevendo todo o trajeto e também o quarto, fornece uma boa noção de localização interna do estabelecimento. Além disso, a camareira deve ser instruída para que, no momento da arrumação do quarto do hóspede cego, seja feita somente a limpeza, mas com o cuidado de não mover os pertences do lugar. Essas pessoas memorizam o local onde deixaram seus pertences, e tirá-los do lugar pode criar uma grande confusão.

Ter a fluência na Libras (Língua Brasileira de Sinais), assim como em qualquer outro idioma, não é algo tão simples. Mas é possível selecionar palavras e frases chaves, que sejam de uso habitual, e aprender seu significado na língua de sinais. Podemos comparar ao acolhimento que sentimos, quando estamos hospedados num local de língua estrangeira, e recebemos informações em português.

É preciso ficar claro que, mesmo um bom atendimento, não substitui alguns requisitos de acessibilidade, mas deve ser considerado como algo complementar. Por exemplo, ser prestativo em descrever um cardápio a um cliente cego não é a solução, o correto é que o estabelecimento possua um cardápio em Braile. Caso o restaurante atenda em sistema de buffet, um funcionário deve conduzir a pessoa, sempre oferecendo seu braço para que ele possa segurar. Depois descrever os alimentos disponíveis na mesa do buffet, procurando saber a quantidade desejada para servir corretamente. Perguntar ao cliente se deseja que alimentos sejam cortados em pedaços menores, pode ajudar pessoas com deficiência visual e com dificuldade de mobilidade nos braços.

Bons equipamentos de acessibilidade podem impressionar, porém um bom atendimento é o que cativa. Além disso, boa parte desses equipamentos precisam ser operados por funcionários, e com um bom conhecimento para que não ocorra nenhum acidente. Segundo a Organização Mundial de Saúde, existem 1 bilhão de pessoas com algum tipo de deficiência, o que é um número muito significativo, motivo suficiente para que pensemos em uma hospitalidade cada vez mais inclusiva.

Quando se trata de pessoas com deficiência, geralmente se pensa em acessibilidade, principalmente para soluções arquitetônicas ou equipamentos. Porém a forma como se atende uma pessoa com deficiência, em algumas situações pode ser mais importante do que recursos materiais. Em locais onde a acessibilidade é limitada, um funcionário capacitado pode solucionar ou ao menos amenizar a dificuldade existente. Conduzir uma pessoa em cadeira de rodas, descrever objetos e situações para um cego, e também passar informações em língua de sinais para um surdo. O auxilio à uma pessoa com deficiência pode ser uma atitude bem vinda e à vezes necessária. Mas também é preciso saber o limite entre o auxílio e a inconveniência, pois muitos também não gostam de ser auxiliados, dependendo da situação. Saber quando e como atender uma pessoa com ou sem deficiência, é um dos fatores principais para se ter um ambiente hospitaleiro e também inclusivo.

Fonte: Revista Destinos

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 25/11/2014

Britain’s 20 most accessible tourist attractions


Caernarfon Castle now has a purpose-built ramp which allows wheelchair users to access all the inner wardsCaernarfon Castle now has a purpose-built ramp which allows wheelchair users to access all the inner wards

From London’s Science Museum to the Titanic attraction in Belfast, here are 20 of the best attractions for disabled travellers

This week Britain’s 20 “most accessible tourist attractions” were named in a joint effort by tourist boards in England, Scotland, Wales and Northern Ireland.

“As these attractions show, it doesn’t take much to make your business more disabled-friendly and I’m urging everyone in the tourism industry to look at what more they can do to better cater for disabled travellers, said Mark Harper, minister of state for disabled people. “Businesses are missing a trick by not doing more to tap into this market. There are eleven million people with a disability in Britain and they and their families have a spending power of over £200bn.”

Here is the full list:

England

1. Science Museum, London

The Science Museum caters particularly well for disabled visitors with written material available in large print, a special Makaton language resource for those with communicative disabilities and information in Braille. The museum holds accessible events, including events for deaf audiences, deaf-led tours of galleries, SIGNtific family events and audio-described events for partially-sighted or blind visitors. Specially trained staff members are always on hand. The museum is fully wheelchair accessible and disabled visitors receive concessionary prices for the IMAX 3D cinema – with support workers admitted for free.

