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Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/10/2014

Irish App Aims to Ease Travel for People with Disabilities


Access Earth wants the app to be crowd-sourced as well, so users can also add locations if it hasn’t been covered yet.Access Earth wants the app to be crowd-sourced as well, so users can also add locations if it hasn’t been covered yet.

Access Earth, a new app developed by a trio of computer science students and a biology student, all at NUI Maynooth, aims to make searching for and reviewing accessible hotels easier for people with disabilities.

“Back in 2012, myself and KC took a trip to London,” Matthew McCann, who has cerebral palsy and uses a rollator, told The Irish Times, speaking of co-founder KC Grant. “It said on the [hotel] website that they were accessible, but when we got there, there were three steps up to reception.”

From there, the two of them recognized the necessity of an app that is designed by people with disabilities for others. There are two other apps which perform similar functions, allowing people to preview and review the accessibility of buildings, but developer Jack Gallagher says they don’t go far enough – “They might give parking three out of five [stars], but what does that mean?”

“Ours is a rating system where you answer Yes or No questions that are easy to understand,” he told The Irish Times. The questions are based on existing guidelines outlined by the National Disability Authority and the Irish Wheelchair Association. Access Earth have already rolled out ratings for hotels throughout Ireland, North America, and Sydney, but wants the app to be crowd-sourced as well, so users can also add locations if it hasn’t been covered yet.

With support from Microsoft, the app is available for download from the Windows store, as well as on accessearth.org.

Source: Irish America


Cegos tocam as portas das celas do Memorial da Resistência, nas visitas guiadas por monitores do projeto Ação EducativaCegos tocam as portas das celas do Memorial da Resistência, nas visitas guiadas por monitores do projeto Ação Educativa

Para preservar as memórias da resistência e da repressão no Brasil, foi inaugurado em 2009 o Museu da Resistência de São Paulo. Instalado no edifício que sediou o Departamento Estadual de Ordem Política e Social do Estado de São Paulo (Deops/SP), entre os anos de 1940 a 1983, o espaço abriga exposições e ações educativas para promover a reflexão a respeito da cidadania, da democracia e do respeito aos direitos humanos.

Os trabalhos foram desenvolvidos pelo Fórum Permanente dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo e o apoio de colaboradores e instituições culturais e o Arquivo Público do Estado de São Paulo. O memorial tem um papel educativo e cultural por meio da problematização e atualização das informações sobre a repressão no Brasil.

O “Memorial ParaTodos” é o projeto da Ação Educativa do Memorial da Resistência de São Paulo voltado para a realização de visitas educativas para pessoas com deficiência. Somos uma das poucas instituições museológicas que possibilitam o toque na exposição de longa duração.

O espaço é térreo e adaptado para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Disponibilizamos materiais de apoio multissensoriais e maquetes que tornam acessíveis o prédio e suas temáticas. Além disso, as memórias dos ex presos políticos são reproduzidas em áudio.

Para agendar sua visita entre em contato:
dgonzales@memorialdaresistenciasp.org.br
Tel: 11 3335-5192

Largo General Osório, 66- Luz. São Paulo
www.memorialdaresistenciasp.org.br
De terça à domingo das 10h às 17h30
ENTRADA GRATUITA

Fonte: Memorial da Resistência


En el lanzamiento de Travel For All han colaborado con Viajes Azul Marino la Asociación Bidaideak y el atleta paralímpico Javier Conde.En el lanzamiento de Travel For All han colaborado con Viajes Azul Marino la Asociación Bidaideak y el atleta paralímpico Javier Conde.

El Grupo Viajes Azul Marino ha lanzado un nueva marca al mercado dentro del plan de expansión que afronta la compañía. Se trata de Travel For All y está especializada en ofrecer programas turísticos sin barreras que posibiliten a personas y colectivos con discapacidad, por un lado, así como a deportistas en cualquiera de sus disciplinas, por el otro, viajar con las máximas garantías.

Según ha informado el grupo este martes, Travel For All es un nuevo concepto de turismo accesible para todos, que va más allá del viaje, incluyendo la asistencia integral de los viajeros, independientemente del tipo de discapacidad que puedan tener y atendiendo a criterios de no discriminación.

En cuanto a Turismo Deportivo, Travel For All garantiza la coordinación y máxima comodidad durante el viaje para los participantes en competiciones deportivas de toda índole,  tanto en cualquier punto de España como o a nivel internacional.

