Publicado por: Ricardo Shimosakai | 28/12/2015

Surdocegos participam de vivência prática na Vela Paralímpica


Sailing Sense e o Clube Paradesportivo Superação realizaram a vivência na vela paralímpica para jovens e adultos surdocegos

Sailing Sense e o Clube Paradesportivo Superação realizaram a vivência na vela paralímpica para jovens e adultos surdocegos

O evento aconteceu no dia 20 de dezembro, na Represa de Guarapiranga, no ASBAC – Associação dos Servidores do Banco Central, na rua Maria Stela, 165, Chácara Vista Alegre, São Paulo.

Ideia de realizar a vivência na vela partiu de Miguel Olio, fundador do Sailing Sense, e visa proporcionar mais experiências aos surdocegos. “Sabemos que há poucas atividades esportivas e culturais que atendem aos surdocegos, e a vela é um esporte que oferece ricas experiências sensoriais para essas pessoas”, comenta Miguel.

A dinâmica acontecerá com esses jovens e adultos velejando em dois veleiros da classe Poli19, que é um barco seguro e adaptado para pessoas com deficiência física. O grupo com dez surdocegos será dividido entre as embarcações, que serão conduzidas por velejadores experientes na classe paralímpica e pelos próprios surdocegos, e contarão com a ajuda de um guia intérprete em libras tátil, uma das formas de comunicação para o surdocego.

“Para o Clube Superação é uma honra desenvolver esta atividade, pois além de desenvolvermos o esporte de alto rendimento com velejadores paralímpicos, temos o compromisso de proporcionar o bem-estar e promover a inclusão através do esporte”, relatou Luiz Gouveia, presidente do Clube Paradesportivo Superação.

O evento conta com o patrocínio da MagicEzy Brasil, que apresenta soluções inovadoras em revestimento que protegem, embelezam e melhoram a performance de todo tipo de embarcação.

Fundado em novembro de 2001, o Clube Paradesportivo Superação, visa ampliar a divulgação do paradesporto no Brasil, revelar novos atletas e aumentar o número de pessoas com deficiência que praticam esportes, proporcionando assim, uma melhor qualidade de vida, inclusão social, elevação da autoestima de seus atletas e principalmente o respeito do indivíduo. 

Fonte: Revista Incluir


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