2. Cadbury World, Birmingham

A large print guide is available and concessions are offered for visitors with disabilities. Visually impaired visitors have the opportunity to touch and feel key props at various stages of the exhibition. There are audio tours and subtitles on video presentations. Wheelchairs are available and the Cadabra ride has a specially adapted mobile car, which can seat one wheelchair user and one companion.

3. The Chill Factor, Manchester

Chill Factorᵉ is home to Disability Snowsport UK, a national charity providing adaptive skiing for individuals with all disabilities. By using adaptive equipment and specialist instruction and support, they are able to cater for people with very limited mobility. The majority of the attraction is accessed at ground floor level. There is an additional restaurant, bar and conference facilities on the first floor which are accessible by lifts or stairs. Accessible toilets and large print information are available.

4. The National Children’s Museum, Halifax, Yorkshire

Set up in 1992, this is a museum dedicated to helping inspire children to understand more about themselves and the world around them. Groups including a disabled child can book a free service where a member of staff helps to plan the visit, meets the party and looks after them. Those with sensory impairments can enjoy interactive exhibits which they can smell, touch, press and pull, including a Wonder Walk with scented plants for visually impaired visitors.

5. Curve Theatre, Leicester

The venue has level access throughout, lifts to all floors and wheelchair lifts in backstage areas. The theatre offers a number of performances which incorporate British Sign Language interpretation, audio description and on-screen captions. Customers requiring particular assistance are entitled to a free ticket for their companion. The theatre’s layout has also been designed with disabled people in mind – with extra disabled car parking spaces, low counters and induction loops throughout.

Wales

6. St Fagans National History Museum, Cardiff

Traditional crafts and activities bring St Fagans alive, in workshops where craftsmen still demonstrate their traditional skills such as bread baking and crafts involving wood fires and animals – excellent for those with learning difficulties or sensory impairments. Dedicated disabled car parking and ramps are provided to nearly all buildings. A motorised Disabled Tour Vehicle (DTV) is available to transport visitors around the site.

7. Caernarfon Castle

It’s not easy to make a medieval fortress accessible to people with disabilities, but, thanks to the input of a local access group, Caernarfon Castle now has a purpose-built ramp which allows wheelchair-users to access all the inner wards. Disabled visitors are welcome free of charge – along with their carers.

8. Clwyd Special Riding Centre, Wrexham

Whether you’re a confident equestrian or an absolute beginner, Clwyd’s Special Riding Centre welcomes over 200 people of all ages with special needs every week who benefit from the pleasure and stimulation of riding, carriage-driving and equestrian vaulting – described as like gymnastics on horseback. This unique venue also provides residential riding holidays for groups of people with special needs from all over the UK and abroad.

9. Coasteering, Pembrokeshire

Coasteering specialists Celtic Quest in Pembrokeshire can tailor their daredevil activities to suit just about anyone, including deaf, blind, hearing-impaired and sight-impaired children and adults, as well as those with learning difficulties and limited mobility. Their coasteering kit makes you so buoyant, you don’t even need to be a strong swimmer.

10. Red Kite Spotting, Cambrian Mountains

Bwlch Nant yr Arian forest park in the Cambrian Mountains in Mid Wales is one of the best places in Wales to spot red kites. Some of the Waymarked Walks are specifically built for people with restricted mobility to enjoy the amazing views of the lakes and mountains. The Vale of Rheidol railway near Aberystwyth offers an unforgettable journey through the beautiful Rheidol Valley by narrow gauge steam train. It offers wheelchair users the chance to sit back and enjoy some of Wales’ most spectacular scenery, including the beauty spot of Devil’s Bridge.

Scotland

11. Royal Botanic Gardens, Edinburgh

The Garden welcomes disabled visitors and goes out of its way to ensure everyone enjoys their visit, providing special scooters and wheelchairs to those with mobility issues. There’s seating at regular intervals throughout the gardens, as well as water points for assistance dogs. All reception spaces have low counters and for those with sensory impairments there are pens and paper and magnifying glasses at the Visitor Welcome centre.

12. Riverside Museum, Glasgow

The museum has large electronic touch-screens for visually impaired people and also includes BSL for those with hearing problems. There are also tours audio descriptions. The venue is fully wheelchair accessible and Guide and Assistance dogs are welcome.

