Publicado por: Ricardo Shimosakai | 11/02/2016

La odisea de viajar en silla de ruedas en Córdoba


Conseguir un colectivo adaptado tarda unas dos horas. Sólo el 20% de la flota posee rampas.Conseguir un colectivo adaptado tarda unas dos horas. Sólo el 20% de la flota posee rampas.

Marco Rodríguez vive en Villa El Libertador y trabaja en la Dirección de Discapacidad de la Municipalidad de Córdoba. Todos los días, se tiene que levantar a las 5 para esperar hasta dos horas el colectivo en la parada. No importa si hace frío o llueve, no puede dejar pasar ningún coche con rampa porque sabe lo difícil que es conseguir otro.

La falta de frecuencias en el sistema de transporte público durante el verano y la escasez de unidades con rampas complican la movilidad de usuarios en silla de ruedas.

“Ahora logré que en mi trabajo me esperen hasta una hora si llego tarde, pero de todas formas tengo que cumplir la jornada completa, por lo que siempre me termino yendo después de hora a mi casa”, relata. Y agrega: “Había conseguido que un chofer con buena voluntad me avisara cuando salía de punta de línea, pero ahora ese móvil está roto y, con las pocas frecuencias, quedé sin salida”.

A todo esto hay que sumarle aquellas rampas que no cumplen con el ancho que establece la normativa vigente. Por su contextura física, Marcos requiere de una silla de ruedas de unos 70 centímetros, que no entra en los ómnibus de Ersa, y por esa razón suele esperar las unidades de Autobuses Santa Fe, que en su mayoría no tienen rampas.

Además de la ordenanza municipal 12.076, la Ley de Accesibilidad de Personas con Movilidad Reducida (sancionada en 1994) impone que el ingreso al transporte público debe contar con un espacio para sillas de ruedas o andador de 90 centímetros, algo que en los colectivos urbanos de Córdoba es tarea pendiente.

Movilidad reducida

No sólo llegar al Centro es una odisea para Marcos, sino también volverse a su casa después de la jornada laboral. “Usualmente, espero a la siesta entre dos y tres horas que algún colectivo de las líneas 52 o 36 me lleve a mi casa”, cuenta el hombre.

Por otro lado, trasladarse casi cinco cuadras desde las oficinas de la Dirección de Discapacidad hasta las paradas que quedan sobre la avenida Vélez Sársfield tampoco es tarea sencilla. El estado de las veredas y la escasez de rampas en las esquinas lo obligan muchas veces a transitar sobre la calle, con el peligro que eso implica.

Y la falta de voluntad de algunos choferes hace que, aun cuando el móvil cuente con todo lo que establece la ley, Marcos deba pedirles a otros pasajeros o transeúntes que lo ayuden a abordar el colectivo. Muchas veces, queda alejado del cordón, lo que complica la situación.

A la Justicia

Desde la agrupación Derechos sobre Ruedas están preparando un amparo judicial colectivo para presentar ni bien se termine la feria en febrero. Además, han realizado relevamientos con información de las empresas concesionarias para poder avanzar en la materia de forma conjunta.

Por su parte, Marcos también irá por su cuenta a la Justicia para exigir sus derechos. “Nos queda ese paso porque ya hemos tocado todas las puertas y nos dijeron que no iban a sumar más móviles”, dice

Fuente: La Voz

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 11/02/2016

Roda SP 2016: Baixada com mais acessibilidade


Uma van será utilizada exclusivamente para usuários de cadeira de roda, necessitando apenas prévio agendamentoUma van será utilizada exclusivamente para usuários de cadeira de roda, necessitando apenas prévio agendamento

O Roda SP Litoral 2016, programa da Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo, já está em pleno funcionamento integrando os nove municípios da Região Metropolitana da Baixada Santista: Santos, São Vicente, Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe, Guarujá, Cubatão e Bertioga neste verão. Até o dia 28 deste mês, turistas e os moradores do litoral paulista podem praticar a atividade turística com muito conforto e informação a bordo.

Com a expectativa de 15 mil embarques nessa temporada, o Roda SP apresenta novidades importantes, como o formato city tour com guias, e duas vans acessíveis. São 25 veículos ao todo, entre double deckers e convencionais, micro-ônibus e vans, sendo que uma van será utilizada exclusivamente para usuários de cadeira de roda, necessitando apenas prévio agendamento.

