la-publicacion-es-gratuita-y-va-destinada-al-sector-turistico-y-de-servicios-a-responsables-tecnicos-de-ayuntamientos-y-al-movimiento-asociativoLa publicación es gratuita y va destinada al sector turístico y de servicios, a responsables técnicos de ayuntamientos y al movimiento asociativo

La asociación Ciudad Accesible, entidad que preside Antonio Tejada, se ha querido sumar al Día Mundial del Turismo (DMT) que tuvo lugar hace un mes y que este año está dedicado al turismo accesible, bajo el lema ‘Turismo para todos: Promover la accesibilidad universal’, con el desarrollo del libro ‘Establecimientos turísticos accesibles. Pautas básicas para un diseño inclusivo’, que se puede descargar de manera gratuita en formato PDF accesible.

De esta manera, Ciudad Accesible pone “su granito de arena” en el objetivo de sensibilizar a la sociedad, a la administración pública y al tejido empresarial del sector turístico, sobre la necesidad de implementar la accesibilidad universal en sus procesos y estrategias.

Por ello, han recalcado que “no hay que olvidar” que el 15 por ciento de la población mundial tiene discapacidad, según las estimaciones de la Organización Mundial del Turismo (OMT), y han recordado a su vez que alrededor de 1.000 millones de personas en todo el mundo tienen dificultad a la hora de viajar por falta de accesibilidad en los destinos.

En esta línea, la OMT aclara que el “turismo para todos es un turismo que tiene en cuenta a las personas con discapacidad, a los ciudadanos de la tercera edad y a familias que viajan con niños, aunque realmente todos los ciudadanos se benefician de alguna manera de las ventajas de entornos accesibles y servicios en turismo”. Además, “hay un mercado potencial y una magnífica oportunidad de negocio”, como ha señalado el secretario general de la OMT, Taleb Rifai, en su mensaje oficial como motivo del DMT 2016.

De esta manera, la publicación ‘Establecimientos turísticos accesibles. Pautas básicas para un diseño inclusivo‘ se ha convertido en el duodécimo libro de la colección ‘Democratizando la Accesibilidad’ del Servicio Editorial de La Ciudad Accesible.

A través de sus 236 páginas, este manual de buenas prácticas en accesibilidad universal pretende convertirse en un elemento de apoyo del tejido turístico y empresarial a nivel nacional e internacional, ya que aborda temas técnicos y de normativa transferible a cualquier territorio del mundo.

En ese sentido, ha afirmado Tejada que “es importante destacar que para conseguir democratizar la accesibilidad para garantizarla a todas las personas, se han desglosado en este manual actuaciones destinadas a establecer e implementar criterios de accesibilidad universal básica con bajo coste en alojamientos, comercios, restaurantes y bares para que el tema económico no sea una barrera, impedimento o excusa”.

Según el presidente de esta asociación, “potenciar entre el empresariado turístico las buenas prácticas en materia de accesibilidad universal para que puedan incrementar su valor social y su público potencial es otro de los objetivos principales del libro”, ya que se trata de algo que afecta “no sólo a personas con discapacidad sino que si se aplica de modo adecuado, se trata de mejoras de las que todos somos beneficiarios”.

Para Ciudad Accesible y su editorial es clave y prioritario fomentar, impulsar y divulgar esta materia de conocimiento y de especialización en accesibilidad turística, ya que al ser un laboratorio observatorio de investigación y acción permanente a nivel internacional sobre accesibilidad universal, usabilidad, diseño inclusivo y atención a la diversidad, “se han desarrollado criterios básicos de aplicación de accesibilidad universal y diseño para todos a establecimientos turísticos, con el fin de potenciar esta nueva forma de entender el turismo y generar realmente un turismo inclusivo que sitúe a los territorios o municipios que introduzcan estos parámetros, en la excelencia turística y en el trato personalizado al turista o visitante”, ha apostillado Tejada.

Con este duocécimo libro técnico, el Servicio Editorial de Ciudad Accesible continúa apostando “por la democratización de la accesibilidad, editando, maquetando y diseñando libros sin ningún coste para el lector y compartiendo, de esta manera, claves metodológicas de trabajo y buenas prácticas en accesibilidad destinadas, en este caso, a tres sectores fundamentales de la población que en sus diferentes roles abarcan a casi toda la ciudadanía, como son el sector turístico y servicios, el personal de ayuntamientos y el movimiento asociativo”.

Por último, la publicación se terminó a finales de 2014 y la Diputación de Granada, gracias a su programa de concertación con asociaciones, ha contribuido a la maquetación de la misma. Está bajo una licencia Reconocimiento-No Comercial 3.0 España (CC BY-NC 3.0 ES) de Creative Commons, por lo que está permitido compartir, copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato, así como adaptar, remezclar, transformar y crear a partir del material, aunque nunca con finalidad comercial.

