Publicado por: Ricardo Shimosakai | 26/03/2015

Girona y Perpinyà comparten proyecto turismo fronterizo accesible


Consiste en la puesta en marcha de sendos circuitos adaptados a personas con dificultades de movilidadConsiste en la puesta en marcha de sendos circuitos adaptados a personas con dificultades de movilidad

Girona. (Agencias).- Girona y Perpinyà (Francia) han presentado hoy en el primero de estos municipios un proyecto de turismo accesible, que consistirá en la puesta en marcha de sendos circuitos adaptados a personas con dificultades de movilidad y que será financiado por el programa europeo POCTEFA.

El alcalde de la capital gerundense, Carles Puigdemont, y el teniente de alcalde de Perpinyà, Brice Lafontaine, han explicado que la iniciativa, denominada Natur’acc, culminará en septiembre de este año y que su presupuesto es de 664.257 euros.

En Girona, la ruta tendrá un trazado circular de aproximadamente un kilómetro y se espera que su puesta en marcha tenga lugar a finales de verano.

En Perpinyà, el itinerario seguirá el río Bassa y se concibe con un espacio de paseo y salud, mientras que el Consorci de las Vías Verdes, que también participa en el proyecto, actuará en diferentes puntos del circuito gerundense en el tramo entre Bescanó y Quart para mejorar su accesibilidad a las personas con movilidad reducida.

Además, se ofrece material de interpretación adaptado a discapacitados visuales y auditivos complementará la iniciativa para ayudar a las personas que visiten Girona o Perpinyà.

Fuente: La Vanguardia


XIV Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e AcessibilidadeXIV Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade

Segundo o último censo do IBGE, 46 milhões de pessoas no Brasil tem ao menos algum tipo de deficiência, o que corresponde a 24% da população. A deficiência visual é que atinge a maior parte delas (19%), seguida das deficiências motora (7%), auditiva (5%) e mental (1,4%)

Com o objetivo de expandir ainda mais o olhar da indústria e da sociedade sobre a realidade dos mais de 46 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência, a REATECH | Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, reforça o compromisso de trazer inovações em soluções de produtos, equipamentos e serviços, refletindo na melhoria da qualidade de vida e integração da sociedade e ao trabalho das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

Maior evento da América Latina dedicado as pessoas com deficiência (PcD), que acontece de 09 a 12 de abril de 2015, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, a feira reúne, durante quatro dias, a indústria nacional e internacional, representada por 300 marcas expositoras de aplicativos, adaptações veiculares, cadeiras de rodas elétricas, próteses e órteses, aparelhos auditivos, produtos ortopédicos, materiais hospitalares, distribuidores de produtos, educação, entidades públicas e privadas, entre outros, numa ampla oportunidade de negócios e relacionamento entre empresas do segmento, profissionais do setor e seus consumidores.

Com entrada gratuita, são esperados cerca de 45 mil profissionais da saúde, além do consumidor final, usuário deste mercado, que vem crescendo, desde 2002, acima de dois dígitos, em torno de 15 a 20% ao ano.

Para esta edição, a novidade da REATECH será a inclusão dos segmentos de obesos e idosos que tem mobilidade reduzida. O segmento das pessoas com deficiência tende a ser composto por pessoas mais velhas, refletindo o processo de envelhecimento da população brasileira. Também, para atender as necessidades dos visitantes, a feira terá manual em braille, piso podotátil, maior quantidade de banheiros adaptados e corredores mais largos, facilitando a visitação de todos que frequentarem o evento.

De acordo com o diretor da Fiera Milano, Marco Antônio Mastrandonakis, há 14 anos, a REATECH fortalece todo o segmento que cresce a cada dia. “Reafirmamos nosso propósito de trabalhar de forma focada e objetiva pela promoção desse setor, incentivando a integração, a disseminação de conhecimento e aporte de novos equipamentos e tecnologias assistivas”.

Eventos simultâneos

Além da área expositiva, a organização da feira preparou uma lista de atividades culturais e sociais como palco com shows e desfiles, equoterapia, test-drive de carros adaptados e quadras poliesportiva, dentre outras. Diversas empresas do setor de empregabilidade disponibilizam vagas às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, além de receber currículos de candidatos.

Um dos principais atrativos da feira é a oportunidade de participar da ampla programação de seminários, workshops e oficinas, gratuitos e abertos ao público.

