Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/02/2017

The top locations in London for disabled travellers


if-youre-planning-on-venturing-out-to-london-with-someone-who-needs-wheelchair-access-we-have-a-series-of-attractions-worth-consideringIf you’re planning on venturing out to London with someone who needs wheelchair access, we have a series of attractions worth considering.

After all, not all attractions accommodate disabled visitors in the same way. Naturally, there are some that are just going to be out of range for a lot of travellers. Thankfully, London is a place that’s open to all cultures and people; and that’s reflected in many of the attractions facilities and extra services.

London continues to improve its accessibility across many of its transport services. London taxi tours, the original tour’s buses, and the London Walks’ tours are all wheelchair user accessible. The city cruises boats, who offer whirlwind adventures along the river bank, are also available for wheelchair users.

And the same goes for the accommodations; the Park Grand London Hyde Park Hotel is a prime example of this with its 24-hour room service, concierge, and an in-house restaurant. The hotel is found just a 6 minute walk away from Paddington station too; making it easy for travellers to walk around central London. Besides, with the Paddington found nearby, guests can take high speed express rail links and get to Heathrow in just 15 minutes.

Interestingly, the guide tours and talks from the Tower of London, the National Portrait Gallery, and the science museum – are given in British sign language.

Although St Cathedrals has two entrances accessed by 24 steps, you will find direct access to the upper floors via the lift. The British Museum is also similar and offers free access to disabled travellers. The beautiful Kensington Palace allows for physical accessibility from Kensington gardens to the palace, and there is lift access to all floors. And the Accommodation Hyde Park London nearby is the best in terms of location and luxury.

Leave your hesitations about travelling with someone who needs wheelchair access behind. The truth is, London is one of the best places to venture to if you’re looking to experience a great holiday with someone who needs wheelchair access. Whatever the conditions we have, whether they mental, physical, or psychological, if anything – travelling to a new country is only going to help us. After all, a new environment can invigorate us with new inspiration, ideas, and bring a certain vibrancy back to our lives.

Source: Park Grand

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/02/2017

Projeto bibliotecas acessíveis capacita bibliotecários


recursos-de-acessibilidade-em-bibliotecas-serao-tema-de-workshopsRecursos de acessibilidade em bibliotecas serão tema de workshops

Em janeiro, foi assinado na Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo (SEDPcD), um contrato para realização de uma série de workshops para bibliotecários. A ação será realizada pela organização social Mais Diferenças, que venceu pregão eletrônico para atender a parte do projeto “Bibliotecas Acessíveis”, da SEDPcD, aprovado pelo Fundo de Defesa dos Interesses Difusos (FID), da Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo.

Em 2016, a Secretaria promoveu concurso para selecionar projetos de bibliotecas públicas interessadas em receber equipamentos de tecnologia assistiva capazes de assegurar o acesso à leitura para pessoas com deficiência visual e motora. Ao todo, 55 municípios foram agraciados e 62 bibliotecas públicas do Estado de São Paulo ganharam kits de equipamentos acessíveis. A segunda parte do concurso é capacitar os bibliotecários para uso dos equipamentos.

Serão oito workshops para capacitação e treinamento de serviços bibliotecários realizados nos municípios de São Paulo, Sorocaba, Campinas, Itanhaém, Bauru, São José do Rio Preto, Sertãozinho e Presidente Prudente.

Os workshops terão 3 eixos temáticos: questões relacionadas à pessoa com deficiência; acessibilidade em bibliotecas; e tecnologia assistiva.

Clique aqui para conhecer os equipamentos e a lista das 62bibliotecas agraciadas

Fonte: PcD

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/02/2017

Turismo accesible contará con nueva norma internacional ISO 21902


el-turismo-accesible-es-la-respuesta-al-derecho-universal-de-todos-a-viajar-y-descubrir-el-mundoEl turismo accesible es la respuesta al derecho universal de todos a viajar y descubrir el mundo

El turismo accesible contará con una norma internacional impulsada por Fundación ONCE, la Asociación Española de Normalización (UNE) y la Organización Mundial del Turismo (OMT). Las tres entidades, reunidas esta semana en Madrid, sostuvieron la primera reunión de trabajo para desarrollar un estándar internacional en materia de accesibilidad.

Está previsto que sea aprobado en 2018 después de alcanzar un consenso a nivel del ISO, y se publique a lo largo de 2019. La nueva norma se llamará ISO 21902.

