Publicado por: Ricardo Shimosakai | 03/09/2015

Maquetas Táctiles facilitarán el Turismo Accesible en La Rioja


La Maqueta Táctile fue trabajada en piezas moldeadas de polifan y poliespan mediante calor o desbaste.La Maqueta Táctile fue trabajada en piezas moldeadas de polifan y poliespan mediante calor o desbaste.

La propuesta tiene como objetivo incrementar los puntos de atracción turística dentro de  la provincia concientizando además, al turista y público en general sobre las diversas “barreras” con que se encuentra un no vidente y sus derechos al turismo accesible. Construirán cinco maquetas táctiles o Tiflológicas que permitirán a las personas ciegas y disminuidos visuales conocer algunos de los principales atractivos de la provincia a partir del año próximo.

La Secretaria de Turismo fue beneficiada con un Proyecto ASETUR, a través del Consejo Federal de Ciencia y Tecnología (COFECyT).

Las maquetas

Las maquetas tienen una dimensión de 1,50 x 1,50 cm y estarán enclavadas en pedestales fabricados en madera y caños para un mejor  montaje y desmontaje de las mismas.

Los arquitectos y diseñadores han considerado clave poder comprender cómo son los diferentes lugares; definir los elementos compositivos de las maquetas y las escalas de trabajo que permitieran a los beneficiarios distinguir los relieves  de los lugares a conocer.

La reproducción fue trabajada en piezas moldeadas de polifan y poliespan mediante calor o desbaste. Una vez definidas las morfologías, se procedió a recubrirlas y darles detalles con distintas masillas, entre ellas epoxi para piezas duras y masilla vegetales. Luego (una vez endurecido estos materiales) se procedió al pintado, y por último se reforzó el material con resina epoxica.

Las maquetas reproducidas hasta el momento son:  el Parque Nacional Talampaya, Señor de La Peña, Convento Santo Domingo y el parque de Los Dinosaurios, quedando por último la construcción de una Urna funeraria.

Exposición y audio guía

La construcción de las maquetas tienen una dimensión de 1,50 x 1,50 cm que estarán acompañadas de un audio guía y textos en braille, ingles y español, una vez finalizadas se realizará una muestra itinerante en todos los departamentos culminando con una exposición.

Visita de personas no videntes

Personas no videntes visitaron el proyecto a los fines de supervisar y colaborar con el mismo, este grupo de personas se mostró entusiasmado ya que la propuesta facilita la recepción mediante diferentes herramientas de todos los estímulos sensoriales para que las personas con limitaciones visuales pueda recibir información de importantes atractivos naturales y culturales. Resaltaron la iniciativa por parte de la Secretaria de Turismo quedando una gran inquietud para trabajar conjuntamente.

Fuente: Latitud 2000

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 03/09/2015

Projeto sugere criação de trilhas sensitivas em Resende, RJ


'Escolhemos a cachoeira da Fumaça e a Pedra Selada', diz secretário. Iniciativa conta a orientação de um deficiente visual e de um cadeirante.‘Escolhemos a cachoeira da Fumaça e a Pedra Selada’, diz secretário. Iniciativa conta a orientação de um deficiente visual e de um cadeirante.

“Tive contato com cachoeira uma vez só na vida e fui com familiares. Sozinho mesmo é impossível…”, contou Pedro Silva Nunes, servidor público. Ele é cadeirante e um dos consultores do projeto que quer criar trilhas sensitivas em atrativos ecológicos em Resende, no Sul do Rio de Janeiro.

“A gente sabe que é muito raro no Brasil você ter acessibilidade em ambientes naturais, em unidades de conservação. Quando você implanta esse tipo de projeto você beneficia não só o portador de deficiência, mas também os idosos, gestantes e qualquer um de nós que possa se encontrar, eventualmente, numa situação de precisar ter um acesso facilitado. Nós escolhemos dois pontos: a cachoeira da Fumaça, que é um Parque Municipal, e também no Parque Estadual da Pedra Selada”, explicou Antônio Leão, secretário de turismo.