De sexta a domingo (10, 11 e 12 de abril) acontece o REASEM – Seminário de Tecnologias de Reabilitação e Inclusão, gratuito e aberto ao público. Dentre as palestras, o Dr. Zan Mustacchi, geneticista e pediatra, representante da Capacitação em Síndrome de Down no Brasil, debate a importância de substratos nutricionais complementares para a saúde física e especialmente a neuronal na palestra “Desenvolvimento intelectual e abordagem nutricional na síndrome de down”; já o médico endocrinologista Dr. João Ferreira Mattos, membro da ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica) e da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia), explicará de que forma as deficiências podem ser decorrentes da obesidade e como podem levar ou agravar o sobrepeso – “A obesidade em pessoas com deficiência e a deficiência em pessoas com obesidade – causas e efeitos” e também a palestra do Maestro Sidney Lissoni, que desenvolveu uma escrita musical adequada para todos os deficientes através do “Método Lissoni”.

No sábado, dia 11/04, das 10 às 17h, diversos especialistas abordam temas como: Terapia de integração sensorial na Neurologia Infantil (TIS); Estimulação Elétrica Transcraniana/ Atualidades (TCI); Theratogs – Fisioterapia Live-in – Estratégias de Uso do Theratogs; Aplicabilidade da Tecnologia Assistiva – Interface: Scatir Utilização de Acionadores por Piscadela, Vocalizadores e Exemplos de Pranchas (softwares), Demonstração Prática; Tratamento dos distúrbios neuromotores baseado no Conceito Bobath; Observação da qualidade de movimento de feto a bebês, enfocando a importância da intervenção precoce, no TECFISIO – VI Seminário de Tecnologias Avançadas em Fisioterapia.

No domingo, dia 12/04, das 13h às 17h30, o curso PET – Terapia Assistida por Animais tem como objetivo proporcionar o conhecimento necessário para o desenvolvimento de sessões e implantação de projetos em educação, atividade e terapias assistidas por cães, já que um número cada vez maior de profissionais da área da saúde utilizam cães e outros animais para auxiliar no tratamento de doenças.

Com ciclo de palestras gratuitas, representantes de empresas que trabalham a inclusão da pessoa com deficiência integram o Seminário dos Expositores – Reashow. Com a palestra “O que você faz de olhos fechados”?, a LARAMARA aborda o mercado de trabalho para a pessoa com deficiência e sua inclusão social. A instituição APABB ministra palestra, “Da deficiência a resiliência – um caminho de autoconhecimento e liberdade” sobre como lidar com as adversidades encontradas no dia a dia e como se preparar para desenvolver um filho com algum tipo de deficiência em grau máximo. Na apresentação da CIVIAM, será debatido como aproveitar as ferramentas virtuais no mundo real – “Transferindo as habilidades do mundo virtual para o real”.

O Instituto Mara Gabrilli oferece a “Oficina Brinquedos e Brincadeiras inclusivos”, ministrado por Andréa Lúcia Ferreira Rossettini (terapeuta ocupacional, formada há mais de 20 anos, com experiência no atendimento em neurologia infantil) – de sexta a domingo (10,11 e 12/04 , das 15h às 16h).

Falando sobre a sexualidade na vida da pessoa com deficiência, Marcia Gori (formada em Direito,  presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência  de São José do Rio Preto, palestrante sobre Sexualidade e Inclusão da PcD), coordena a roda de debates que irá abordar o tema “Por que a sexualidade da pessoa com deficiência é tabu?” – (10/04, das 14h00 às 17h). Também neste dia, o Espaço da Cidadania discutirá a qualidade na inclusão para que as contratações de trabalhadores com deficiência se pautem por critérios de qualidade. Este tema fará parte do Fórum Lei de Cotas e Trabalho Decente para a Pessoa com Deficiência* (10/04, das 10h00 às 13h30).

Mais informações: http://www.reatech.tmp.br

SERVIÇO
REATECH | Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade
ENTRADA GRATUITA
09 e 10/04, das 13h às 21h
11 e 12/04, das 10h às 19h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo – SP – Brasil
– Transporte Gratuito – Estação do Metrô Jabaquara – Saída de Vans na Rua Nelson Fernandes, 400

Fonte: segs

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 25/03/2015

Disabled sportspeople ‘will still access leisure’


People with disabilities in Fermanagh will continue to have access to an inclusive leisure programmePeople with disabilities in Fermanagh will continue to have access to an inclusive leisure programme

Fermanagh and Omagh District Council (FODC) has refused to provide £15,000 match-funding to Disability Sport NI (DSNI) to retain Ms. Henry’s post on a part-time basis, buy says it “is seeking to continue to deliver a wide range of inclusive leisure programmes in the most effective way possible.”