13. Royal Yacht Britannia, Edinburgh

Despite being a boat, she is entirely wheelchair accessible with ramps and lifts throughout. Staff also go out of their way to help those with sensory and learning impairments.

14. Culzean Castle and Country Park, Maybole, South Ayrshire

The castle and many parts of the gardens and out buildings are accessible to wheelchairs and there are disabled toilets across the estate. Also motorised scooters can be booked in advance. Large-print room guides are available and there’s an induction loop in the auditorium.

15. Kelvingrove Museum and Art Gallery, Glasgow

Kelvingrove Art Gallery and Museum is one of Scotland’s most popular free attractions. Lots of staff have ​been trained in British Sign Language and all audio-visual presentations have subtitles and are at an accessible height for wheelchairs. The galleries are specially designed to allow for wheelchair access between displays and cases, making it fully wheelchair-accessible.

Northern Ireland

16. Titanic Belfast

The building is surrounded by a paved plaza, which is fully accessible. The new attraction is designed with wheelchair users in mind, with integrated loop systems for hearing impaired visitors on all audio, and with regular seating areas throughout.

17. Ulster Museum, Belfast

Although parts of the building are listed, renovation works in 2009 has made the museum extremely accessible – with the overwhelming majority being suitable for wheelchair users. Exhibits are also displayed at an accessible height. Free personalised guided tours can be arranged for visitors with sensory disabilities.

18. Grand Opera House, Belfast

Most areas of the building – the oldest theatre in Belfast – are wheelchair accessible and staff are extremely helpful in offering good seating options for wheelchair users or mobility issues. There is a café bar and restaurant and guide dogs are welcome throughout.

19. Giant’s Causeway, Portrush

The new Visitor Centre has been designed in consultation with Disability Action and other major access organisations to ensure good access for all. Features include hearing loops, an “interpretation area” suitable for visually impaired and wheelchair users, as well as a fully accessible clifftop path.

20. The MAC, Belfast

Belfast’s new arts venue has music, theatre, dance and art on the menu, with accessible seating and wheelchair access, captioned performances for deaf visitors, audio described performances and touch tours. There are MAC “Navigators” – identifiable by their brightly coloured T-shirts – on hand throughout the venue to help with information and access needs.

Source: Telegraph


A Livraria Lello e Irmão não possui recursos de acessibilidade para uma visitação total, mas é possível entrar para apreciar sua beleza internaA Livraria Lello e Irmão não possui recursos de acessibilidade para uma visitação total, mas é possível entrar para apreciar sua beleza interna

A acessibilidade vai “muito para além de rampas e casas de banho adaptadas”, considera a Acesso Cultura, associação que este mês promove no Porto um curso que regista a inscrição de profissionais de várias instituições da cidade.

A Acesso Cultura é uma associação cultural que promove a melhoria das condições de acesso, físico, social e intelectual, aos espaços culturais e à oferta cultural.

Arquitectura, design inclusivo, suportes para cegos, materiais de comunicação, linguagem simples, páginas de Internet acessíveis são os temas do curso “Acessibilidade: uma visão integrada”, que, após 2 edições em Lisboa, pela primeira vez chegou ao Porto.

“Estas formações têm vindo a ser desenvolvidas mais no Sul. No Porto sentia-se uma lacuna e havia procura por parte dos profissionais da cultura que querem tornar o seu trabalho mais acessível, promovendo a participação cultural de todos”, descreveu a vice-presidente da Acesso Cultura, Inês Rodrigues.

No Porto, esta iniciativa registou a inscrição de profissionais de entidades como o Centro Português de Fotografia, a Casa do Infante, o Museu Militar, a Fundação de Serralves, o Museu de Aveiro ou a Iris Inclusiva.

“O que queremos dizer com visão integrada é que a acessibilidade num espaço cultural é mais do que as rampas. O conceito de acessibilidade e de inclusão deverá fazer parte da acção, do pensamento, da prática de todos os departamentos que compõem aquela instituição”, explicou a directora executiva da Acesso Cultura, Maria Vlachou.

Consultora em gestão e comunicação cultural, Maria Vlachou é uma das formadoras do curso, enquanto Inês Rodrigues, que também trabalha no Centro Português de Fotografia, é uma das formandas.