O outro consultor do projeto é o Emerson. Ele ficou cego aos 11 anos por causa de um glaucoma. “Eu continuei fazendo aquelas atividades que eu fazia quando enxergava, subia no telhado, andava de bicicleta… Logicamente, a partir daquele momento, com algumas limitações. Mas não me deixei abater pela falta da visão, até porque criança tem que brincar, tem que se divertir”, disse Emerson Cunha do Nascimento, servidor público.

“Conforme a orientação do Pedro, do Emerson, a gente já tá planejando colocar piso intertravado em alguns trechos pra facilitar o acesso. Sinalização voltada para o portador de deficiência e várias intervenções que são necessárias para pessoa com mobilidade reduzida conseguir chegar até aqui”, disse Antônio.

Fonte: G1


Though the act giving rights to disabled came into effect in 1995, the society needs to change its mindset towards disabled people, he saidThough the act giving rights to disabled came into effect in 1995, the society needs to change its mindset towards disabled people, he said

NEW DELHI: Rail travel will be more accessible for people with disabilities, Railway Minister Suresh Prabhu said here on Friday.

India has over 8,000 stations, and around three crore people travel every day by train. Though the country’s population has increased, the railway infrastructure has not risen proportionately, the minister said after presenting the NCPEDP Mphasis Universal Design Awards 2015 at the India International Centre here.

“I will ask mechanical department officials (of the railways) to look into how to make rail bogies accessible for disabled people,” Prabhu said in his speech in Hindi.

He, however, said it might take some time, and he was not making any false promises.

Though the act giving rights to disabled came into effect in 1995, the society still needs to change its mindset towards disabled people, he said.

Prabhu said wheelchairs were available at the railway stations in Delhi as part of some companies’ corporate social responsibility (CSR) policy, and asked the private sector to contribute more in this connection.

He also said there were elevators in many stations.

The railway minister asked more people to help out to get “sukh aur anand” (mental satisfaction), and not as part of CSR.

He said disabled people’s “dharm” (duty) should be to always strive to go forward, while the “karm” (also duty) of others should be the help them as much as they can.

Earlier, Javed Abidi, honorary director of the National Centre for Promotion of Employment for Disabled People (NCPEDP), said India has many websites that are inaccessible to the blind.

Talking about issues faced by disabled people while travelling by rail, he said blind people were unable to book tickets online, while the deaf were unable to talk to officials while at the stations as most people do not know sign language.

He said train bogies were inaccessible to disabled people, and asked Prabhu to modify the coach designs to make them disabled-friendly.

Abidi said disabled people were also unable to make it through the overhead foot-bridges to go to other platforms.

Though the government issues an identity document to disabled people, that is not recognised by the railways for travel and that requires a separate certificate for disability, he lamented.

Prabhu presented a host of awards to individuals and companies for developing new designs and technologies for access to disabled people.

Among the awardees was Archana Konwar, a degree student from Assam’s Dhemaji district who designed a crutch with shock absorbers, a bell and a light to alleviate the pain people feel while using crutches.

Source: The Economic Times

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 02/09/2015

Circo acessível estreia encantando o público


Cerca de 200 pessoas se divertiram com o circo montado no Condomínio Espiritual Uirapuru, no CastelãoCerca de 200 pessoas se divertiram com o circo montado no Condomínio Espiritual Uirapuru, no Castelão

Com afinco, o malabarista joga claves para o alto, sobre um monociclo e não deixa cair uma só peça. Em seguida, em cima de um elástico amarrado em mastros a dois metros do chão, ele caminha de uma ponta a outra, sem pestanejar. Do público, cerca de 200 pessoas, ouvem-se poucos gritos ou aplausos: a saudação da maioria vinha do sacolejar das mãos – uma forma de aplauso para os surdos. A estreia do Ecocirco – Reestruturar para Preservar levou ao Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU), no Castelão, a inclusão para pessoas com e sem deficiência. O espetáculo adaptado deve ser reapresentado em breve, por agendamento, mas ainda sem data determinada.

A ONG Instituto Intervalo, responsável pelo espetáculo, foi a vencedora do IX Edital de Incentivo às Artes da Secretaria da Cultura do Estado (Secult), no ano passado, e fez ontem a primeira apresentação. Foram R$ 32,5 mil investidos na adaptação para pessoas com dificuldades de mobilidade, cadeirantes e surdos. Na estrutura, o público do circo não tem que passar por degraus: piso antiderrapante foi fixado sobre rampas de acessibilidade. “Queremos que todas as pessoas, com ou sem deficiência, tenham a mesma emoção ao ver o circo”, instiga o diretor da ONG, Alencar Lage.