Además de Viajes Azul Marino, en el lanzamiento de Travel For All han colaborado también la Asociación Bidaideak, entidad sin ánimo de lucro especializada en atención directa a personas con discapacidad, y el atleta paralímpico Javier Conde.

Con esta marca especializada en Turismo Accesible y Deportivo, el Grupo Viajes Azul Marino continúa su expansión tras la absorción el pasado mes de julio de las agencias Viajes Gantour y Viajes Caja Sur.

Con cerca de 35 años de historia, Viajes Azul Marino cuenta con puntos de venta en diez ciudades españolas y engloba a mayoristas como Club Marco Polo y Años Luz.

Fuente: agenttravel.es

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/10/2014

Pessoas com deficiência fazem turismo cívico no Distrito Federal


Voltado à população em geral, programa da Setur tem uma vertente de inclusão e acessibilidadeVoltado à população em geral, programa da Setur tem uma vertente de inclusão e acessibilidade

BRASÍLIA – Promover passeios a monumentos cívicos e outros pontos de Brasília, despertando o orgulho de pertencer à capital que detém o título de Patrimônio da Humanidade, é objetivo do Turismo Cidadão ─ programa lançado em abril pela Secretaria de Turismo e Projetos Especiais (Setur). Até setembro, participaram 10.590 pessoas, e a previsão é que mais 15.537 integrem a ação ainda neste ano.

Mesmo voltado a estudantes e à população em geral, a inclusão da pessoa com deficiência é uma das vertentes do Turismo Cidadão, programa incluído no Plano Distrital Viver sem Limite DF, lançado em 2013. Um dos participantes da iniciativa foi o estudante Anderson da Silva, 22 anos, do Centro de Ensino Especial 2 de Ceilândia. O jovem tem deficiência intelectual e visitou, com colegas e professores, locais como a Catedral e a Praça dos Três Poderes. Ele falou sobre o que mais apreciou: “A igreja, porque gosto de rezar”.

Coordenadora do centro de ensino, Janaína da Silva conta que a instituição realiza trabalhos periódicos de inclusão. “Sempre buscamos integrar os alunos no meio social para que eles interajam com outras pessoas. Muitos deles, devido à carência, à situação financeira dos pais, não têm condições de passear; fazemos esse trabalho justamente para que eles tenham essa oportunidade”, explicou.

O PROGRAMA – O Turismo Cidadão dispõe de dois ônibus personalizados e com plataforma elevatória para pessoas com deficiência. Aos participantes são distribuídas cartilhas, cuja linguagem varia de acordo com o público. Versões em braile são produzidas de acordo com a necessidade de cada turma. Quando necessário, um intérprete de sinais participa da viagem.

As visitas são sempre acompanhadas por alguém responsável pelo grupo e um guia da Setur. Os atrativos com o maior número de visitas são o Memorial JK, a Catedral Metropolitana de Brasília e a Praça dos Três Poderes.

TREINAMENTO – Na última semana, 30 professores da rede pública e articuladores participaram de capacitação para o programa no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Além de receber o Guia do Professor, que integra o conteúdo do projeto prático aos ensinamentos de sala de aula, o grupo participou de palestras sobre diversos temas, entre eles inclusão e acessibilidade. “É conhecendo a pessoa com deficiência e as práticas inclusivas que podemos melhorar”, comentou a diretora de Regionalização e Produção Associada ao Turismo, da Setur, Andrea Chaves.

VIVER SEM LIMITE – O programa Turismo Cidadão está vinculado ao projeto Inclusão da Pessoa com Deficiência em Atividades Culturais, um dos 35 presentes no Plano Distrital de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência – Viver sem Limite DF, lançado em 2013. O plano é coordenado pela Casa Civil do DF e pela Secretaria de Justiça e visa qualificar as políticas de inclusão que garantam os direitos das pessoas com deficiência.

“É de suma importância o trabalho que vem sendo realizado pela Setur e que permite a inclusão de pessoas com deficiência. Nós, da Casa Civil, participamos por meio do Viver sem Limite e fornecemos apoio à pasta no que diz respeito às ações voltadas para o grupo”, destacou o secretário-chefe da Casa Civil da Governadoria, Swedenberger Barbosa.

SERVIÇO:

Os grupos interessados em participar do Turismo Cidadão devem agendar a visita pelo e-mail turismocidadao.agenda@gmail.com Outras informações podem ser obtidas de segunda a sexta-feira, de 8h às 18h, por meio do telefone 3214-2764.