Este novo modelo permite possibilidade de compra antecipada, o guia acompanha os passageiros durante o percurso do ônibus e a visitação dos atrativos, e o ônibus fica aguardando a visitação. O ingresso é de R$ 10,00 por pessoa pelo dia inteiro de passeio. Serão 20 opções de roteiros, com saídas das nove cidades da Baixada Santista.

Durante a cerimônia de lançamento do Roda SP 2016 que aconteceu próximo ao Aquário de Santos, no primeiro dia de funcionamento, 28 de janeiro, o secretário estadual, Roberto de Lucena, destacou que o Roda SP permite aos próprios moradores da região conhecer pontos turísticos que, muitas vezes, nunca visitaram. “Esta quinta edição é um orgulho para São Paulo e até agora, desde 2011, contabilizamos mais de 255 mil embarques, envolvendo 122 municípios e mais de 500 atrativos turísticos por todo Estado. Além disso, este programa incrementa o turismo e seus produtos associados, aquecendo a economia e gerando empregos”, observou Lucena.

A compra do ingresso pode ser pelo site www.rodasp.com; com o guia do ônibus, durante embarque, mediante disponibilidade de lugares ou nos postos de venda.

Fonte: Jornal Brasilturis

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 10/02/2016

New Bathurst visitors’ guide for accessible attractions launched


ACCESSIBLE OPTIONS Karen Gould, Bob Triming, Monica Schrader and Bathurst mayor Gary Rush take a look at the new Visitors’ Guide to Accessible Bathurst (2)ACCESSIBLE OPTIONS: Karen Gould, Bob Triming, Monica Schrader and Bathurst mayor Gary Rush take a look at the new Visitors’ Guide to Accessible Bathurst

Bathurst has a new visitors’ guide highlighting accessible tourist attractions, businesses and accommodation providers.

The book was launched yesterday by Bathurst mayor Gary Rush and Bathurst Regional Access Committee chair Bob Triming.

The guide has been produced to help those with mobility difficulties fully explore the attractions and sites of the Bathurst region.

Mr Triming said it was time the booklet was updated and it now offers a much better representation of whether a venue is fully accessible or partially accessible.

It features a comprehensive map as well as handy hints.

“It’s important for visitors to have that knowledge,” Mr Triming said.

He said people with mobility difficulties, including older travellers, put a lot of tourism dollars into the economy.

Bathurst Regional Access Committee vice chair Monica Schrader hopes the Visitors’ Guide to Accessible Bathurst will attract more people to Bathurst.

Cr Rush acknowledged the work of the Bathurst Regional Access Committee and its determination to ensure that people with a disability are catered for and considered in the daily functioning of the city and region.

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“The opportunities around visitor accommodation for people with a disability are expanding rapidly and this will help them do their homework,” he said.

“They will be able to determine prior to their visit exactly what accessible options are available.”

Cr Rush said the booklet will soon be available online to help visitors plan their holiday to the Bathurst region.

“Everyone likes to do research before they come to an area,” he said.

“We will continue to update the guide on a regular basis as more and more information becomes available.”

Source: Western Advocate

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 10/02/2016

Almoçar ou jantar fora com segurança – doente renal


Com um bom planeamento, é possível manter uma alimentação adequada sem ter de abdicar de se divertir ou sem comprometer a sua saúdeCom um bom planeamento, é possível manter uma alimentação adequada sem ter de abdicar de se divertir ou sem comprometer a sua saúde.

A regra de ouro é planear, investigar qual a melhor opção para si e para o seu par, de forma a saírem ambos satisfeitos deste dia festivo. Se vai optar por uma refeição diferente, antecipe os contratempos, seja mais contido nas refeições do próprio dia ou do dia anterior; tenha cuidado com as porções e tenha atenção à quantidade de proteínas, potássio, fósforo, sódio e água que pode ingerir. Assim, desfrutará de um dia ou de uma refeição plena.