Para surdos, um intérprete da Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) ajudava na compreensão. A estudante Karliane da Silva, 12, surda, disse que pela primeira vez entendia o que falava o palhaço. “É muito engraçado”, resumiu, com a ajuda da intérprete Luana Rodrigues.

“Foi a primeira vez que eu assisti a um espetáculo feito pra minha situação”, comentou o mecânico Alan Kardec Jácome, 47, desde os dois anos cadeirante em decorrência de uma paralisia infantil. Ele mora na comunidade de Santo Amaro, no bairro Bom Jardim, e diz que ficou muito impressionado com o trapezista. “Se todo mundo cumprisse o que determina a lei e fizesse as adaptações necessárias para um cadeirante, eu poderia me sentir bem mais à vontade, como hoje”, contou ele, que anda de moto e bicicleta adaptadas.

Para a estudante Joana Melo, 14, o circo foi o primeiro grande passo. “Muita coisa ainda precisa ser feita. Mas colocar juntos surdos e aqueles que ouvem, quem anda de cadeira de rodas e nas próprias pernas é muito bom”

Atração especial

O ator Bruno Braga interpreta o personagem Quico, do programa Chaves (SBT), e fez apresentação ontem no circo. Sem cobrar cachê. “É um projeto muito bonito este. É emocionante se apresentar para um público tão bonito”, afirmou o ator.

Serviço

Ecocirco – Reestruturar para Preservar

Para agendar visitação com escolas ou outros grupos

Contatos: (85) 99925 9233/ 98854 1855

Fonte: Jornal de Hoje


At the CN Tower, Paralympian Rick Hansen launch the accessible wheelchair EdgeWalk experience on the World'sAt the CN Tower, Paralympian Rick Hansen launch the accessible wheelchair EdgeWalk experience on the World’s

TORONTO, Aug. 7, 2015 /CNW/ – On Friday August 7, 2015 at the CN Tower, Paralympian Rick Hansen joined by Olympian Alexa Komarnycky and Paralympian Carla Qualtrough helped launch the accessible wheelchair EdgeWalk experience 356m/1168feet above Toronto.  Wheelchair participants can now add EdgeWalk to their bucket list as the World’s Highest Outdoor Walk on a Building has introduced accessible wheelchair EdgeWalks.

“Since the CN Tower first presented the thrilling EdgeWalk, we’ve been working on enhancing the accessibility of this unique experience,” said Neil Jones, acting Chief Operating Officer of the CN Tower.  “As the official attraction for the TORONTO 2015 Pan / Parapan Am Games we are pleased to welcome Rick Hansen along with Alexa Komarnycky and Carla Qualtrough, to help us launch the accessible wheelchair EdgeWalk experience on the historic opening day of the TORONTO 2015 Parapan Am Games. “

“As an iconic Canadian landmark, it’s great to see the CN Tower use their partnership with the TORONTO 2015 Pan Am/Parapan Am Games as an opportunity to work towards creating a world without barriers” said Rick Hansen, Paralympian and chief executive officer of the Rick Hansen Foundation. “Creating a thrilling experience like the EdgeWalk, making it accessible to people with visual impairments and now launching the accessible wheelchair EdgeWalk, demonstrates the great steps being taken for people of all abilities to show that anything is possible.”

“The CN Tower is one of Toronto’s most iconic symbols and a world leader in delivering unique experiences,” said Saäd Rafi, TO2015’s chief executive officer. “The Tower has been a tremendous supporter of the Games, and the launch of the accessible wheelchair EdgeWalk not only aligns with TO2015’s values of inclusion and accessibility, but allows even more people to live life on the edge. We hope everyone will get into the Parapan Am spirit, get out and enjoy the Games and try out the EdgeWalk!”

