Publicado por: Ricardo Shimosakai | 27/12/2015

Biblioteca Pública Estadual garante diversidade, cultura e acessibilidade


Com diversos projetos de estímulo a leitura, espaço proporciona possibilidades e novas experiências aos visitantes com acessibilidadeCom diversos projetos de estímulo a leitura, espaço proporciona possibilidades e novas experiências aos visitantes com acessibilidade

É como se sentir em casa. Entrar, pegar um livro direto da prateleira, conhecer e se descobrir em cada história, se encantando com os detalhes por trás da arquitetura que relembra a vida e costumes do conhecido Barão de Jaraguá. A Biblioteca Pública Estadual Graciliano Ramos se tornou uma terceira casa para os alagoanos. É lá que o público se complementa, onde a educação da família e da escola ganham um elemento novo: um ambiente que respira diversidade, cultura e acessibilidade.

Tudo foi pensado para proporcionar aos visitantes conhecimento e, principalmente, possibilidades. Possibilidades de leitura, entretenimento, lazer, oportunidade profissional e mais ainda de descoberta pessoal. Ler um bom livro se tornou uma experiência prazerosa e cotidiana. Prova disso, são os mais de 70 visitantes que hoje a Biblioteca Estadual recebe diariamente, 75% a mais do que ela conseguia atrair no inicio deste ano.

A leitura se expandiu e ganhou mais importância entre os alagoanos. A necessidade em propagar essa ideia para o maior número de pessoas deu espaço para o surgimento de vários projetos. De crianças a adultos, a proposta é oferecer uma pluralidade de ações para além do campo da leitura em si. Para isso, a cada dia da semana são desenvolvidas atividades para públicos específicos, que são convidados a conhecer a história da Biblioteca e da própria literatura através do cinema, da poesia, do cordel, do teatro e até mesmo da música.

“Reunimos diversos projetos com o objetivo de incentivar a permanência do cidadão no cenário político, cultural e do desenvolvimento econômico do Estado. Uma vez que estamos estimulando as pessoas a ficar antenados às notícias, enriquecer seu vocabulário por meio da leitura de livros, vamos construir indivíduos pensantes que conseguem transformar ideias em ações”, destaca a coordenadora da Biblioteca Pública Estadual, Mira Dantas.

No horário de almoço a programação já começa cheia de cultura. O compromisso aqui é apenas de relaxar, descansar e aproveitar. De segunda à sexta-feira, de 12h às 14h, o projeto Cinemateca toma conta do auditório da Biblioteca Pública com a exibição de curtas-metragens produzidos, em sua maioria, por artistas alagoanos. Outra novidade para os visitante é o Bibliotour, um passeio turístico e histórico pelos segredos escondidos nos mais de 50 cômodos distribuídos pelos três andares do prédio.

Pensando no público mais velho, a Biblioteca também deu vida ao projeto Cordel e Prosa. Representado na figura do cordelista e patrimônio vivo do Estado, Jorge Calheiros, a ideia da ação é promover a literatura de cordel e inspirar os visitantes através da arte. Ainda comandado pelo cordelista, o espaço desenvolveu o projeto Coco Memória e Cordel por acreditar que a sabedoria da cultura popular do cordel não pode se perder na história. Nele, Calheiros repassa para duas alunas o seu conhecimento na literatura de cordel e como ele pode ser musicado.

As crianças e os adolescentes também não ficaram de fora do novo conceito de experiências culturais divulgados pela Biblioteca Pública Estadual. O projeto Hora do Conto e Recital de Poesias são as grandes atrações de incentivo, com direito a exposição de livros, momentos de leitura e recitais voltados para o público mais jovem.

Mais do que estimular o hábito de leitura desde o inicio da formação das crianças, os projetos também atuam como uma maneira de aproximar os visitantes das obras de escritores genuinamente alagoanos.

“Muitos deles estão tendo o primeiro contato com os livros. É um espaço para eles folhearem, escolherem um livro e quem sabe despertar esse interesse pela escrita. Esse é o papel de uma Biblioteca Pública, um espaço aberto e de oportunidades para todos”, explica Mira Dantas.

Fonte: Traipu Notícias


Responses

  1. Republicou isso em Eu Vivo a Melhor Idadee comentado:
    CULTURA E ACESSIKBILIDADE


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