  • Planear um restaurante, sabendo ao certo a carta que tem: evita surpresas de última hora, ao permitir que saiba o tipo de alimentos e a forma de confecção que o restaurante oferece.
  • Pesquise na internet ou questione o seu círculo de amigos/conhecidos sobre eventuais sugestões.
  • Depois de escolhidas algumas opções, contacte o restaurante e tire possíveis dúvidas. Explique a sua doença e a dieta especial que necessita.
  • Prefira restaurantes que cozinhem na hora e dêem preferência a ingredientes frescos.
  • Tire todas as dúvidas e pergunte se lhe vão atender pedidos especiais (como cozinhar a comida com reduzido teor em sal ou mesmo sem sal e/ou temperos).
  • Faça então a reserva, consoante a opção que achou mais apropriada.

Consoante for almoço ou jantar, tenha em atenção o seguinte

  • Reduza durante o dia ou dia anterior a quantidade de líquidos que ingere.
  • Reduza durante o dia ou dia anterior a quantidade de potássio e sódio.
  • Leve consigo a medicação, se a toma da mesma coincidir com a hora da refeição: evita que atrase a toma e que fique preocupado pelo facto de se ter esquecido, não permitindo que usufrua com qualidade do jantar.

No restaurante, de uma forma geral

  • Opte por cozidos e grelhados.
  • Questione o tamanho das doses: se estas forem grandes, peça metade ou divida. Afinal, neste dia dedicado ao amor, a partilha é o mais importante.
  • Se restar muita comida, não caia na tentação de a ingerir toda: afaste a travessa/prato e peça para levar as sobras para casa.
  • Tenha em atenção que as proteínas não se encontram exclusivamente na carne e no peixe: queijos, molhos com leite, feijão, lentilhas e ovos são outras fontes ricas em proteínas!
  • Cuidado com os molhos: podem ser ricos em manteiga, sal e tomate. Evite também o molho de soja, devido ao teor de sódio.
  • Se a comida estiver salgada, peça para lhe ser confeccionado novo prato.
  • Evite os buffets livres: torna-se mais difícil controlar as quantidades (pois a diversidade é maior) e fazer pedidos especiais (pois a comida é confeccionada em grandes doses).

De uma forma mais pormenorizada, tenha em atenção ao menu completo que lhe será servido, tendo em conta as bebidas, saladas, entradas, pratos principais, acompanhamentos e sobremesas:

Bebidas

  • Se gosta de vinho, tinto ou branco, saiba que pode beber se a quantidade de potássio for baixa.
  • Bebidas como Sprite®, 7UP®, chás gelados, limonada ou água são boas opções.
  • Evite batidos, sumos de fruta, sumo de tomate, Coca Cola®, cervejas e não se tente com o chocolate quente.
  • O café, no final, é permitido.
  • Opte por copos pequenos: evita que esteja sempre a encher e que perca a noção do quanto bebeu.
  • Evite que lhe encham o copo: se necessário, reforce o porquê de preferir servir-se a si próprio.
  • Quando terminar a refeição, afaste o copo de si.

Saladas

  • Pergunte sempre, especificamente, o que leva a salada.
  • Prefira saladas que levem os seguintes ingredientes: alface, couve-flor, cebola, repolho, beterraba, aipo, pepino, brócolos, ervilhas, cenoura crua (cozida aumenta o teor em hidratos de carbono) e rabanetes.
  • Evite: batata, espinafres, tomate, abacate, feijão, alcachofra, grão-de-bico, sementes e nozes.
  • Se gosta de fruta na salada, opte por: pêssegos, pêras e ananás. Não se esqueça que deve ser fruta da época e fresca, pois a enlatada pode conter mais potássio, sódio e conservantes.
  • Se as saladas estão pré-definidas e algum ingrediente não lhe agrada, peça para retirar e/ou ser substituído.
  • Peça os temperos à parte pois assim pode dosear a quantidade de azeite e de sal.
  • Se gostar, solicite um limão para temperar.

Entradas

  • Opte por ingredientes frescos e simples.
  • Uma entrada com uma boa porção de proteína pode ser o seu prato principal: além de ficar mais económico, a quantidade é menor.
  • Prefira: salada com frango (não se esqueça das recomendações acima referidas no que diz respeito às saladas), camarão cozido, calamares, salada com caranguejo, salada com carne ou peixe e cogumelos.
  • Evite: queijos, fondues de queijo, anchovas, ostras, quiches, patés, presunto e sopa.