Using a uniquely designed one piece wheelchair with its own attachment to the EdgeWalk’s overhead rail and trolley system and a walksuit adapted for ease of dressing, participants who meet the parameters outlined on the EdgeWalk website (edgewalkcntower.ca) now have the opportunity to experience the thrill of an accessible wheelchair EdgeWalk.  Given the unique nature of EdgeWalk, participants must meet the existing EdgeWalk participation criteria, must be able to wear the EdgeWalk harness and must be able to independently transfer from personal wheelchair to EdgeWalk wheelchair as well as independently maneuver the wheelchair throughout the experience.

EdgeWalk at the CN Tower
EdgeWalk is the world’s highest hands-free walk on a building (Guinness World Record) on a 5 ft (1.5 m) wide ledge encircling the top of the CN Tower’s main pod, 356m, (1168 ft, 116 stories) above the ground. This “bucket list” adrenalin-fueled experience allows thrillseekers to walk the edge of one of the world’s greatest man-made wonders.  Adventure lovers walk “hands-free” in groups of six, while attached to an overhead safety rail via a trolley and harness system. Tickets cost $195 CAD and include a keepsake video, photos and certificate of achievement. Participants also receive a General Admission CN Tower Experience Ticket with SkyPod.   www.edgewalkcntower.ca

About TO2015
The TORONTO 2015 Parapan American Games will take place from August 7 to 15. The TORONTO 2015 Games are funded by the Government of Canada, the Province of Ontario, as well as Lead Partner CIBC and other partners and sponsors.

The TORONTO 2015 Pan Am/Parapan Am Games Organizing Committee (TO2015) is tasked with managing and delivering the Games. It is working to bring some of the world’s best athletes and artists to Toronto and the Greater Golden Horseshoe region, giving Ontarians a unique chance to be part of the action, and making the region a hub for sport.

Source: CNW

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 01/09/2015

Casa das Artes oferta oficina gratuita de dança inclusiva, em Belém


Pessoas com deficiência auditiva, intelectual e cadeirantes podem participar de atividade promovida pela Casa das Artes, em Belém.Pessoas com deficiência auditiva, intelectual e cadeirantes podem participar de atividade promovida pela Casa das Artes, em Belém.

A Casa das Artes (antigo IAP) abre inscrições a partir do próximo dia 2 de setembro, em Belém,  para a oficina de dança inclusiva. O público-alvo são pessoas com deficiência física, intelectual ou auditiva, além de bailarinos interessados na temática da dança inclusiva. Segundo a organização do curso, os acompanhantes dos interessados também podem participar.

A oficina é gratuita, ministrada pela bailarina Thays Reis e as inscrições devem ser feitas presencialmente na primeira aula. A atividade passará a ser realizada todas as terças e quintas, de 14h30 às 16h, até dia 5 de novembro. O resultado do processo poderá ser visto na “I Mostra de Dança Inclusiva da Fundação Cultural do Pará”, prevista para ocorrer ainda este ano no Teatro Margarida Schivasappa.

“O projeto visa compartilhar as experiências adquiridas ao longo dos anos, o que é fruto da parceria com o bailarino Elielson Silva (cadeirante). Também quero estimular a pessoa com deficiência a desenvolver suas habilidades artísticas diferenciadas através da dança”, destaca a professora. .

Técnica em gestão cultural na área de dança, da FCP, Thays Reis é bailarina com licenciatura em educação física, especialista em dança e mestre em Artes. Atua há 10 anos com dança inclusiva na Fundação Pestalozzi do Pará e atualmente, junto ao bailarino Elielson Silva, é bicampeã brasileira em Dança Esportiva em cadeira de rodas.

Serviço: Oficina de Dança Inclusiva, com oferta de 20 vagas, inscrições presenciais no dia 2 de setembro. As aulas serão ministradas até 5 de novembro, de 14h30 às 16h, na sala de dança da Casa das Artes, localizada na Praça Justo Chermont, 236, ao lado da Basílica de Nazaré, em Belém. Mais informações: (91) 4006-2900.

Fonte: G1

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 31/08/2015

El turismo accesible del interior tucumano se mostrará en Aguilares


El jueves 3 de septiembre se llevará a cabo un encuentro en un hotel de la ciudad del sur provincial.El jueves 3 de septiembre se llevará a cabo un encuentro en un hotel de la ciudad del sur provincial.

Aguilares será la sede del encuentro “Tucumán tierra adentro”, el jueves 3 de septiembre, a las 9, en el hotel La Casona, en la ciudad del sur de la provincia. Se trata de la tercera jornada de turismo del interior, en la que habrá charlas, talleres y disertaciones. Turismo y servicios serán el eje temático.

“Es una jornada que nace hace tres años con la idea de mostrar el turismo en el interior de Tucumán. Se realizan exposiciones de comunas, municipios, emprendimientos turísticos y de artesanos. Todo del interior con entrada libre y gratuita, comentó Verónica Peláez, gerenta de La Casona. “Hay que trabajar mucho en la accesibilidad en servicios. Tenemos que ser ciudades más amigables y accesibles para con las personas discapacitadas”, sostuvo.

Participarán funcionarios del Servicio Nacional de Rehabilitación y de la Comisión Nacional de Discapacidad para dictar talleres. En los talleres se abordarán temas como “Buenas prácticas en servicios turísticos – Accesibilidad como criterio de calidad”; “Calidad de atención y trato a personas con discapacidad en los servicios turísticos”; “Emprender en Tucumán”; el taller vivencial “Experiencias y propuestas para la prestación de servicios turísticos accesibles”, y “Alta costura artesanal”, entre otras actividades.

Peláez comentó que en Aguilares “hacemos mucha movida cultural en la zona. El turismo que tenemos es corporativo, de gente que viene a trabajar, productores sobre todo, o personas que realizan capacitaciones empresariales. Sin embargo, consideramos que en la ciudad hay historia, naturaleza y cultura para mostrar, por lo tanto hace falta que los emprendedores nos pongamos a actuar”. Resaltó que este tipo de actividades “no tiene beneficio comercial, pero es importante para la zona. La gente podrá ver qué se puede consumir en el interior de Tucumán”.

Quienes quieran participar deberán inscribirse previamente en info@lacasonatucuman.com, con copia a veronicapelaez@hotmail.com. Para comunicarse, dirigirse al teléfono 3815624299.

Fuente: La Gaceta

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 31/08/2015

Mostra ‘Diálogo no Escuro’ leva público a um passeio cego em SP


A mostra já rodou 32 países e mexeu com o psicológico de mais de oito milhões de pessoas.A mostra já rodou 32 países e mexeu com o psicológico de mais de oito milhões de pessoas.

Você já se imaginou ser guiado por alguém com deficiência visual em ambientes totalmente escuros? Essa é a proposta da mostra sensorial “Diálogo no Escuro”, em cartaz a partir de sábado, dia 22 de agosto, no Unibes Cultural – novo nome do Centro da Cultura Judaica, do ladinho da estação Sumaré do Metrô.

Pela primeira vez na capital, a exposição desafia o público a conhecer o mundo com outros sentidos e pode ser conferida de segunda a sábado, das 11h às 19h, até o dia 20 de fevereiro de 2016. O ingresso para a experiência custa até R$ 30, às sextas e aos sábados; até R$ 24, às segundas, quartas e quintas e, às terças, o centro cultural tem entrada gratuita.

Em “Diálogo no Escuro” não há quadros expostos, nem obras monumentais. Na mostra, o público é divido em grupos de até oito pessoas que são instigadas por um guia a explorar quatro ambientes totalmente escuros, de 45 a 60 minutos, utilizando apenas três de seus sentidos: tato, audição e olfato.

Privados do sentido que coordena praticamente todas as ações do corpo humano, os participantes são colocados em outra dimensão. A única pessoa que está totalmente inserida naquele mundo é o guia, já que fora dali ele também não consegue ver nada, além da escuridão.

A exposição tem o propósito de inserir o público num contexto diferente do que se é vivido. Num mundo onde quem enxerga não enxerga, em que não se há noção de distância ou profundidade. “Diálogo no Escuro” faz com que os participantes superestimem a capacidade dos deficientes visuais e gere uma reflexão poderosa, na qual se é despido de preconceitos estéticos e vestido de confiança, respeito e alteridade.

A experiência da mostra, que já rodou 32 países e mexeu com o psicológico de mais de oito milhões de pessoas – visto que é quase impossível sentir-se indiferente à experiência -, desperta em você a certeza de que todo mundo é igual.