Según informaron las entidades implicadas, el Comité técnico TC 228 encargado de turismo y servicios relacionados en el marco de ISO (Organización Internacional de Normalización) desarrollará un estándar internacional global y transversal que incluya, en primer lugar, un inventario sistemático de los estándares, los criterios técnicos, las recomendaciones y los requisitos ya existentes en el ámbito de turismo accesible.

Además, se sugerirán recomendaciones y requisitos para aquellos segmentos de la cadena de valor y actividades relacionadas, cuya estandarización internacional en materia de accesibilidad sigue pendiente.

La futura norma se denominará ‘ISO 21902. Turismo y servicios relacionados. Turismo accesible para todos. Requisitos y recomendaciones’ y ofrecerá directrices claras para la planificación del turismo y la gestión de destinos.

Para Jesús Hernández, director de Accesibilidad Universal e Innovación de Fundación ONCE, la nueva norma supondrá “una palanca para que promover el diseño para todos en un sector económico tan importante como el turístico a nivel mundial. El ocio y el disfrute de la cultura y el turismo son un derecho de las personas con discapacidad, que en muchos casos no pueden disfrutar de él. Lo que supone una discriminación. Además, desde el punto de vista económico la actividad turística pensada para todas las personas supone una fuente de creación de riqueza”.

Por su parte, Márcio Favilla, Director Ejecutivo de la Organización Mundial del Turismo (OMT), destaca que la accesibilidad universal es un derecho y una oportunidad de negocio para destinos y empresas. “El turismo accesible es la respuesta al derecho universal de todos a viajar y descubrir el mundo. A la vez es una oportunidad para el sector turístico de captar un mercado global que incluye millones de personas con discapacidad, los ciudadanos senior, las familias con niños pequeños y otras muchas personas que se encuentran con numerosas barreras, tanto físicas como culturales, cuando viajan”, comentó.

Hasta el momento el grupo de trabajo establecido en el marco del ISO TC228, cuenta con representantes de Panamá, Austria, Reino Unido, Chipre, Luxemburgo, Portugal, Argentina, Malta, Canadá, Irlanda y España, además de representantes de las Asociaciones ENAT (Red Europea de Turismo Accesible), HOTREC (Asociación Europea de hoteles, restaurantes y cafeterías), ECTAA (Asociación Europea de Tour Operadores y Agencias de Viajes), SBS (Asociación europea que representa a las Pymes en materia de normalización), y ANEC (Asociación Europea de Consumidores).

El nuevo estándar, que está previsto sea aprobado en 2018 después de alcanzar un consenso a nivel del ISO, y se publique a lo largo de 2019, se aplicará a los distintos grupos de interés del sector turístico, tanto públicos como privados y a diferentes niveles.

Fuente: Portal de Turismo

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/02/2017

Easyjet é multada por proibir embarque de cadeirante


a-uniao-europeia-tem-regras-claras-a-respeito-da-discriminacao-de-qualquer-pessoa-para-o-embarque-mas-ainda-ha-empresas-que-a-desrespeitamA União Européia tem regras claras à respeito da discriminação de qualquer pessoa para o embarque, mas ainda há empresas que a desrespeitam

A Easyjet foi multada ontem em 60 mil euros pelo tribunal de Baiona, na França, por ter se recusado a embarcar um cadeirante, alegando ter agido de tal forma por “questões de segurança”. O caso aconteceu em Biarritz (França) em julho de 2010 e envolveu o passageiro Joseph Etcheveste, de 55 anos, que foi proibido de embarcar porque estava desacompanhado.

“A Easyjet recusou o embarque dele alegando que isso acarretaria problemas de segurança, mas até hoje a companhia não soube explicar quais seriam esses problemas”, relata a advogada do passageiro, Anne-Marie Mendiboure.

A aérea se defende afirmando que apenas cumpriu normas internas. Etcheveste perdeu parte dos movimentos em 1987, quando foi baleado na coluna pela polícia francesa, que o associou ao ex-líder separatista basco Philippe Bidart.

Em dezembro de 2015 a Easyjet já havia sido multada em 70 mil euros pelo mesmo motivo, já que proibiu o embarque de três passageiros com deficiência, alegando que isso acarretaria, também, problemas de segurança.

Ricardo Shimosakai, Diretor da Turismo Adaptado já passou por uma experiência semelhante, num vôo de Paris com destino a Londres, pela Easyjet. Foi obrigado a comprar outra passagem em outra companhia aérea. Como a passagem pela Easyjet foi comprada pela internet, numa proposta de baixo custo, Ricardo Shimosakai acabou pensando que não compensaria brigar pelos seus direitos naquele momento, para não prejudicar a viagem. Outras pessoas já tiveram problemas com empresas aéreas Low Cost, que oferecem passagens a baixo custo.