Prato principal

  • Tente esquecer tudo o que diga: cataplana, caçarola, lagareiro: são formas de confecção que requerem muitos molhos e sal.
  • Dê preferência aos cozidos e grelhados.
  • Prefira que o sal e os molhos sejam trazidos à parte. Se não for possível, evite os pratos que sabe que serão mais condimentados.
  • Remova a pele do frango, a gordura da carne e peixe e as partes queimadas (em caso de grelhados e assados).
  • O limão, o vinagre e a pimenta preta são bons condimentos.
  • Em relação às carnes, opte por: bifes simples, sem queijos e molhos; frango; cordeiro e vitela.
  • Em relação ao peixe, em geral, todos são recomendados (atenção ao bacalhau que deve ser cozido, pois tem muita quantidade de sal e nunca se saberá ao certo o tempo em que esteve demolhado), bem com frutos do mar.
  • Evite as carnes curadas: presunto, chouriço, salsinhas e carnes enlatadas (têm alto teor de sal).
  • As omeletes simples são boas opções: se levarem vegetais, opte por os que têm menos quantidade de potássio.
  • As sanduíches também são uma boa escolha, desde que levem: ovos, peru, frango, lombo de porco e bifes de vaca. Evite as que levam atum (porque normalmente é pasta de atum, com maionese), bacon e salada.

Acompanhamentos

  • Opte por vegetais com baixo teor em potássio, tais como: espargos, repolho, milho, beringela, feijão-verde, couve-flor, brócolos, alface, curgete e cenoura crua.
  • Se prefere um acompanhamento mais substancial, prefira: arroz cozido, noodles, massa e pão integral.
  • Evite: massa com molho de tomate, batatas, arroz frito, pickles, espinafres, couve e alcachofras.

Sobremesas

  • Se o nome da sobremesa lhe é desconhecido, questione sobre o que leva.
  • Prefira frutas como a maçã, ananás, frutos silvestres, mirtilos, cerejas e morangos.
  • Se gosta de tartes, bolos e tortas de fruta e/ou vegetais, evite as que levam fruta e vegetais com alto teor de potássio, como a banana, quiwi, laranja, batata doce, coco e abóbora.
  • Gelados de frutas e sorvetes podem ser boas opções mas tome atenção uma vez que são ricos em água. Opte por frutas com baixa quantidade de potássio.
  • Bolachas de baunilha e biscoitos de manteiga são permitidos, desde que em reduzida quantidade.
  • Evite: chocolate e todas as sobremesas que tenham chocolate na composição (é rico em potássio); frutos secos (também têm alto teor em potássio); gelados de leite/nata, iogurtes gelados e cheesecake.

As informações mencionadas são comuns aos restaurantes mais típicos e tradicionais mas e se preferir um restaurante específico de fast food? Ou se quer optar por comida tradicional de outro país? Saiba que é possível visitar outros espaços sem comprometer o seu bem-estar, desde que faça as escolhas acertadas. Siga as nossas sugestões e faça selecções inteligentes:

“Uma dieta especial é parte integrante do seu tratamento. Saber Comer. É Saber Viver!”

Se vai a uma cadeia de FAST FOOD (mais comuns em centros comerciais)

  • O grande senão destas cadeias é o facto de os alimentos serem, maioritariamente, pré-confeccionados. Só assim a rapidez do serviço pode ser garantida.
  • Tenha em atenção que os preços também são, por norma, mais baixos e que os menus completos (com bebida e acompanhamento) ficam mais económicos do que se só pedir o prato principal (como o hambúrguer ou sandwich). Cuidado com as estratégias de marketing!
  • Como são comidas, muitas vezes, pré-feitas, torna-se complicado controlar a frescura dos alimentos e a quantidade de sal e/ou molhos. No entanto, em muitas cadeias, é possível fazer pedidos especiais. Questione, antes de fazer o seu pedido, se atendem às suas necessidades e se adequam a refeição ao seu gosto.
  • Muitas cadeias de fast food já disponibilizam a informação nutricional das suas refeições: pode ser uma óptima ajuda para ter tudo sob controlo.
  • Prefira menus de criança (têm menos quantidade de comida) ou menus normais e rejeite os menus grandes, mesmo que seja mais vantajoso economicamente. A sua saúde é o seu bem mais precioso e não vai querer estragar uma noite romântica!
  • Opte por refeições que tenham: carne assada, sandwiches de peru, frango grelhado, salada de frango grelhado e alface e anéis de cebola sem sal.
  • As bebidas seguem a regra dos restaurantes tradicionais: opte por água, chá gelado ou limonada.
  • Evite ingredientes como bacon, queijo, nuggets, asas de frango frito e batatas fritas.
  • Peça hambúrgueres com molhos à partes e sem pickles. Se houver a opção de pão integral, prefira-a.
  • Cuidado com as sobremesas: são normalmente ricas em natas.