Ambas partilham a convicção de que “existe uma necessidade cada vez maior de partilhar com os profissionais da cultura e com as suas tutelas o conceito alargado de acessibilidade”, reflectindo-se naturalmente o edifício, ou seja as barreiras arquitectónicas, mas ainda mais e na maior parte das vezes com custos mais baixos, “o design, a comunicação, os serviços”.

Paralelamente a este curso, decorre hoje outro sobre “Gestão de páginas de Facebook” e a 1 de Dezembro realiza-se uma sessão sobre “Websites e documentos digitais acessíveis”, que vem lembrar que os portais na Internet são as principais “portas de entrada” das instituições, pelo que devem também ser acessíveis a pessoas com deficiência.

“Tornar os nossos ‘websites’ e os documentos que partilhamos na Internet mais acessíveis não implica gastar mais dinheiro, implica termos alguns conhecimentos básicos sobre o que funciona e não funciona, para podermos dialogar melhor com os webdesigners e para nós próprios sabermos criar documentos acessíveis antes de os partilharmos online“, descreve o programa.

Além de Maria Vlachou, são formadores, entre outros, o arquitecto Pedro Homem Gouveia, que na câmara de Lisboa coordena o Plano de Acessibilidade Pedonal, Peter Colwell, técnico de acessibilidade na Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO), e Norberto Sousa, formador e consultor de acessibilidade Web e digital.

“Chegar ao dia em que as pessoas com necessidades especiais serão visitantes e espectadores autónomos nas nossas instituições culturais, tal como todos os outros, e que farão cada vez mais parte das equipas das mesmas”, é o objectivo da Acesso Cultura ao promover estas iniciativas.

Fonte: porto24

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/11/2014

Málaga fomenta el turismo accesible


Además de la arquitectura y la accesibilidad de los equipos, hay que saber cómo satisfacer la persona con discapacidadAdemás de la arquitectura y la accesibilidad de los equipos, hay que saber cómo satisfacer la persona con discapacidad

El municipio malagueño de Totalán acogerá este martes un curso sobre «Turismo accesible y atención al cliente con discapacidad u otras necesidades diversas»;, organizado por la Plataforma Representativa Estatal de Personas con Gran Discapacidad Física (Predif).

Será el primero de los seis cursos del programa formativo 2014-2015, que se imparte en distintas ciudades de España en colaboración con universidades locales que cuenten con la titulación de Turismo y con administraciones públicas responsables del turismo y la cultura, así como con la colaboración de empresas públicas y privadas del sector turístico. Según ha informado Predif, en la edición anterior se impartieron cursos en ocho ciudades españolas, de los que se beneficiaron un total de 699 personas.

Estos cursos forman parte del convenio suscrito por Predif con la Fundación Vodafone España y el Real Patronato sobre Discapacidad, cuyo objetivo es contribuir a la normalización del ocio y el turismo para las personas con discapacidad a través de la formación.

El objetivo del curso de formación que se impartirá este martes en Málaga, organizado en colaboración con la Universidad de Málaga, el ayuntamiento de Totalán, Aspaym Málaga y Comonó Comunicación, es perfeccionar la atención ofrecida a las personas con discapacidad en los establecimientos y destinos turísticos, así como facilitar herramientas para autodiagnosticar la accesibilidad de los establecimientos turísticos, gestionar su mantenimiento y poner en marcha actuaciones de mejora.

Está dirigido a estudiantes de las titulaciones de Turismo u otras carreras relacionadas, así como a profesionales del sector turístico de las administraciones públicas y de las empresas turísticas locales.

Fuente: ABC Tecnología

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/11/2014

Aeroporto de Joinville contará com o sistema de acessibilidade ELO


Sistema de conectores climatizados fazem a interligação ao nível do solo entre salas de embarque e desembarque e aeronaves, com acessibilidadeSistema de conectores climatizados fazem a interligação ao nível do solo entre salas de embarque e desembarque e aeronaves, com acessibilidade

O Aeroporto de Joinville/Lauro Carneiro Loyola (SC) está recebendo a instalação do sistema ELO. Os dois conectores, compostos por um conjunto de corredores climatizados, no mesmo nível do solo, vão aprimorar os procedimentos de embarque e desembarque de passageiros. A prioridade será para o atendimento pleno às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, além de reforçar o conforto aos viajantes que chegam ou partem da cidade. Ao todo, R$ 4,21 milhões estão sendo investidos pela Infraero nessa melhoria.