Fonte: Catraca Livre


Em relato à BBC, colunista de jornal britânico que sofreu acidente de cavalo há cinco anos, conta que não consegue aceitar deficiênciaEm relato à BBC, colunista de jornal britânico que sofreu acidente de cavalo há cinco anos, conta que não consegue aceitar deficiência

A jornalista Melanie Reid ficou paralisada em um acidente de cavalo há cinco anos.

A casa de Melanie, autora da coluna Spinal Column no jornal britânico The Times, fica escondida no interior da Escócia.

Apesar de o acidente a ter deixado com movimento mínimos nos braços e nas pernas, a casa permanece sem adaptações que costumam ser consideradas úteis para deficientes: não há bancadas baixas na cozinha ou tomadas adaptadas.

Reid acha que fazer essas mudanças significaria que ela aceitou sua deficiência – e ela continua lutando para superá-la.

Há cinco anos, Reid tinha chegado ao ponto exato de sua vida em que, diz ela, queria estar, fazendo exatamente o que queria fazer.

Era um jornalista de sucesso, com um marido carinhoso e um filho que estava indo bem na vida. Eles se mudaram para uma casa no campo, com uma bela vista e estábulos para os seus amados cavalos.

Reid era quem costumava pensar no futuro e liderar – era conhecida como uma mulher prática, resolvedora de problemas.

Acidente

Foi cavalgando que o acidente aconteceu. Galopando em direção a um obstáculo, o cavalo empacou. Ela tentou se agarrar ao pescoço dele, mas foi jogada para o alto e caiu sobre o obstáculo com os braços para trás. Seu rosto bateu no chão e o corpo foi torcido.
A ruptura não foi completa; por isso, Reid poderia recuperar parte dos movimentos

Quem viu o acidente diz que a queda pareceu inofensivo e em câmera lenta. Ela não perdeu consciência e diz que experimentou sensações inacreditáveis no momento.

“Senti calor e beleza em meu corpo, e vi um brilho vermelho em meus olhos. Era o computador desligando”, diz.

Ela passou quase um ano no hospital, trabalhando com determinação para ganhar o máximo de movimento possível. A ideia para a nova coluna no jornal de fim de semana foi concebida durante uma ressonância magnética.

“Preciso contar para as pessoas sobre isso, preciso descrever isso”, ela lembra de pensar.

Escrever sobre a sua deficiência, frustrações e batalhas para fazer atividades diárias virou uma forma de terapia. Ela diz que também foi uma forma de recuperar parte de seu poder, até porque ela precisava pagar as contas – Reid sempre foi o arrimo da família.

‘Presa’

Ela sabe que declarar publicamente que não consegue aceitar suas limitações físicas irrita e casa indignação entre alguns de seus leitores deficientes, e diz que eles se ressentem dela, porque diz que lamenta “estar presa à deficiência”.
Reid disse que marido poderia procurar outra e também pediu que o filho se afastasse

Ela já escreveu sobre as sessões de fisioterapia constantes que permitiram que ela arrastasse seus pés por alguns passos, e sabe que alguns deficientes se sentiram traídos, como se não estivessem se esforçando suficientemente.

“Alguns têm a sensação de que estou decepcionando por ‘ser uma pessoa que anda’,”, diz ela.

A ruptura na espinha de Reid não foi completa, o que significa que ela tem algum movimento no corpo, e vive com o que chama de “tortura da possibilidade” todo dia.

Ela se pergunta por que não consegue se mover um pouquinho mais, ou melhorar um pouco mais, e imagina que as pessoas com lesões completas na coluna não precisam viver com essa tortura.

Pouco depois do acidente, Reid reconheceu que não poderia mais ser a “resolvedora de problemas” da família. Ela diz que o marido Dave, que era o divertido, teve que assumir o papel dela. Foi uma grande mudança.

‘Pedaço de carne’

Reid deu a Dave a chance de desfazer o casamento. Reid disse que ele poderia ficar com outra mulher, alguém que pudesse fazer sexo com ele, alguém para conversas e ser feliz, alguém que não fosse apenas “um pedaço de carne”. Ele respondeu: “Não seja idiota. Não vou a lugar nenhum.”