Fonte: Casa Civil


Sharon Parsons and her disabled son James has hit out after she was told he could not board a bus because he was in a wheelchair.Sharon Parsons and her disabled son James has hit out after she was told he could not board a bus because he was in a wheelchair.

James Parsons, aged 10, was distraught after the driver refused to pick him up, claiming it was against guidelines to carry passengers in wheelchairs on his type of bus.

However, James’ mum Sharon has branded the driver’s actions ‘despicable’, saying they have travelled on the same Stagecoach number four service, from Larwood to Worksop, every week for the last four years.

Sharon, 41, a full-time carer for James, who has Dandy-Walker syndrome, said: “The driver just said ‘no, I can’t take you’ and was adamant. He wouldn’t move until I got the wheelchair folded up. “

A Stagecoach spokesman said: “Most vehicles on our Worksop town services have a low-floor entrance and are accessible to wheelchairs.

“A small number, including the one boarded by the customer, do not have the necessary adaptations at present.

“We follow Department for Transport guidelines which state wheelchair passengers in such circumstances should travel in a bus seat while the wheelchair is stowed.

“We always put the safety of our customers first and as a responsible company follow government regulations.”

Stagecoach’s full statement:

“Most vehicles that operate on our Worksop town services have a low-floor entrance and are accessible to wheelchairs. A very small number of buses, including the one boarded by the customer, do not have the necessary adaptations for wheelchair access at present. We follow guidelines provided by the Department of Transport which state that wheelchair passengers in such circumstances should travel in a bus seat for the journey while the wheelchair is stowed in the luggage space.

“In this case, the driver explained this to the customer and she agreed to stow the wheelchair for the duration of the journey. We are sorry for any inconvenience these circumstances caused on this occasion. However, we always put the safety of our customers first and as a responsible company we follow government advice and regulations.

“Over 85 per cent of the Stagecoach East Midlands fleet is currently wheelchair accessible and we continue to invest heavily in new buses for our customers every year. Our vehicles will be fully accessible well before the statutory deadline set for all bus operators, which is January 1, 2017.”

Source: Workshop Guardian

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 22/10/2014

Barreiras para o turismo acessível. Relatos de problemas globalizados.


Pesquisadora da Universidade de Surrey, na Inglaterra, Victoria Eichhorn, fala sobre a acessibilidade e o direito das pessoas com deficiênciaPesquisadora da Universidade de Surrey, na Inglaterra, Victoria Eichhorn, fala sobre a acessibilidade e o direito das pessoas com deficiência

Recursos financeiros, questões geográficas e de infraestrutura, obstáculos informacionais e problemas de interação e comunicação são as principais barreiras para o acesso de pessoas com deficiência ao turismo. Dando continuidade ao debate sobre o direito ao turismo, a pesquisadora da Universidade de Surrey, na Inglaterra, Victoria Eichhorn, falou sobre a acessibilidade e o direito das pessoas com deficiência, durante o segundo dia do Congresso Mundial de Turismo Social, evento realizado em São Paulo pela Organização Internacional de Turismo Social (Oits) em parceira com o Sesc.

Segundo Victoria, obstáculos de infraestrutura ou financeiros, entre outros, estão relacionados, já que muitas vezes a pessoa com deficiência terá custos adicionais na busca específica de instalações acessíveis ou na contratação de profissionais, como um tradutor para a língua de sinais dos surdos. Mas a pesquisadora destacou que a barreira apontada como mais importante por mais de duas mil pessoas pesquisadas é a da interação. “Os aspectos financeiros são um obstáculo, mas não o principal. A falta de acessibilidade dos ambientes restringe as pessoas e limitam as escolhas quanto à oferta turística. Mas o principal obstáculo indicado foi o aspecto interativo, as atitudes negativas e o abismo de compreensão e entendimento das sociedades com a deficiência”, disse. E mais: as pessoas com deficiência entrevistadas afirmam que as barreiras termos de atitude e de interação acabam por atingir também parentes e amigos que os acompanham.

A pesquisadora inglesa abordou, ainda, a necessidade de treinamento e capacitação nas empresas para preparar aqueles que estarão envolvidos no atendimento aos turistas. “É preciso que os destinos sejam acessíveis, mas treinamento e educação são fundamentais para garantir essa acessibilidade tanto quanto a infraestrutura”, afirmou Victória. Segundo ela, a pesquisa mostrou que falta compreensão e habilidade para abordar e atender esses aspectos nos serviços.

Ela informou que a Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos Direitos e Dignidade das Pessoas com Deficiência das Nações Unidas foi assinada em 2008, mas é preciso pensar no pouco que se avançou nesses anos. “As Leis implicam custos para que as adaptações sejam feitas, e isso acaba não sendo cobrado da maneira devida. Muito ainda precisa ser feito para eliminar os obstáculos enfrentados pelas pessoas com deficiências”, complementou Victoria. Ela acredita que o Turismo Social tem a possibilidade de engajar as pessoas e prepará-las melhor para que superem essa barreira. “Muito além da aplicação de leis, as crenças pessoais precisam ser mudadas”, concluiu a pesquisadora.

Acesse o link a seguir para ler a matéria sobre a pesquisa encomendada pela Comissão Europeia para a Universidade de Surrey, coordenada por Victoria Eichhorn “Falta de turismo acessível custando economia de bilhões”, nova pesquisa constata

Fonte: Jornal do Brasil

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 21/10/2014

A tale of two new taxis: Wheelchair accessible taxis and she/taxis


Accessible New York taxi that meets or exceeds the relevant Americans with Disabilities Act (ADA) guidelines.Accessible New York taxi that meets or exceeds the relevant Americans with Disabilities Act (ADA) guidelines.

Two new types of “taxis” will soon be introduced into the New York City transportation market. First, a U.S. federal court recently approved a class action settlement in an action brought by The Taxis for All Campaign which provides for 7,000 wheel-chair accessible medallion taxis by 2020 http://www.dnaindo.com/new-york. Second, SheTaxis/SheRides is a car service app intended to provide female drivers of cars which will only carry female passengers. These additions to an already intensely competitive transportation market in New York City featuring, inter alia, the medallion taxi fleet and Uber and Lyft ride sharing services [see Car and Apartment Sharing in New York State and Beyond at www.nycourts.gov/courts/9jd/taxcertatd.shtml gives tourists additional transportation options when visiting the Big Apple.

Wheel-Chair Accessibility

In 2011 several organizations including The Taxis For All Campaign, the United Spinal Association and Disability In Action commenced a class action in United States District Court for the Southern District of New York against the New York City Taxi and Limousine Commission [TLC] and the City of New York [The Taxis for All Campaign et al v. N.Y. City Taxi & Limousine Commission et al, Case No. 11-CV-0237 (GBD)] “alleging that New York City (and the TLC) discriminate against individuals with mobility disabilities who use wheelchairs or scooters by failing to require a medallion taxi fleet that is accessible to such individuals” [Notice of Proposed Settlement of Class Action (June 16, 2014)(“the Notice”)].

Litigation Background

As noted by Disability Rights Advocates (DRA) in a press release (www.dralegal.org) (9/18/2014) “When the case was initiated, 231 of the City’s 13,437 yellow taxis-just 1.8%-could accommodate wheelchairs. Taxis are a critical transportation system in New York City. Locals and visitors alike rely on them for business, leisure and emergency transport, and for individuals with mobility disabilities, lack of access to this system posed a significant barrier to participation in every aspect of life in the City…Plaintiffs prevailed in (court) on Dec. 23, 2011 with the Court ruling that ‘As a result of the TLC’s policies and regulations…disabled persons are not provided meaningful access to the benefits of the New York city taxicab service’. The Court further held that the TLC should create and enact ‘a comprehensive plan to provide meaningful access to taxicab service’ for passengers who use wheelchairs’”. On appeal part of this decision was overturned with the Second Circuit Court of Appeals holding ”that the Americans with Disabilities Act (ADA) (does) not ‘obligate the TLC to use its licensing and regulatory authority over the New York City taxi industry to require taxi owners provide meaningful access to taxis for persons with disabilities’”.

“Taxi of Tomorrow” Competition

“At that same time, New York City was preparing to drastically change its taxi system. The City held a competition to choose one vehicle model, which it called the ‘Taxi of Tomorrow’ that it planned to require all taxicab operators to buy or use for the following decade. The City ultimately selected the Nissan NV200, a van not accessible to wheelchairs, as its Taxi of Tomorrow. Plaintiffs prepared to challenge this choice on the grounds that under the ADA a van used as a taxi must be accessible unless equivalent service is provided to people with disabilities”. For a taxi design which is wheel-chair accessible see Johnson, Taxi Drivers Offered New Handicap-Accessible Option in Model Cab at www.dnainfo.com/new-yor/20120110 (9/18/2014).

The Settlement

At this point the parties, after three years of negotiations, decided to enter into a settlement which was approved by the Court on September 16, 2014 finding that it was “fair, adequate and reasonable to (a class defined in the Notice as ‘All persons using wheelchairs or scooters who reside in or visit New York City who are persons with disabilities under the Americans with Disabilities Act, Rehabilitation Act and/or City Human Rights Law and who seek to use the New York City medallion taxis’). The settlement provided that “the City Entities will require owners of taxicab medallions to replace 50% of all taxi cabs in the New York City medallion taxi fleet that come out of service and are retired with vehicles that are fully accessible for wheelchair and scooter users, starting on a date no later than January 1, 2016″. As noted by the DRA “This settlement will make New York City’s taxi fleet the most accessible in the country and one of the most accessible in the world…In June 2014, the New York State legislature was sent a plan to make New York City’s outer borough cabs-fleets not covered by the settlement-also 50% accessible”.

Taxis For Women Only

As noted in Hu, Needing More Drivers, Taxi Service for Women Delays Start, www.nytimes.com (9/15/2014) “A new livery service for women that was supposed to start operating…in New York City…has been delayed until later this month to allow the company to recruit more female drivers… (presently have 100 and want 500) before it (begins) operating to avoid any delays for potential riders. SheTaxis-known as SheRides in the city’s five boroughs-will instead start its website on Tuesday…SheTaxis will operate through a smartphone app to connect female livery drivers sporting pink pashmina scarves with female riders”.

Does SheTaxis Discriminate?

“The delay in SheTaxis’s operation comes amid criticism by some legal experts and others who say that it discriminates against men. Norman Siegel, a civil rights lawyer, said it was illegal under city, state and federal laws. “As a public accommodation, I believe that it unlawfully discriminates against male customers and additionally it also unlawfully discriminates against males in employment’. City officials have said that the app appears to be legal, but that it would be illegal for a driver to refuse to pick up a rider because of gender…the city’s human rights commissioner, said ‘We are currently in the process of reaching out to the livery bases that will be using the app and advising them of their obligations under the N.Y.C. Human Rights Law’…In the city, women make up only 1 percent of yellow-cab drivers and only 5 percent of for-hire drivers of livery cars, green cabs, limousines and luxury sedans, according to city data”. Stay tuned.

Disabled Passengers & Airlines

There has been considerable litigation over the years against airlines, cruise lines and hotels over how and when to accommodate the needs of disabled passengers and guests [see Travel Law, §2.02[7] (domestic airlines), §3.02[6][c](cruise ships); §4.04[1][ii][A] (hotels and resorts)]. As far as airlines are concerned passengers have brought many lawsuits seeking appropriate accommodations and damages [see DeTerra v. America West Airlines; Ruta v. Delta Airlines, Inc.; Nathaniel v. American Airlines; Bynum v. American Airlines, Inc.; Tallarico v. Trans World Airlines, Inc. (discrimination against handicapped passenger; Air Carrier Access Act; $80,000 jury award approved for emotional distress)]. In addition, the U.S. Congress enacted the Air Carrier Access Act (ACAA) as amended which prohibits airlines from discriminating against disabled persons who have a “record” of having a “physical or mental impairment that substantially limits one or more major life activities”. The ACAA gives disabled passengers many new rights yet allows the airlines to exclude such passengers if “the safety of the flight would be compromised”.

Disabled Passengers & Cruise Ships

Cruise ships today attempt to accommodate disabled passengers with mixed results [see Greenhouse, Does the Disability Act Stop at the Shoreline (N.Y. Times Travel Section (3/20/2005); Stellin, Sampling of Services for the Disabled at Sea, N.Y. Times Travel Section (3/20/2005)]. The case of Spector v. Norwegian Cruise Line Ltd. established that the (ADA) applies to foreign flagged cruise ships touching U.S. ports. Disabled passengers may also assert claims based on fraudulent or negligent misrepresentation, breach of contract, violation of consumer protection statutes and unjust enrichment [see Peters v. Norwegian Cruiseline Limited (“Due to an untreatable genetic condition, Peters required a wheelchair for mobility. In 1998 Peters decided to take a cruise…On at least 15 different occasions, Peters spoke with a travel agent…regarding the accessibility of the (cruise ship) for physically disabled people”. Many assurances were given but in reality many of the services and facilities aboard ship were not accessible as promised and numerous common law causes of action were sustained.