Employed by DSNI since 2007, Ms. Henry was tasked to develop and maintain an inclusive sports and leisure programme which gives people with disabilities in the Fermanagh District Council area an equal opportunity to lead a fit and active lifestyle. Ongoing projects include boccia, new age kurling, Fermanagh Lakers Paralympic club, a disability gym programme and a schools calendar of events.

The Council says it will continue to deliver this current programme until March 31 through the continued use of casual staff and Active Communities coaches. It will allocate the £15,000 directly to the provision of inclusive leisure programmes in the future.

“At the end of the current programme, the Council will, as normal, consider what the new activity programme will be, taking into account previous usage, demand and location,” a spokeswoman says.

However, Principal of Willowbridge, Julie Murphy is “annoyed” because her Wednesday class, taken by Active Communities Coach Marty Carney, will no longer be available because Mr. Carney is now required to take one of Ms. Henry’s inclusive leisure classes.

“We’ve lost out because Roisin has left; it’s so disappointing,” Ms. Murphy states. She adds: “It’s difficult to take children with social, emotional and behavioural problems out of the school for sports, so we rely on coaches coming to us. The kids take time to get to know and trust the coaches. Marty would have done boccia, circuits and multi-sports, which will be missed.”

Ms. Murphy intends to contact the Council for clarification on the future of the Monday and Thursday Active Communities classes at the school.

Kevin O’Neill, Chief Executive of DSNI told The Impartial Reporter: “The ending of the Fermanagh Inclusive Leisure Project on March 31, 2015 is part of a series of cuts in our charity’s programmes and services as a result of a large reduction in government funding this year and further anticipated cuts next year.”

The FODC spokeswoman stated: “Due to a cut to DSNI’s core funding, DSNI is unable to provide any funding towards this post. DSNI asked the Council to consider providing the Council’s 50 per cent funding so the post could be provided on a part-time basis. Over recent years however, the Council has been providing and delivering additional inclusive leisure programmes through casual coaches and Active Communities coaches. This has worked extremely well and has increased the number of participants.”

Continuing this process “is a more effective way of delivering inclusive leisure programmes as the coaches can be employed in the areas in which they live,” she adds.

“By allocating more funding towards casual and Active Communities coaches, the Council will be able to build on the positive work that these coaches have already delivered.”

Source: The Impartial Reporter


Man in wheelchair in front of steps

O direito de acesso das pessoas com deficiência encontra-se assegurado na Constituição Federal de 1988

 por Erica Uderman

É de fácil constatação o desrespeito às pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida que, embora tenham seu direito assegurado, deparam-se constantemente com rotas inacessíveis, barreiras arquitetônicas, obras oriundas de projetos deficientes e diversos outros empecilhos que levam a concluir pela inexistência da acessibilidade.

Segundo estudos do Censo Demográfico 2010 do IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a população do Brasil é composta por mais de 190 milhões de pessoas, das quais mais de 45 milhões são pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Saliente-se que mais de 23% da população não tem acesso aos edifícios e logradouros públicos/privados, assim como aos meios de transporte coletivo em sua plenitude.

Assim, entende-se que este grupo, 23% da população brasileira, sofre limitações não apenas físicas (inerentes à sua deficiência ou redução de mobilidade) como também estruturais, impedindo/limitando o desenvolvimento de suas atividades diárias, como: saúde, lazer, estudo, trabalho e demais.

O direito de acesso das pessoas com deficiência física aos edifícios e logradouros públicos, assim como aos meios de transporte coletivo encontra-se assegurado na Constituição Federal de 1988.

Observa-se, que o direito ao acesso, embora previsto, estava condicionado a lei posterior sancionada apenas no ano 2000 – Lei Federal nº 10.098/00. Ou seja, foram necessários 12 anos para que uma lei meramente instrumental viesse a estabelecer normas e critérios genéricos para promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.