Os trabalhos de instalação começaram no final de outubro e o sistema ELO deverá estar disponível aos passageiros em meados de novembro, quando começarão as primeiras operações assistidas de embarque e desembarque com proteção do vento, sol e chuva e também permitir que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida acessem as aeronaves com conforto e segurança. “Esse é um projeto inovador no País, que vai aperfeiçoar o atendimento aos passageiros, além de oferecer as melhores práticas de acessibilidade aos viajantes com deficiência e mobilidade reduzida”, afirma o diretor de Aeroportos da Infraero, Marçal Goulart.

Além da escada, há um elevador para cadeirantes com capacidade de até 225 quilos.Além da escada, há um elevador para cadeirantes com capacidade de até 225 quilos.

A estrutura foi desenvolvida a partir da parceria entre a Infraero e a empresa gaúcha Ortobrás, especializada em acessibilidade. Com tecnologia nacional, o sistema se diferencia da estrutura suspensa dos conhecidos “fingers” por estabelecer uma ligação com a aeronave a partir de uma passarela em solo que apresenta duas opções para chegar à porta do avião: por escada ou por um elevador, com capacidade para 225 kg, destinado ao uso de cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida.

O sistema ELO segue o conceito de sustentabilidade e atende aos princípios da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. O equipamento também é adequado para aeronaves como o Boeing 737, Airbus 320 e Embraer 190 e 195, comumente utilizadas pelas companhias aéreas brasileiras.

Fonte: Mercado e Eventos


O sucesso do dramático livro de Aya Kito acabou gerando um longa metragem, série de televisão e também um MangáO sucesso do dramático livro de Aya Kito acabou gerando um longa metragem, série de televisão e também um Mangá

Um Litro de Lágrimas é uma novela japonesa que conta a história de Aya Kito, uma garota que sofre de uma doença chamada Degeneração Espinocerebelar. Essa condição prejudica as funções do corpo, levando a ataxia, incoordenação, alteração da velocidade dos movimentos, dificuldades para engolir, falar, alterações do equilíbrio, dentre outras habilidades que comprometem a vida com autoria e independência até nas atividades diárias mais simples.

Na novela os sinais e sintomas  da doença começaram a aparecer quando Aya tinha 15 anos. Uma menina cheia de planos, sonhos e que se esforçava ao máximo para realizá-los, tendo sua vida devastada pelo diagnostico. Sua mãe, Shioka Kito, sugere a Aya que escreva um diário como forma de entender a doença e ajudá-la no tratamento. Aya empenhava-se diariamente para escrever e colocar naquelas páginas em branco tudo que sentia, era um apoio, uma forma de lutar; escrever era uma forma de continuar a viver.

O médico da jovem a aconselhou a escrever um diário para relatar o cotidiano da doença e como ela afetava a vida da menina, mas Aya fez mais do que isso e transformou seu diário em uma verdadeira lição de vida, o qual escreveu até quando a doença permitiu. As últimas palavras de Aya em seu diário foram: “O fato de eu estar viva é uma coisa tão encantadora e maravilhosa que me faz querer viver mais.” Até o fim ela manteve sua perseverança e nunca desistiu.

Aya parou de escrever aos 23 anos de idade, quando já não conseguia mais fazer isso e falava com a ajuda de uma tabuleta que continha todas as letras do alfabeto japonês. Seu diário foi pulicado em 1986 no Japão nessa época para a comunidade que possui problemas físicos, tornando-se um livro, pois sua história chamou a atenção de todos.

O livro para vendeu 1,8 milhões de cópias no Japão inteiro e foi lançado no Brasil pela editora New Pop. Dois anos depois da publicação Aya faleceu, aos 25 anos de idade em 23 de maio de 1988. Mais tarde em 2004 devido à sua grande repercussão o livro foi transformado em longa-metragem, sendo exibido até em aviões. Em 2005 foi lançado uma série de televisão (dorama), a qual fez mais sucesso ainda, contando com 11 capítulos. Cada episódio conta com mais ou menos 40 minutos.