El libro es un documento PDF accesible según el programa Adobe Acrobat X Pro. La planimetría desarrollada es propia y ha supuesto “un gran aporte” por parte del equipo técnico de Ciudad Accesible.

Fuente: La Vanguardia

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 05/12/2016

Cultura com acessibilidade: conheça a estrutura dos museus estaduais


teatro-sergio-cardoso-oferece-acessibilidade-arquitetonicaTeatro Sérgio Cardoso oferece acessibilidade arquitetônica

O Governo de São Paulo se preocupa em apresentar acessibilidade em seus espaços culturais, exposições, espetáculos, acervos, apresentações artísticas, cursos, oficinas, entre outras ações, que podem ser acessadas, utilizadas e compreendidas por qualquer pessoa, independentemente de sua condição física e intelectual.

Mais do que seguir as diretrizes presentes na legislação, o Estado de São Paulo tem desenvolvido inúmeras ações voltadas às pessoas com deficiência.

Confira abaixo os serviços oferecidos:

Bibliotecas
As bibliotecas de São Paulo e do Parque Villa-Lobos são totalmente acessíveis e oferecem acesso integral a todos os ambientes e ao acervo. Os usuários ainda encontram equipamentos especializados, como folheador de páginas, mesa ergonômica, leitora autônoma, reprodutor de áudio, régua Braille, teclado e mouse adaptados, computador com leitor de tela e ampliador de caracteres. Para as pessoas com deficiência visual, o acervo é disponibilizado também em Braille, livros falados e audiolivros.

Espetáculos
O Teatro Sérgio Cardoso oferece audiodescrição e libras em algumas sessões. Para participar é necessário solicitar as poltronas reservadas de acordo com a disponibilidade, que inclui baixa visão, cegos com audiodescrição, cegos acompanhados de cão guia, cadeirantes e surdos com tradução em Libras.

Dança
Desde 2013, a São Paulo Companhia de Dança utiliza o recurso de audiodescrição – modo que transmite aos deficientes visuais, por meio de fones de ouvido, informações sobre cenário, figurino e, principalmente, os movimentos dos bailarinos – em suas apresentações por espaços públicos do interior e da capital de São Paulo.

Por meio do aplicativo gratuito Whatscine, para smartphones e tablets, os recursos de audiodescrição, interpretação em Libras e subtitulação permite que as pessoas com deficiência entrem em contato com a experiência da dança. São oferecidos fones de ouvido e tablets para as pessoas que não têm o aplicativo em seus celulares.

Música
Tanto a EMESP – Escola de Música do Estado de São Paulo – como o Projeto Guri – programa de educação musical – oferecem a musicografia Braille, que consiste na transformação da partitura em Braille, permitindo assim a leitura e a associação com diversos instrumentos como violão, cavaquinho, flautas, entre outros. No caso do Guri, os educadores dos polos de ensino no interior e litoral foram capacitados para o uso do software Musibraille (que permita a musicografia) e, para os alunos totalmente cegos, há também a distribuição de livros em Braille, que são usados como material didático.

Museu 
O MIS-SP oferece, em edições trimestrais, o Acessa MIS, projeto de acessibilidade que busca aproximação das pessoas com deficiência ao museu por meio de visitas monitoradas e atividades práticas.

Para aproximar o público de seu acervo, o Museu Afro Brasil, por meio do programa Plural Singular, selecionou obras originais e reproduções de obras liberadas ao toque, além de maquetes tridimensionais com legendas em dupla leitura (à tinta e em Braille). Há também reproduções em relevo de obras de arte e jogos educativos.

Fonte: Portal do Governo do Estado

 

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 04/12/2016

Um dia na vida de… uma pessoa com deficiência física


Infantilizar, usar espaços reservados, ter pena, chamar de herói… Perguntamos para pessoas com deficiências físicas quais são as situações mais constrangedoras e ofensivas que elas passam no dia a dia delas e desenhamos para você.

Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo têm algum tipo de deficiência – o número equivale à população do Brasil, Rússia, Estados Unidos, Japão e Indonésia juntos. Esse grande contingente faz delas a maior minoria do mundo. Apesar de terem seus direitos garantidos por um conjunto de regras nacionais e internacionais, nem sempre essas normas são colocadas em prática por falta de respeito, verba ou mesmo por desconhecimento.

E é justamente sobre as sutilezas da falta de informação que queremos discutir com a série “Um dia na vida”: muitas vezes não sabemos que nossas atitudes ofendem, interferem na liberdade individual do outro ou que ignoramos a voz de uma parcela da população que quer e merece ser tratada com dignidade. Eles não são excepcionais, especiais, aleijados, incapazes ou heróis: são pessoas com algum tipo de deficiência que querem levar uma vida autônoma e livre. Pedir respeito, acessibilidade e inclusão não tem nada a ver com mimimi.

