França sem Fronteiras


Minister launches new e-learning tool to boost £370m accessible tourism marketMinister launches new e-learning tool to boost £370m accessible tourism market

A new £45,000 online training programme is set to help Scotland’s hotels, visitor attractions, pubs and restaurants, better cater for the requirements of people with access needs including those with physical, sensory or learning disabilities, elderly visitors and parents with small children.

Minister for Tourism, Fergus Ewing officially launched the first phase of the e-learning Accessible Tourism Course at a visit to the Crowne Plaza in Glasgow, this morning (23 June).

With exactly a month to go until the Commonwealth Games in Glasgow, VisitScotland and its partners Scottish Enterprise, Glasgow Welcomes, Skills Development Scotland, Glasgow City Council, Glasgow Life, Glasgow 2014 and Glasgow City Marketing Bureau, believe the programme will ensure all visitors to the City, regardless of their access needs, receive a world-class welcome.

Available free of charge, the initiative will be available to all Scottish businesses.

Ryder Cup Europe has already agreed to use the course as part of its customer service training for Marshalls and Access Buddies ahead of the global event in September at Gleneagles.

As well as promoting good practice, the training, which is split into four categories, accommodation, visitor attractions, restaurants and catering, and pubs and bars, will a provide users with a better understanding of the requirements of this growing market.

Accessible tourism was recently valued at more than £370m to the Scottish economy, an increase of £37m since 2009.

The rise demonstrates the huge potential economic benefits to hundreds of businesses and services across the country of catering for this market.

Tourism Minister Fergus Ewing said: “Everyone should have the chance to enjoy all that Scotland has to offer. This new online training programme will ensure we are fit for purpose and have services available that can accommodate all visitors to our country.

“Improving accessibility has real potential to help achieve tourism industry growth ambitions and boost the wider economy, as well as enhancing social equalities.”

Chris McCoy, VisitScotland Accessible Tourism Scotland project manager, said: “2014 is the year we welcome the world and we want to make sure everybody receives the same warm Scottish welcome. However, we know that poor customer service and a lack of accurate information are among the most common barriers facing visitors with access needs. This project is designed to help equip employees and managers with the skills and knowledge they may need to welcome all visitors, regardless of their access needs. We hope through innovative online tools such as this, we can position Scotland as a country with world-class accessible tourism facilities, offering more choice as well as excellent customer service.”

In the run up to the Commonwealth Games, the Accessible Glasgow Tourism project, an official Glasgow 2014 legacy project which links to the wider Accessible Tourism Scotland project, is encouraging business to realise the potential economic benefits of the Accessible Tourism market by developing an ‘Access Statement’.

An access statement offers visitors with access needs a clear description through words and pictures of the facilities and services they can expect during their trip.Creating an access statement is often the first step to making a business more accessible.

For more information about accessible tourism and to access the training course please visit www.visitscotland.org/accessible-tourism-training

For further information contact:
Louise Purves
Corporate Press Officer
Tel: 0131 472 2052 Louise.purves@visitscotland.com
Out of hours media enquiries: 07699 766986

Source: Visit Scotland

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 29/07/2014

Trilhas Inclusivas: turismo de aventura para todos !


As trilhas são possíveis tendo uma equipe preparada para atender pessoas com deficiência a vencer os obstáculos da naturezaAs trilhas são possíveis tendo uma equipe preparada para atender pessoas com deficiência a vencer os obstáculos da natureza

Por Adriana Buzelin

Quando ouvi falar do projeto Trilhas Inclusivas que surgiu em Minas Gerais, logo pensei como seria possível uma pessoa com deficiência participar de uma trilha já que temos tão pouca acessibilidade nas ruas de muitas cidades do Brasil. Sair nas ruas ditas asfaltadas já considero um grande desafio, imagine em uma estrada de terra, pedras e matos ? Claro que fui atrás para ver como seria possível isto.