Como se não bastasse os 12 anos de espera, transcorreram outros quatro anos para que o Poder Executivo fixasse os prazos silentes na Lei Federal, com o Decreto Regulamentar nº 5.296/04, ficando estes compreendidos entre 12 e 120 meses a contar da data de publicação do Decreto.

Espantosamente, resulta-se mais de duas décadas para elaboração e regulamentação de uma lei básica, cujo objetivo consiste única e tão somente, em garantir direito fundamental para determinado grupo de cidadãos brasileiros.

Não obstante, passado o lapso temporal para adoção dos ajustes e adaptações necessários, tanto o Poder Público como Privado, não o fizeram ou o executaram de maneira bastante precária.

Exemplo deste descaso aconteceu em caso recentemente noticiado na mídia nacional no qual um advogado, que exerce suas atividades profissionais no Rio Grande do Sul, foi impedido de comparecer a duas de suas audiências, pois estas aconteceriam no segundo andar do Fórum de São Francisco de Paula, prédio construído na década de 60 e desprovido de qualquer acessibilidade.

Com efeito, não se pode olvidar dos generosos prazos trazidos no Decreto regulamentar nº 5.296/04, que entrou em vigor aos 2 de dezembro de 2004, sendo totalmente inadmissível a omissão daqueles que não se adaptaram e, principalmente, do Poder Público, que tem o poder e dever de exigir o cumprimento da lei, determinando a adaptação do local.

Diante deste triste contexto, verificando-se a falta ou limitação do acesso aos edifícios e logradouros públicos e privados, compete à população o exercício da cidadania, formalizando reclamações no próprio órgão ou estabelecimento (público/privado), denunciando as irregularidades por meio de representação ao Ministério Público ou propondo ação judicial cabível, na busca incessante da utópica isonomia constitucional.

Erica Uderman é advogada associada do escritório Lapa & Góes e Góes Advogados Associados, atuando nas áreas do Direito Empresarial, Cível e das Relações de Consumo e pós-graduanda em Direito Administrativo pela UCAM/RJ.

Fonte: Cruzeiro do Sul

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/03/2015

Mainer starts travel company for special needs families


special_globe_3.jpgEliza Sprague, with rett syndrome, kisses a dolphin at Atlantis in the Bahamas. Her mother has never let that stop the family from traveling extensively.

Eliza Sprague, 8, kisses a dolphin at Atlantis in the Bahamas. Eliza was diagnosed with atypical rett syndrome at age one, but her mother has never let that stop the family from traveling extensively.

Mount Desert Island tween Faith Reece loves to travel. But the 11-year-old struggles to stand in line for long periods at places such as airports or amusement parks.

Faith was born with cerebral palsy, which can make traveling a challenge. Cerebral palsy is a neurological disorder that often causes movement and coordination problems, including stiff muscles or exaggerated reflexes. Faith is able to walk with braces on her legs, but her overall mobility is slow.

Still, it’s not enough to stop her and her family from taking three large, often international, trips every year.

Stephanie Kelley-Reece, Faith’s mother, said it’s important to her and her husband, Mark Reece, to introduce Faith and her brother Logan, 8, to the world beyond MDI.

“I live on this tiny island, and there’s not a lot of culture here,” Kelley-Reece said. “It’s very cozy and quaint here … but it’s a big world out there, and I don’t want my kids to be scared of the world or think they have to stay within New England.”

Until now, researching arrangements and potential obstacles her family might face when traveling have fallen to Kelley-Reece. However, a new travel company called Special Globe, founded by Northeast Harbor mother Meg Harris for families such as the Reeces, could go a long way to help families with special needs negotiate the sometimes difficult task of planning a trip.

Kelley-Reece said one of the most attractive parts of the site is the hotel listings Harris has vetted for features attractive to special needs families, such as first-floor rooms.

“If I saw a resort [on the site] that would better accommodate us, that would be really good,” she said.

A dream in the night

Special Globe started a little more than 18 months ago with a voice in the dark. Harris, a single mother of two — Eliza, 8, and Henry, 6 — woke up with a start on June 5, 2014, when she thought she heard someone say the words “special globe.”

After searching the house for the source of the voice and not finding anything, she returned to bed. But the next morning, she had a mission.

“It was really strange, kind of like a man’s voice, and when I heard [the words] ‘special globe,’ I thought, ‘that’s a strange thing to say,’” Harris said. “[But] I just felt like it had to be something important.”