Fonte: Panrotas

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 22/02/2017

Taking Flight: Traveling with a Child Who Has Special Needs


travel-planning-with-accessibility-is-an-important-factor-in-achieving-child-satisfactionTravel planning with accessibility is an important factor in achieving child satisfaction

When you have a child with special needs, the prospect of planning a real family vacation can be so over-whelming, it seems easier and more relaxing to just stay close to home. But in spite of the formidable challenges, the benefits of expanding your family’s perspective through travel
and creating memories together are often worth it.

Two years ago, when my son, Isaac, was diagnosed with autism at age 3, I had to make a choice as his mother and a travel writer: Find new ways to meet his special needs on family trips, or find a new occupation that would allow us to stay home in our comfort zone. We take fewer getaways these days, and our trips require much more effort to plan, but every time Isaac spots a dragonfly on a trail or feels sand between his toes at the beach, I am reminded of how much travel enriches his life.

The “special needs” label spans a range of issues in children, from autism or hearing impairment to those who have physical disabilities and depend on wheelchairs for mobility. All children are different; therefore, each family’s challenges when traveling will be unique. If your kid is autistic with sensory issues, a scenic road trip may trump crowded airplanes and theme parks. A child who depends on a wheelchair would have little to do at a Wyoming dude ranch, but he may love the wide boardwalk trail through a field of geysers at nearby Yellowstone National Park.

As daunting as planning a family vacation appears, take heart in the positive trends emerging. Popular destinations such as theme parks, museums and even beach resorts are adding accommodations, from better wheelchair accessibility to sensory hours to allergy-friendly restaurants. Planning special-needs family travel is not simple, but it’s getting easier all the time.

1. National parks

One of the best opportunities to connect children with special needs to the natural world is found at U.S. national parks. Each individual park has a Web page on accessibility that describes its ADA-accessible trails, campgrounds and restrooms. Visitor centers are equipped with ramps, elevators and restrooms that accommodate people in wheelchairs. Interpretive programs and exhibits often include closed captioning and Braille. Even historic hotels have wheelchair-accessible rooms. Your child with special needs may also be eligible for a lifetime Access Pass, which admits him or her to national parks for free. And while dogs are not typically permitted on national park trails, certified service animals are allowed.

Try: YellowstoneGlacier and Everglades national parks are acclaimed for their many miles of fully accessible trails.

2. Family resorts

For families that just need a relaxing vacation, resort hotels are a good fit. Resorts have lodging, restaurants and activities all in one place, offering convenience and flexibility — two of the biggest considerations for families with special-needs kids. Look for resorts that go above and beyond ADA regulations with offerings such as accessible swimming pools, paved trails, adaptive kayaking and beach wheelchairs.

Try: Keystone Resort in Colorado boasts an extensive adaptive program for disabled skiers and snowboarders. Great Wolf Lodge (13 locations, including one in Grand Mound, Wash.) is a giant indoor water park that has “zero-entry” swimming pools, allowing kids in appropriately equipped wheelchairs to join in the splashy fun.

3. Cruises

An adventure at sea aboard a luxury cruise ship offers one of the lowest-stress family vacations around, and all cruise ships sailing in U.S. waters are ADA compliant. The top cruise lines go even further, with amenities such as wheelchair-friendly swimming pools and menus for passengers with food allergies.

Try: The Disney Dream and Disney Fantasy ships each have 24 fully accessible, family-size cabins with automatic doors. Youth counselors are trained to work with children with special needs, and the ships’ theaters offer wheelchair seating and assisted-listening devices. Royal Caribbean is proud of its autism-friendly ships; perks include priority check-in, gluten-free menu items and sensory-sensitive films and toys. Check out Special Needs at Sea for accessibility equipment rentals that are delivered right to a cruise ship.

4. Theme parks

Adventurous and fun, theme-park vacations are on every child’s dream list. Many such parks accommodate special needs, yet they present inherent challenges nonetheless (lots of ground to cover going from ride to ride, sensory overload with no quiet places to escape to, etc.). For the smoothest possible experience, plan out every detail well in advance.