Se vai a um RESTAURANTE CHINÊS

  • Tenha em atenção os restaurantes que cozinham em grande quantidade ou são de buffet livre: torna-se mais difícil fazer pedidos especiais e controlar as porções.
  • Os molhos de soja e de peixe são comuns mas ricos em sal, evite-os e peça os molhos à parte da refeição.
  • As sopas também fazem parte desta cozinha. Não se esqueça que a sopa leva uma grande porção de água e torna-se difícil saber ao certo a quantidade e tipo de vegetais que leva. Desta forma não a consuma.
  • Os legumes salteados também estão muito presentes nos menus dos restaurantes chineses: evite os que são ricos em potássio e prefira as ervilhas, feijão-verde, couve chinesa e rebentos de feijão mungo.
  • Evite o arroz frito (tem mais sódio).
  • Prefira chás sem açúcar e controle a quantidade.
  • Aproveite o bolo da fortuna, sabendo que fez as melhores escolhas e, se possível, dedique uma mensagem positiva e romântica à sua cara-metade.

Se vai a um RESTAURANTE MEXICANO

  • Recuse as batatas fritas e molho de salsa que colocam de entrada: são ricos em sódio.
  • O molho de salsa é verde mas pode ser feito com tomate, portanto é mais uma razão para o evitar.
  • Evite também o guacamole: é feito a partir de abacate, que é rico em potássio.
  • Se gosta de molhos picantes, o ideal são os que são feitos com pimenta preta e que não tenham tomate.
  • Prefira tacos, fagitas e tortilhas recheados com frango. São as melhores opções.
  • Cuidado com a pastelaria, como sobremesa: os bolos são ricos em gordura. Coma uma pequena quantidade.

Se vai a um RESTAURANTE INDIANO

  • A cozinha indiana oferece um grande leque de vegetais. Basta que evite os que são ricos em potássio e poderá usufruir de um óptimo acompanhamento.
  • Experimente novos sabores como masala, tandoori e preparações com caril.
  • O frango também é um dos ingredientes mais usados nesta cultura o que é óptimo para si, uma vez que é uma carne magra, com proteínas de alto valor biológico.
  • O iogurte também é muito utilizado como acompanhamento e como molho: tenha em atenção que é rico em proteínas (não as deve consumir em exagero) e fósforo.
  • Grande parte das sobremesas são compostas por leite e leite em pó: cuidado com o fósforo.

Se vai a um RESTAURANTE ITALIANO

  • Como entrada, evite o antipasto pois contém, normalmente, uma grande quantidade de sal e de pickles e/ou vegetais marinados.
  • Prefira como entrada pão de alho, mas peça simples: com orégãos, alho em pó e azeite (a manteiga tem maior teor de gordura saturada).
  • As massas são servidas, maioritariamente, com molhos de tomate e com queijo. Peça o molho à parte, bem como o queijo.
  • Se a sua opção recai nas pizzas, opte por pizza vegetariana e light: evite toppings como o peperoni, chouriço e presunto (ricos em sódio). Prefira frango ou peixe e assegure-se que o queijo é light (se não for, peça com pouco ou nenhum queijo).
  • Uma colher de sopa de queijo parmesão desfiado pode ser um bom aliado para conferir um sabor diferente.
  • Os gelados italianos são uma boa opção como sobremesa mas atente aos ingredientes e não se esqueça que têm uma grande quantidade de água.

Se vai a um RESTAURANTE JAPONÊS

  • Evite as sopas pois são salgadas e têm grande quantidade de água, nomeadamente a sopa miso.
  • O molho de soja é muito utilizado: cuidado com o seu teor em sódio.
  • O sushi pode ser uma boa opção: prefira quantidades pequenas, evite peixe cru (devido à possibilidade de infecções por parasitas) e opte por caranguejo, marisco, pepino e enguia.
  • Aproveite e experimente yakitori ou espetadas grelhadas na mesa. A tempura também é uma boa opção: são pedaços de vegetais ou marisco fritos durante apenas 2 ou 3 minutos (tenha atenção aos molhos ricos em sal).
  • Apesar de o tofu e a soja serem muito utilizados, são, normalmente, cozinhados com molho de soja o que incrementa a quantidade de sódio.
  • Os bifes são também opções fiáveis mas cautela com as porções exageradas.

De uma forma resumida, o importante é que o tempo que vai dedicar aos festejos deste dia seja um tempo de qualidade e de partilha de sentimentos positivos. Com um bom planeamento, vai conseguir surpreender-se a si mesmo: é possível manter uma alimentação adequada sem ter de abdicar de se divertir ou sem comprometer a sua saúde.

Deve ter em mente que todas as outras pessoas deviam ser mais cuidadosas com as suas escolhas porque é possível ir jantar fora, divertir-se, mimar-se e sair da rotina sem sujeitar a sua saúde e o seu corpo a más opções. Aproveite este dia, seja positivo e leve o mote para os restantes dias da sua vida: seja feliz e faça feliz quem realmente se preocupa consigo.

Uma alimentação correta é fundamental para a saúde. Para o doente que faz Hemodiálise (HD), Diálise Peritoneal ou Transplantado, uma alimentação equilibrada irá melhorar a sua qualidade de vida.

Fonte: Portal da Diálise

 


Team GB at the London 2012 Paralympic Games opening ceremonyTeam GB at the London 2012 Paralympic Games opening ceremony

The rapid growth in participation and media coverage of Paralympic sport has not necessarily helped to significantly widen access opportunities to everyday exercise for disabled people in Britain, campaigners have suggested.

They also raise concerns that people with disabilities still face prejudice with many finding it difficult to participate in leisure and cultural activities.

Results from a survey of 2,100 people suggest more than 80% of people with a disability, and nearly seven in 10 people without, feel there is prejudice. Another finding suggested 69% of respondents with a disability faced barriers in accessing fitness and leisure facilities with almost all saying they would be more active if those were removed.

The survey was conducted by online pollsters Censuswide and commissioned by Parallel London – the organiser of a day of mass participation running and walking events in London later this year – whose founder Andrew Douglass called the results “obviously worrying”.

While people hoped the 2012 Paralympics might have changed attitudes, he said he believed the event had not been a “single silver bullet”.

“The Paralympics are all about elite sport. That is not we are about. What we want to do is reflect more of society and everyday life, accessibility and inclusivity.”

Douglass, also chief executive of event company innovision, claims the event will be the world’s “first fully inclusive mass participation run” and hopes up to 10,000 people will take part at the Queen Elizabeth Olympic Park on 4 September, days before the start of the Paralympic Games in Rio de Janeiro .

“If prejudices can positively shift in the right direction and day-to-day barriers in life removed, there is little doubt that disabled people can be more independent, equal and enabled to positively engage in our society, ” Douglas said.

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A number of disability charities were already on board and people without disabilities were welcome to take part as well as watch, said Douglass.

Sophie Morgan, a TV presenter and wheelchair user who was paralysed from the waist down in a car crash in 2003, said: “I think there are a couple of misconceptions around the legacy of the games – that access is really easy and that everyone, if they really want to get into sport, quickly can.

“I love to swim and when I moved to London, I wanted to find a place where I could go,” Morgan said.

“You see a lot a of Paralympian swimming. You would think probably most swimming pools would cater for somebody with a disability or mobility impairment.

“I contacted about 40 gyms around London and a lot of the responses I had were quite shocking. I asked if they had a hoist that might be able to help me into the pool, and [the response] I had was ‘Hoist? What do you mean?’ Completely ignorant.”

