Publicado por: Ricardo Shimosakai | 06/05/2015

França sem Fronteiras. Acessibilidade numa encantadora viagem em grupo.


frança sem fronteiras

Para informações detalhadas, clique em cima da imagem o no link a seguir https://turismoadaptado.wordpress.com/2015/04/29/franca-sem-fronteiras-a-acessibilidade-numa-viagem-encantadora-saida-em-13092015/


Michael bem-humorado e espirituoso, que adora incorporar personagens, como o Super Homem e Sherlock Holmes.Michael bem-humorado e espirituoso, que adora incorporar personagens, como o Super Homem e Sherlock Holmes.

Michael é um norte-americano de 50 anos que tem Síndrome de Down. Desde pequeno ele teve que se acostumar com os olhares curiosos e maldosos das outras pessoas. Quando tinha 12 anos, Michael foi à Disney com sua irmã e com o fotógrafo Rick Ashley (não confundir com Rick Astley), seu cunhado. Ao perceber como os olhares incomodavam o garoto, Ashley teve a ideia de lhe comprar óculos, um boné e um cachimbo e disse ao garoto que ele se parecia com o General Douglas MacArthur, um grande herói da Guerra da Secessão. Michael gostou da ideia e saiu pelo parque acenando e arrancando sorrisos. Este foi apenas o começo de uma grande amizade.

Durante todos esses anos, Ashley tem tirado fotos informais do cunhado, que sempre se mostrou brincalhão e divertido. Desde 2009, contudo, o fotógrafo decidiu fazer um ensaio de verdade com Michael, inspirando-se na cultura pop. O resultado são essas fotos incríveis, que mostram um Michael bem-humorado e espirituoso, que adora incorporar personagens, como o Super Homem e Sherlock Holmes.

Segundo Ashley, a figura de pessoas com Síndrome de Down pode ser vista em diversos quadros renascentistas, mas não na arte contemporânea. Dispostos a mudar isso, ele e Michael têm feito um ótimo trabalho, como você pode ver nas imagens abaixo:

Síndrome de Down Michael e seu quadro como Sherlock HolmesSíndrome de Down Michael e seu quadro como Sherlock Holmes

Síndrome de Down Michael como um executivo de terno e cigarro na bocaSíndrome de Down Michael como um executivo de terno e cigarro na boca

Síndrome de Down Michael de Super Homem sentado em uma cadeira de rodasSíndrome de Down Michael de Super Homem sentado em uma cadeira de rodas

Síndrome de Down Michael de Super Homem com um aparelho oftalmológico em frente do rostoSíndrome de Down Michael de Super Homem com um aparelho oftalmológico em frente do rosto

Fonte: hypeness

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 31/07/2015

All Aboard Florida will increase accessible travel in the state


The All Aboard Florida project exemplifies how communities working together can successfully adapt to a changing environment.

The All Aboard Florida project exemplifies how communities working together can successfully adapt to a changing environment.

The world’s population continues to grow as does Florida’s and with this growth comes undeniable increases in traffic and subsequent pollution, auto accidents, related health care costs and overall stress levels of a community.

Traveling for everyone is a challenge, but for those with limited mobility requiring wheelchairs, walkers, etc. or have decreased endurance, arthritis or other impairments, traveling in Florida and can be prohibitive. As a physical therapist, I see the quality-of-life compromises families often must make due to inadequately adapted transportation and related infrastructure. AAF has gone above and beyond the ADA requirements in designing the first fully accessible train in the world and ensuring accessible train stations.

Automatic “level boarding” eliminates the restrictive gap when crossing from the platform to the train, aisles and a covered pass through are wide enough to accommodate the larger wheelchairs providing full train access, and the choice to remain in the wheelchair while traveling or store it, are all part of this state of art design.

AAF will have a positive impact on thousands living, working and visiting Florida. Supporting AAF by visualizing beyond our own backyards and seeing how we can fit into the big picture is an important step in adapting to the future and defines what we pass on to our children.

We need to work as a community, move forward and get on board.

Source: SunSentinel


O objetivo do Google é impulsionar mais inovações tecnológicas que tragam mudanças positivas e significativas para pessoas com deficiência.O objetivo do Google é impulsionar mais inovações tecnológicas que tragam mudanças positivas e significativas para pessoas com deficiência.