Fonte: Animes World Fantasy

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 22/11/2014

Documentário conta história de ativista mineiro que corre o mundo


Zé do Pedal já rodou 145 mil quilômetros no planeta, sempre de maneira inusitada e com objetivo de divulgar causas ambientais, de saúde e sociaisZé do Pedal já rodou 145 mil quilômetros no planeta, sempre de maneira inusitada e com objetivo de divulgar causas ambientais, de saúde e sociais

Seu nome é José Geraldo de Souza Castro, mas é como Zé do Pedal, cidadão honorário de Viçosa, que o ativista social, ambientalista e ciclista de 57 anos rodou mundo e vem fazendo história. Quando resolveu que iria para a Copa do Mundo da Espanha, em 1982, saindo do Brasil em novembro do ano anterior de bicicleta, ele não parou mais. Desde então, já rodou 145 mil quilômetros no planeta, sempre de maneira inusitada e com um objetivo em mente. Zé do Pedal já cruzou o Japão de velocípede, a América do Sul em uma moto, a Baía da Guanabara em uma embarcação feita com garrafas pet.

Uma pequena parte dessa trajetória está em foco no documentário em curta-metragem Zé do Pedal – As fronteiras do mundo, de Bruno Lima e Fabrício Menicucci. No filme, os dois registram trecho da expedição Extreme world, que Zé do Pedal empreendeu entre 2008 e 2010. A viagem, de Paris à África do Sul (o objetivo foi chegar ao país ao Sul do continente africano para assistir ao Mundial de futebol), teve 17 mil quilômetros e foi realizada num kart a pedal. Durante o projeto, o ativista mineiro divulgou campanha de combate ao glaucoma e à catarata em países pobres.

“Também sou de Viçosa e sempre ouvi falar do cara que deu a volta ao mundo de bicicleta, pois ele é uma referência na cidade”, conta Fabrício. Quando soube da aventura de Zé da França à África ele e Bruno se uniram para realizar o filme. “Estávamos em início de carreira, recém-chegados ao Rio de Janeiro. Onde iríamos tirar dinheiro para o filme?”, lembra o diretor, que conseguiu alguns patrocínios com empresas de Viçosa para a viagem. Os dois ficaram 15 dias na África do Sul, na última parte da viagem de Zé. “Ficamos hospedados na casa de um mineiro que morava lá, que descobrimos, na época, pelo Orkut. Ele (Gustavo Zanetti) foi tão legal, tirou folga do trabalho para nos ajudar, que acabou virando produtor local do filme”, continua Fabrício.

A questão, uma vez realizadas as filmagens, foi ver o tom que o filme teria. “Como falar de uma viagem de dois anos em 15 dias? Resolvemos na ilha de edição fazer um perfil do Zé, um personagem muito rico, a partir da viagem à África do Sul”, diz Fabrício. Com a experiência em nove viagens, Zé afirma sem pestanejar que a incursão retratada no filme foi a mais complicada. “Mas uma das mais bonitas. Viajei pela África num carrinho de criança, um pouco melhor do que um velotrol. Passei por três países em guerra civil (Costa do Marfim, Nigéria e Congo) e tive problemas com visto”, relembra ele, que atualmente está em meio a nova incursão exótica.

Viaja de Caburaí, extremo Norte do país, em Roraima, até Chuí, no extremo Sul. A viagem está sendo feita a pé, mas empurrando uma cadeira de rodas, para chamar a atenção para as barreiras arquitetônicas que afetam o acesso de pessoas com deficiência física. Depois de cumprir 5 mil quilômetros de caminhada em Salvador, ele deu uma parada. Seu objetivo, ao retomar a viagem, será chegar ao Rio Grande do Sul em junho de 2015.

Fonte: uai


A 3D printing company shows how technology can be used to enhance the lives of blind people — in new, creative ways.A 3D printing company shows how technology can be used to enhance the lives of blind people — in new, creative ways.

3D printers have now become a common technological advancement that has assisted people medically on many levels — from 3D-printing organs to creating prosthetics and medical implants. Now, a company called Pirate3D has developed a 3D printer that can be used to assist people with eyesight problems.

Known as the Buccaneer, or the “World’s Friendliest 3D Printer,” the printer is being advertised as able to assist people who are visually impaired due to blindness or other disorders, like glaucoma. 3D printing is nothing new, but Buccaneer’s project and video “Touchable Memories” shows how technology can be used in creative ways to enhance the lives of those with blindness.

While blind people can see memories in their minds, it’s not quite the same as being able to look at a photograph to reminisce. “Memories for me as a blind person are almost like dreams,” one woman in the video says. “It’s like a gust of wind. It’s there and it’s gone, but you can have it forever.”