Morgan, who lives in south London, did find somewhere, but added: “This is just one example of the ways in which it is very difficult to find somewhere close to you.”

“People without a disability using a gym could relate to the idea “of perhaps not feeling as fit as the people around you,” she said. “For a disabled person, multiply that by a hundred. There are a number of ways in which you can feel a little bit ostracised.

“People think that if you are disabled, you are a Paralympian. It is not helpful to people who have a disability. It is too intimidating; it is unattainable. I think that puts people off.”

Other high-profile supporters with a disability include Nick Ashley-Cooper, the Earl of Shaftesbury, who said: ”It’s really alarming that so many disabled people who want to lead more active lives still face barriers accessing facilities.”

Boris Johnson , the Mayor of London, said: “For Londoners with or without disabilities, its going to be a wonderful family-friendly day out, which I hope will help change attitudes as well as getting more of us to become more active.”

The survey, conducted between in 15-19 January, involved responses from 2,101 people, including 713 people with a disability, 271 with a mental disability or impairment and 442 with a physical one.

Among a number of questions, they were asked: “Generally speaking, how much prejudice do you think there is in Britain against disabled people?” Among disabled people, 47% said “a little”, 35% “a lot”, 11% “hardly any”, 4% “don’t know” and 3% “none’. Among those without a disability, 53% said “a little”, 16% said “a lot”, 20% said “hardly any”, 7% said “don’t know” and 4% said “none”.

Research by the English Federation of Disability Sport before the 2012 Paralympics suggested there were psychological barriers to participation as well as lack of suitable facilities and equipment.

Communications and marketing manager Sarah Marl said Paralympics games were great for building interest and legacy. “But it is important we understand not every disabled person can or want to be an elite sports person. London 2012 made such an impact, you have to keep momentum up. It is also important to ensure everyone, including at grass roots level, can access opportunities even if it is just a run in the park or cycling to work.”

Source: The Guardian


Além da formação de atores, o objetivo é criar um centro de pesquisas teatrais voltado exclusivamente para esse novo tipo de manifestação cênicaAlém da formação de atores, o objetivo é criar um centro de pesquisas teatrais voltado exclusivamente para esse novo tipo de manifestação cênica

A Caleidoscópio Comunicação e Cultura

A Caleidoscópio Comunicação e Cultura é uma produtora que tem como objetivo principal, usar a arte e a cultura como ferramentas de transformação social. Fundada em 2003, tem em seu portfólio projetos como ‘Os Sons da Paz’ e ‘Os Novos Caminhos da Música’, que reúnem a dança, o canto, a percussão e o circo em cursos gratuitos para a comunidade, unindo pessoas das diversas classes sociais em um espetáculo de música e cor, tendo a inclusão e a integração como base de suas realizações. Em 2010 a produtora estreou no Brasil o formato Teatro Cego.

O Teatro Cego

O Teatro Cego é um formato teatral inovador, onde todo o desenvolvimento da trama acontece em um local completamente escuro, fazendo com que os espectadores, sem poderem contar com a visão, tenham que se valer de todos os seus outros sentidos (olfato, tato, paladar e audição) para compreenderem o conteúdo da peça. Neste formato, o espectador é colocado dentro do espaço cênico e a peça teatral acontece ao seu redor. Essa condição ímpar insere o público no universo dos deficientes visuais, que se utilizam desses quatro sentidos, somados à intuição, para compreenderem o mundo ao seu redor.

O primeiro espetáculo nesse formato chegou aos palcos em 2012. Era a peça ‘O Grande Viúvo’, baseada no texto homônimo de Nelson Rodrigues, um dos pilares da moderna literatura brasileira. Em 2014, veio a segunda montagem, o espetáculo Acorda, Amor!, uma peça que conta a história de quatro jovens envolvidos na luta pelo fim da ditadura no Brasil, no início dos anos 70. Por se tratar de espetáculos que acontecem totalmente no escuro, a equipe (produção, elenco, técnicos) conta com vários deficientes visuais, cumprindo assim, também, um papel social, inserindo esses profissionais no mercado de trabalho e abrindo a possibilidade de uma forma de expressão artística que, até então, imaginava-se inviável para essas pessoas.