She purchased the website domain specialglobe.com for $11 and went to work, figuring out what the voice had been trying to tell her to do.

Partly because of her love of travel and partly inspired by Eliza, who was diagnosed with Atypical Rett syndrome at age 1, Harris began planning a company that would serve as a resource database and a service connecting families with special needs-friendly hotels, activities and services at destinations around the world. Atypical Rett syndrome is a neurodevelopmental disorder that can cause anything from severe intellectual deficit to seizures.

“As a kid I traveled a lot, and I really wanted to do that with Eliza and Henry, but the resources out there were pretty nonexistent for families like mine,” she said.

Encouraging positive experiences

Harris secured a first round of funding through donations from friends, family and “angel investors,” totaling upwards of $175,000.

Using her own trips as a blueprint, she started writing itineraries for other families interested in traveling. She also partnered with several hotels to offer Special Globe users discounts and created a “customize your trip tool” that will connect families with a travel agent trained on working with special needs families.

Avid travelers, the Harris family traveled extensively throughout the U.S. Within the next year, they hope to go global with a trip to the Great Barrier Reef in Australia. Harris said while it can seem intimidating at first, traveling with Eliza has been beneficial for the girl’s development, and staff at hotels and attractions are usually very accommodating of her needs.

“It’s always been positive, it’s kind of been beyond positive,” she said. “People always seem to accept having her, they actually embrace her and [are] overly kind and sweet.”

Harris also employed the help of her lifelong friend, now co-founder, Jonathan Yardley, to focus on the business specifics while she focused on the vision and making connections.

“I remember telling Jon, ‘I want to create a TripAdvisor for special needs families. … I have the vision, but I need you to help execute this for me.’”

The site, which launched earlier this month, includes information about where to stay, what to do, tips for traveling and blog posts written by families who enjoy traveling despite having children with special needs.

It has been reviewed on several parenting website and Kelley-Reece said she sees it quickly becoming a valuable resource to families of all types.

“I’ve never seen anything like this, and I think that’s why it’s good,” she said. “It’s also great because it caters to a wide range of disabilities. With Faith, she’s more on the mild side, but I’m sure for children in wheelchairs traveling is a whole different ball game.”

Making connections

Before starting Special Globe, Harris had her own recruiting services, where she learned to use social media sites like LinkedIn to build connections.

With a new focus, she put those skills to use and connected herself and the mission of Special Globe to the heads of companies that include Enterprise Rent-A-Car and the head of Special Olympics.

Overwhelmingly, she heard support for her idea and surprise the services weren’t already offered.

“I would get to the heads of these companies and they would tell me, ‘Your story is so inspirational,’” Harris said. “It’s been super cool and a bit of a whirlwind.”

A quick search of the Internet shows that Harris’ company is unique, in that most of the information about traveling with special needs children is located on personal blogs or deep in the annals of sites such as TripAdvisor. It also primarily focuses on American Disabilities Act compliance instead of cognitive obstacles families may face.

Special Globe instead acts as a sort of one-stop shop.

“I want it to be a sort of resource hub where they can be inspired and research,” Harris said. “It’s all about fear and safety and the way to combat fear is knowledge.”

Further educating

In the coming months, Harris plans to apply for a 501(c)(3) classification for a nonprofit educational arm of Special Globe. She hopes to reach out to travel agencies, hotels and other vacation services offering sensitivity training for staff and talking with them about how to market specifically to families with special needs.

The company also will roll out plans for a second and third round of funding, including a campaign on the fundraising site fundable.com.

She hopes to keep traveling and encourage her children and the families of other special needs children to worry less about the obstacles they may face and more about providing unique experiences.

“Childhood is such a good time for them to travel,” Harris said. “They get used to being out on the road or traveling on an airplane, but they’re also little sponges. Whether they know it or not, they are building memories.”

As for the Reece family, after ziplining through Costa Rica earlier this year, they’re headed up north for a chillier vacation in St. John. Next year, they may attempt Europe. After that, Kelley-Reece said, the possibilities are endless.

“We don’t make traveling a big deal. It’s just what we do,” Kelley-Reece said. “Yes, it can be very overwhelming. But you aren’t going to know until you do it, and the more you do it the easier it gets.”

