Publicado por: Ricardo Shimosakai | 03/10/2016

Centro de Portugal aposta no turismo acessível e no Património Mundial da Humanidade


Ricardo Shimosakai, CEO da Turismo Adaptado avaliou a acessibilidade no Mosteiro dos Jerônimos em Lisboa Ricardo Shimosakai, CEO da Turismo Adaptado avaliou a acessibilidade no Mosteiro dos Jerônimos em Lisboa

O primeiro, designado por Brendait, dirigido aos turistas com necessidades especiais, é considerado como uma “mais-valia” pelo presidente da TCP, Pedro Machado, por ser um sinal “daquilo que é o trabalho e a missão que têm as entidades regionais de turismo na sua proximidade territorial no levantamento e encontrar de soluções”.

“Muito mais do que um projeto de turismo acessível e inclusivo, é um programa que ajuda a preparar o destino Centro”, disse o responsável, que falava numa sessão sobre turismo no Convento São Francisco, salientando que o Brendait faz a “ligação entre entidades públicas e privadas”.

O projeto, que surgiu como resposta às dificuldades diagnosticadas, pretende trabalhar nas acessibilidades das infraestruturas, nas competências de atendimento e prestação de serviços e nas parcerias em rede, numa zona piloto que abrange oito municípios da zona do oeste: Torres Vedras, Lourinhã, Peniche, Óbidos, Caldas da Rainha, Alcobaça, Nazaré e Batalha.

As ações no terreno tiveram início há um ano, com a criação de uma parceria que envolve 59 entidades, que, segundo os responsáveis do projeto, já permitiu derrubar barreiras, desenvolver iniciativas de cooperação e “trabalho em grupo” e criar um pensamento estratégico nas pequenas e médias empresas (PME).

No projeto de divulgação do Património Mundial da Humanidade do Centro, que será implementado em 2017 e 2018, o objetivo é “valorizar e promover, de forma integrada e em rede”, o património classificado de Alcobaça, Batalha, Tomar e Coimbra.

O presidente da TCP destacou a importância de “colocar em rede a capacidade de se poder potenciar a promoção e dinamização dos lugares património mundial, que é a primeira experiência de um trabalho que se faz em rede” para a sua valorização.

“Mas, mais do que isso, é diferenciar a aposta no mercado nacional e internacional e de qualificarmos a visita de quem procura os lugares património mundial”, captando novos produtos e diferenciando a experiência, acrescentou Pedro Machado.

O objetivo final passa por aumentar o número de visitantes, dormidas e a estada média dos turistas, reafirmando a Região Centro como destino turístico de excelência, além de “reforçar a perceção que os recursos patrimoniais são geradores de novas experiências”.

Os dois projetos, segundo o presidente da TCP, serão um “contributo estruturado, em primeira instância, para o trabalho em rede das diversas instituições públicas e privadas”.

Fonte: RTP Notícias


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