Na entrevista que fiz com Caico Gontigo, um dos idealizadores do projeto Trilhas Inclusivas, ele relata que tudo nasceu com a missão de proporcionar a melhoria da qualidade de vida de todos através do Turismo de Aventura. Que ao ver uma matéria na TV sobre uma corrida de aventura de 246 Km, com todo tipo de terreno e em algum lugar remoto do mundo, onde um grupo de bombeiros franceses levou 5 adolescentes com deficiência nessa aventura, ele se sentiu motivado e inspirado a fazer o mesmo nas trilhas da Serra do Cipó, lugar que conheço bastante e que oferece várias cachoeiras, rios, montanhas, fauna e flora exuberantes.

E são vários os roteiros oferecidos que vão, desde o trekking, caminhadas, escaladas, montanhismo, até a observação da fauna e flora e canoagem na região da Serra do Cipó, a 100 Km da capital mineira, Belo Horizonte/MG, e a 60 Km do Aeroporto Internacional de Confins.

O Trilhas Inclusivas atende a pessoas de ambos os sexos, de todas as idades, inclusive pessoas com deficiência. A participação dessas pessoas no projeto se dá através da realização dos passeios em roteiros pré-estabelecidos pela equipe do projeto, no intuito de propiciar a elas uma sensação única de estar em meio à natureza, vivenciando o turismo de aventura, o qual acreditam contribuir para melhoria da qualidade de vida de cada um que participa.

Como parte do passeio, uma parada para conhecer a beleza da Cachoeira da Caverna e ainda mergulhar em suas águasComo parte do passeio, uma parada para conhecer a beleza da Cachoeira da Caverna e ainda mergulhar em suas águas

Além disso, durante os passeios, todos os participantes têm a oportunidade de expandir seu ciclo de amizades, pois a equipe se esforça para realização de passeios com grupos, o que naturalmente já cria um ambiente de conversação e trocas.

Todos os roteiros, a forma de auxiliar, o trato com as diferenças fazem com que as pessoas com deficiência demonstrem suas necessidades ou a maneira particular de como gostariam de ser conduzidas. Profissionais de saúde e um condutor especializado durante todo o roteiro, sempre acompanham de perto as pessoas que necessitam de qualquer ajuda extra, além do apoio de um impulso maior na cadeira de rodas em terrenos mais acidentados. Também são disponibilizados lanches durante o trajeto e o transporte da sede do Trilhas Inclusivas para a trilha de aventura propriamente dita.

Caico nos conta que há esse diferencial com as pessoas e suas dificuldades. Os outros participantes da trilha não tentam moldar as dificuldades do trajeto e sim todo o processo de integração se molda de forma espontânea. O lema é: “Aqui ninguém fica de fora da diversão, alegria e adrenalina!”.

Como todo projeto de esporte e inclusão social, o Trilhas Inclusivas enfrenta alguns obstáculos. Um deles é a necessidade de translado até os locais para a prática de esportes de aventura, afinal é em local distante. “E foi no decorrer desses passeios que identificamos ser a maior dificuldade das pessoas com deficiência. Com isso criamos uma campanha de crowdfunding para a aquisição de um carro adaptado”, relata Caico.

Fonte: Revista Reação


Las personas con discapacidad en la construcción de un turismo accesible. Nada sobre sin nosotrosLas personas con discapacidad en la construcción de un turismo accesible. Nada sobre sin nosotros

San Bartolomé de Tirajana/ La XXIII edición de la Universidad de Verano de Maspalomas ofrece un curso sobre ‘Turismo inclusivo: accesibilidad y discapacidad ante el turismo’ que permitirá reconocer las necesidades para que el principal destino turístico europeo se convierta en un destino accesible.

El curso contará, entre otros, con la participación de José Miguel Álamo, consejero del Cabildo Gran Canaria y responsable del programa “Gran Canaria Accesible”; José Carlos Álamo, concejal de Playas del municipio de San Bartolomé de Tirajana; Gloria Marrero, concejala de movilidad del Ayuntamiento de Las Palmas de Gran Canaria, y Francisco José Niño Rodríguez, alcalde de Arona, en Tenerife, el único municipio accesible de Canarias.