Source: Bangor Daily News

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/03/2015

Pernambuco tem o primeiro turismólogo com Síndrome de Down do Brasil

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/03/2015

Lugar privilegiado para que los discapacitados disfruten de El Encuentro


El Ayuntamiento convoca 15 plazas en una plataforma especial en la Plaza Mayor para personas con movilidad reducidaEl Ayuntamiento convoca 15 plazas en una plataforma especial en la Plaza Mayor para personas con movilidad reducida

Un año más, el Ayuntamiento de León pone a disposición de los ciudadanos con discapacidad y movilidad reducida una plataforma en la Plaza Mayor de la capital leonesa para poder presenciar el momento de ‘El Encuentro’ en primera línea.

Serán 15 ciudadanos los afortunados que podrán disfrutar de este espacio el 3 de abril, Viernes Santo, para sacar el máximo partido a uno de los momentos más emotivos de la Pasión leonesa. Un acto que ha valido para ser declarado de Interés Turístico Internacional.

Para ello, las plazas se otorgarán por riguroso orden de inscripción. En caso de que alguno de los 15 primeros no pudiese disfrutar de la plaza, se le otorgaría al siguiente de la lista, informan desde el Consistorio.

La inscripción se podrá realizar desde el lunes 23 y hasta el viernes 27 de marzo, en horario de 9:00 a 14:00 horas en el departamento del Defensor del Discapacitado, sito en el Ayuntamiento de Ordoño II, en la entrada principal. Más información en el teléfono 987 895 787 o a través de la dirección de correo electrónico defensor.discapacitado@aytoleon.es.

Fuente: ileón

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/03/2015

Setur-RJ conclui projeto turístico de acessibilidade para o Rio 2016


A Vista Chinesa, mirante da Floresta da Tijuca, terá pisos táteis para cegos

A Vista Chinesa, mirante da Floresta da Tijuca, terá pisos táteis para cegos

A Secretaria Especial de Turismo do Estado do Rio de Janeiro acaba de concluir um planejamento de acessibilidade para pontos turísticos da cidade, tendo em vista a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. Responsável pelo planejamento, a empresa Caminhe Arquitetura e Acessibilidade elaborou projetos para obras que irão adaptar o acesso ao Corcovado, Jardim Botânico, Vista Chinesa, Mesa do Imperador, Cinelândia, praia de Copacabana e dois pontos da praia da Barra, além de rotas entre a Candelária e a Praça XV e o Pão de Açúcar e o shopping Rio Sul.

O plano prevê o nivelamento de vias e calçadas, bem como a instalação de rampas e piso podotátil, dos tipos de alerta e direcional, facilitando, assim, o acesso de cadeirantes e deficientes visuais a importantes atrações da cidade. Vagas de estacionamento e pontos de ônibus próximos a essas atrações também serão adequados às normas de acessibilidade.

O Projeto Executivo foi concluído no início deste ano e aprovado pela Caixa Econômica Federal. A iniciativa foi viabilizada a partir de um convênio firmado entre a Setur e o Ministério do Turismo que cobre a realização da análise e projeção, além da impressão de um guia de acessibilidade, estimado para maio de 2015. O investimento total no projeto foi de R$ 352.325,74.

O plano já foi encaminhado para a Secretaria de Conservação, que pretende executá-lo antes dos Jogos de 2016. São aguardados em agosto do ano que vem na cidade 4.350 atletas paralímpicos, oriundos de 176 países.

Fonte: Mercado & Eventos

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 22/03/2015

Deficiente visual, atleta vai correr quatro ultramaratonas em 2015


Vladmi dos Santos, 44 anos e deficiente visual, diz que a principal dificuldade é a distância da família no período de provasVladmi dos Santos, 44 anos e deficiente visual, diz que a principal dificuldade é a distância da família no período de provas

Fernanda, quatro anos, não entende muito o que é correr uma prova de 250 quilômetros em extenuantes percursos. Mas sabe que é difícil quando o pai, Vladmi dos Santos, 44, viaja para ficar dias longe dela.

Com patrocínio da Tecon Rio Grande e quatro corridas desse tipo na agenda de 2015, Vladmi diz que estar distante da família nesses períodos é um dos preços mais caros que paga. Mas o ultramaratonista, com deficiência visual desde os 34 anos por um problema de degeneração da retina, não esquece daquilo que o gratifica intensamente:

— O pessoal diz que a minha presença inspira muito os outros. O fato de eu ser cego e estar ali passando por obstáculos que, para quem enxerga, já são difíceis… Só isso já me vale participar de uma ultramaratona.