Ele também sentiu grande parte da perda e sofrimento de Reid, admitindo que, às vezes, ficava triste vendo um casal caminhando na rua.

De forma semelhante, ela pediu que o filho se afastasse, para evitar que se sentisse preso. Agora, ele mora na Nova Zelândia, e Reid tenta não escrever e só fala com ele quando está tendo um dia ruim. Ela quer que ele pensa nela como “a mãe que conseguia fazer as coisas”.

Reid pensou que não haveria mais assunto para a sua coluna quando voltasse para casa, mas devido à demanda popular continua escrevendo.

Ela acha difícil falar sobre qualquer coisa positiva que tenha decorrido do acidente.

Para ela, continuar sendo a mulher teimosa em sua casa não adaptada é, no momento, muito importante. Mas ela não descarta algumas mudanças no futuro, talvez quando tiver selado a paz com a própria deficiência.

Fonte: Midia News

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 29/08/2015

Winnie Harlow se destaca no mundo da moda e rompe barreiras com vitiligo


Harlow já foi chamada de ‘zebra’ e ‘vaca’ por conta das manchas no corpoHarlow já foi chamada de ‘zebra’ e ‘vaca’ por conta das manchas no corpo

A modelo canadense Winnie Harlow vem fazendo história no mundo da moda depois de participar do reality show “America’s Next Top Model”, em 2014. A jovem negra de 21 anos tem vitiligo: uma doença que causa a perda gradativa da pigmentação da pele, gerando manchas pelo corpo. Assim como a cantora Viktoria Modesta, que renovou o conceito de diva pop por ter uma perna amputada, Harlow é apontada como um exemplo de diversidade na moda.

Em menos de um ano após despontar no programa americano, a modelo já estrelou campanhas para as grifes Desigual e Diesel – uma das marcas usadas para compor os looks de Alice, papel de Sophie Charlotte em “Babilônia” – , além de ter participado do clipe “Guts Over Fear”, de Eminem e Sia. Em entrevista à revista “S Moda”, Harlow conta que já sofreu discriminação por causa do vitiligo e já foi chamada de “zebra ou vaca”: “Comecei a receber muitos olhares e não sabia como lidar com eles”. Mas nada disso a abala: “Adoro ser diferente. Sou eu mesma. Se dissesse que não, significaria que não gosto de mim mesma”.

Com mais de 850 mil seguidores no Instagram e mais de 100 mil no Facebook, a jovem conta como lida com o sucesso repentino: “Às vezes, é complicado lidar com a fama. Certa vez fui ao shopping e estava no telefone falando com o banco quando uma mulher me perguntou se poderia tirar uma foto junto comigo. Eu disse que lamentava, mas estava falando ao telefone e ela se foi. Na manhã seguinte, ela postou no Twitter: ‘Foi genial te ver no shopping, Winnie, mas não precisa fingir que fala ao telefone’. Eu não podia acreditar. Jamais inventaria uma conversa fictícia para livrar-me de uma foto. Sou uma pessoa, não um produto. Sou um ser humano, tenho uma vida e às vezes não estou de bom humor para estar rodeada de tanta gente”, afirma ela, que atende pelo nome de batismo Chantelle Brown-Young.

Harlow rompeu barreiras de preconceito e já estrelou campanhas de grifes como a DieselHarlow rompeu barreiras de preconceito e já estrelou campanhas de grifes como a Diesel

Tyra Banks apostou no sucesso da modelo no reality show: ‘Você já era uma estrela’

Quem ocupa um lugar especial na vida, e na carreira, de Winnie Harlow é Tyra Banks, ex-modelo que apresenta o “America’s Next Top Model”, e que posou para um ensaio sensual da revista “W Magazine” ao lado de outros famosos, em março de 2014. A relação das duas foi além do programa de TV.

“Há pouco, Tyra me deixou uma mensagem no Twitter. ‘Você já era uma estrela, eu só te dei uma plataforma para que as pessoas reconhecessem o que você era. Continue me deixando orgulhosa’. Ela me dizer isso significa muito para mim, porque sei que ela não entra muito em contato os outros participantes de edições passadas”, conta a nova menina dos olhos do mundo da moda.

Fonte: Pure People

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