O Google está procurando as melhores ideias sobre como a tecnologia pode ampliar a independência das pessoas com deficiência e as oportunidades para elas. Para isso, a empresa pretender doar US$ 20 milhões, e parte desse valor pode ser dado como prêmio às organizações identificadas por meio dessa convocação.

As organizações sem fins lucrativos e as instituições beneficentes públicas de todos os países estão qualificadas para enviar uma ideia. Para participar, a organização precisa ter um status válido e atual de instituição beneficente conforme determinado pela legislação do seu país de incorporação. No entanto, organizações e entidades governamentais, incluindo, escolas e universidades públicas, indivíduos e organizações com fins lucrativos não estão qualificadas para enviar ideias.

As ideias serão avaliadas à medida que forem recebidas. Elas serão aceitas até o dia 30 de setembro de 2015 e devem ser enviadas em inglês.

Mais informações estão disponíveis neste link, e outras perguntas podem ser enviadas para gic-disabilities@google.com.

Fonte: iMasters


Cocemfe de Badajoz ha acordado con la Organización Nacional de Ciegos de Islandia, colaborar para poner en marcha una guía de turismo accesibleCocemfe de Badajoz ha acordado con la Organización Nacional de Ciegos de Islandia, colaborar para poner en marcha una guía de turismo accesible

La Confederación Española de Personas con Discapacidad Física y Orgánica (Cocemfe) de Badajoz ha acordado con el presidente de la Organización Nacional de Ciegos de Islandia, Bergvin Oddson, colaborar para poner en marcha una guía de turismo accesible en dicho país.

Esta guía se realizará tomando como referencia la que está ejecutando la Asociación para la Atención y la Integración Social de las personas con Discapacidad Física de Extremadura (Apamex), según ha informado Cocemfe en nota de prensa.

Cabe destacar que la guía que ejecuta Apamex contempla el catálogo de alojamientos turísticos, infraestructuras y espacios comprometidos con la accesibilidad, desde la realización de un diagnóstico del grado de accesibilidad de la oferta turística de Extremadura.

Este acuerdo se ha alcanzado tras la visita realizada por Bergvin Oddson al Centro de Servicios Múltiples de Cocemfe Badajoz, donde ha conocido el departamento extremeño para promover y fomentar la adaptación de puestos de trabajo para personas con discapacidad (Adaptat).

Además, Oddson ha descubierto los trabajos que en este departamento se ejecutan, principalmente todo lo relacionado con los informes de adaptación de puestos, los productos de apoyo en los diversos ámbitos profesionales, así como la línea recientemente emprendida bajo la denominación ‘Innovando para Adaptar’ en colaboración con la Universidad de Extremadura.

En esta visita los profesionales de la entidad han explicado a Oddson, que ha venido acompañado por un intérprete, la metodología y estrategias que permiten lograr avances en los diversos frentes en los que se trabaja.

Otros actos

Por otro lado, el presidente de la Organización Nacional de Ciegos de Islandia se ha reunido con técnicos de la Oficina Técnica de Accesibilidad de Extremadura y con los de los departamentos de intermediación laboral y de rehabilitación, que incluye fisioterapia, logopedia y terapia ocupacional.

Asimismo, ha conocido todo lo relacionado con el ámbito del voluntariado tras las informaciones y explicaciones facilitadas por la directora de programas de la Plataforma del Voluntariado de Extremadura, Maribel Ruiz, que ha participado en el encuentro.

Cabe resaltar que la organización que preside Bergvin Oddson tiene su sede central en la capital de Islandia, Reykjavik, y en ella trabajan 800 personas, la mayoría de ellas con discapacidad visual.

Además, otras 1.500 personas con un alto porcentaje de discapacidad, desarrollan su actividad profesional en diferentes localidades del país prestando servicios de información, orientación y asesoramiento a 5.000 personas con discapacidad visual.

Fuente: 20 minutos


O projeto surgiu depois que Nicolás, um menino com Síndrome de Down, realizou um estágio no restaurante TacabandaO projeto surgiu depois que Nicolás, um menino com Síndrome de Down, realizou um estágio no restaurante Tacabanda

Quais são os pontos que você analisa antes de escolher um hotel para se hospedar? O tamanho dos quartos, as comodidades oferecidas, a quantidade de estrelas, o preço… Mas outras questões também são bastante importantes e já pesam na hora da escolha para muitas pessoas: a inclusão social é uma delas. E um hotel localizado na província de Asti, na Itália, é uma ótima escolha nesse sentido.

Com o nome de Albergo Etico, o espaço é atendido exclusivamente por jovens com Síndrome de Down. A Associação Albergo Etico é responsável pela inserção de pessoas com a síndrome no mercado de trabalho desde 2006. O objetivo é ajudá-los a conquistar autonomia, aprendendo a viver sozinhos, gestionar suas contas e trabalhar em grupo.

A inauguração do espaço, que conta com três estrelas, ocorreu no dia 18 de junho deste ano. Os visitantes que passarem por lá poderão desfrutar de 26 quartos com um total de 60 camas, além de um restaurante com capacidade para 50 pessoas, um belo jardim e até um espaço de coworking aberto para clientes e moradores da cidade.

O projeto surgiu depois que Nicolás, um menino com Síndrome de Down, realizou um estágio no restaurante Tacabanda, em Asti. A experiência transformou a vida do jovem e dos seus companheiros no lar especial em que vivia e deu origem à ideia de abrir cada vez mais espaço a jovens que convivem com a síndrome.

Jovem com síndrome de down serve casal sentado na mesaJovem com síndrome de down serve casal sentado na mesa

Fonte: hypeness

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 29/07/2015

A beach accommodating the disabled


The Grommet Island playground is America’s first and only 100-percent accessible oceanfront park.The Grommet Island playground is America’s first and only 100-percent accessible oceanfront park.

Summertime is synonymous with family beach vacations, but playing in the sand and splashing in the water can be a challenge for those with disabilities. Not so at Virginia Beach. In the last several years, the vacation destination at the juncture of the Chesapeake Bay and the Atlantic Ocean has put in a concerted effort to make its flagship resort beach ultra-accessible.

“Focusing on accessible tourism might be an unusual strategy for a resort destination,” said Jim Ricketts, director of the Virginia Beach Convention and Visitors Bureau. “But it is one we feel is important and necessary.”

It’s easier for anyone to get on to the beach. There are handicap-accessible ramps from the boardwalk at every block. Those longing to feel the splash of the ocean can do so at one of the wooden walkways that extend right down to the water line from four street entrances. The city provides rentals of beach-accessible wheelchairs, which ride atop the sand and are easily maneuverable.

The most remarkable facility at Virginia Beach, however, is JT’s Grommet Island Beach Park & Playground. Located at the southern end of the boardwalk, near a parking lot with accessible spaces, this free amusement area is designed to be fun “for everyBODY.”

The Grommet Island playground is America’s first and only 100-percent accessible oceanfront park. Accessible play equipment, soft sculptures, and a wheelchair-friendly bouncy play surface are the highlights of the shaded play area. There are also ramps heading every which way, picnic tables, and bench seating. From here, it’s only a few short yards to the water’s edge, easily navigable in one of the beach-friendly wheelchairs.

During a recent visit, we witnessed kids of all ages and physical abilities cavorting on the playground, while a grandfather looked on from his beach-friendly wheelchair. EveryBODY was, indeed, having a great time. And that’s what family beach vacations are all about.

For more information: www.visitvirginiabeach.com/a-beach-for-everybody/.

Source: philly

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 29/07/2015

USP oferece curso gratuito e online para aprender Libras


E possível assistir online e fazer o download das aulas do curso de Libras através da plataforma StoaE possível assistir online e fazer o download das aulas do curso de Libras através da plataforma Stoa

O grupo de Mídias Digitais da Pró-Reitoria de Graduação da Universidade de São Paulo (USP) criou uma plataforma exclusiva para o aprendizado da língua brasileira de sinais (Libras). O ambiente online é totalmente gratuito.

Por lá, você encontra dezenas de videoaulas, material didático e atividades. A ideia é fazer com que pessoas não surdas tenham contato com conteúdos relacionados à língua de sinais, à surdez, à educação de surdos é à cultura surda.

Os interessados devem acessar a plataforma Stoa, onde é possível assistir online e fazer o download das aulas. O portal e-Aulas USP, aberto para todos os públicos, também oferece a disciplina para estudo.

O conteúdo é coordenado pelo Prof. Dr. Felipe Venâncio Barbosa, do Departamento de Linguística da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

Fonte: Catraca Livre

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 28/07/2015

Swim-to-work builders opened cave to disabled


New Zealand's longest guided underground walking tour boasts full wheelchair and pushchair access.New Zealand’s longest guided underground walking tour boasts full wheelchair and pushchair access.