Vladmi corre as provas com um guia. Por muitos anos foi Alex da Silva, descobriu uma taquicardia, e Vladmi não quis arriscar a saúde do companheiro. Na última competição, no Saara, foi acompanhado de uma inglesa (foto). O entrosamento não se dá de imediato, nesse caso, e pode levar uns dois dias para corredor e novo guia entrarem em compasso.

Além de avisar sobre obstáculos, a dupla também ajuda a perceber como estão os colegas de prova.

— É o guia quem me fala: “A uns 50 metros tem um grupo com dor”. Quando me aproximo, já escuto um gemido ou choro e tentamos apoiar — conta o corredor.

Por isso, as amizades que faz nas provas, diz Vladmi, são um dos grandes legados da ultra.

— O perfil desse atleta é aquele que disputa contra desafios próprios — revelou Vladmi, que hoje também vive de palestras motivacionais.

Fonte: ZH Vida

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 21/03/2015

HeArt, um negócio social para promover artistas com deficiência


Site vai funcionar como loja online. Dinheiro reverte a favor dos artistas e vai ajudar o projecto a continuar a crescerSite vai funcionar como loja online. Dinheiro reverte a favor dos artistas e vai ajudar o projecto a continuar a crescer.

Sessenta artistas, com idades a partir dos 18 anos, vão ser os primeiros protagonistas de um projecto que arranca online esta terça-feira, o HeArt, que pretende dar visibilidade, promover e vender a arte criada por deficientes que frequentam a CERCICA.

O site www.heart.pt funciona como uma loja online onde estão publicados trabalhos de criadores com deficiência e que podem ser adquiridas inicialmente mediante uma transferência bancária mas que poderão ser pagas em breve através de cartão de crédito.

Cada obra é acompanhada por uma biografia do artista, sem qualquer referência à deficiencia que tem. O objectivo é “valorizar o indivíduo”, sublinhou ao PÚBLICO Sofia Perestrelo, presidente da HeArt, que realça o “entusiasmo” com que a plataforma foi recebida entre as pessoas que a vão integrar nesta fase inicial.

Criado este ano, o projecto social, que também tem uma página no Facebook a partir desta terça-feira, pretende “promover a valorização dos seus artistas dando-lhes visibilidade e oportunidades iguais”. O objectivo é trabalhar com instituições sociais e com estas encontrar potenciais artistas que venham depois a integrar o site.

Para já, arranca com as obras de 60 pessoas da CERCICA, mas o HeArt quer desenvolver parcerias com outras instituições e alargar o número de trabalhos para venda online. Outras das metas do projecto é criar parcerias com criadores nacionais e internacionais, realizar eventos de promoção à arte e exposições.

Sofia Perestrelo explica que com o dinheiro angariado com a venda das peças a plataforma pretende “contribuir para o aumento da capacidade financeira dos artistas” e também que o projecto se torne “auto-sustentável, sem dependências”, já que até aqui tem apenas contado com o apoio financeiro de particulares.

Uma visita ao atelier da CERCICA foi o ponto de partida para o projecto. “No atelier encontrámos um grupo de artistas e talentos artísticos fantásticos e esta é uma realidade nacional. Existem pelo país associações que têm artistas e é uma pena não serem apreciados e terem visibilidade. Porque não fazer uma plataforma, dar estes artistas oportunidades iguais?”, conta Sofia Perestrelo.

A presidente do HeArte diz que a única dificuldade foi escolher entre as obras que foram encontradas. “Há trabalho muito bom. Os artistas têm uma visão do mundo muito própria e conseguem exteriorizar emoções de uma forma que eu não tenho capacidade”, considera.

O projecto HeArt tem como madrinha a jornalista Judite de Sousa e na apresentação desta terça-feira vai contar ainda com a presença do ministro da Solidariedade Trabalho e Segurança Social, Pedro Mota Soares, e Carlos Jesus Carreiras, presidente da Câmara de Cascais, autarquia que atribuiu à plataforma o primeiro lugar na categoria de Empreendedorismo Social, no 8.º Concurso de Ideias de Negócios de Cascais.

Fonte: publico.pt

Older Posts »

Categorias

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 19.865 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: