Publicado por: Ricardo Shimosakai | 22/12/2016

Vale promove capacitação e qualificação de educadores para acessibilidade em espaços culturais


A Igreja da Pampulha, visitada por Ricardo Shimosakai, pode ser muito mais acessível se possuir profissionais capacitadosA Igreja da Pampulha, visitada por Ricardo Shimosakai, pode ser muito mais acessível se possuir profissionais capacitados

Como uma pessoa com deficiência visual, auditiva, intelectual ou física pode ter uma experiência positivamente marcante ao visitar um museu? Considerado pela Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur) um dos 60 espaços culturais em BH acessíveis a pessoas com deficiência, o Memorial Minas Gerais Vale sediou recentemente (de 28/11 a 1/12) o curso “Capacitação e qualificação dos recursos humanos para acessibilidade em espaços culturais”, iniciativa da Fundação Dom Bosco viabilizada com recursos incentivados pela Vale por meio do PRONAS.

Educadores e Gestores dos Espaços Culturais de três localidades participaram da capacitação: Memorial Minas Gerais Vale, Museu Vale (Vitória) e Casa de Cultura de Canãa (PA). Também participaram da capacitação vários museus do Circuito Cultural Liberdade, como o Museu das Minas e do Metal Gerdau, o CCBB, a Superintendência de Museus, o Arquivo Público e a Casa Fiat de Cultura, além dos de Belo Horizonte: Museu de Artes e Ofícios, Museu do Brinquedo, entre outros.

O encontro foi ministrado pela especialista, fundadora e coordenadora da Rede de Informação de Acessibilidade em Museus (RINAM), Viviane Panelli Sarraf, e abordou temas desde os direitos das pessoas com deficiência, até recursos práticos de mediação multissensoriais, como tato, audição, olfato e paladar. Também foram apresentados recursos de audiodescrição e orientação de visitas para pessoas com deficiência visual; ações de relacionamento e atendimento de pessoas com deficiência; e dicas e treinamento prático de orientação, relacionamento e comunicação com pessoas com deficiência visual, intelectual, física, múltipla, surdos e surdocegos.

“Estamos cientes de que, apesar dos múltiplos investimentos nessa área, ainda temos muito o que avançar na capacitação das pessoas que lidam diretamente com os visitantes dos espaços, de forma que viabilizem às pessoas com deficiência experiências igualmente enriquecedoras de formação”, avalia o gerente do Memorial Minas Gerais Vale Wagner Tameirão.

“O sonho de tirar os projetos do papel e executá-los só foi possível pelo apoio das empresas privadas como a Vale que acreditam que o lugar da pessoa com deficiência é na sociedade, transitando e acessando a saúde, a assistência social, a educação, a cultura e o lazer”, agradeceu a gestora institucional da Fundação Dom Bosco Roberta Carvalho.

Fonte: Vale

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