Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/07/2016

Grupo de dança inclusiva Corpo em Movimento em Niterói


O grupo possui cinco bailarinos com deficiência, e promete se superar mais uma vez com bastante acrobacias, técnicas aprimoradas e levezaO grupo possui cinco bailarinos com deficiência, e promete se superar mais uma vez com bastante acrobacias, técnicas aprimoradas e leveza

O grupo de dança inclusiva Corpo em Movimento se apresentou com o espetáculo “Brasil Brasileiro”, no Teatro Popular Oscar Niemeyer, no Centro de Niterói

Corpo em Movimento
Fundada pela Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (ANDEF), a companhia de dança tem em suas principais apresentações: Cerimônia de Encerramento das Paraolimpíadas de Londres em Londres, Encerramento da Copa das Confederações no Maracanã e Abertura do lll Prêmio Rio sem Preconceito – Teatro Oi Casa Grande.

Ritmo, suavidade, beleza e plasticidade, são os fundamentos do grupo. Dentre os objetivos destaca-se a proposição de uma imagem diferente da pessoa com deficiência, permitindo um redimensionamento social dos seus próprios corpos, reduto maior do estigma e do preconceito.

Em 2016 daremos início nas apresentações do nosso 3º espetáculo, o grupo de dança inclusiva Corpo em Movimento, apresenta Brasil Brasileiro que mescla diversos ritmos do nosso pais em um encontro cultural entre nossas regiões de uma maneira plástica, performática e dinâmica.

Com 9 bailarinos, sendo destes 5 pessoas com deficiência, o grupo Corpo em Movimento promete se superar mais uma vez com bastante acrobacias, técnicas aprimoradas e leveza.

Fonte: Sopa Cultural


A young man has launched a campaign urging people to spend a day in a wheelchair following a series of difficulties he experienced on a train.A young man has launched a campaign urging people to spend a day in a wheelchair following a series of difficulties he experienced on a train.

Sean O’Kelly was travelling in a wheelchair by DART from Dalkey to Clontarf earlier this year for a driving lesson when there was no one there to assist him off the train when he arrived and the station’s lift was out of service.

“It was just the straw that broke the camel’s back,” Sean, from Dalkey, told Independent.ie.

When a wheelchair user wants to travel with Irish Rail, they are advised to provide at least 24 hours notice that they plan to travel to ensure that someone is there to help them on and off. Bus Eireann issue similar advice to wheelchair users.

“The driver had to let me off,” he said.

“In come cases, passengers have brought me off. Drivers have refused in the past. It’s disgraceful,” he said.

Sean (23) then went on to exit the station, but the elevator was broken.

“I rang Pearse Station and they sent someone from Killester to help me off.”

However, there’s not always someone around to help, says Sean.

“There have been many situations where I’ve been stuck. We, as wheelchair users, should be able to go where we want, when we want,” he said.

“Having to provide 24 hours notice is discrimination.”

“I’m 23 years old. I should be able to go out and have fun spontaneously. Every move from my house has to be planned.”

In response to the situation, Sean launched a campaign – A Day in my Wheels.

“I’m challenging the public and politicians to spend a day in my wheels. I’m challenging Minister for Disability Finian McGrath, Minister for Health Simon Harris and all local councillors to take on my challenge.”

Sean wants people to experience the challenges that society brings that he faces each day.

“We are a minority in this country. We are pushed aside, almost forgotten,” he said of his feelings about the wheelchair community in Ireland.

Sean is campaigning through his Facebook page to encourage people to spend a day in a wheelchair and experience the difficulties he, and many other wheelchair users, face each day in an effort to improve the lives of the 40,000 wheelchair users in Ireland.

Follow Sean’s campaign here.

Source: independent.ie

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 22/07/2016

Metropolitan Museum of Art: estratégias de acessibilidade


O Metropolitan Museum of Art possui uma entrada alternativa acessível e sinalizada, preservando a arquiteturaO Metropolitan Museum of Art possui uma entrada alternativa acessível e sinalizada, preservando a arquitetura

Os programas de acesso de um dos maiores e mais importantes museus do mundo – o The Metropolitan Museum of Art, de Nova Iorque – são concebidos para ir além da acessibilidade e garantir, de fato, a inclusão de seus visitantes com deficiência. As atuais leis norte-americanas exigem que as organizações públicas ofereçam condições adequadas para que pessoas com deficiência sejam capazes de trabalhar, receber educação e participar da vida cultural de suas comunidades. Por isso, é prática comum em instituições de arte oferecer recursos como audiodescrição, dispositivos de escuta assistida, intérpretes de língua de sinais e banheiros acessíveis. No entanto, esses serviços muitas vezes não fazem parte de um esforço integrado da entidade em estabelecer padrões de acessibilidade em todos os níveis organizacionais. Frequentemente, falta o entendimento de que a inclusão exige profunda reflexão e planejamento minucioso.

Desde a década de 1990, o Desenho Universal tem servido como referência para o Metropolitan Museum of Art. Adaptamos os princípios da concepção ao contexto de um museu, com o objetivo de “desenvolver produtos e ambientes a serem utilizados por todas pessoas, na máxima extensão possível, sem a necessidade de adaptação ou projeto especializado para pessoas com deficiência ”. A seguir, destaco brevemente como esse trabalho foi realizado.

Metropolitan Museum of Art: diálogo com o público e representatividade

Quando digo às pessoas o que faço no Metropolitan Museum of Art, frequentemente ouço: “Oh, é um bom trabalho”. Essa frase muitas vezes indica, implicitamente, uma perspectiva de caridade; e faz parte do desenvolvimento de programas para visitantes com deficiência desafiar suposições e expectativas que nós, como indivíduos e como sociedade, internalizamos ao longo dos séculos.

Quando ouço pessoas usando o termo “diferentemente-capazes” para se referir a pessoas com deficiência, eu estremeço mais ainda do que quando usam “incapazes”. Ao menos, com esta última palavra, posso explicar brevemente que seu uso não é politicamente correto. Já com “diferentemente-capazes”, eu preciso esclarecer o que é um eufemismo e ressaltar que o termo não empodera pessoas com deficiência, mas, ao contrário, as deprecia. Como pessoa cega, a expressão, para mim, insinua que posso descobrir meios para compensar o fato de que não consigo ver. Ela está me forçando a fazer tudo ficar bem: eu não posso enxergar, mas posso fazer outra coisa. Implicitamente, essa outra coisa deve ser extraordinária.

Pessoas com deficiência são o único grupo minoritário do qual qualquer um de nós pode passar a fazer parte a qualquer momento da vida. Negar a experiência da deficiência é, em última instância, negar as complexidades do ser humano. É mais uma vez colocar o ônus sobre a pessoa ao invés de reconhecer que a deficiência é “um fenômeno complexo, que reflete a interação entre as características do corpo e as características da sociedade em que ele ou ela vive. [E que] superar as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência requer intervenções para eliminar as barreiras ambientais e sociais”.

Como tudo isso pode ser relevante para o Metropolitan Museum of Art? O desenvolvimento de programas para pessoas com deficiência demanda que os educadores de museus prestem atenção às complexidades de ser humano e de colaborar com seu público. Não se trata de servir pessoas, mas de estar em diálogo com os nossos visitantes. Como disse Paulo Freire: “Não podemos, a não ser ingenuamente, esperar resultados positivos de um programa, seja educativo num sentido mais técnico ou de ação política, se, desrespeitando a particular visão do mundo que tenha ou esteja tendo o povo, se constitui numa espécie de ‘invasão cultural’, ainda que feita com a melhor das intenções”.

Nesse esforço, o Metropolitan Museum of Art contrata diversos funcionários e educadores com deficiência. Todos os projetos para a comunidade surda são ministrados por surdos. Toda vez que realizamos pesquisas formais ou informais, os participantes nos dizem como é importante para eles participar de ações ministradas por um falante nativo. É tanto sobre como fazer o museu representar mais os seus visitantes, quanto sobre como desafiar expectativas. Um dos educadores com deficiência auditiva, por exemplo, atua regularmente como mediador no “Conversas na galeria” – atividade interativa com o objetivo de envolver o visitante diretamente com obras de arte por meio de conversações lideradas por curadores, educadores e especialistas convidados. Mais recentemente, dois artistas, um cego e outro com visão parcial, foram contratados para atuar nos programas de acesso, nas “Conversas na galeria” e nas aulas de desenho para todos os visitantes.

Também temos parcerias com organizações e colegas em toda Nova Iorque para pensar como o museu pode ser um lugar mais acolhedor, confortável e relevante. Uma das relações mais longas do Metropolitan Museum of Art é com a escola de música Filomen M. D’ Agostino Greenberg, da Lighthouse Guild – organização dedicada à reabilitação de pessoas com deficiência visual e à defesa dos direitos dos cegos. Nos últimos 20 anos, o Metropolitan Museum of Art tem sediado os concertos da entidade, nos quais cantores e músicos cegos ou com deficiência visual executam canções inspiradas nas coleções do museu. Essas conexões são mutuamente benéficas.

Metropolitan Museum of Art: estratégias multissensoriais

O compromisso do Metropolitan Museum of Art para tornar suas exposições acessíveis é baseado na crença de que “todos têm o direito de participar plenamente da vida cultural de sua comunidade ”. Pessoas com e sem deficiência frequentam museus em busca de experiências educacionais significativas com a arte. Como observado por um participante do estudo “Speaking out on Art and Museums”, realizado junto a visitantes de museus cegos ou com baixa visão em 2011: “Na maioria das vezes eu vou sozinho, ou mesmo se eu vou com outra pessoa eu tendo a circular sozinho, porque dessa forma eu posso realmente focar na arte”. Outros vêm ou desejam se encontrar com amigos: “Para mim é geralmente socializar e conversar com colegas sobre a exposição e o artista”, disse outro entrevistado.

As ações do Metropolitan Museum of Art são planejadas de modo a oferecer flexibilidade para os visitantes com deficiência. Como as falas acima nos mostram, diferentes públicos têm diferentes preferências. Por exemplo, um visitante que é cego ou que tem deficiência visual pode participar de um programa agendado na galeria, de uma aula de desenho ou ainda pode solicitar um tour descritivo individual em uma exposição ou coleção específica. Nós também nos esforçamos para fornecer acesso a informações e obras de arte em formatos alternativos; material impresso com letra ampliada fica disponível na entrada das exposições ou os visitantes podem pegar um audioguia.

Os visitantes com deficiência visual e cegos podem experenciar a coleção através de tours de toque, audiodescrição ou sessões de manipulação. Todos nossos projetos incentivam o uso dos sentidos para acessar e fazer conexões com obras de arte. Embora as estratégias multissensoriais têm sido muito utilizadas em museus de ciência, apenas recentemente as instituições de arte passaram a explorar seu potencial e a redefinir suas oportunidades de aprendizagem para todos os visitantes.

O Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque está constantemente aperfeiçoando seus programas, tendo em vista as constantes mudanças de demografia, de legislação, de cultura e de tecnologia. Os programas de acesso do museu são apenas um aspecto de um trabalho que nos faz pensar na inclusão de dentro para fora.

por Marie Clapot – trabalhou como coordenadora de acessibilidade no Museu de Arte da Universidade de Indiana, implementando um programa para pessoas com perda de visão. Atualmente, é educadora no Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque. É mestre em Educação Artística pela Universidade de Indiana e em Desenvolvimento de Patrimônio pela Université de Bretagne Occidentale.

Fonte: Instituto Rodrigo Mendes


La guía de turismo accesible recopilará información sobre las condiciones de accesibilidad de los establecimientos turísticos y restaurantes en todo el paísLa guía de turismo accesible recopilará información sobre las condiciones de accesibilidad de los establecimientos turísticos y restaurantes en todo el país

A partir del año pasado inició en República Dominicana el boom del turismo accesible, ya que grandes instituciones relacionadas al sector se involucraron en el tema para que las personas con discapacidad que visitan el país cuenten con facilidades que permitan que su estadía sea de mayor agrado a pesar de sus necesidades físicas.

Así lo ha expresado a este portal, la promotora del turismo accesible en el país, Nathalia García, quien señala que con las iniciativas de estas entidades que se unen a la causa, se demuestra que el proyecto ha tenido “muy buena aceptación”, por lo cual ya se está trabajando en la primera guía a favor de este nicho de mercado con los fines de hacer una radiografía sobre cómo están los recursos hoteleros en el país en términos de discapacidad.

Para esto, García y su equipo de trabajo evaluaron 10 clústeres turísticos y declararon que al menos un 40% de los hoteles tienen algunas herramientas útiles para turistas accesibles, dentro de estos destacaron los de La Altagracia, La Romana, Puerto Plata, Santo Domingo, Constanza y Jarabacoa.

Al conversar con arecoa.com, García dijo que además de voluntad, las cadenas hoteleras deben comprender que se necesitan normativas que regulen estas adecuaciones y adaptaciones.

El turismo accesible se entiende como aquel que está dedicado a generar facilidades a los discapacitados que visitan el país, además de envejecientes, embarazadas y aquellos que han sido operados y que vinieron a República Dominicana atraídos por el turismo de salud.

Fuente: arecoa


Viagem piloto, com apoio da Fresp, levou pessoas com deficiência visual a cafezalViagem piloto, com apoio da Fresp, levou pessoas com deficiência visual a cafezal

Inclusão. Esta é a palavra-chave num novo segmento de roteiros rodoviários que a Fresp (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo) incentiva. O piloto aconteceu no último dia 11/06, com uma viagem de ônibus baseada em Turismo rodoviário Sensorial – de São Paulo ao interior paulista, levando um grupo de cegos à roça. A experiência incluiu colher café e debulhar milho para moagem de fubá na fazenda sustentável Retiro Santo Antônio, em São Antônio do Jardim (distante cerca de 172 km da capital), e no conhecimento tátil de grãos, torra e degustação de cafés regionais na Cafeteria Loretto em Espírito Santo do Pinhal (a 7km da primeira parada). Os municípios, aos pés da serra da Mantiqueira, buscam otimizar roteiros de turismo rodoviário.

A ideia surgiu a partir do trabalho de conclusão de curso Técnico em Guia de Turismo da aluna do SENAC Aclimação, Audmara Veronese, com o tema “Ampliando Horizontes”. Veterana no voluntariado a pessoas cegas, ela desenvolveu um passeio de vivência para um grupo de cegos e pessoas com baixa visão ligadas a ong’s e à Fundação Dorina Nowill.

“O objetivo deste projeto é oferecer para as agências um serviço de guiamento baseado na audiodescrição em roteiros para turismo rodoviário sensorial, que irá proporcionar à pessoa com deficiência visual uma experiência singular – que vai além de acompanhar, orientar e transmitir informações. É um serviço inovador para agências de viagem, com a descrição detalhada do local que está sendo visitado”, explica a idealizadora. “A viagem inclusiva abre portas para novas iniciativas e atração de públicos especiais em roteiros já estabelecidos ou que estão se estabelecendo, oferecendo opções de qualidade a estes grupos, principalmente pela vivência”, defende a diretora executiva da Fresp, Regina Rocha, fazendo menção aos mais de seis milhões de pessoas com algum tipo de deficiência visual no país (Censo, 2010).

Pessoas com deficiência visual valorizam mais as informações através do tato e da audiçãoPessoas com deficiência visual valorizam mais as informações através do tato e da audição

Turismo Rodoviário Sensorial: a experiência

O grupo de 20 cegos, pessoas com baixa visão e seus acompanhantes não se intimidaram com o frio intenso da capital paulista e partiram para o interior cantando canções sertanejas para entrarem no clima. Como se trata de um público diferenciado e um projeto baseado na proposta do turismo rodoviário sensorial, até a descrição das condições e cores do céu tornaram a experiência única durante o trajeto de quase duas horas. Na chegada, boas-vindas com café e bolo de milho produzidos na fazenda, um imóvel de construções com pelo menos 65 anos. A experiência incluiu não só as visitas ao cafezal e moinho de pedra, mas também plantio de árvore pelos visitantes. Segunda parada, Espírito Santo do Pinhal – cidade com bom conjunto arquitetônico cafeeiro preservado – foi apresentada ao grupo pela Diretora de Turismo, Sandra Whitaker, que ressaltou a importância de tornar a história acessível a todos os públicos.

Sobre a Fresp

A Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado (Fresp) é uma entidade sindical de grau superior, constituída com o objetivo de agrupar, representar, coordenar, proteger e estimular o aprimoramento das atividades de transporte de passageiros por fretamento. Hoje a FRESP é composta por sete sindicatos: SETFRET, SINFRECAR, SINFREPASS, SINFRESAN, SINFRET, SINFREVALLE e TRANSFRETUR espalhados pelo Estado de São Paulo. Os sindicatos juntos congregam mais de 300 empresas de transporte profissional de pessoas por fretamento.

Fonte: Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento


Mr Paulley says wheelchair users should not be left stranded if mothers refuse to fold their child's buggiesMr Paulley says wheelchair users should not be left stranded if mothers refuse to fold their child’s buggies

The UK’s highest court is set to rule on whether wheelchair users should have priority over mothers with baby buggies on buses.

The case at the Supreme Court comes after appeal judges ruled that a mother was within her rights when she occupied the space also reserved for disabled passengers.

The ruling was a defeat for wheelchair user Doug Paulley, from Wetherby, West Yorkshire, but he was later granted permission to continue his legal battle because it raises issues of public importance.

Mr Paulley attempted to board a bus operated by FirstGroup which had a sign saying: ‘Please give up this space if needed for a wheelchair user.’

But he was left behind at the stop because a woman with a sleeping baby in a pushchair refused to move out of the designated area when asked by the bus driver, saying the buggy would not fold.

The appeal judges rejected Mr Paulley’s claim of unlawful discrimination.

FirstGroup has a policy of ‘requesting but not requiring’ non-disabled travellers, including those with babies and pushchairs, to vacate the space if it is needed by a wheelchair user.

A judge at Leeds County Court ruled the policy was discriminatory and in breach of a duty under the Equality Act 2010 to make reasonable adjustments for disabled people.

Mr Paulley won £5,500 in damages against FirstGroup after Recorder Paul Isaacs said the company should have taken measures to ensure he was not at a disadvantage when he tried to get on the bus.

But that decision was overturned by the appeal court judges and the case will now be considered by a panel of seven Supreme Court justices in London.

Mr Paulley said in a statement: ‘It is not right that I, and other wheelchair users, should be nervously looking to see if anybody is in the wheelchair space and wondering what will happen.

‘This can cause a great deal of distress. Wheelchair spaces are the only place on the bus that wheelchair users can travel in; if they aren’t available, wheelchair users can’t travel.

‘This is the single biggest barrier experienced by wheelchair users when accessing transport, and most wheelchair users experience this.

‘Bus companies need to have clear policies so that we can have a culture where non-disabled people automatically move to other areas. More needs to be done to ensure that this space is available to wheelchair users when needed.’

Chris Fry, of Unity Law, which represents Mr Paulley, said it was the first case of its kind to be heard by the Supreme Court and added: ‘We hope that the Supreme Court will finally make the correct legal and moral decision that supports the overriding objective of social inclusion for disabled people, and find in favour of Doug.’

David Isaac, chairman of the Equality and Human Rights Commission, said: ‘This is not about pushchairs versus wheelchairs but confusing policies from bus companies that cause problems.

‘Bus companies have a duty to allow wheelchair users to travel given how vital this is to disabled people being able to live independent lives.’

Justine Roberts, Mumsnet chief executive, said: ‘The general consensus on Mumsnet is that when it comes to the priority space, wheelchair users take precedence.

‘A lack of space on crowded buses can cause problems for those with travelling with pushchairs, shopping and babies; Mumsnet users would like to see more flexible space for storage, but certainly not at the expense of wheelchair users.’

Source: Daily Mail

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 20/07/2016

Na Rússia, reabilitação com esqui ajuda pessoas com deficiência


Segundo dados do Serviço Federal de Estatísticas russo, em 2015 havia 12,4 milhões de pessoas com deficiência física na Federação RussaSegundo dados do Serviço Federal de Estatísticas russo, em 2015 havia 12,4 milhões de pessoas com deficiência física na Federação Russa

Os programas Ski Dreams (Sonhos de Esqui) integram a reabilitação de crianças e adultos com deficiência. Com auxílio de instrutores experientes, pessoas que antes sequer podiam andar, aprenderam a esquiar, na Rússia.

A reabilitação e socialização de pessoas com deficiências é um problema agudo no país, o que torna o projeto é realmente singular. Quando sua filha Alice recebeu o diagnóstico de paralisia cerebral infantil, Maria Tsvetkova passou a “literalmente viver em hospitais” de Moscou, além de frequentar cursos de reabilitação na República Tcheca e na Eslováquia.

No ano passado a família optou por um novo tipo de reabilitação: o programa Ski Dreams. “Alice começou a andar. Seus calcanhares, seu andar e seus movimentos ganharam firmeza. Os cursos não são exaustivos –é um exercício agradável e interessante. Alice, que está com 6 anos, espera com impaciência enorme pelo próximo treino. Ela confia profundamente nos instrutores e presta atenção ao que eles dizem”, fala sua mãe.

Segundo dados do Serviço Federal de Estatísticas russo, em 2015 havia 12,4 milhões de pessoas com deficiência física na Federação Russa, e o número de crianças com deficiências chegava a 604 mil. De acordo com várias estimativas, entre 4,2% e 4,7% das crianças russas nascem com paralisia cerebral e outras síndromes paralíticas.

Desenvolvido por uma organização autônoma e não comercial, o programa Ski Dreams dá aulas de esqui a adultos e crianças com deficiências físicas e mentais. “Esquiar com a assistência de instrutores qualificados e com programas e equipamentos criados especialmente permite que o processo de tratamento, reabilitação e socialização seja acelerado significativamente para todas as categorias de pessoas com limitações de saúde congênitas e adquiridas no espectro neurológico, a começar dos 3 anos de idade”, diz a coordenadora do programa, Julia Gerasimova.

Ekaterina Yudina é mãe de Leo Yudin, 13, de Izhevsk, que só começou a participar do programa em fevereiro deste ano. “Leo não vê ‘Ski Dreams’ como reabilitação”, ela disse. “Aqui a gente anda, brinca e se comunica. A reabilitação é imperceptível e indolor. Não é preciso convencê-lo a ir aos treinos. A cada vez percebemos que seus movimentos estão mais confiantes, suas costas estão mais retas e sua autoestima aumenta.”

De acordo com depoimentos da organização Ski Dreams, o programa melhora a condição dos participantes. Depois de duas ou três semanas de treinos, as funções motoras dos pacientes com paralisia cerebral infantil melhoram e crianças com problemas do espectro de autismo começam a comunicar-se ativamente com outros. Houve até casos de crianças com transtornos do espectro do autismo que não falavam, mas desenvolveram a fala.

O programa já recebeu o apoio do Centro Científico e Prático para a Reabilitação Médica e Social de Inválidos do Departamento de Proteção Social de Moscou, onde a avaliação científica do programa é feita sob a direção da médica Svetlana Olovets. Mas o projeto começou há apenas dois anos, em janeiro de 2014, quando o ator e apresentador de TV Sergey Belogolovtsev e sua mulher, a jornalista Natalya, criaram o Ski Dreams em Moscou.

Seu filho Evgeniy tem paralisia cerebral infantil há 26 anos e passou seus seis primeiros anos de vida sem andar. A família tentou vários métodos de reabilitação, incluindo um programa de esqui nos EUA que, inesperadamente, foi o que funcionou melhor. Existem programas de reabilitação de deficientes através do esqui há mais de 30 anos nos EUA, Canadá e Austrália, de modo que Sergey e Natalya Belogolovtsevi decidiram criar o primeiro projeto semelhante na Rússia.

“Nossa experiência mostra que os programas de reabilitação pela prática do esqui são especialmente eficazes com pessoas com deficiências do sistema musculoesquelético (paralisia cerebral infantil, consequências de traumas da espinha, lesões cerebrais), com autismo, síndrome de Down e também com deficiência visual ou auditiva parcial ou completa”, diz a organização.

O programa funciona hoje em 16 regiões da Rússia, de Moscou à república da Udmúrtia e da região de Ryazan a Krasnoyarsk Krai. Mais de 3.000 pessoas ao todo, dos 3 aos 62 anos de idade, já passaram pela reabilitação. Além dos programas de reabilitação propriamente ditos, o Ski Dreams treina voluntários e instrutores certificados. O programa é operado como franquia social: organização pública, a Ski Dreams prepara instrutores através de seus programas, manufatura equipamentos sob seu controle e vende esses equipamentos a estações de esqui, fazendo o monitoramento qualitativo e quantitativo dos serviços prestados.

Os pais pagam pelos programas pessoalmente, ou, em casos de falta de recursos, podem receber uma bolsa dos patrocinadores do programa, que são doadores privados e empresas comerciais. A companhia siberiana de energia à base de carvão, por exemplo, patrocinou a abertura de um centro especial de reabilitação na região de Kemerovo.

Em muitas cidades os projetos são patrocinados por estações de esqui. Em Moscou, duas sessões semanais custam cerca de 3.000 rublos (US$50) com um instrutor ou 6.000 rublos com dois instrutores. Em outras cidades e regiões os preços são mais baixos. A título de comparação, segundo a organização, um dia de tratamento no centro ambulatorial do Ministério do Desenvolvimento Social, em Moscou, sai por 5.000 rublos (US$75).

A coordenadora do programa, Julia Gerasimova, diz que o Ski Dreams está tentando obter verbas do governo. “Gostaríamos muito que o programa recebesse status médico, porque seu efeito é evidente e porque pode já ter sido prescrito em programas individuais de reabilitação”, diz Maria Tsvetkova, mãe de Alice, 6.

A organização pretende aumentar o número de centros e criar um sistema de análises médicas para medir a eficácia do programa, e o Ski Dreams está procurando novos recursos e investidores para ampliar o programa, criar novos métodos de reabilitação e aprimorar os já existentes. “A ausência de verbas específicas para o desenvolvimento de programas é um dos problemas mais prementes”, diz Julia Gerasimova. “Esperamos atrair a atenção de potenciais ‘anjos’ empresariais que possam ajudar com isso.”

Fonte: Vida Mais Livre

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 19/07/2016

GPS Technology Supports Adaptive Recreation in Our National Parks


GPS Ranger Incorporate Accessibility FeaturesGPS Ranger Incorporate Accessibility Features

With summer around the corner, you are likely starting to consider options for family vacations that are wheelchair accessible.  National parks and public lands offer visitors a wealth of benefits including beautiful scenery, plenty of culture and history, as well as an economic alternative that fits any budget.

And there is good news for people with disabilities: meeting ADA guidelines by expanding access to public lands has become a higher priority for the National Parks.  Additionally, with the new generation of assistive technology that is becoming increasingly available, accessible national parks are growing in number and the types of adaptive services are expanding.

GPS Tour Guides Support Adaptive Recreation
GPS multimedia tour guide devices are one such assistive technology that is expanding access and helping to ensure that all visitors to public lands have a fulfilling experience. GPS tour guide devices use GPS  (Global Positioning System) satellite signals to detect where visitors are within a venue, which in turn triggers interpretive content based on their location to explain what they are seeing and experiencing.  Several features can exist on these systems that support adaptive recreation.

Automatically Triggered Content Provides Hands Free Experience
First, the automatic triggering of interpretive content is a major benefit for mobility impaired visitors. Each point of interest within a venue that has an associated story will be pre-loaded into the system with a linked GPS coordinate.

As a visitor approaches this area, the GPS antenna in the device triggers the audio, video or interactive media content automatically. There is no need to manually punch-in numbers or navigate through menus to receive the unique stories, history or anecdotes that give places special meaning and context – they are automatically launched on the unit based on the visitor’s location.  This frees the visitor’s hands from needing to manually manipulate the device in order to enjoy an interpretive tour.

Interactive Maps Assist People with Disabilities
Interactive GPS maps enable venues to offer geo-referenced information about a park’s facilities and amenities, as well as their specific locations within the venue.  This feature has excellent applications for people with disabilities.

For example, wheelchair accessible trails, ramps, restrooms, accessible fire rings and picnic tables can all be tagged on maps with information about available numbers and access points. Up to the minute identification of the user’s location assists with travel through and around the venue. Visitors know where they are with a dynamic map icon and how far away and in what direction points of interest are located.

Additional Support for People with Disabilities
GPS multimedia tour guide devices also offer benefits for visitors that are hard of hearing or visually impaired. Interpretive content can be delivered in sign language and captioning, so that the deaf or hard of hearing visitor can benefit from the same independent, high-tech tour experience that other visitors enjoy. Audio description and audio directional cues can be programmed for the visually impaired as well.

Assistive Technology is Expanding
It is clear that technology advances have been improving the possibilities for adaptive recreation in all types of settings. Last July a congressional Subcommittee on National Parks, Forests and Public Lands met for an oversight hearing on “Expanding Access to Federal Lands for People with Disabilities” to examine strategies and products to make this a reality.

At that time, the GPS Ranger® multimedia tour guide device, which made national news when introduced at Philadelphia’s Independence Hall in July 2008, was presented as just one example of GPS technology currently being utilized on public lands to assist those with disabilities. While still in early stages of adoption, the future looks bright for continued acceptance and introduction of assistive technology for people with disabilities in our national park system.

Source: Disaboom

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 19/07/2016

Na Reserva Biológica União, a natureza ao alcance de todos


Trilha na UC no estado do Rio de Janeiro permite a pessoas com deficiência desfrutarem de passeios na floresta, explorando, principalmente, os sentidos.Trilha na UC no estado do Rio de Janeiro permite a pessoas com deficiência desfrutarem de passeios na floresta, explorando, principalmente, os sentidos.

A Reserva Biológica (Rebio) União, unidade de conservação (UC) gerida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), na região noroeste do estado do Rio de Janeiro, juntou dois ingredientes da cidadania – meio ambiente saudável e acessibilidade – para oferecer um atrativo a mais aos visitantes: a trilha inclusiva, adaptada para pessoas com deficiência.

Nesses tempos de Olimpíadas e Paralimpíadas Rio 2016, os gestores da UC já se preparam para receber um público maior, formado, principalmente por pessoas vindas de outros estados e países, interessadas em conhecer as belezas naturais da reserva, morada do mico-leão-dourado. A acessibilidade proporcionada pela trilha aumenta ainda mais essa expectativa.

O caminho, batizado de Trilha Interpretativa do Pilão, tem quase um quilômetro de extensão em meio a uma Mata Atlântica bem preservada. Os diversos atributos naturais encontrados no percurso dispõem de placas e outros equipamentos de interpretação, que permitem às pessoas com qualquer tipo de deficiência curtir o passeio, explorando, principalmente, os sentidos.

“Por meio do olfato, tato, audição e visão, os visitantes têm a possibilidade de conhecer um pouco desse ecossistema maravilhoso que é a Mata Atlântica. Isso sem contar com a sensação que sentem ao estar no meio de uma floresta, coisa que muitos não imaginavam poder estar”, diz o chefe da unidade, Whitson José da Costa Junior.

Passarelas permitem a circulação de pessoas usuárias de cadeira de rodasPassarelas permitem a circulação de pessoas usuárias de cadeira de rodas

Segundo ele, o bem estar da floresta, o som dos pássaros, bugios e insetos, o cheiro da mata, o barulho da água escorrendo, o festival de flores e cores, as dimensões das árvores, a diversidade de vidas da Mata Atlântica, tudo isso pode ser explorado. “Os visitantes gostam muito”, garante Junior.

Antes de começar a caminhada na trilha, gestores da reserva dão palestra sobre a unidade de conservação, seus objetivos, sua importância para a preservação dos remanescentes de Mata Atlântica da região e a sobrevivência de espécies ameaçadas, como o mico-leão-dourado.

Após a caminhada, o visitante é convidado a conhecer a exposição interpretativa, que traz diversas fotos da reserva, sementes e frutos de espécies da Mata Atlântica, moldes de pegadas de mamíferos, pássaros e mamíferos taxidermizados (incluindo dois micos-leões), mortos por atropelamento na BR 101, que passa perto da UC.

A reserva, que abrange áreas dos municípios de Casimiro de Abreu e Rio das Ostras, na chamada região da baixada litorânea norte do estado do Rio, dispõe de boa estrutura. Há espaços para lanches e banheiros adaptados. As visitas duram, em média, três horas e são sempre guiadas por educadoras ambientais capacitadas.

“Não custa lembrar que a Rebio União é uma das moradas do endêmico (só existeente no local) e ameaçado mico-leão-dourado, que, dependendo da sorte do visitante, podem ser avistados durante a caminhada pela trilha interpretativa”, conclui Whitson Junior, ao convidar as pessoas a conhecer a unidade.

Fonte: ICMBio

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 18/07/2016

Seis playas gaditanas compiten por ser la más accesible de España


Seis playas gaditanas son candidatas, entre 40 de toda España, para ser elegida como 'La Playa Accesible de los Fans'Seis playas gaditanas son candidatas, entre 40 de toda España, para ser elegida como ‘La Playa Accesible de los Fans’

La playa de la Barrosa en Chiclana, la playa de Zahara de los Atunes y la playa de Nuestra Señora del Carmen, ambas en Barbate, la playa de la Costilla en Rota, la playa de la Caleta y la playa de la Victoria en Cádiz capital, todas ellas pertenecientes a la provincia de Cádiz, compiten por este galardón.

“Hemos recibido numerosas solicitudes, pero hemos sido muy exigentes y hemos seleccionado aquellas que reúnen el mayor número de requisitos para la eliminación de barreras arquitectónicas y de acceso. En esta edición se presentan 40 candidaturas, pertenecientes a playas de todo nuestro litoral. Esto demuestra que España es un país que cada vez más, se ocupa de adaptar su patrimonio turístico y cultural a la accesibilidad”, ha explicado Belén Galán, responsable de Marketing y Comunicación de la empresa.

Desde el 1 de julio y hasta el 15 de agosto está abierto el periodo de votación para que todos aquellos que quieran participar, pueden hacerlo diariamente a través de la página web: http://www.laplayamasaccesible.es. Una vez cerrado el plazo de votación, se dará a conocer al día siguiente la playa que ha obtenido mayor número de votos.

Posteriormente, la empresa organizadora le impondrá una bandera como reconocimiento a los servicios de accesibilidad mejor valorados por los fans, así como por el esfuerzo de su Ayuntamiento por trabajar para que cualquier persona pueda disfrutar de actividades de ocio y tiempo libre sin limitaciones. En ese mismo acto, se obsequiará con una dotación en metálico de 1.000 euros para la adquisición de material accesible para la playa.

En las dos ediciones anteriores, la playa de La Arena en Isla (Cantabria) y la playa de Sagunto en Valencia, respectivamente, fueron las ganadoras. Desde entonces ondean en sus playas la Bandera de la Accesibilidad, que reconoce los servicios de accesibilidad mejor valorados por los fans.

Fuente: 20 minutos

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