Try: Both Disneyland and Walt Disney World are exceptional in the ways they cater to families with special needs. Many rides are accessible. Disney’s Disability Access Service Card allows disabled children and their families to return to a ride at a given time without waiting in line (although some families with autistic children preferred Disney’s previous system, which skipped the wait time altogether). Morgan’s Wonderland, in San Antonio, Texas, is the world’s first fully accessible family theme park.

5. Big cities

With attractions such as museums, zoos, aquariums, parks and cultural opportunities, America’s major cities are very friendly vacation spots for families that have kids with special needs, especially physical disabilities. With few exceptions, these big-city attractions are ADA compliant and wheelchair accessible. Cities also have large chain hotels with accessible rooms, and accessible public transportation.

Try: In Washington, D.C., historical attractions, monuments and the Smithsonian museums are not only educational, they’re wheelchair accessible. Both Metrorail and D.C. buses are accessible as well.

Source: Parent Map


banheiros-quimicos-adaptados-devem-oferecer-espaco-para-manobra-da-cadeira-de-rodas-e-acompanhanteBanheiros químicos adaptados devem oferecer espaço para manobra da cadeira de rodas e acompanhante

A medida prevê que deverão ser disponibilizados banheiros químicos adaptados em todos os eventos públicos em que houver a instalação de banheiros químicos tradicionais.

Lei que estabelece a obrigatoriedade de disponibilização de banheiros químicos adaptados para pessoas com deficiência nos eventos públicos em Santa Catarina foi regulamentada por decreto do governador Raimundo Colombo.

A medida prevê que deverão ser disponibilizados banheiros químicos adaptados em todos os eventos públicos em que houver a instalação de banheiros químicos tradicionais. O uso do banheiro adaptado será exclusivo da pessoa com deficiência e do acompanhante.

A quantidade a ser instalada será estabelecida de acordo com critérios de proporcionalidade, que levem em conta a natureza do evento e estimativa de público. Contudo, não deverá ser inferior a 5% do total de banheiros químicos comuns disponibilizados no local. No mínimo, deverá haver um banheiro adaptado.

A responsável por fiscalizar o cumprimento da lei é a Secretaria de Estado da Segurança Pública, por meio da Gerência de Fiscalização de Jogos e Diversões da Polícia Civil, na capital, e das Delegacias Regionais de Polícia Civil, nas demais regiões policiais do Estado. A infração poderá ser comprovada por qualquer meio de prova válido, podendo ser utilizados vídeos, fotos e gravações pelas autoridades.

Se a medida não for cumprida, os organizadores do evento poderão receber advertência por escrito e multa de R$ 2.000 por infração, dobrada a cada reincidência. O decreto 1.038/2017, que regulamenta a lei 16.963/2016, está disponível no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira, 1/02, no site Site externo.

Fonte: Governo de Santa Catarina

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 21/02/2017

Disability Works: Breaking down barriers in business


the-bbcs-johny-cassidy-began-to-lose-his-eyesight-when-he-was-in-his-tensThe BBC’s Johny Cassidy began to lose his eyesight when he was in his tens

Across the world up to 1.2 billion people live with some sort of disability, it is estimated. That’s equivalent to the population of China.

In the UK, it is thought that some seven million people of working age have a disability, which all adds up to an awful lot of spending power.

Latest figures from the UK’s Department of Work and Pensions estimate that this spending power, the so-called “purple pound”, is worth £249bn to the economy.

So what should businesses be doing to try to get a share of this money?

That’s what we’ll be asking during Disability Works week from the BBC’s business and economics unit.

We’ll be looking at how businesses work with people with disabilities and how disabled people have made business work for them.

Challenging stereotypes

I gradually began to lose my eyesight when I was in my teens so I understand the difficulties for disabled people getting into work. I’ve been a producer in the BBC’s business and economics unit for nearly nine years.

I’m keen to address the stereotype of disabled people that we all too often see in the media. For every one of the superheroes climbing mountains or the wheelchair marathon runners, there are dozens of people quietly getting on with running their own business.

There are also likely to be a lot of disabled people watching the news who miss out on seeing people like themselves reflected in bulletins. I’m hoping that this week will go some way to addressing that.

jacob-anthony-has-ataxic-cerebral-palsy-hes-set-up-his-own-bakery-but-its-not-been-easyJacob Anthony has ataxic cerebral palsy – he’s set up his own bakery but it’s not been easy

We’ll be talking to disabled men and woman who have decided to start their own businesses, from the Welsh baker just at the start of his journey into entrepreneurship, right the way through to the Christmas tree farmer who’s been selling trees for over 20 years.

Business sense, not charity

Many big businesses realise that by simply listening to and understanding the needs of their disabled customers, a rich new revenue stream can be opened up.

It is not about charity, though. It makes hard business sense to address the needs of this demographic.

Diversity in a workforce has long been said to be beneficial to a company. The need to reflect your customer base within the workforce brings empathy and understanding, and far from being a hindrance to a business, this diversity can bring a strength.

We’ll look at the UK fragrance house that has teamed up with a college for the blind in Mumbai in India in order to train people to become perfumers and the South African business that is training disabled welders.

ravi-vanniyars-company-uses-blind-people-like-himself-to-check-the-smell-of-raw-materials-that-go-into-making-perfumesRavi Vanniyar’s company uses blind people like himself to check the smell of raw materials that go into making perfumes

The whole idea is to show that with a little bit of adaptation and understanding, disabled people can and do add to the economy.

Disability Works

  • The BBC’s business and economics unit is looking at how businesses work with people with disabilities and how disabled people have made business work for them
  • A range of stories will feature across online, TV and radio from 20-24 February 2017
  • On Twitter and Facebook you can follow the hashtag #DisabilityWorks and at the end of the week you can download the Ouch podcast

The interesting thing though is that these difficulties are more often than not the catalyst that enables people to start their own business, and we will also try to offer some advice to disabled people who are thinking of doing so.

This is often a preferred route for many people as running your own business offers the flexibility that a nine-to-five job might not give you.

The bigger difficulty for many is the barriers that other people put in the way.

Advances in access technology have taken away many of these physical barriers, but there’s still a lot to be done to take away the social ones.

Source: BBC


ao-todo-sao-tres-camarotes-um-no-galo-da-madrugada-outro-em-olinda-e-o-terceiro-em-bezerrosAo todo, são três camarotes: um no Galo da Madrugada, outro em Olinda e o terceiro em Bezerros.

As inscrições para os camarotes da acessibilidade no Carnaval 2017 começaram nesta quarta-feira (15), a partir das 8h. Ao todo, são três camarotes: um no Galo da Madrugada, outro em Olinda e o terceiro em Bezerros.

Os interessados devem entrar em contato com a ouvidoria da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, por meio dos telefones (81) 3183-3075 ou 98494-1298. Outra opção é mandar mensagem pelo WhatsApp (exclusivamente destinado às pessoas com deficiência auditiva): (81) 98494-2310. Ou ainda por e-mail: camarote.ouvidoria@sdscj.pe.gov.br.

camarote da acessibilidade no Galo estará localizado na Avenida Sul, nas imediações do camarote oficial do Galo da Madrugada e do Mercado das Flores. São 120 vagas destinadas à Superintendência Estadual de Apoio à Pessoa com Deficiência. Serão disponibilizadas 20 vans do PE Conduz para transportar os foliões até o local – partindo do antigo Recanto do Picuí (na Praça do Derby), às 7h, com retorno às 16h, para o mesmo local.

Em Bezerros, o camarote ficará localizado na Praça Duque de Caxias, S/N, na sede da Prefeitura, e funcionará nos dias 26, 27 e 28 de fevereiro, das 10h às 16h. São 20 vagas/dia destinadas à SEAD. Duas vans do PE Conduz farão para o transporte de pessoas com deficiência da cidade de Caruaru, com retorno ao final.

Em Olinda, o camarote da acessibilidade estará na avenida da Liberdade, esquina com a rua Doutor Justino Gonçalves – Praça do Carmo, funcionando nos dias 26, 27 e 28 de fevereiro, das 10h às 16h. São 40 vagas/dia destinadas à SEAD. Quatro vans do PE Conduz levarão os foliões, com saída do antigo Recanto do Picuí, na Praça do Derby, às 8h.

Fonte: Folha de Pernambuco

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 20/02/2017

La escocesa Claire Cunningham deleita con sus bailes en el Prado


la-bailarina-escocesa-claire-cunningham-una-de-las-artistas-discapacitadas-mas-reconocidas-durante-la-actuacion-que-ha-ofrecido-en-el-museo-del-pradoLa bailarina escocesa Claire Cunningham -una de las artistas discapacitadas más reconocidas-, durante la actuación que ha ofrecido en el Museo del Prado

La sala de las ocho musas del Museo del Prado ha sido testigo este miércoles de un adelanto de las actuaciones que la bailarina escocesa Claire Cunningham ofrecerá a partir de este jueves dentro del Festival de Otoño a Primavera de la Comunidad de Madrid, una coreografía donde homenajea a El Bosco.

Las ocho estatuas de mármol que fueron halladas hacia 1500 en la Villa Adriana de Tívoli, y que habitan en el Museo del Prado, han sido escogidas como escenario para que la bailarina y coreógrafa muestre 9 minutos de los 40 que forman Give Me a Reason to Live , donde explora a las personas con discapacidad que aparecen en las pinturas de El Bosco.

Con movimientos que desafían al equilibrio, y siempre acompañada de sus dos muletas, la artista trae a Madrid este espectáculo del 16 al 18 de febrero, fechas señaladas para el director del certamen, Carlos Aladro, para quien las creaciones de la escocesa es una “reivindicación” de las posibilidades que tiene el arte para “sanar y dar esperanza”.

Un montaje también, como ha expresado el director de la Oficina de Cultura y Turismo de la Comunidad de Madrid, Jaime de los Santos, en el que Cunningham quiere demostrar no solo cómo con la danza “todo se supera”, sino también cómo es capaz de hacerlo “casi todo”, porque en esta pieza hace lo que “no es capaz de hacer”.

Se trata de la primera vez que Cunningham, que nació con osteoporosis (Glasgow, 1977), baila en el Museo del Prado, así como la primera vez en la que se la podrá ver en Madrid, como ha afirmado Aladro, el artífice de que sea una de las actuaciones programadas de este festival.

Partiendo de su “autoidentificación con la discapacidad”, según la definen desde el festival, el trabajo de Cunningham se basa en el estudio y en “el uso y mal uso” de sus muletas, así como en la exploración del potencial de su físico, por lo que rechaza las técnicas coreográficas tradicionales desarrolladas para cuerpos no discapacitados.

Sus creaciones, a menudo autobiográficas, explorando íntimas cuestiones personales, y en el caso de Give Me a Reason to Live (Dame un motivo para vivir) la bailarina profundiza en cuestiones como “la presencia y la confrontación con el otro y lo diferente”, con “fuerza y autenticidad”.

Fuente: La Vanguardia


ordenamento-da-paisagemOrdenamento da Paisagem

Para sensibilizar os comerciantes da região oeste da capital sobre a importância de incluir pessoas com deficiência em seus estabelecimentos, a Prefeitura de São Paulo promove no dia 21 de fevereiro, às 10h30, uma ação educativa de acessibilidade que levará arquitetos e engenheiros da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) e técnicos de várias Secretarias Municipais para orientar os centros de comércio da Rua dos Pinheiros sobre os padrões de acessibilidade arquitetônica.

O projeto organizado pela Secretaria Municipal de Coordenação de Prefeituras Regionais em parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência integra o programa ‘Acessibilizando São Paulo’ que tem como foco educar, esclarecer e ampliar a inclusão na cidade.

Serão distribuídos  informativos de orientação para a implementação de acessibilidade com dados  baseados na Norma de Acessibilidade a Edificações Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos (NBR 9050/15) de como construir uma rampa de acesso, banheiros acessíveis entre outros critérios.

Para o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato, toda a população se beneficia com estabelecimentos inclusivos: “Tudo o que for investido em acessibilidade, com certeza, vai refletir em uma maior participação das pessoas com deficiência. Só na cidade de São Paulo são cerca de três milhões de pessoas com algum tipo de deficiência e mobilidade reduzida. É benefício para o comerciante e para ocliente, pois o estabelecimento pode ampliar seu público”, afirma o secretário.

A Prefeitura Regional de Pinheiros é a primeira a aderir à ação. O prefeito regional Paulo Mathias, abriu as portas de sua região para ser modelo do programa que pretende passar por todas as regiões da cidade.

Comissão Permanente de Acessibilidade – CPA

Criada em maio de 1996, a Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), é um órgão vinculado à SMPED que atua de forma consultiva e deliberativa por meio de reuniões semanais para discutir projetos, obras e denúncias. Atualmente é composta por representantes de Secretarias Municipais, entidades da área da construção civil e arquitetura e membros da sociedade civil, que tem como foco traçar as diretrizes para tornar edificações, meios de transportes, parques e outros locais de uso coletivo disponíveis a todos, equitativamente.

Serviço: Ação Educativa de Acessibilidade –  Programa Acessibilizando São Paulo

Data: 21 de fevereiro

Horário: 10h30 às 14h

Endereço: Estação de metrô Fradique Coutinho – Rua dos Pinheiros, 632

Fonte: Fernanda Zago

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