Sabemos que cada tipo de deficiência gera uma necessidade específica para quem a possui. Pensando em evitar generalizações sobre as particularidades de cada uma e cientes de que querer abordar todas em apenasum quadrinho é também uma forma de reduzi-las, preferimos dar prioridade aos tipos mais frequentes de deficiência física.

Todos os quadrinhos a seguir foram inspirados em casos reais de pessoas que passam por essas situações diariamente. Agradecemos à Bruna Define, Gabriela Abrunheiro, Veri Helfstein, Maria Paula Vieira, Viviane Alvarez, Jorge Rodrigues e Gustavo Torniero pela colaboração.

superacessivel-banheiros-e-outros-espacos-reservados-para-pessoas-com-deficiencia-facilitam-o-acesso-e-a-vida-dessas-pessoasSuperAcessível – Banheiros e outros espaços reservados para pessoas com deficiência facilitam o acesso e a vida dessas pessoas

No primeiro quadrinho, um cara ruivo sem deficiência está entrando no banheiro reservado para pessoas com deficiência. Ele tem uma expressão encabulada, porque um rapaz de muletas está esperando para usar o banheiro. O cara ruivo diz: “É rapidinho, juro! É que só consigo usar esse banheiro para fazer o número dois…”. No segundo quadrinho, o rapaz de muletas pensa: “Que cara folgado! Eu é que não consigo usar o outro banheiro?”.

Nosso conselho nesse caso: Banheiros e outros espaços reservados para pessoas com deficiência, como vagas de estacionamento e assentos preferenciais, existem por uma razão: eles facilitam o acesso e a vida dessas pessoas. Evite usar esses espaços.

superacessivel-uma-deficiencia-fisica-e-uma-caracteristica-que-pode-ou-nao-influenciar-na-aparencia-da-pessoaSuperAcessível – Uma deficiência física é uma característica que pode ou não influenciar na aparência da pessoa

No primeiro quadrinho, um homem está conversando com uma menina cadeirante. O homem diz: “Você é bonita demais pra ser deficiente!”. No segundo quadrinho, aparece apenas o rosto da menina, com uma expressão de irritação. Ela pensa: “o que uma coisa tem a ver com a outra?”.

Nosso conselho nesse caso: Uma deficiência física é uma característica que pode(ou não) influenciar na aparência da pessoa. É desrespeitoso elogiar alguém “apesar” da deficiência que ela possui. Você gostaria de ser elogiado “apesar” de alguma característica física sua?

superacessivel-tratar-uma-pessoa-com-deficiencia-como-heroi-ou-heroina-e-presumir-que-a-sociedade-pode-se-isentar-da-responsabilidade-de-inclui-laSuperAcessível – Tratar uma pessoa com deficiência como herói ou heroína é presumir que a sociedade pode se isentar da responsabilidade de incluí-la

No primeiro quadrinho, uma mulher cega está de pé em um vagão do metrô. Ao lado dela, um senhor também está de pé. O senhor diz, sorrindo: ” Nossa, que legal você andando de metrô! Que exemplo de superação!”. No segundo quadrinho, a moça aparece de saco cheio. E pensa: “Mas eu só tô pegando o metrô! O que tem de superação nisso?”.

Nosso conselho nesse caso: Dizer que alguém é um exemplo de superação pode até parecer um elogio, mas não é. Tratar uma pessoa com deficiência como herói ou heroína é presumir que a sociedade pode se isentar da responsabilidade de inclui-la. Afinal, por essa lógica, ela tem “super poderes”, não é mesmo?

superacessivel-nao-existe-uma-cara-de-pessoa-com-deficiencia-e-ninguem-precisa-provar-que-tem-uma-deficienciaSuperAcessível – Não existe uma ‘cara’ de pessoa com deficiência e ninguém precisa provar que tem uma deficiência

No primeiro quadrinho, uma menina está sentada no banco preferencial do ônibus. Uma mulher cheia de sacolas, chega perto da menina e diz:”Estou cheia de sacolas e você aí, sentada! Você é folgada mesmo, hein?”. No segundo quadrinho, a menina levanta a barra da calça e mostra uma prótese na perna. A mulher diz: “Desculpa,é que você não tem cara de deficiente? “. A menina pensa: “E você não tem cara de preconceituosa!”.

Nosso conselho nesse caso: Não existe uma “cara” de pessoa com deficiência. Ninguém precisa provar que tem uma deficiência.

 

 superacessivel-falar-com-voz-fina-ou-usar-diminutivos-deixa-a-entender-que-voce-acha-que-ela-tem-a-autonomia-e-o-discernimento-de-uma-criancaSuperAcessível – Falar com voz fina ou usar diminutivos, deixa a entender que você acha que ela tem a autonomia e o discernimento de uma criança

No primeiro quadrinho, uma mulher cadeirante está em uma loja de roupas. Uma vendedora se aproxima com algumas opções de blusinhas, se abaixa ao lado da cadeirante e, como quem conversa com um bebê, diz: “Oi, bonitinha! Já encontrou uma roupinha que você goste? Essa blusinha é lindinha!”. No segundo quadrinho, a cliente está com uma expressão de raiva e chateação. Ela pensa: “Que saco, não sou criança. Por que ela tá falando assim?”.