Disabled Guests & Hotels

Hotels are under a common law duty to provide accommodations to travelers who request them. As long as there is a room available, the innkeeper cannot discriminate between travelers but must accept those who properly apply. As applied to hotels, the Civil Rights Act of 1964 is a codification of the common law duty to provide accommodations without discrimination. The Americans With Disabilities Act (ADA) applies to old and new construction and has been used by the federal government and private individuals to encourage hotels, resorts and casinos to make their facilities more handicapped accessible [see U.S. v. Days Inns of America, Ins.; Sigros v. Walt Disney World Company; Brown v. Showboat Atlantic City Propco, LLC (“Plaintiff alleges he encountered discriminatory barriers (including) improper ramps, walkways, restrooms, paring, sales and service counters, guestrooms and gaming tables”).

Conclusion

New York City is rapidly becoming a testing ground for new and innovative concepts such as Airbnb, Uber, Lyft, She/Taxis and wheel-chair accessible taxis which appeal to locals and tourists as well. Bravo.

The author, Justice Dickerson, been writing about Travel Law for 38 years including his annually-updated law books, Travel Law, Law Journal Press (2014), and Litigating International Torts in U.S. Courts, Thomson Reuters WestLaw (2014), and over 300 legal articles many of which are available at www.nycourts.gov/courts/9jd/taxcertatd.shtml .

Source: eTN


Os aspectos sensoriais do espaço acessível são ferramentas que maximizam o turismo de experiênciaOs aspectos sensoriais do espaço acessível são ferramentas que maximizam o turismo de experiência

Este artigo foi escrito por Flávia Papini Horta e Heloísa Helena Couto para o 11º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design. Flávia Papini Horta é graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Escola de Arquitetura da UFMG, aluna de especialização em Design Universal pela faculdade INAP. Heloísa Helena Couto é graduada em Design de Ambientes pela Escola de Design da UEM, especialista em Revitalização Urbana e Arquitetônica pela Faculdade de Arquitetura da UFMG, mestra em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável na Escola de Arquitetura da UFMG.

A demanda por espaços universais, que possibilitem o adequado acesso de pessoas com deficiência, é uma questão que concerne ao modo contemporâneo humanista de analisar os ambientes. Há atualmente no cenário turístico brasileiro uma tendência a se pensar mais na acessibilidade dos espaços. Outro tema recorrente no meio acadêmico é o surgimento do conceito de turismo de experiência. A intenção deste artigo é mostrar a relação intrínseca que existe entre o turismo de experiência, locais de hospedagens universais e os aspectos sensoriais do ambiente.

O viajante contemporâneo busca em seus roteiros alcançar novas experiências sensoriais, culturais e estéticas. Outro ponto importante a ser visto neste artigo é a capacidade que os espaços possuem de emitir informações aos usuários. Essas informações são recebidas e interpretadas por eles criando mapas mentais do local e, consequentemente, novas experiências. Buscar superar as barreiras físicas e sensoriais que o espaço pode oferecer se torna uma questão primordial para o profissional de design e arquitetura no momento de concepção do projeto.

Com o objetivo de aplicar esse conceito de design universal ao da categoria turismo de experiência, observa-se uma necessidade de se pensar nos aspectos não físicos do espaço, ou seja, o campo do sensorial. Dentre tantos sentidos que o ser humano possui, a possibilidade de apreender o ambiente de várias maneiras pode se tornar uma experiência única ao usuário.

Este artigo busca defender a relação intrínseca que existe entre o turismo de experiência para todos e os aspectos sensoriais do ambiente. Para tanto foi feito inicialmente uma revisão de literatura a fim de conceituar os temas de maneira compendiada. Em seguida procura-se estabelecer a relação entre as leis municipais, estaduais e federais e o papel social do design universal nos espaços de turismo.

À frente há uma breve análise do recente “Estudo do Perfil de Turistas – Pessoas com deficiência”, publicado pelo Ministério do Turismo no final do ano de 2013. Em seguida busca-se compreender o significado dos aspectos sensoriais dos espaços. Finalmente, já com uma conceituação formada, é estabelecida a relação entre turismo de experiência para todos e os aspectos sensoriais do ambiente.

Para ler o conteúdo deste artigo na íntegra, acesse o link a seguir OS ASPECTOS SENSORIAIS DOS ESPAÇOS DE HOSPEDAGEM E O TURISMO DE EXPERIÊNCIA PARA TODOS

Fonte: Flávia Papini Horta


Una de las principales medidas adoptadas por Ciudad Rodrigo para la eliminación de barreras arquitectónicas para facilitar el turismoUna de las principales medidas adoptadas por Ciudad Rodrigo para la eliminación de barreras arquitectónicas para facilitar el turismo

Ciudad Rodrigo es una de las algo más de 30 ciudades candidatas a ser designada como el destino turístico más accesible de España dentro un concurso organizado por la empresa ThyssenKrupp Encasa a través de las redes sociales.

Según explica la compañía, durante el verano pusieron en marcha una primera iniciativa para buscar la playa más accesible de nuestro país. Tras la buena acogida del concurso, han decidido buscar el destino turístico “que más promueva la eliminación de barreras arquitectónicas para impulsar un turismo sin barreras”.

Respecto al proceso de selección de ciudades candidatas, todo aquel que lo deseó pudo hacer propuestas en los muros de ThyssenKrupp en redes sociales como Facebook, Twitter y Google+.

Posteriormente, la compañía “verificó” que los municipios propuestos cumplen con “un plan integral de accesibilidad” y que realizan acciones concretas en al menos uno de los siguientes tres ámbitos: edificación, transporte o urbanismo. Finalmente, se han seleccionado algo más de 30 ciudades, por las cuales se puede votar desde la jornada del lunes y hasta el domingo 26 de octubre en la página web www.destinoaccesible.es.

Junto a Ciudad Rodrigo, en la votación participan Cáceres –que lidera la clasificación-, Madrid, Barcelona, Valladolid, Alicante, Soria, Monforte de Lemos, Lugo, Córdoba, Ávila, Bilbao, Jerez de la Frontera, Ourense, Santiago de Compostela o Eibar. Por cierto, que si se pincha por Comunidades Autónomas, Ciudad Rodrigo está englobada… en Extremadura.

La ciudad que más apoyos reciba será designada como el destino turístico más accesible de España. La empresa ThyssenKrupp se acercará hasta el municipio ganador para entregar a su alcalde un trofeo que simbolizará “el reconocimiento otorgado por los fans, followers y usuarios al municipio en cuestión”.

Asimismo servirá para reconocer “el esfuerzo de su Consistorio por trabajar para que cualquier persona pueda disfrutar del patrimonio artístico de la ciudad y de las actividades de ocio y tiempo libre que propone”, según explica la compañía.

Fuente: Salamanca Al Día

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 20/10/2014

Ricardo Shimosakai, Especialista Em Turismo Acessível


O diretor e fundador da Turismo Adaptado fala da sua luta pela causa das pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção que não abrem mão de viajarO diretor e fundador da Turismo Adaptado fala da sua luta pela causa das pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção que não abrem mão de viajar

Esta matéria foi escrita pela equipe de redação do Grupo Trend para a revista Segue Viagem, 23º edição, de agosto/setembro de 2014, Ano 4, páginas 10 – 13.

Em 2001, o bacharel em Turismo Ricardo Shimosakai foi atingido por um tiro em um sequestro relâmpago que o deixou paraplégico. O incidente marcou sua vida para sempre, mas não diminuiu em nada a sua paixão por viajar. Para continuar suas aventuras, ele precisou vencer as barreiras de um mundo que não foi projetado para pessoas com deficiência.

Ricardo pesquisou muito, foi atrás de possibilidades e se tornou um especialista em turismo acessível. Com o conhecimento, ele passou a ser cada vez mais procurado por pessoas com histórias parecidas com a sua. Incentivado por elas e pelos amigos, ele criou, em 2004, a Turismo Adaptado (www.turismoadaptado.wordpress.com), dedicada a possibilitar o prazer de viajar para pessoas com deficiência.

O objetivo da Turismo Adaptado é pensar em serviços personalizados com foco não só em acessibilidade, mas também em garantir conforto e preços competitivos no mercado. Como uma empresa especializada no mercado de turismo acessível, a Turismo Adaptado elabora propostas em prol da inclusão de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida nas atividades de lazer e turismo, um benefício que contempla toda a comunidade.

O profissional, que também atua como palestrante, conta que a procura por empreendimentos interessados em adaptar seus serviços está cada vez maior, mas longe de ser a ideal. O trabalho no mercado de Turismo é um desafio diário para ele, já que o setor ainda está engatinhando quando o assunto é acessibilidade.

A Segue Viagem bateu um papo com Ricardo Shimosakai para saber qual é a situação dos turistas com deficiência no Brasil e o que precisa ser feito para que o mercado esteja em sintonia com as propostas de acessibilidade para todos.

O tradicional ônibus Londrino oferece acessibilidade para cadeirantes, com rampas automáticas e 100% da frota acessível.O tradicional ônibus Londrino oferece acessibilidade para cadeirantes, com rampas automáticas e 100% da frota acessível.

SV: O princípio básico do chamado turismo acessível é incluir a maior parte possível da população em atividades de turismo e lazer. A legislação brasileira exige, por exemplo, que hotéis devem reservar apartamentos adaptados e oferecer acessibilidade em todas as suas áreas. Isso realmente acontece?

A lei obriga que pelo menos 5% das unidades habitacionais estejam adaptadas para pessoas com deficiência, mas isso ainda não é uma realidade, principalmente porque não há uma fiscalização por parte das autoridades. Também não há uma orientação correta sobre as adaptações. Muitos hotéis anunciam que estão preparados para receber pessoas com deficiência, mas há falhas que dificultam a vida do hóspede. Uma das causas que defendo é a criação de uma certificação para orientar os clientes sobre os recursos de acessibilidade e inclusão que os estabelecimentos ou prestadores de serviços possuem. As pessoas têm diferentes tipos de deficiência, algumas necessitam mais de recursos de acessibilidade e outras menos. Uma simbologia mais completa e com certificação facilitaria para os dois lados.

SV: Quais são as principais queixas dos turistas com deficiência?

O banheiro de hotel costuma ser o espaço mais complicado, oferecendo problemas já na entrada. A ideia é que o banheiro seja um lugar privativo, mas as pessoas com deficiência muitas vezes precisam de ajuda até para poder circular lá dentro. O ideal é que os cômodos sejam adaptados tanto para cadeirantes quanto para deficientes auditivos, visuais e intelectuais, e para os últimos três tipos de deficiências as complicações são ainda maiores. Nesses casos, a acessibilidade é quase inexistente.

SV: Um dos objetivos do Programa Turismo Acessível, lançado em 2012 pelo Ministério do Turismo, foi incentivar a ampliação do número de unidades habitacionais acessíveis nas doze cidades-sede da Copa um Mundo e seus entornos. Como você avalia a oferta de serviços acessíveis durante o maior evento turístico brasileiro nos últimos anos?

Durante a Copa, não só na hotelaria, mas também em empresas de transporte, os serviços destinados às pessoas com deficiências existiam, mas eram preferenciais, e não exclusivos. Com a grande procura, a ocupação dos hotéis foi rapidamente preenchida pelo turista convencional, então não sobraram muitas alternativas para o turista com deficiência. Outro desafio das pessoas com deficiência na hora de viajar é a padronização dos serviços oferecidos. Nos hotéis há muitas categorias de quartos, com mais ou menos conforto, com preços proporcionais. O cliente com deficiência geralmente não tem opção de escolher o quarto mais barato ou mais confortável. Tem de se satisfazer com o quarto disponível, às vezes de uma só categoria.

Cânion Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR). Rapel acessível, contemplando as cataratas, umas das 7 maravilhas naturais do mundoCânion Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR). Rapel acessível, contemplando as cataratas, umas das 7 maravilhas naturais do mundo

SV: Mesmo considerando que o grande problema do turista com deficiência ainda é a insuficiente oferta de hospedagens, qual é o hotel brasileiro que melhor representa a proposta de um turismo para todos?

Hospedagem referência de acessibilidade no Brasil é o Villa Bella Hotel, em Gramado (RS), que possui campainha luminosa para surdos e cardápios em braile, além de outros recursos. Uma alternativa para consultar serviços disponíveis para pessoas com deficiência é o Guia Turismo Acessível, no qual o usuário pode avaliar e consultar a acessibilidade de pontos turísticos, hotéis, restaurantes, parques e atrações – uma espécie de TripAdvisor. O site colaborativo é mantido pelo Governo Federal no seguinte endereço: http://www.turismoacessivel.gov.br.

Fonte: Revista Segue Viagem

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