Asimismo, se ha organizado un coloquio (30 de julio a las 19:00 horas) con la presencia de responsables de los eventos e instalaciones deportivas más importantes de Lanzarote, Isabelle Janssens, del Club La Santa, y José Ángel Vázquez, directivo de la cadena H10, en cuyas instalaciones se apoya directamente la celebración de pruebas para discapacitados que tienen una relevancia mundial, y con la participación también de dos campeones mundiales de deportes paralímpicos: el nadador canario, Enhamed Enhamed, y el corredor de fondo en silla de ruedas, Rafael Botello.

Precisamente, será la Fundación Canaria para el Fomento del Transporte Especial Adaptado la que se encargará del traslado del transporte del atleta paralímpico Rafael Botello, que participó en los Juegos Paralímpicos de Pekín 2008 y Londres 2012, y que fue el primer atleta español de sillas de ruedas en terminar el Ironman de Lanzarote 2014. Rafa Botello es invitado anualmente a las maratones más importantes del mundo como, en Londres, París, Berlín, Ámsterdam, New York, Los Ángeles y Japón, entre otros.

La Fundación Canaria Para el Fomento del Transporte Especial Adaptado, que depende del Cabildo de Gran Canaria, tiene como objetivo la promoción, divulgación, desarrollo, gestión y potenciación de los sistemas de transporte que atiendan las demandas de movilidad de las personas con movilidad reducida y personas con discapacidad en la isla de Gran Canaria, así como cualquier otra actividad que pudiera redundar en una mejor atención de dichas demandas. Asimismo, tiene como fin complementario la promoción del empleo, la inserción laboral y la formación de las personas con discapacidad.

En las sesiones también participarán destacados ponentes, expertos y personas con diferentes tipos de discapacidad que explicarán y analizarán los problemas y las “barreras” que encuentran en su vida cotidiana, en la calle y en establecimientos hoteleros y de restauración. Además, se dará a conocer el proyecto “Gran Canaria Accesible”, en general, y en particular el de accesibilidad respecto al turismo.

Fuente: Canarias 24 horas

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 28/07/2014

JC Debate sobre o Deficiente Empreendedor na TV Cultura


A jornalista Andresa Boni entrevista Ana Paula Peguim e Ricardo Shimosakai para falar do empreendedorismo da pessoa com deficiênciaA jornalista Andresa Boni entrevista Ana Paula Peguim e Ricardo Shimosakai para falar do empreendedorismo da pessoa com deficiência

O programa recebe Ana Paula Peguim, coordenadora do Programa Sebrae Mais Acessível e Ricardo Shimosakai, empresário da área de turismo adaptado.

O público-alvo do projeto Sebrae Mais Acessível, explica a entidade, são os empresários, com ou sem deficiência, e futuros empreendedores de pequenos negócios que já trabalham na informalidade. A Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, vai orientar como contratar e integrar pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

A Turismo Adaptado trabalha a acessibilidade e inclusão no lazer e turismo, com diversas atuações. A mais recente, é a estruturação de uma operadora de turismo acessível, onde são criados e comercializados roteiros de viagem acessíveis de acordo com a necessidade do turista com deficiência, mobilidade reduzida ou outra necessidade específica.

O assunto do JC Debate é sobre o deficiente empreendedor. Segundo o relatório do Banco Mundial, existem 1 bilhão de pessoas com deficiência em todo o mundo.

Por aqui, segundo o IBGE, há mais de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, eles são 14% da população, mas eles ocupam menos de 1% das vagas de trabalho e diante dessa proporção, muitos usam a própria deficiência para se tornar empreendedores, geralmente para atender clientes com limitações semelhantes às suas.

No final de 2013, o Sebrae de São Paulo mapeou o papel dos deficientes físicos do mercado empreendedor no estado e segundo a pesquisa, o empreendedorismo é hoje responsável pela renda de 25% dos deficientes físicos economicamente ativos em São Paulo.

O JC Debate, que começa às 13h30, de segunda a sexta conta com convidados para discutir assuntos que estão na pauta do dia. Os prós e os contras, além do ponto de vista do cidadão, com a mediação feita pela jornalista Andresa Boni.

Andresa Boni é Jornalista, com 15 anos de experiência em telejornais, programas de televisão e reportagens especiais. Já trabalhou para os canais Bandeirantes, Band News e Rede 21, sempre nas editorias de ação social, cidades, economia, meio ambiente, arte e cultura. Está na TV Cultura desde 2007, onde atuou nas principais atrações da emissora, como Jornal da Cultura, Metrópolis, Vitrine, Repórter Eco, Matéria de Capa, Planeta Cidade e o Festival de Inverno de Campos do Jordão.

Também foi repórter de Documentários como “O Muro de Berlim – 20 anos da queda” , “As rimas plásticas do cubismo” e Cidades- o mundo que construímos.

Fonte: TV Cultura


Mulher cega encontra em seu vizinho, um garoto de 12 anos, a amizade e a ajuda para enfrentar a vidaMulher cega encontra em seu vizinho, um garoto de 12 anos, a amizade e a ajuda para enfrentar a vida

A verdadeira amizade é aquela em que os amigos se impulsionam mutuamente a serem cada vez melhores. Anya’s Bell (O sino de Anya) é um filme lançado para televisão pela CBS em 1999, estrelado por Della Reese no papel de Anya Herpick.

Em 1949, Anya é uma mulher cega que sempre foi cuidada pela sua mãe e não saia de casa, uma situação que se agrava quando sua mãe morre. Anya lida com sua solidão colecionando sinos. Agora, mais velha e sozinha, Anya faz amizade com um menino entregador de 12 anos, Scott Rhymes, e encontra nele a amizade e a ajuda que precisava para enfrentar a vida.

Para Scott, Anya torna-se a avó que ele é privado de ter. Ele é considerado um garoto “lento”, praticamente sem amigos, e descobre-se depois que ele é disléxico (uma doença normalmente não compreendida na época). Mora só com a mãe, que não mantém mais contato com seus pais, avós de Scott.

O menino motiva Anya a aprender a andar de bengala nas ruas, e Anya ensina braille a ele. Nessa emocionante história, eles encontrarão uma forma de ajudar-se mutuamente diante de suas dificuldades, tornando-se verdadeiros companheiros. Ganhador de dois prêmios “Young Artist Award”, como melhor filme família feito para televisão e melhor ator para o jovem Mason Gamble.

Fonte: Crescimento e Sabedoria


Eduardo e Ruth fazem os gestos que significam 'Festival de Dança de Joinville' em LibrasEduardo e Ruth fazem os gestos que significam ‘Festival de Dança de Joinville’ em Libras

Grupo de deficientes auditivos de Joinville dançou coreografia de hip hop. Ações de acessibilidade foram ampliadas e este ano cegos terão intérprete.

Um tablado de madeira e boa vontade é tudo que um surdo precisa para dançar, conforme Ruth Souza, intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) do Festival de Dança de Joinville. Este ano, ela conta que pela primeira vez um grupo de deficientes auditivos dançou uma coreografia de hip hop como parte das ações do evento. Além disso, outras propostas de acessibilidade foram incluídas, como a contratação de um intérprete para cegos.

Eduardo Tanaka é de Curitiba (PR), onde atua como professor de Libras. Ele nasceu ouvinte, mas aos seis meses teve meningite e ficou surdo. Desde então, aprendeu a se comunicar de diversas formas. Além de Libras, faz leitura labial e sussurra palavras facilmente compreendidas.

Ele foi um dos surdos que caiu na dança e integrou a coreografia de hip hop montada em Joinville. Segundo ele, é pela vibração do chão que eles conseguem acompanhar o ritmo. “Para quem assiste, nem percebe que eles são surdos. Eles têm uma sensibilidade aguçada e um aspecto visual muito mais preciso que o nosso. Nem precisam da música, como nós precisamos”, explicou Ruth.

Acessibilidade
Segundo a intérprete, que fundou em Joinville um instituto para surdos, o IJAS, a estimativa é que pelo menos dois mil surdos acompanham o Festival de Dança, mas as ações de acessibilidade são recentes. “O Festival tem 32 anos, mas somente há quatro há o papel do intérprete de Libras. Nos primeiros anos, ainda, eu ficava em um cantinho do palco e os surdos ficavam perdidos, porque quem estava longe não tinha como acompanhar”, comentou.