Nosso conselho nesse caso: Falar com voz mais fina, usar diminutivos e frases simples só porque a pessoa tem alguma deficiência deixa a entender que você acha que ela tem a autonomia e o discernimento de uma criança. Nem as crianças gostam de ser infantilizadas assim

superacessivel-supor-que-o-parceiro-esta-junto-por-pena-ou-bondade-e-ofensivo-as-pessoas-sao-mais-complexas-que-suas-deficienciasSuperAcessível – Supor que o parceiro está junto por pena ou ‘bondade’ é ofensivo. As pessoas são mais complexas que suas deficiências.

No primeiro quadrinho, um casal está em uma festa. A namorada não tem um dos braços. Uma senhora se aproxima dos dois e diz:”Nunca deixe ele ir embora. Vai saber quando alguém vai te amar tanto assim, apesar de tudo?”. No segundo quadrinho, a namorada está com uma expressão de impaciência. Ela pensa: “Ele não está comigo por pena! PQP!”.

Nosso conselho nesse caso:”Pessoas com deficiência são seres humanos, com desejos e vontades. Elas também se relacionam amorosamente – e supor que o parceiro está junto por pena ou “bondade” é ofensivo. As pessoas são mais complexas que suas deficiência. Não as reduza só a isso”.

Fonte: Super Interessante


castor-foi-encorajada-pelos-pais-a-desafiar-as-expectativas-das-pessoas-com-deficiencia-motivando-a-a-ser-aventureira-e-com-uma-curiosidade-insaciavelCastor foi encorajada pelos pais a desafiar as expectativas das pessoas com deficiência, motivando-a a ser aventureira e com uma curiosidade insaciável.

A Apple é bastante conhecida por contar com opções personalizadas para deficientes físicos em seus produtos. O que pouca gente sabe é que a companhia realiza parcerias com pessoas com necessidades especiais no desenvolvimento dessas ferramentas. Esse é o caso de Jordyn Castor, engenheira cega que é o símbolo da Apple para realizar avanços para deficientes no Mac e no iPhone.

A história de Jordyn veio a público em uma recente entrevista ao site Mashable. Nascida prematuramente e cega, com expectativa de vida desacreditada pelos médicos, Jordyn sobreviveu. Seu familiares não queriam que ela levasse uma vida limitada e a incentivaram a mergulhar no estudo de informática. Desde criança, ela recebeu presentes tecnológicos de seus pais e rapidamente perceberam que ela tinha muita curiosidade pelo assunto.

Resolvi criar códigos para que o computador cumprisse as tarefas que eu queria. Eu percebi que com meu conhecimento em computadores e tecnologia eu poderia ajudar a mudar o mundo das pessoas com deficiência“, diz Castor.

Sua relação com Apple começou em 2015, quando se tornou estagiária da empresa, após participar de uma feira de empregos em Minneapolis. Assim ela entrou para equipe de soluções de acessibilidade para o VoiceOver. Posteriormente, foi contratada como engenheira de qualidade em projetos de acessibilidade.

A engenheira diz que seu trabalho está ligado não só às tecnologias que ajuda a criar, mas também à linguagem de braille. Segundo ela, a tecnologia não pode substituir o braille, mas sim complementar as opções dos deficientes visuais. “Eu uso Braille sempre que escrevo um código“, afirma.

As ideias de Jordyn tem ajudado a Apple a tornar seus produtos melhores para pessoas com algum tipo de deficiência. Em breve, o trabalho da engenheira fará parte de um sistema do Apple Watch que informa a hora através de vibrações.

Com o novo aplicativo do iOS 10, o Swift Playgrounds, ela pretende agregar a possibilidade de edição de códigos para comunidade de deficientes. “Isso vai permite que crianças mergulhem em códigos. Elas poderão usar o Swift Playgrounds com auxilio do VoiceOver para iniciar uma programação“.

A gerente sênior de política de acessibilidade global e iniciativas da Apple, Sarah Herrlinger, acrescenta que a empresa tem ampliado sua dedicação na inclusão social de pessoas com deficiência. Segundo ela, as ferramentas de acessibilidade da Apple podem ajudar esses usuários a gastar menos. “Os recursos estão no sistema (iOS e Mac) independente de você precisar deles“. Dessa maneira, o deficiente não está pagando mais caro por um produto específico, como acontece normalmente em produtos para esse público.

A história de Jordyn Castor vem ganhando destaque não apenas dentro da Apple. Recentemente, ela foi palestrante em um evento da entidade de defesa dos direitos dos cegos (National Federation of the Blind), onde falou sobre seu trabalho no mundo da tecnologia. Ela diz que tem uma mensagem simples para as próximas gerações de programadores cegos: “A cegueira não nos define. Ela é parte de quem você é como pessoa, mas não define você ou o que você pode fazer na vida“, conclui.

Confira a íntegra da entrevista (em inglês) no site do Mashable.

Fonte: blog do iPhone

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 02/12/2016

Accessibility is a necessity for physically disabled travelers


the-average-traveler-doesnt-understand-that-for-millions-of-worldwide-travelers-accessible-hotel-accommodations-are-a-necessity-not-a-luxuryThe average traveler doesn’t understand that for millions of worldwide travelers, accessible hotel accommodations are a necessity, not a luxury.

The United Nations World Tourism Office (UNWTO) recently celebrated World Tourism Day 2016. As the CEO of brettapproved.com, a travel and entertainment website for anyone with a physical disability or mobility challenge, this year’s theme: “Tourism for All — Promoting Universal Accessibility,” was of particular interest to me.

I spend a lot of time thinking about and promoting accessible travel. Truthfully, the toughest challenge for me after leaving my successful journalism and public affairs career — where I never discussed my disability — is that now I feel like I’m constantly talking about it.

I’m emotionally, mentally and physically exhausted because nothing worth doing is easy, but few experiences beat working with an amazing team and transitioning the chasm from idea to reality, together.

The only thing that revs my engine more than the creative process is when I meet people who find value in the services brettapproved provides. Forging genuine relationships is a privilege that I’ll never take lightly.

When I’m speaking at a travel conference or to a group of hotel executives, I always remind the able-bodied audience members that people in chairs are just like them; we just sit down more.

We have the same aspirations and responsibilities. Like them, I say, we’re business and leisure travelers, too.

Fortunately, most people don’t experience the clammy-hands panic that envelops me when I see my wheelchair sitting alone on the tarmac. If something happens to it, I’m sunk.

The average traveler doesn’t understand that for me, and millions of travelers around the globe, accessible hotel accommodations are a necessity, not a luxury.

Slowly but surely the tide is turning. Statistics from the UNWTO point out that in Europe the accessible tourism market is estimated at approximately 27% of the total population.

Currently, however, travelers with disabilities only comprise 12% of the tourism market. Additionally, by 2050 the World Heath Organization says that nearly a quarter of the people on this planet will be 60 years of age or older.

Looking a bit closer to home, Open Doors Organization says that adults with disabilities in the U.S. spend more than $17.3 billion on travel annually. And since people with disabilities often travel with friends, family or colleagues, the economic impact of travelers with disabilities doubles to $34.6 billion.

This data paints a clear picture: in addition to being the right thing to do, catering to travelers with disabilities and mobility challenges is just good business.

The next time I’m in Manhattan, I’m going to swing by United Nations headquarters and thank them for shining a global spotlight on what I, along with countless others, work tirelessly to achieve — truly accessible travel.

Can I count on you? Are you in? Will you stand united with the 1 billion people in the word who experience a different level of physical ability than you do?

I hope so, because awareness is nothing without action.

Source: Daily News


o-musico-e-pedagogo-carlos-alberto-desenvolveu-um-metodo-especial-para-ensinar-musica-a-surdos-onde-cada-vibracao-e-associada-a-uma-nota-musicalO músico e pedagogo Carlos Alberto desenvolveu um método especial para ensinar música a surdos, onde cada vibração é associada a uma nota musical

As buzinas e vozes do centro do Recife vão sumindo conforme os passos avançam na escada do velho Edíficio Almare, na Avenida Guararapes. No segundo andar, o barulho dá lugar à melodia de instrumentos musicais. A sala, quase no fim do corredor, tem grandes janelas de vidro e um quadro negro com partituras desenhadas a giz. Ajudada pela luz, as notas, desafinadas ou harmoniosas, transformam a aula de música em um ambiente tranquilizador. Mas ali, o professor e a repórter são praticamente os únicos que são embalados pela prática dos alunos. A maior parte dos estudantes nunca vai ouvir os acordes que praticam, porque eles são surdos.

No Instituto Inclusivo Sons do Silêncio, a música tem um significado diferente para a turma. Os alunos sentem na pele, no peito, assim como os ouvintes. Mas não no sentido figurado. Literalmente, por meio da vibração. Grave ou agudo, dó, ré, fá, sol, todas as notas e timbres vibram para eles e constroem a memória musical dos participantes do projeto, que teve início em julho de 2015.

Dayvinson Leandro, 29 anos, costumava “ver” desenhos, quando era criança, com a mão na televisão, para sentir a emoção do inatingível som. Até hoje ele usa o método. Edson Alves, 22, gosta de ficar próximo à caixa de som, na igreja onde o pai é pastor, para provar um pouco da empolgação dos fiéis, que batem palmas, se agitam e cantam juntos.

Foi essa capacidade de “sentir” o som que o radiologista Dean Shibata, da Universidade de Washington, descobriu ser diferente em pessoas com deficiência auditiva. O cientista revelou que a área do cérebro dos ouvintes que percebe a música é a mesma com que os surdos percebem a vibração. E foi essa pesquisa que levou o músico profissional e pedagogo Carlos Alberto Alves, o Carlinhos Lua, 47 anos, a tentar derrubar um tabu: o de que surdos conseguiriam apenas tocar instrumentos de percussão.

“Eu estava fazendo pesquisa no curso de pedagogia, e escutei um professor dizendo que o surdo não poderia tocar violino. Que saxofone era impossível. Que o instrumento natural do surdo é percussão. Como eu já fazia curso de libras, no aniversário do meu professor toquei saxofone e ele se emocionou. Perguntei se ele estava ouvindo e ele falou que não, mas que sentia a vibração”, recorda o idealizador do instituto.

Carlinhos Lua observou, então, que ele próprio conseguia sentir essa vibração, mas de dentro do instrumento. Uma peça chamada palheta provoca a sensação. Ele colocou na cabeça, então, que ensinaria surdos a tocar saxofone. Aprofundou as pesquisas e conheceu o método Tadoma, em que um surdo-cego coloca a mão no rosto e garganta da pessoa que fala de forma a sentir a vibração das cordas vocais.

A partir daí, desenvolveu um método próprio de ensino. Ao reproduzir uma nota, toca no ombro do aluno para que ele sinta a vibração. Indica a posição no instrumento e, uma vez que a pessoa tenha conseguido emitir o som corretamente, passa para o ensino da partitura.

Por causa dessas características, o aprendizado é mais lento que o dos ouvintes, mas surte efeito. José Hilton, 23 anos, conseguiu tocar um trecho de música depois de passar o fim de semana praticando em casa com o violão emprestado do projeto. Os gêmeos Anderson e Alexsson Lima, 22 anos, os primeiros alunos da turma, são os mais avançados e produzem as notas com afinação. “Sou humilde, mas a música me torna mais confiante, capaz”, conta Alexsson. Uma mudança que ele aguardou por dois anos em uma escola de música que frequentava antes do projeto, onde só deixavam que ele observasse ouvintes tocando, sem permitir que tocasse instrumentos.

Orquestra inclusiva

Para encontrar alunos dispostos a provar sua teoria, Carlinhos Lua percorreu escolas onde pessoas com deficiência auditiva estudavam. O primeiro a se interessar foi Anderson, que depois levou seu irmão gêmeo às aulas. Só que os dois não queriam tocar saxofone, e sim trompete de vara. “Passei o fim de semana estudando com o instrumento de um amigo e dei aula na segunda. Assim que começou”, lembra o saxofonista. Quanto mais pessoas buscavam a aula, mais se diversificava o interesse pelos instrumentos: violão, teclado, até tuba.

Foi assim que começou o sonho de Carlinhos, ainda nos passos iniciais, de criar o que ele acredita ser a primeira orquestra filarmônica inclusiva que tem o surdo em instrumentos variados, não só percussivos. Seus alunos vibram com a ideia. “Quero ser o primeiro tecladista surdo do mundo. O ouvinte vai ficar admirado, vou ficar famoso”, vislumbra Edson. “Vou viajar para São Paulo, para o exterior, tocando”, planeja Dayvinson, ambos se comunicando por libras e sendo traduzidos pelo professor.

A proposta é incorporar também pessoas com outras deficiências e músicos sem deficiência nenhuma. O professor quer evitar que o público veja a orquestra de uma forma estigmatizada. “A música não exclui ninguém, o que exclui são as pessoas. Se você tirar uma foto das pessoas com instrumentos na mão, não vai identificar a deficiência de ninguém. Vai ser um trombonista, um saxofonista. Não vai ser um surdo, cego. Não vai ser um deficiente, vai ser um músico.”

Falta de apoio

O Sons do Silêncio foi um dos selecionados para incubação no Porto Social, iniciativa que ajuda a formalizar e capacitar projetos sociais para que conquistem melhores resultados e apoio financeiro. O instituto agora tem estatuto e CNPJ, mas ainda não conseguiu financiadores para a orquestra.

O maior entrave é a falta de instrumentos. O saxofone é do próprio professor, eles trocam apenas a boquilha. O trombone é emprestado de um amigo; o violão é do filho dele. A única doação que recebeu foi a de um violino, entregue por uma jornalista. A turma já chegou a 20 alunos, mas hoje tem 12, por causa da evasão. “Um aluno surdo passou quase dois meses afastado porque não tinha violão. Surdo não tem paciência para ficar só na teoria, só lendo”, conta Carlinhos.

Afinadores eletrônicos também ajudariam, porque os surdos não conseguem afinar o próprio instrumento. Hoje, um tempo da aula é dedicado à afinação, feita somente pelo professor e por Wilson Teixeira, 25 anos, produtor de eventos e músico amador que tem deficiência visual e integra o grupo.

“Muitas vezes nós, as pessoas com deficiência, somos barrados. [O cidadão com deficiência] visual já é [barrado], quem dirá auditivo. Temos esse breque no Conservatório de Música justamente por isso. Encontrar o projeto, a calma que ele tem de ensinar, o método que ele desenvolveu diante de muito estudo, é uma coisa fantástica”, elogia Wilson, que destaca a proposta inclusiva do projeto. “A inclusão é isso, não é só reunir um grupo de pessoas com deficiência. É juntar todo mundo, quem tem e quem não tem deficiência. É por isso que lutamos”, completa.

Tecnologia pode ajudar

Carlinhos Lua sonha ainda mais alto que a orquestra. Um dos projetos dele é usar a tecnologia para sofisticar seu método de ensino. Criou, com um amigo, um aparelho para amplificar a vibração do instrumento. Nada complicado, e sim engenhoso: um microfone ligado por um cabo a uma caixinha de som adaptada para ficar confortável ao toque. A máquina é usada como uma pulseira, e a boca da caixinha fica colada à pele. Agora falta aprimorar a vibração do agudo, que ainda é muito fraca.

Cada vez mais inserido no mundo dos surdos, o professor passou também a identificar outras dificuldades, e pretende ampliar a atuação do instituto para ajudar a ultrapassar esses obstáculos. “O surdo entra na escola muito tarde, segundo li. A família esconde a pessoa dizendo que é amor, proteção, mas atrapalha a formação. Quando ele cresce, coloca o menino em uma escola pública. A professora não sabe nada da cultura do surdo, sem saber libras, que é a primeira língua dele. A gente também está preocupada com isso, e queremos criar um centro de formação para ensinar libras e fazer com que entrem na escola em idade correta”, ressalta Carlinhos Lua

Fonte: ebc

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 01/12/2016

Fundación Orange y GVAM crean una app turística para discapacitados


app-santiago-de-compostela-integra-audiodescripciones-subtitulado-y-videos-en-lengua-de-signos-espanolaApp ‘Santiago de Compostela’ integra audiodescripciones, subtitulado y vídeos en Lengua de Signos Española.

La Concejalía de Turismo de Santiago de Compostela ha presentado una aplicación móvil para la visita a la ciudad. Se trata de una guía multimedia que propone distintos recorridos culturales y que ha sido impulsada por la Fundación Orange y GVAM en el marco del proyecto Áppside.

La aplicación ofrece cuatro rutas que se adaptan a las necesidades y gustos de cada visitante:

  • El recorrido “Santiago Intramuros” propone un paseo por los principales monumentos y centros de reunión vinculados a la historia y a las tradiciones de esta ciudad Patrimonio de la Humanidad.
  • Los manjares de la cocina compostelana son objeto de la “Ruta Gastronómica”, destinada a los amantes del buen comer.
  • Las arquitecturas contemporáneas contrastan con la ciudad barroca en la “Ruta Extramuros”, para quienes buscan conocer y disfrutar del entorno natural de Santiago.
  • Además, la app incluye la llamada “Ruta Accesible”, un recorrido por los principales puntos de interés adaptados a las necesidades de las personas con movilidad reducida.

Mediante la opción “Accesibilidad”, el usuario puede elegir y descargar exclusivamente los recursos que precise: subtitulado, vídeos en Lengua de Signos Española (LSE) elaborados por la Fundación CNSE (Confederación Estatal de Personas Sordas) o audiodescripción (AD).

Por otro lado, al activar la opción “Cómo llegar”, la función GPS de la aplicación guiará al visitante desde el punto donde se encuentra hasta el lugar de interés seleccionado. En el caso de no disponer de internet la aplicación facilita orientación gráfica y mapas para posibilitar la realización de cada una de las rutas temáticas propuestas.

Esta App es el resultado del convenio suscrito por el Grupo de Ciudades Patrimonio Nacional, la Fundación Orange y la empresa GVAM para modernizar la manera en que se visitan y difunden estas ciudades, con una tecnología al alcance de todos.

Acerca del proyecto Áppside

La app “Santiago de Compostela” ha sido desarrollada en el marco del proyecto Áppside, que promueve la creación de aplicaciones de guiado que permitan preparar la visita y descubrir de forma autónoma los museos y ciudades más representativas de nuestro patrimonio. Todas estas apps se caracterizan por ofrecer un contenido cultural destinado a un público generalista pero que, además, está adaptado a las necesidades de las personas con discapacidad sensorial.

Áppside ha firmado un convenido nacional para desarrollar una app accesible para cada una de las 15 Ciudades Patrimonio de la Humanidad y ha sido implantado hasta la fecha en el Museo Sefardí de Toledo, Museo de la Evolución Humana de Burgos, Museo Lázaro Galdiano de Madrid, Alcázar de los Reyes Cristianos de Córdoba, Museo Carmen Thyssen Málaga, Museo de la Naturaleza y el Hombre de Tenerife y Diputación Provincial de Cuenca. Asimismo, la provincia de Cuenca y las ciudades de Alcalá de Henares, Ávila, Baeza, Cáceres, Córdoba, Cuenca, Ibiza, Mérida, Salamanca, San Cristóbal de la Laguna, Segovia y Úbeda ya disponen de su propia aplicación.

Fuente: Compromiso RSE

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 01/12/2016

Jovem cego se emociona ao conhecer Mickey na Disney


imagens-de-basilio-santana-no-momento-em-que-conhece-mickey-mouse-no-magic-kingdom-estao-arrancando-suspiros-emocionados-nas-redes-sociaisImagens de Basilio Santana no momento em que conhece Mickey Mouse no Magic Kingdom, estão arrancando suspiros emocionados nas redes sociais.

O que você faria se estivesse frente a frente com um ídolo mundial que encanta gerações há quase 90 anos? Basílio Santana, um deficiente visual de férias na Disney esteve com Mickey Mouse e emocionou a todos com o encontro entre os dois.

Delicadamente, Mickey vai ao encontro de Basílio e o leva até o centro do espaço onde fica, enquanto uma pessoa avisa: “Ei, Mickey, esse é seu amigo do Brasil”. O carinhoso personagem fala com entusiasmo: “Uau, você é mesmo do Brasil? Meus amigos me ensinaram algumas palavras em português, deixe-me ver se eu lembro… ‘Podemos tirar uma foto juntos? Fantástico’”, disse, arranhando o português. Depois, Mickey coloca as mãos de Basílio para sentir seu rosto.

Ao fundo, podemos ouvir uma voz que pergunta: “E aí, está lembrando Basílio? Está lembrando como ele é?”, “Sim”, responde emocionado. Os dois, então, partem para um longo abraço, emocionando a todos no local.

Assista ao vídeo do encontro entre os dois:

Fonte: Extra

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 30/11/2016

Cyprus seeks to improve tourism facilities for disabled visitors


free-sunbeds-for-disabled-in-ayia-napaFree sunbeds for disabled in Ayia Napa

The Cyprus Tourism Organisation considers that Cyprus, which is undoubtedly a successful, quality tourism destination, has made significant progress in recent years on the accessibility of its tourist product, adding however that it is generally accepted that there is also significant room for improvement to reach the levels everyone wishes.

In a press release on the occasion of τhe International Tourism Day for 2016, CTO assures of it supports in practice and on various levels the effort to develop and promote accessible tourism.

In this regard it has launched a subsidy scheme, it has organised workshops and has submitted proposals in the context of Cyprus` planning generally for people with disability. It has also drafted a booklet on the standard guidelines for the correct adjustment and review of hotel businesses accessibility and a guidebook for people with disabilities.

Between 2010 and 2016 six automated mechanisms (Seatrac) for the access to the sea were funded, as well as the construction of 10 wooden or plastic accessibility corridors, the purchase of six beach wheel chairs, one chair lift and in beaches with difficult access metal staircases were placed.

In a written statement, the Cyprus Hotel Association President Haris Loizides also points out that, “despite significant progress in this field over recent years, it is imperative that this improvement continues through a comprehensive, long-term strategy, as a lot of work still needs to be done to fully satisfy the needs of this specialised group of tourists.”

“On the occasion of World Tourism Day, I would like to stress that tourism has always been the steam engine of the Cyprus economy,” he notes.

According to Loizides tourism “continues today to be perhaps the biggest source of revenue, supporting many sectors of economic activity and offering thousands of jobs.”

The sector’s contribution to GDP is in the range of 12% and is rising, he adds. He further points out that “nothing should be taken for granted.”

To the contrary, he notes, “given the huge potential, the sector’s strong performance creates additional responsibilities to deliver better results and to extend the tourist season.”

Source: Famagusta Gazette


imagens-na-web-geralmente-nao-possuem-uma-descricao-deixando-o-artigo-incompleto-para-quem-nao-consegue-enxergarImagens na web geralmente não possuem uma descrição, deixando o artigo incompleto para quem não consegue enxergar

Braigo Platform, é uma ferramenta na web que extrai texto de imagens e dá às pessoas cegas a capacidade de acessar o conteúdo e lê-las. Braigo Platform pode extrair texto de várias fontes – seja no computador ou telefone, e é muito rápido na geração de texto a partir de imagens. A aplicação web, que pode ser acessada clicando aqui, é gratuita, e extrai texto em 50 idiomas.

Esta tecnologia é definitivamente um passo na direção do acesso, principalmente porque existem muitos sites que não utilizam a tag “alt” para fotos permitindo aos leitores de tela poderia lê-las.

Experimente o aplicativo e avalie. Ele faz um trabalho muito bom em diferenciar entre texto e objetos gráficos, e extrai apenas o texto e os exibe no navegador ou permite que o usuário imprima.

Fonte: reab.me

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