So how could we go about recreating memories for blind people? By taking old photographs — scenes from people’s childhoods — and designing them to be printed 3-dimensionally. In the video, you can see how the blind or visually impaired individuals are able to hold their memories in the palm of their hands, stroke every detail, and visualize the scene and memory in their mind’s eye. “Touchable Memories is a social experiment where we give technology an innovative application, testing it in an unexplored field and achieving incredible results, making people aware of the endless possibilities of using technology to make our lives better,” the Touchable Memories website states. “Because wonderful things can be achieved when technology is for all of us.”

For those cynics out there who see this as a clever advertising campaign, you’re probably right. But at the same time, you can derive some beauty and meaning from it, too. The end of the video concludes with a meaningful quote: “Technology is just a tool. People give it purpose.”

Fonte: Medical Daily

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 21/11/2014

Genny mobility: novo conceito de cadeira de rodas


A Genny Mobility tem versões esportivas, com rodas mais largas, que permitem andar em superfícies como areia, neve e terra com facilidadeA Genny Mobility tem versões esportivas, com rodas mais largas, que permitem andar em superfícies como areia, neve e terra com facilidade

No quesito mobilidade, o novo conceito de cadeira de rodas da Genny Mobility chama a atenção. Ao conhecer melhor a cadeira percebe-se que a intenção é ter uma cadeira nada parecida com as outras e com o máximo de mobilidade, tecnologia e ergonomia possível.

Qualquer pessoa que usa uma cadeira de rodas tradicional ou que tem contato com quem usa uma sabe perfeitamente as dificuldades de um cadeirante no cotidiano. Dentre as dificuldades a equipe da Genny lista algumas, como ter que constantemente olhar para o chão para evitar que as rodinhas fiquem presas em pequenos buracos ou rachaduras no pavimento; sempre ter as duas duas mãos ocupadas (e, às vezes, até suja por impulsionar a cadeira) pode ser muito frustrante, dentre outros.

Graças à tecnologia utilizada, esta cadeira possui um guia (“guidão” para os brasileiros e “guiador” para os portugueses) que permite utilização descomplicada das mãos, deixando-as finalmente livre. Assim, caminhar de mãos dadas, tomar sorvete, levar o cachorro para passear ou usar a sombrinha são tarefas fáceis mesmo usando uma cadeira de rodas.

Para avançar o cadeirante precisa simplesmente inclinar-se para a frente e para desacelerar e parar inclinar-se para trás, isso por causa da tecnologia de base de auto-equilíbrio da Segway PT ®. Além dos movimentos citados,  essa tecnologia garante rotação e movimento instantâneos sem a necessidade de cabos ou aceleradores.

A Genny possui duas rodas paralelas e inúmeros sensores eletrônicos, dos quais cinco são sensores giroscópicos, que permitem a sensação de liberdade e movimento da cadeira.

Além disso, essa cadeira pode andar em terrenos difíceis, como a praia, neve ou trilhas por um longo tempo e com um desempenho satisfatório. Derrubar as barreiras arquitetônicas de lugares com acessibilidade a desejar também é uma promessa dessa cadeira de rodas.

O encosto Tarta juntamente com a facilidade de mobilidade da Genny Mobility, adiciona mais conforto ao usuárioO encosto Tarta juntamente com a facilidade de mobilidade da Genny Mobility, adiciona mais conforto ao usuário

Ainda não falamos do que chama atenção de cara, o design, que é incomum.  Ela possui um encosto ergonômico estudado por especialistas em otimização postural, que é uma mistura de design atraente e arte. O encosto é Tarta ®  e tem infinitas aplicações nos mais diversos ramos e foi totalmente desenvolvido seguindo os princípios de design universal.

Com a sua abordagem modular, alguns componentes simples e altamente resistente, o Tarta ® é a resposta para tantas necessidades diferentes e específicas.

A idéia inicial por trás do sistema Tarta ® é melhorar a postura das pessoas com deficiência e atender às suas necessidades específicas. Ele lembra um tórax e é de alumínio adaptável é perfeito para os diferentes diâmetros corporais e movimentos que o cadeirante precisa realizar para impulsionar, desacelerar e girar a cadeira. Os componentes almofadados das costas têm superfícies respirável e lavável.

Fonte: reab.me

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