Publicado por: Ricardo Shimosakai | 18/09/2016

Rugby em Cadeira de Rodas. Paralimpíadas Rio 2016.


Alguns jogadores usam para-choques, e os defensores podem usar uma barra na cadeira de rodas para afastar os adversáriosAlguns jogadores usam para-choques, e os defensores podem usar uma barra na cadeira de rodas para afastar os adversários

COMO TUDO COMEÇOU

Criado em 1977 em Winnipeg, no Canadá, o rugby em cadeira de rodas surgiu por iniciativa de um grupo de atletas tetraplégicos que buscava alternativas ao basquetebol em cadeira de rodas. Foi batizado inicialmente de murderball (algo como “bola assassina”), devido ao impacto brusco entre os jogadores. O primeiro campeonato internacional aconteceu em 1982, com equipes do Canadá e dos Estados Unidos. Quatro anos depois veio a estreia do rugby em cadeira de rodas nos Jogos Paralímpicos, em Atlanta 1996, como esporte de exibição. Em Sidney 2000, passou a integrar o programa oficial do evento. Desde então, consta na agenda de todas as edições dos Jogos Paralímpicos e já está garantido em Tóquio 2020.

SOBRE A COMPETIÇÃO

O rugby em cadeira de rodas é um esporte dinâmico e de muito contato – as batidas são permitidas e, inclusive, encorajadas. O jogo combina elementos do rugby, do basquetebol e do voleibol, sendo disputado por equipes mistas. Os times são formados por quatro titulares e oito reservas, todos tetraplégicos ou com comprometimento nos quatro membros. O objetivo do jogo é acumular o maior número possível de gols. Eles são marcados quando um atleta carrega a bola através da linha de gol. Não há empate. Quando necessário, é realizada uma prorrogação de três minutos. A equipe tem 40 segundos para marcar um gol, sendo somente 12 segundos para passar para a metade ofensiva da quadra. A partida é disputada em quatro tempos de oito minutos, com cinco minutos de intervalo entre o segundo e o terceiro quartos, e dois minutos nos demais intervalos.

VOCÊ SABIA?

Por segurança, existem cadeiras de rodas de ataque e de defesa. As primeiras, normalmente usadas por esportistas com menor grau de deficiência, têm maior movimentação e são arredondadas na frente. As cadeiras de defesa, por sua vez, são utilizadas por jogadores com classificação funcional mais baixa, ou seja, com maior limitação, e possuem uma grade na frente para bloquear o adversário.

Para ter informações mais completas a respeito desta modalidade e qual a melhor maneira de assisti-la nos Jogos Paralímpicos, baixe o guia a seguir clicando no link Rio 2016. Guia do espectador – Rugby em Cadeira de Rodas

Fonte: Rio 2016


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