32ª edição tem intérprete para cegos

32ª edição tem intérprete para cegos

Este ano, uma cabine foi montada ao lado do palco e a imagem de Ruth é projetada em um telão. “Isso sim é acessibilidade. Não importa onde o surdo estiver, ele vai acompanhar”, completa.

Ruth e Eduardo também ajudaram a incrementar ações de acessibilidade na página do Festival de Dança e criaram os gestos em Libras que significam o nome do Festival. “Há dois mil surdos só em Joinville e 184 mil em Santa Catarina. É um número expressivo, que a maioria não imagina. E eles amam dança, por isso é preciso pensar nesse público”, comentou Ruth.

O presidente do Instituto Festival de Dança, Ely Diniz da Silva Filho, destacou as ações de acessibilidade como um dos principais investimentos deste ano. Segundo ele, na Noite de Gala, uma intérprete para cegos, especialista na área, fará a narração do que vai ocorrer no palco. Além disso, também foram melhorados os espaços para acesso de cadeirantes.

Fonte: G1

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 25/07/2014

Traveling with Medical Equipment at Airports and on Airplanes


Wheelchairs are not levied as luggage, but are dispatched so after accommodating the disabled passenger on the seat in the aircraftWheelchairs are not levied as luggage, but are dispatched so after accommodating the disabled passenger on the seat in the aircraft

When traveling in a wheelchair, ideally it is most convenient to be dropped off at an airport by someone or an airport shuttle service such as Super Shuttle (equipped with lifts) but this is not always possible. If so, then the next best option may be to take some form of public transportation although this requires you to be responsible for transporting your own luggage. Lastly, there may be cases where you have to drive yourself. Long-term parking is costly and is often further away than short-term parking, but some airports allow people with a disabled placard or plates to park in the short-term lot which is a lower fare. Both lots should have accessible parking per the American’s with Disabilities Act. To the best of my knowledge, there is no service that will provide you with an airport attendant at your vehicle to assist with your luggage to the airport, so here again you are responsible for transporting your own luggage.

Luggage
Cleaver packing and luggage carriers enables you to maximize carrying space and keeps your hands free and lap free if using a wheelchair. Some people will even bungee a suitcase with wheels to the chair itself. Specially designed bags and water bottle holders are available for wheelchairs. You can also utilize the space underneath the chair with a pouch, shelf, undercarriage net or a combination of these. I routinely use a back-pack as my carry-on, which is on the back of the chair, and then place my main bag on my lap and personal bag around my shoulders.

The soonest you can receive assistance with your luggage is at the curbside check-in; simply just ask for it at the desk and someone will assist you or find the appropriate airport personnel who can. This personnel is authorize to assist you from the curb to the gate and can carry your bags or push you, but later if you want to use the restroom or grab a bite to eat then you will need to manage your carry-on items. While not the most expeditious option, to minimize dealing with your carry-ons check them as luggage—many airlines do not charged a baggage fee for medical equipment.

Security Check-Point
Some airports have wide security check-point lines accessible to people in wheelchairs otherwise look for the designated line if not being escorted. Within reason, your traveling companions are also able to go through this line with you. Often designated lines are a shortcut through security check-points and a perk of being a wheelchair rider.

The screening process by TSA is a simple routine that should take no more than a few minutes. I leave my shoes on and place the rest of my belonging in the basket as instructed then I look for a TSA agent to inform them that I need a “female assist” for my screening. Then I wait to be escorted to the screening area. I am usually asked if there is anyone else with me to watch my belongings. If not, then she or he if you are using a “male assist” will grab your things once on the other side of the metal detector and place them near you—but do not touch them. If you have difficulty taking off your shoes then don’t because it’s your right.

In USA you should always be asked if you would like a private screening. Other countries also have this option though communication can sometimes be a barrier. I have never opted in for this and instead get straight to business. I spread my arms as straight out as I can, like an airplane, while the TSA agent gently pats my body with her hand in search of restricted items, namely weapons. Before the pat-down begins, notify the TSA agent of any sensitive areas if he or she does not ask first. Afterwards, my chair and I will be scanned for destructive chemical residue which consists of the agent grazing a cotton-like swab lightly on my hands, clothing, shoes, and chair. Once this swab clears* then I am free to go. The security screening is over.

*Some people who use a manual chair have been stopped at this point because their hands organically picked up something off their wheels that came from an unknown source.

Boarding the Plane
Most every airport has an ample amount of carpet, sometimes uphill, which slows down manual chairs if not being assisted with a push. Occasionally in airports you will find people movers that you can take advantage of, and if no one else is in front of you, you can pick up good speed. Once you reach your departure gate it is imperative that you check-in at the desk and get your chair tagged. The brightly colored tag is attached to the wheelchair and identifies the owner and notifies the ground crew that upon landing the chair needs to be brought up from the plane’s carriage for a passenger immediately.

Some jetways to the airplane are very steep and the crew will often ask if you need assistance, but speak up otherwise. With smaller planes there may be no jetway, in which you will be manually lifted up the stairs or some airports have adapted hoists or lifts to accomplish this. Southwest is the only airline I have experienced that has enough space in the front bulkhead seats for my manual wheelchair to get close enough to the seats to transfer. This means an aisle chair is not needed—a step I’d prefer to miss. For all other airlines an aisle chair is needed to board the plane. To arrange this, you need to tell the airline what assistance you will need when making the reservation, but more importantly you need to bring this up again when you check-in for your flight. There are a limited number of aisle chairs in any given airport and hunting one down on the spot can delay the flight and require you to board last instead of first.

If needing assistance with transferring to an aisle chair and your seat and know the best way to accomplish this then speak up, but do so kindly and explain simply with hand gestures if helpful. Once seated on the aisle chair, you will be secured with seatbelts. Sometimes the ground crew is right there with you to take your chair in which I remind them that nothing should be place on top of a wheelchair as it causes damage. If the ground crew isn’t there then I tell whoever takes the chair to please relay the message. You can also attach any directions (sometimes in different languages) to the top of the seat. Waterproofing the directions isn’t a bad idea either. I am usually assured that nothing is ever placed on wheelchairs, which I do not entirely believe, so just in case I always bring the Allen Wrenches needed for adjustments in my carry-on. Some people will even bring a spare manual wheelchair, especially if using a power wheelchair, or get travel insurance.

Typically manual wheelchairs are stored in the cargo compartment with suitcases but if your chair can collapse enough to fit in the priority stowage spaces in the plane, then you have this right under the Air Carriers Act—flight attendants are not egger to comply with this. Whether you can transfer onto an aisle chair or not, rely on the flight attendants to assist you with your carry-on items. These items should not be limited to just bags but anything else that could fall off of your chair, like your water bottle holder, seat cushion and side-guards. Be sure to also carry-on your necessary medical supplies and medications. And for optimal protection against skin break downs, sit on your seat cushion for the plane ride. If using an aircushion, monitor the air pressure during flight, deflating a little if needed, and be sure your pump is packed with your carry-on in case more air is needed once landed.

At your seat a flight attendant should be able to assist you in adjusting the armrest for a clear transfer. However, not all attendants have this knowledge and not every seat has an adjustable armrest. Only some airlines have some airplanes with adjustable armrests. If available, a seat with this feature can be arranged ahead of time. The Air Carriers Act now requires that half the seats have to have adjustable armrests but only when all the seats have been replaced for a thirty or more passenger plane. This also applies to smaller planes as long as it complies with all other safety regulations in regards to weight, balance and so forth.

Airplane Bathrooms
During flight it may be possible to use an onboard aisle chair to use an “accessible restroom” with grab bars, a call button and a lever faucet. The Air Carriers Act states that planes with more than one aisle are required to have an onboard aisle chair and accessible restroom. And planes with sixty or more seats with an accessible restroom are also required to have an onboard aisle chair.* If you can stand or walk a little to get inside of a standard airplane restroom during flight you can also request an onboard aisle chair to get you there. This is another reason to contact the airline ahead of time to find out about availability so you can plan accordingly.