The 4.5 km Ruakuri Cave at Waitomo was re-opened 10 years ago this month.

It has unique disabled access, thanks to a project which installed a 15-metre-deep spiral entrance and a suspended walkway through much of its length.

Members of the construction crew responsible will gather at Waitomo in October to mark its 10th anniversary.

About 50 cavers tackled the tricky renovation, which followed the cave being closed for 18 years due to a financial dispute.

Ruakuri operations supervisor Angus Stubbs says most of them still work in adventure tourism, either in New Zealand or overseas, though probably only about half can attend the reunion.

During the early stages of the work, these men and women had to swim to work in the dark each day.

Wearing wetsuits and clutching waterproof toolbags, they’d jump down a subterranean waterfall, then ride currents to construction sites in the bowels of the earth.

“They even ‘jumped’ a concrete mixer over the falls, floating it to about the middle of the 80-metre-deep system.

“Our crew wheelbarrowed tonnes of concrete through the cave. They built the suspended walkway amidst fragile protected structures and coped with cold and dark. Being experienced they handled everything well, and injuries were few.”

Today there’s a gentle caving experience for less mobile visitors, through to scary black water rafting, or even hurtling down flying foxes in the dark.

Two streams flow through the cave system, which has several entrances.

Mr Stubbs says part of the fun is coming upon other tourists or adventurers, “whom you did not enter the cave with.”

Cave’s rich history
According to Maori legend, Ruakuri Cave (‘rua’ meaning den, and ‘kuri’ meaning dog) was discovered 400-500 years ago by a young Maori hunting birds. He was attacked by wild dogs just outside the original cave entrance, but survived to reveal the location to his tribe.

The cave was first opened to visitors in 1904 by James Holden, an ancestor of the family that still owns much of the land above the system.

It was the second cave in the region to be opened as an attraction and was quickly pronounced, “visually impressive . . . an experience almost spiritual”.

The Government claimed ownership of Ruakuri Cave and the attraction was then operated by the former Tourist Hotel Corporation until February 1988, when a legal and financial dispute forced its closure.
Ruakuri Cave was closed for over 18 years but officially re-opened for underground guided walking tours in July 2005. This followed extensive redevelopment by Tourism Holdings Limited and an agreement with the Holden Family Trust of Waitomo. There were 18 months of underground construction work on walkways, bridges and a new spiral entrance way.

Taking the tour
* The journey begins with a descent via the spiral entrance and continues among folding shawl-like limestone formations, undergound waterfalls and glow worms. New Zealand’s longest guided underground walking tour boasts full wheelchair and pushchair access.

* This, the 25th longest cave in the country, is fed by substantial Huhunui and Okahua streams.

* The entrance spiral provided an alternative to the old entrance, which was an urupa (Maori burial sight). Perhaps resembling a nuclear bomb bunker entrance from the 1960s, the design demanded removal of 300 tonnes of earth. Once completed, a horizontal hydraulic tunnel borer pushed into the existing cave passage. The new access created allowed dry and level entry for workers, who no longer had to swim to work.

* Today four tours use walkways, streams, dry passages, muddy passages, vertical or horizontal passages.

Source: nzherald

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 28/07/2015

Acessibilidade em espaços culturais


O Unlimited foi um projeto criado para a Olimpíada Cultural de Londres 2012O Unlimited foi um projeto criado para a Olimpíada Cultural de Londres 2012

A um ano dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, um dos temas mais debatidos entre as instituições culturais é como melhorar o acesso do público com deficiência a espaços como museus, teatros e centros culturais. Com o propósito de ampliar este acesso e incentivar a produção feita por artistas com deficiência, o British Council,  por meio do projeto Unlimited: Arte Sem Limites, realizará entre os dias 31 de julho e 3 de agosto, oficinas de formação em acessibilidade no Rio de Janeiro (RJ). O evento é voltado para gestores e funcionários dos espaços culturais de todo o Brasil, artistas e profissionais interessados em acessibilidade. As inscrições para a seleção de participantes destes dois dias são gratuitas e podem ser feitas no site transform.org.br até o dia 20 de julho.

“Nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Londres 2012, o Reino Unido desenvolveu diversas práticas de fomento à produção dos artistas com deficiência integradas à programação cultural olímpica. No Brasil, incorporamos esta visão ao programa Transform desde 2013, criando oportunidades de capacitação e criação artística no Brasil em parceria com várias organizações, para as quais acessibilidade é prioridade. No Rio, acreditamos que este é um importante legado olímpico para ser compartilhado”, afirma Lucimara Letelier, Diretora Adjunta de Artes do British Council.

O programa será dividido em três módulos: Atendimento (Front of House), Legado Olímpico e Legislação e Programação, Comunicação e Gestão. Estes dois últimos serão realizados na sede da Rio 2016 e abertos a inscrições gratuitas. O módulo de Atendimento, que acontecerá no Museu de Arte do Rio – MAR, será oferecido à Rede Unlimited de acessibilidade na Cultura, que é formada por diversas organizações que darão continuidade à experiência por meio de fóruns e encontros futuros.

O trabalho será conduzido por profissionais da Shape Arts, conceituada instituição inglesa de incentivo a artistas com deficiência que apresentou o seu trabalho nas Olimpíadas de Londres, quando a cidade recebeu 4237 atletas paralímpicos. São elas Barbara Lisicki, que atuou como gerente de Acessibilidade nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Londres, e Zoe Partington-Solinger, gerente de arquitetura do projeto Inside Out, que reúne artistas e arquitetos com deficiência para explorar novas formas de concepção de espaços acessíveis.  Todos os consultores da Shape Arts são artistas profissionais com deficiência e experiências significativas na área de acessibilidade.

O projeto é uma iniciativa do British Council e foi criado a partir de visitas de diagnóstico realizadas entre 2013 e 2014, em espaços culturais de São Paulo e do Rio de Janeiro. Ele faz parte de uma série de atividades do Unlimited, o maior programa de incentivo a trabalhos produzidos por artistas com deficiência do mundo, e que foi apresentado pela primeira vez como parte das Olimpíadas Culturais de 2012, evento paralelo à competição oficial.

O Unlimited chegou ao Brasil em 2013, dentro do Programa Transform de artes, por meio de festivais, performances, workshops, consultorias e treinamentos. Sua primeira edição no país aconteceu no Rio de Janeiro, também em 2013, com a mostra de algumas das mais bem-sucedidas criações artísticas apresentadas durante as Olimpíadas Culturais de Londres, unindo música, dança, teatro, cinema e artes visuais. Artistas da plataforma Unlimited, como Claire Cunnhingham, Julie MacNamara e Robert Softley também se apresentaram e participaram de debates e oficinas nas cidades de Salvador, Recife, Caruaru, Goiânia e São Paulo.

O programa Unlimited de acessibilidade em espaços culturais realizado pelo British Council em parceria com a Rio 2016 e o Museu de Arte do Rio – MAR, é um desdobramento do Transform, que realiza o intercâmbio de experiências para formação de novas competências e criação de parcerias institucionais na área de artes e cultura no Brasil e Reino Unido.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail: centro.info@britishcouncil.org.br

Fonte: Revista Incluir


Este novedoso servicio nace de la colaboración de Ortopedia Plaza del Ferrol y los hoteles Méndez Núñez y Monumento Pazo de OrbánEste novedoso servicio nace de la colaboración de Ortopedia Plaza del Ferrol y los hoteles Méndez Núñez y Monumento Pazo de Orbán

La asociación Lugo Monumental coordina un servicio de alquiler de sillas de ruedas y escúteres dirigido a turistas con problemas de movilidad. Se trata de una novedosa iniciativa que está pensada para personas que no tienen graves problemas -estos suelen viajar con su propia silla-, pero que, por factores como el cansancio o problemas leves de movilidad, les serán de gran ayuda estos vehículos para visitar Lugo sin grandes esfuerzos.

Esta prueba piloto nace de la colaboración de Ortopedia Plaza del Ferrol y los hoteles Méndez Núñez y Monumento Pazo de Orbán. De este modo, los clientes podrán hacer sus reservas en los propios hoteles, y las sillas y escúteres serán trasladados al establecimiento. Los precios varían desde los 10 euros diarios -que es el coste de una silla de ruedas tradicional si se alquila tres días, pues si son más se reduce el precio- hasta los 23 euros de un escúter eléctrico -en condiciones similares-.

Fuente: La Voz de Galicia

Older Posts »

Categorias

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 42.019 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: