Publicado por: Ricardo Shimosakai | 14/06/2017

Impulsa INGUDIS turismo para personas con discapacidad.


Personas de los diferentes municipios de Guanajuato participaron en la rodada por un turismo incluyente en el Parque Guanajuato Bicentenario

Autoridades estatales, municipales, legislativas y personas con discapacidad participaron en la Rodada por un Turismo Incluyente, en las instalaciones del Parque Guanajuato Bicentenario, con el objetivo de impulsar conciencia social en materia de acceso a la recreación y el ocio para este sector de la sociedad.

La accesibilidad universal es un derecho para una mejor calidad de vida de las personas con discapacidad y esto no significa solamente rampas o pasamanos, es una cultura de incluso ajustes razonables a la infraestructura, en este caso de turismo, para que las personas con discapacidad motriz, visual, auditiva, puedan disfrutar de estos lugares”.

Así lo señaló el titular del INGUDIS José Grimaldo Colmenero al encabezar este ejercicio con el que se pretende generar conciencia social sobre el acceso de quienes tienes alguna discapacidad, al turismo.

Funcionarios de diversas instancias gubernamentales como la diputada Irma Leticia González Sánchez, presidenta de la Comisión de Derechos Humanos y Atención a Grupos Vulnerables; José Herlindo Velázquez Fernández, presidente municipal de Salvatierra; el subsecretario de Turismo, Octavio Aguilar Mata, participaron en este ejercicio.

Se hizo entrega del reconocimiento “Guanajuato Incluyente” al municipio de Salvatierra, por las acciones que en materia de turismo incluyente se vienen realizando en esa localidad. Fue recibido por el alcalde Velázquez Fernández quien agradeció lo anterior, “que nos estimula para seguir adelante” indicó.

En silla de ruedas, recorrieron las instalaciones del Parque Guanajuato Bicentenario, visitaron salas de exposición y conocieron las adaptaciones con las que se cuenta en este inmueble para el acceso de personas con distintas discapacidades como visual, motriz o auditiva. “Estamos tomando nota de los comentarios y lo que podemos encontrar para dar un mejor servicio a todos nuestros públicos que nos visitan” dijo su representante Luis Lara.

Lo que pretendemos es que se genere conciencia y sobre todo el compromiso de impulsar  acciones para, en su caso, desarrollar los ajustes razonables para fortalecer la accesibilidad en sitios de turismo”, manifestó Grimaldo Colmenero.

En este evento se hizo entrega de 11 sillas de ruedas a igual número de mujeres con discapacidad que participaron en los Campamentos de Formación para una Vida Independiente.

Fuente: Radio Formula Bajio

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Publicado por: Ricardo Shimosakai | 13/06/2017

Venezuelano usa quadriciclo para dar volta ao mundo


Deficiente físico supera limitações em busca do sonho de entrar no livro dos recordes e levantar a bandeira da paz

Dar uma volta ao mundo é uma façanha por si só, mas fazer isso sem usar as pernas, parece praticamente impossível. Diagnosticado com paralisia infantil aos 5 anos, o venezuelano Ismael Oswaldo Morales Buenaño não deixou que limitações físicas o impedissem de realizar um sonho: entrar para o Livro Guinness dos Recordes.

Ismael largou o emprego como locutor de rádio, fez as malas e passou a explorar o mundo a bordo de um quadriciclo motorizado. O viajante, que agora visita Manaus, garante que já passou por mais de 115 países.

Originário da Ilha de Margarita, a nordeste de Caracas, o venezuelano começou a viagem pela Colômbia, já visitou todos os países da América do Sul e grande parte da Europa.

Ismael está na estrada há 5 anos e 10 meses e conta que a motivação para iniciar a jornada veio do momento político pelo qual a Venezuela passa. “Meu país passa por um momento de muita dificuldade e escassez. A violência tomou conta das nossas cidades. Não me sentia seguro lá”.

Ismael contou, também, que, além de entrar em contato com diferentes paisagens e culturas, a volta ao mundo é uma oportunidade de lutar pelos direitos humanos e motivar outros deficientes físicos a superarem dificuldades.

“Fico triste vendo tantas guerras hoje em dia. Viajar pelo mundo, conhecer pessoas e fazê-las abraçar a causa é a minha maior recompensa”, disse emocionado.

Apesar de não poder usar as pernas e depender da ajuda de uma muleta para ficar em pé, a maior dificuldade de Ismael para completar sua trajetória é a questão financeira.

“Dependo de patrocínio ou ajuda das pessoas que conheço nas viagens. Nem sempre consigo. Já tive que dormir na rua e passei fome diversas vezes, mas vou seguir em frente”.

Ismael saiu de Boa Vista, em Roraima, e percorreu 785 quilômetros até chegar a Manaus, na última sexta-feira, dirigindo o quadriciclo que usa para se locomover. Assim que conseguir ajuda financeira na capital amazonense, Ismael segue viagem para a América Central e América do Norte.

“Espero ficar aqui mais alguns dias e colher o máximo de ajuda possível. Estou viajando pelo Brasil há três meses e a população tem sido generosa comigo”.

Ismael está hospedado na Casa do Imigrante, espaço na zona centro-oeste de Manaus destinado a acolher imigrantes sem condições financeiras de pagar por moradia, e pede que interessados em ajudar façam uma visita ao local.

De acordo com estimativas do próprio viajante, a volta ao mundo deve acabar em, no máximo, três anos, completando um total de nove anos. A expectativa de Ismael é morar em algum país da Europa depois de completar a jornada.

Fonte: D24am

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 13/06/2017

Disability complaints to airlines doubled in a decade, GAO finds


Passenger Cealia Marquez was still waiting for a person to pick her up and Delta agents arranged for a taxi to take her to Duarte, Calif.

WASHINGTON – The number of complaints against airlines from disabled travelers doubled in a decade to more than 30,000 in a year, according to a federal watchdog report Wednesday.

But 12 carriers studied each demonstrated they have repeated training programs for helping passengers with disabilities, according to the Government Accountability Office.

Airlines provide a combination of classroom and computer-based training. The training typically includes an eight-hour class with lessons in handling wheelchairs and assisting with boarding, according to the 34-page GAO report required by a law last year governing the Federal Aviation Administration.

“Airlines place a high priority on meeting the needs of all passengers and regularly invest in training programs and processes, new and improved technologies and customer support staff to accommodate passengers with disabilities,” said Kathy Grannis Allen, spokeswoman for Airlines for America, a trade group representing most of the largest carriers. “A4A and our members will continue to work collaboratively with all parties to ensure that our customers are provided with any support necessary and the highest levels of customer service.”

The Transportation Department investigates complaints and can impose fines. The department has been studying with airlines and advocacy groups for ways to smooth travel for people with disabilities.

Since 2005, the department investigated 51 cases involving disabilities, according to GAO. Enforcement actions included warning letters or consent orders for corrective action.

Airlines faced $1.675 million in fines in 13 of those cases, paying $887,500 to the government and either investing in corrective actions or avoided the remaining $787,500, according to GAO. The corrective measures included compensation to passengers, better wheelchair tracking and training for workers.

From 2005 through 2015, GAO found the number of disability complaints filed with airlines grew from 13,584 per year to 30,289. The number of disability complaints filed directly with the department also rose from 511 to 944 during that period.

Those increases occurred as the number of passengers grew from 746 million to 806 million.

More than half the complaints in 2015 – 17,828 to airlines and 463 to the department – dealt with airlines failing to provide assistance, which mostly meant a lack of help with wheelchairs, according to GAO.

The next largest categories of complaints to airlines involved seating accommodation (3,026), a problem with a service animal (1,638), storage or delay of an assistive device (1,570) and damage to a device (1,541).

Source: USA TODAY

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 12/06/2017

Pessoas com deficiências são discriminadas no Airbnb, indica estudo


Uma pessoa cega, por exemplo, é recusada em 49,7% das ocasiões, sendo que pessoas que não possuem deficiência têm média de 75,5% de aprovação

Um dos desafios do Airbnb é garantir que nenhum dos seus usuários se sinta discriminado. Esta tarefa, aparentemente, não está sendo fácil, sobretudo para quem tem algum tipo de deficiência. Um estudo feito ao longo de seis meses com cerca de 3.800 pedidos de reserva indica que, infelizmente, esta é uma realidade na plataforma de alojamento.

Segundo o estudo, pessoas com deficiência que não incluíram esta informação na plataforma foram aprovados por anfitriões das casas em 75,5% das ocasiões. Porém, conta o The Verge que esta taxa de aprovação cai de acordo com o tipo de deficiência. Uma pessoa cega, por exemplo, é recusada em 49,7% das ocasiões, enquanto pessoas com paralisia cerebral e lesões na medula espinhal têm uma taxa de aprovação de apenas 43,4% e 24,8%, respectivamente.

É interessante também constatar que mesmo que o Airbnb tenha introduzido medidas que visam combater este tipo de discriminação, não foram verificadas grandes variações. Esta questão continua sendo um problema para os utilizadores dentro da plataforma de alojamento temporário.

Em reação, a empresa declarou ao New York Times que qualquer tipo de discriminação na plataforma da Airbnb resultará na eliminação permanente da plataforma.

Fonte: Notícia ao Minuto

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 12/06/2017

La historia del hombre que recorrió el mundo en silla de ruedas


A los 11 años, Enrique Plantey sufrió un accidente; se prepara para competir en esquí adaptado en los Paralímpicos de Corea 2018

Tenía 11 cuando su vida cambió de perspectiva. Enrique Plantey (34) estaba con su hermano Nicolás y su papá en un viaje de Neuquén capital al campo. Cuenta que se encontraron con una familia amiga y frenaron en la banquina para conversar. “Pasó una camioneta, se le levantó el capó, maniobró mal para ese lado y nos pisó”, relató Enrique en una entrevista con LA NACION.

Para él lo que sucedió fue obra del destino. “Estaba escrito, está claro… Fue un accidente muy casual, en una ruta en la que no había mucha gente”, describe. “Dios me dejó a mi vieja que es el motor de la familia”.

Enrique despertó cuatro días después y allí se enteró de que su papá y su hermano menor habían muerto en el accidente y que él, el único sobreviviente al accidente, ya no podría caminar. Ahí vio por primera vez la silla de ruedas y se tomó esa situación como un juego: “La primera vez que vi la silla de ruedas fue con ganas de subirme, realmente. Quería salir de la cama, era una diversión para mi”.

“Me había tocado la mejor parte; tengo una familia gigante y muy compañera y amigos de fierro entonces fue muy fácil empezar a acostumbrarme a manejarme en silla de ruedas”, sostiene y, tras vivir veinte años sobre ruedas, afirma que cada vez confirma más “que es un aparato para trasladarse y nada más, no es algo que debería llamar tanto la atención”.

Enrique pudo salir adelante luego de un viaje a Cuba que hizo con su mamá. Allí se sumergió en una terapia de recuperación física muy intensa en la que el foco estaba en trabajar con el cuerpo acompañado, constantemente, de un kinesiólogo. Durante cuatro meses, entrenó ocho horas todos los días menos los domingos y así logró “conocerse”.

Explica: “Me ayudó a tener mucha consciencia sobre el cuerpo, a aprender a comer bien porque había engordado mucho y, sobre todo, fue un antes y un después porque volví súper motivado con el deporte”. En el colegio entrenó en carreras, básquet, voley, handball, natación, jabalina y ping-pong y, más adelante, fue descubriendo sus pasiones: el esquí y andar en bicicleta.

A su primer contacto con el esquí adaptado lo tuvo aproximadamente a los 14 años cuando, en un viaje a San Martín de los Andes, un hombre lo invitó a probar esa experiencia. “No me bajé más”, dice y cuenta que se está preparando para representar, una vez más, a la Argentina en los Juegos Paralímpicos de Invierno que se desarrollarán el año que viene en Corea.

Para él, su misión “es disfrutar la vida” y sostiene que eso es lo que intenta hacer todos los días: buscar la plenitud. “Todavía no encontré mi techo”, dice este estudiante de Derecho que trabaja en el Consejo de la Magistratura de la ciudad de Buenos Aires.

Enrique es uno de los ganadores de los premios Bienal de ALPI que busca reconocer a aquellas personas con discapacidad motriz que son ejemplo de vida. Sin embargo, pese a que agradece el premio, con convicción y fuerza en sus palabras, dice que no hace nada para “demostrar que puede”, sino que para sentirse pleno.

Y sostiene que “la discapacidad es muy social” y que para cambiar la mirada es importante que las personas con discapacidad salgan a la calle. Para eso creó, junto a su socio Mariano -que también está en silla de ruedas- 3pi Mobility: un dispositivo que transforma cualquier silla de ruedas en una bicicleta. “Lo que más me gusta de la bicicleta es la visión del tercero, es increíble lo que cambia la visión de la gente cuando te ve”, cuenta.

Enrique está en constante movimiento. En 2010, junto a un amigo, dio la vuelta al mundo “siguiendo al sol” durante todo un año y dejó su experiencia plasmada en el blog que hicieron juntos llamados Neuquinos por el mundo. Así hizo que 25 países de cuatro continentes fueran testigos de su andar.

Fuente: La Nación

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 11/06/2017

VR e smartphones promovem a acessibilidade em espetáculo teatral


O projeto “Teatro para Todos os Ouvidos”, da Samsung, usa a tecnologia para tornar espetáculos mais acessíveis a pessoas com deficiência auditiva

A tecnologia é, sem dúvidas, uma ferramenta capaz de promover a acessibilidade. Sabendo disso, a Samsung traz a São Paulo o projeto “Teatro para Todos os Ouvidos”, um espetáculo inovador que dispensa um intérprete de Libras para incluir os deficientes auditivos. Para isso, usa, simplesmente, um óculos de realidade virtual e um smartphone que, em tempo real, legendam as falas dos atores.

Desenvolvida em parceria com a Leo Burnett Tailor Made, a ação é oferecida na peça “O Pai”, com Fulvio StefaniniCarol Gonzalez e Lara Córdulla no elenco. A primeira parte da temporada, no Teatro Frei Caneca, já se encerrou. Mas, quem quiser ter essa experiência artística com os produtos da Samsung pode ir até o Teatro Fernando Torres. Terão sessões nos dias 16, 23 e 30 de junho e nos dias 07, 14, 21 e 28 de julho.

Graças ao apoio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, serão disponibilizados 10 pares de ingressos para cada uma das apresentações. Assim,todos podem levar um acompanhante.

Para Andrea Mello, diretora de Marketing Corporativo da Samsung Brasil, esse uso da tecnologia é uma das prioridades da empresa sul-coreana. “Quando unimos o teatro com a tecnologia podemos mudar a vida das pessoas. Com essa iniciativa do “Teatro para Todos os Ouvidos”, estamos oferecendo uma experiência diferenciada e especial para que pessoas com deficiência auditiva possam vivenciar um espetáculo por completo, podendo visualizar o cenário, a encenação e a legenda, sem perder nenhum detalhe. Tudo isso é muito inovador e inspirador”.

“O Pai”

A peça conta as confusões entre um pai e uma filha, cuja convivência é por vezes cômica, mas também bastante irritante. Ora se amam, ora se odeiam. Com Fulvio Stefanini, Carol Gonzalez, Lara Córdulla, Paulo Emílio LisboaWilson Gomes e Carol Mariottini, o espetáculo emociona o público com essa dinâmica familiar.

O Teatro Fernando Torres fica na Rua Padre Estevão Pernet, 588, no Tatuapé. Os ingressos custam R$80.

Fonte: showmetech


Ana Lemos sofre de espinha bífida, faz vela há quatro anos e participa em provas da modalidade

Sporting Clube de Aveiro apoia projeto gratuito para os velejadores com necessidades especiais e que funciona em regime de voluntariado. Psicóloga e terapeuta aplaudem estas iniciativas que promovem a autoestima

“Dá-me a sensação de que o vento hoje está muito bom.” Com a ajuda dos treinadores, Ana Lemos passa da cadeira de rodas para o barco. Veste uma camisola cor-de-rosa, que combina com a cor do convés. É hoje uma velejadora confiante, de sorriso sempre no rosto, tanto que fica difícil imaginar que quando começou a praticar vela, há quatro anos, tinha fobia da água. “Nas primeiras vezes, com a inclinação do barco, era assustador.” Com a prática – e a certeza de que o barco adaptado não vira -, perdeu o medo. “Tem sido uma experiência maravilhosa.”

Ana tem 27 anos e estuda Bioquímica na Universidade de Aveiro. Sofre de espinha bífida, uma malformação congénita ao nível da coluna vertebral”, que faz que viva presa a uma cadeira de rodas. Nunca tinha praticado desporto até ser desafiada a integrar o projeto Sem Limites, um programa de vela adaptada para pessoas com deficiência promovido pelo Sporting Clube de Aveiro (SCA). Faz parte de um grupo de cinco velejadores – juntamente com Jorge Ruivo, Ana Martin, Sofia Gonçalves e Gonçalo Gonçalves -, que participa em provas nacionais da modalidade.

Pontualmente, o SCA organiza ações com associações de pessoas com mobilidade condicionada e necessidades educativas especiais, que “beneficiam em muito”com iniciativas do género. “Antes de mais, a prática de exercício físico tem uma relação direta com o aumento do bem estar global. Depois, atividades como esta, dirigidas a pessoas com necessidades especiais, promovem a autoesti-ma – “nós também conseguimos fazer” – e isso tem um grande impacto na sua vida”, afirma Inês Afonso Marques, coordenadora da área infantojuvenil da Oficina da Psicologia.

Fonte: DN


Edgar Silva, com paralisia cerebral, começa em cadeira de rodas, a sua peregrinação de Fátima até Santiago de Compostela.

Egdar Silva, 55 anos, natural do Seixal, da Lourinhã. Nasceu com paralisia cerebral. A doença impede-o de caminhar, além de lhe afectar a capacidade de expressão, mas não o impede de sonhar.

“Quando põe as coisas na cabeça, luta por elas, contrariamente a nós, que desistimos facilmente”, conta à Renascença Miguel Paulo, o amigo que parte com Edgar para mais uma aventura.

“É uma maneira de se manter vivo, de querer, de fazer. Não está acomodado à sua situação e vai arranjando estes objectivos”, acrescenta.

Edgar Silva anda sempre de costas para o percurso, empurrando a cadeira com os pés para trás. “Ele só consegue empurrar, com os pés. Não consegue puxar. Ele não utiliza as mãos nos aros. Ele vai com as mãos nuns manípulos que foram adaptados à cadeira e, quando é para travar, vira-se para a frente e trava com os pés. É um rapaz que gasta um par de sapatos por semana, porque ele treina muito”, conta Miguel.

“Na vida de Edgar, tudo é difícil”, sublinha Miguel, “até o comer”. E prossegue o relato: “No início das caminhadas, não comia. Perguntávamos o porquê, mas ele nada respondia, até que percebemos que era difícil para ele”, conta Miguel, com a voz embargada, acrescentando que “Edgar precisa que lhe partam a comida”.

“Ele passa o dia sempre sentado, mas não se queixa. Pode estar em ferida, que não há ali um queixume”, diz o amigo Miguel.

A dupla – Edgar e Miguel – parte esta quinta-feira, do Santuário de Fátima e vai fazer cerca de 100 quilómetros, até segunda-feira. O objectivo é ir fazendo o caminho por etapas e a primeira terá a duração de quatro dias, terminando em Coimbra.

O trajecto de Fátima a Santiago de Compostela está inserido num sonho ainda maior deste peregrino que pretende, depois, fazer Santiago de Compostela a Lourdes (França), prosseguindo até ao Vaticano.

“A vida só sobrevive graças à generosidade de outra vida”

Miguel Paulo, 52 anos, trabalha por conta própria em sistemas de segurança e vai tirar dias da sua actividade para acompanhar o peregrino. Quando lhe perguntamos a razão, responde, a custo, por causa da emoção, com palavras do Papa Francisco, em Fátima: “A vida só sobrevive graças à generosidade de outra vida”. E acrescente: “É isso que eu sinto”.

“Não podemos ser egoístas. Temos de fazer alguma coisa pelos outros”, reforça.

Miguel acompanha a pé o peregrino Edgar. A pé, a acompanhar e a puxar pela cadeira. “Puxo pela cadeira nos sítios difíceis, porque ele, como anda para trás, qualquer pedra lhe prende a roda e, depois, a cadeira vira, prende”.

O percurso “será feito por trilhos ou caminhos de terra com areias, pedras, riachos…”, conta Miguel à Renascença, lembrando que é preciso “ultrapassar todos os obstáculos que possam aparecer”.

Na mochila, transporta “tudo o que é preciso”. E tudo é muito. “São cerca de 13 quilos às costas, porque não temos carro de apoio”.

“Transporto sempre o nosso almoço, dois pares de sapatos, as gabardines para a chuva, as marmeladas, os protectores solares…”

Para o caminho de Santiago de Compostela, Miguel Paulo afirma que o percurso será “tanto mais rápido, quanto condições houver para o fazer”.

Os peregrinos partem para esta especial ‘viagem de sonho’, “sem fundo de maneio”, contando apenas com “algumas dádivas”, na certeza de que “Deus providenciará”.

Fonte: Enascença

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 09/06/2017

This woman doesn’t let her disability stop her from traveling


Alysia Kezerian, who uses a wheelchair to move, has traveled to a slew of different countries.