*Airplanes created before 1992 must update access per the Air Carriers Act when the interior of the plane is refurbished.

Furthermore, there is no standard design for the onboard aisle chair. Some are more comfortable than others and some may or may not have a footrest. When you are in need of it you simply notify a flight attendant. The attendant cannot assist you in the transfer to the onboard aisle chair, so you need to do this independently or with the help from your travel companion if available. An attendant or your companion then pushes you into the restroom where you have to be able to make a frontal transfer using a small handrail or the countertop. Once seated the flight attendant closes the door then you lock it, remove clothing, and conduct business. When done use the call button to notify the attendant and repeat the steps back to your seat. Other people have been known to use a leg bag just for the flight or catheterize themselves under a blanket at their seats. Some airlines outside of the US share similar standards in regards to making the restroom accessible, so check directly with the airline to confirm options.

Departing
Just before landing remind the crew that you have a wheelchair that has been gate checked and whether you’ll need an aisle chair. When the flight is over you will be the last one to disembark, which is good to keep in mind for transportation plans. When leaving the aircraft you can ask the attendants for assistance through the airport and they will call for an airport personnel.

In the case that a problem does occur, contact the airline’s Complaint Resolution Official (CRO) who has been specially trained about Federal Aviation Administration (FAA) and Department of Transportation (DOT) disability regulations. You can also get travel insurance specifically for your wheelchair or bring a spare for extra added security.

Most importantly, if you need help ask for it and know your rights.

Source: wheelchairtraveling


Diversos nomes são colocados para tentar identificar os diferentes tipos de segmento de pessoas, o que acaba criando uma grande confusãoDiversos nomes são colocados para tentar identificar os diferentes tipos de segmento de pessoas, o que acaba criando uma grande confusão

Descrever alguém é sempre complicado. Como é possível reduzir os medos, os sonhos, as angústias e os paradigmas de uma pessoa a um ou outro adjetivo? Você aponta pra ela, tenta defini-la em uma palavra, mas não adianta. Alguém pode sair magoado. A não ser que seja o Totoro. Aí pode chamar de “aquele gordão” mesmo que ele até gosta.

Neste vídeo, é abordada a questão de como chamar uma pessoa, sem atropelar questões éticas ou ferir o ‘politicamente correto’. A coisa fica ainda mais complicada, pois dentro dessa abordagem, são colocados negros, pessoas com deficiência, gays, e outras diferenças. Às vezes a sociedade, por ainda não estar acostumada a lidar com essas situações, fica sem saber como agir. Mas descrever uma pessoa não é tão difícil assim, bastaria referenciar através de um detalhe particular que não esteja ligado a valores sociais ou características corporais, como citar a cor e modelo da roupa por exemplo.

Em parceria com o site de humor Kibe Loco e a produtora Fondo Filmes, foi criada a Porta dos Fundos, iniciado em março de 2012, com o primeiro programa sendo lançado em agosto desse mesmo ano. Em 6 meses, a marca de 30 milhões de visualizações no site de compartilhamentos de vídeos YouTube foi alcançada, sendo que a maior parte do público é de 20 a 45 anos.

O sucesso do Porta dos Fundos no YouTube acompanha a história da equipe desde o início da criação do canal humorístico. No dia 22 de junho, o grupo alcançou a marca de 1 bilhão de visualizações. O número engorda mais um feito dos melhores do humor da internet. Além de conquistar mais fãs a cada dia, é o canal brasileiro que conseguiu alcançar essa índice mais rapidamente.

O vídeos são ansiosamente esperados pelo público que segue o Porta dos Fundos. O canal já conquistou mais de 8 milhões de inscritos. Em quase dois anos de projeto, são mais 500 vídeos postados. Hoje, lançam programas inéditos sempre às segundas, quintas e sábados, às 11h. A marca foi divulgada na página do facebook de maneira modesta. Quem sabe o feito será tema de algum próximo vídeo?

Fonte: Porta dos Fundos

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/07/2014

Un libro para viajar por la discapacidad


Familiares de discapacitados reunidos en el Acuario escriben sus experiencias positivas y sus deseos de futuro en 'El Libro Viajero'Familiares de discapacitados reunidos en el Acuario escriben sus experiencias positivas y sus deseos de futuro en ‘El Libro Viajero’

«María fue un regalo, una bendición». Con estas palabras recuerda la gijonesa Aida Diez a su hija, que nació en Lugo en 1962: una época difícil para aquellos que, como María, vinieron al mundo con alguna discapacidad intelectual. «Parecía que era la única que había nacido así, pero los demás niños estaban escondidos», explica Aida, que enseguida comenzó a luchar por la integración de las personas con discapacidad, primero por su hija y, tras su fallecimiento, por el resto del colectivo.

Al volver a Asturias, Aida se volcó en la causa. Primero se integró en la asociación ADEPAS de Oviedo, y posteriormente fue, durante 12 años, presidenta de la Federación de Asociaciones para la Integración de Discapacitados Psíquicos de Asturias (FEAPS).

Por ello estaba ayer en el Acuario de Gijón, donde pudo intercambiar impresiones y experiencias con otros 85 familiares y amigos de discapacitados intelectuales que asistieron a la presentación de ‘El Libro Viajero’, un ejemplar único puesto que llega a Asturias desde Cantabria lleno de historias de familias que comparten sus vidas con personas «especiales», tal y como narraba una de las cartas que contiene. El emotivo relato fue leído por Charo Pérez, miembro de FEAPS Cantabria, al entregar el libro a la delegación asturiana.

Contra los recortes

El proyecto, además de unir a través de sus experiencias a los familiares de personas con discapacidad, «enriquece al resto de las familias», declaró el director de Políticas Sociales del Principado, Enrique Rodríguez Nuño, en la presentación de los actos que reunieron durante buena parte del día a Charo, Aida, Loli y otras muchas personas comprometidas con la integración.

Durante la jornada, los asistentes pudieron visitar el Acuario y disfrutar de una comida. Pero no antes de trabajar en grupo para plasmar sus experiencias en las páginas de ‘El Libro Viajero’, que proseguirá su camino por España viendo cómo sus páginas se llenan de buenos momentos y sirven para que las familias «recuerden el pasado y piensen juntos en el futuro que quieren».

Aida recordaba que las personas con discapacidad tienen «las mismas prioridades que cualquiera: empleo, formación, pensar en el futuro», mientras que Casilda Sabín, gerente de FEAPS Asturias, afirmaba que, aunque se hayan conseguido grandes logros aún queda mucho por hacer y «la excusa económica no puede servir para recortar derechos del colectivo».

Fuente: El Comercio

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/07/2014

Estádio na Holanda terá cadeiras especiais para torcedores cegos


Torcedores cegos fizeram teste de cadeiras especiais na temporada passadaTorcedores cegos fizeram teste de cadeiras especiais na temporada passada

Vinte assentos com fones de ouvido serão colocados no Philips Stadion para que fãs do PSV possam acompanhar os jogos

Casa do PSV Eindhoven, o Philips Stadion passará a receber torcedores ilustres a partir desta temporada. Em seu site oficial, o clube holandês anunciou, nesta quinta-feira, que a arena de 35 mil lugares terá assentos para pessoas com deficiência visual. Inicialmente serão colocadas 20 cadeiras especiais que terão fones de ouvido para que os cegos possam escutar a narração e os comentários das partidas.

As cadeiras especiais foram resultado de uma parceria entre o PSV e a Visio, empresa local especializada em atender deficientes visuais. Gerente da organização em Eindhoven, Jan Ottevanger exaltou a iniciativa. “A experiência de acompanhar uma competição no estádio é muito menos acessível a pessoas com deficiência visual. A cadeira para cegos é uma solução maravilhosa para as pessoas desfrutarem de um jogo de futebol no estádio”, disse.

O projeto já havia sido testado no local antes. Na partida entre PSV e Groningen, realizada pelo Campeonato Holandês em 29 de março, alguns assentos foram equipados com fones de ouvidos para cegos. Caso faça sucesso entre os torcedores com deficiência visual da equipe, o número de cadeiras especiais pode aumentar nas próximas temporadas.

Fonte: Estadão

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