Alysia Kezerian is a recent college graduate, a resident of Danville, California and a world traveler, who says she’s visited nearly a dozen countries in Europe.

She also happens to be in a wheelchair. Kezerian had been hiking at Smith Rock State park in Oregon when she lost her grip and fell. “She continued to tumble an additional 20-30 feet down the steep terrain,” according to Craig Hospital in Englewood, Colorado, where Kezerian would later receive physical therapy.

The accident made Kezerian question whether she’d be able to pursue her love of traveling in the future. “I have always loved travel and have gone on many adventures with my family across the US and to Europe,” Kezerian told ABC in an email. “I was terrified that I would never be able to travel again because of my disability.”

But when Kezerian proceeded through rehabilitation at Craig Hospital, she learned that traveling wouldn’t be impossible. “The more I learned from my PT and OT as well as other people in wheelchairs that I looked up to, I realized that travel was still a very possible thing for me to do,” Kezerian said. “So when I returned to school in winter 2016, I decided to apply to study International Marketing in Vienna for Summer term 2016, and that’s what started it all.”

Kezerian has visited several countries in Europe including France, Switzerland, Italy and The Netherlands. Because of her wheelchair, she had to consider things like if there would be handicap-accessible restrooms or if there would be elevators or only stairs wherever she was traveling. But Kezerian looked at her situation with optimism.

“There will always be obstacles, but what matters most is how you handle them in the moment,” she said. “Do I let the lack of stairs bother me and ruin my day? Or do I put on a smile, turn around, and find a new shop/museum/etc to explore? (I always chose the 2nd).”

The graduate also thanks the supportive staff at her alma mater, the University of Oregon, as well as Karin Obermeyer, her program’s site director for making her trip possible.

“That study abroad adventure instilled in me this confidence that I did not have before,” Kezerian said. “The confidence that I, in fact, can do this and can make something like travel happen, even on my own if I wanted to.”

Source: abc7NY


Parque de lazer e atividades radicais adaptado, um projeto pioneiro em Portugal, que pretende promover a inclusão.

A iniciativa partiu da instituição vila-condense MADI (Movimento de Apoio ao Diminuído Intelectual) que com verbas próprias investiu no equipamento, que será aberto ao público já no próximo mês de junho.

Apelidado Parque Raró, e localizado na freguesia de Ferreiró, num terreno contíguo ao polo que a instituição tem na localidade, o equipamento pretende ser o mais abrangente possível, incluindo diversas atividades preparadas para cidadãos com, e sem, deficiência.

Neste parque será possível um utilizador de cadeira de rodas ou um invisual completar, sempre com assistência, um percurso de arborismo ou até uma descida em slide, uma vez que os equipamentos foram concebidos com exigências especiais.

Além das atividades radicais, o Parque Raró vai também acolher outras zonas de lazer e sensoriais, além de uma quinta ambiental/pedagógica, com vários animais, e também um borboletário.

O parque foi projetado para receber famílias, grupos de escolas, instituições a até de empresas, e terá sempre presente um grupo de técnicos com formação em práticas de segurança para supervisionar as atividades.

“A ideia inicial é durante a semana funcionarmos apenas com marcações, mais direcionadas para escolas e outras instituições, mas ao fim de semana estarmos abertos ao todo o público”, começou por explicar Elisa Ferraz, que pertence à direção do MADI.

A dirigente explicou, ainda, que a construção do equipamento, assim como a sua manutenção, “foi executada com o apoio dos utentes do MADI e familiares”, mas que também a comunidade local se empenhou no projeto.

“Sempre promovemos que o MADI se integrasse na comunidade, e neste projeto os próprios vizinhos vieram-nos ajudar na construção e até nos ofereceram materiais e inclusive animais para termos no parque”, descreveu.

Segundo Elisa Ferraz, o equipamento pretende ser “um espaço inclusivo, preparado para cidadãos com deficiência, mas também para famílias, promovendo o contacto com a natureza e também com a missão do MADI”.

Os preços das entradas terão alguma diferenciação para grupos e visitas escolares e de outras instituições, mas rondarão os cinco euros para os adultos e três euros para crianças.

“A ideia é que o parque possa também ser uma fonte de receita para nos ajudar a fazer face às despesas da instituição, porque a sustentabilidade do MADI é sempre uma preocupação”, completou Elisa Ferraz.

A inauguração do Parque Raró acontecerá a 28 de maio, enquanto a abertura ao público está agendado para 11 de junho.

Fonte: DN

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