A Oficina de Teatro Cego

A partir dessa experiência, que este ano completa seis anos de pesquisa e produção, surgiu o projeto “Oficina de Teatro Cego”, com a finalidade de compartilhar o aprendizado e a pesquisa acumulados nesse tempo. As oficinas são direcionadas a pessoas com deficiência visual que queiram ingressar no mundo das artes cênicas. Além da formação de atores que poderão fazer parte dos elencos das atuais e das próximas montagens do Teatro Cego, o objetivo é criar um centro de pesquisas teatrais voltado exclusivamente para esse novo tipo de manifestação cênica. As oficinas contarão com duas turmas: uma para crianças entre 10 e 15 anos (aulas às quartas e quintas feiras, das 14h às 17h) e outra para maiores de 15 anos (aulas às terças e quintas feiras, das 9h às 12h) e acontecerão no Espaço Cultural Caleidoscópio, na Rua da Gávea, 166 – Vila Maria.

O início das aulas acontece em março e a oficina vai até dezembro. Este projeto conta com o patrocínio da empresa Eaton, através do ProAC – Programa de Ação Cultural da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e, por isso, acontece de forma completamente gratuita. Devido ao número restrito de vagas (25 vagas), haverá uma seleção prévia feita através de uma entrevista com horário marcado, que deve ser agendada pelo telefone 2207-0203.

Outras informações detalhadas são encontradas em http://www.oficinadeteatrocego.com.br ou pelo próprio telefone.

Curso gratuito de interpretação Teatral para pessoas com deficiência visual.

INSCRIÇÕES:
Telefone: 11 2207-0203  (Falar com Fabiana) – 9h30 às 17h30 
E-mail: fabiana@caleidocultura.com.br

DURAÇÃO DO CURSO:
Março a Dezembro de 2016

HORÁRIOS DAS AULAS

Turma 1 (adultos)
Terça-Feira – 9h às 12h – Interpretação Vocal
Quinta-Feira – 9h às 12h – Interpretação Corporal

Turma 2 (10 anos a 15 anos)
Quarta-Feira – 14h às 17h – Interpretação Vocal
Quinta-Feira – 14h às 17h – Interpretação Corporal

Mais informações: http://www.oficinadeteatrocego.com.br

Fonte: Caleidoscópio


Estádio do Maracanã será transformado em 'teatro' para as quatro cerimônias dos Jogos Rio 2016Estádio do Maracanã será transformado em “teatro” para as quatro cerimônias dos Jogos Rio 2016

Apesar do baixo orçamento e da caça por mais voluntários, as cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro não serão “simples, nem pobres”, mas sim “ricas e sofisticadas”, com direito a “experiências sensoriais”, afirmam os responsáveis pelos espetáculos.

A exatos seis meses para a abertura dos Jogos, a BBC Brasil visitou a sede da empresa onde 250 pessoas trabalham na criação dos espetáculos e também o Maracanã, palco dos quatro grandes shows que estarão sob os holofotes de todo o planeta e devem ser assistidos por mais de 3 bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Segundo Flávio Machado, vice-presidente do consórcio Cerimônias Cariocas 2016, responsável pelos eventos, a visão do público, seja o presente no Maracanã ou aquele que assistirá ao show de casa, será bastante explorada. Mas garante que não ficará só nisso. “Tem pessoas que têm deficiência visual, então têm que perceber o espaço mais pela audição, por outros sentidos”, afirma.

Muitos dos detalhes das cerimônias de abertura dos Jogos do Rio devem permanecer guardados sob sete chaves, como é tradição em qualquer Olimpíada. A expectativa é que os nomes dos artistas participantes e os custos exatos não sejam divulgados.

Mas Machado levou a reportagem até o local onde as ideias têm sido concebidas, e explicou como o trabalho é feito.

Os shows, diz, “não esbanjarão” – terão orçamento muito menor do que os de Londres (2012) e de Pequim (208), por exemplo. “Até porque o mundo não comporta mais esse tipo de gasto, são outros tempos”, avalia.

Questionado sobre os impactos dos cortes de até 30% anunciados no orçamento do Comitê Rio 2016, ele, que também é produtor-executivo das cerimônias paralímpicas, afirma que as verbas para as cerimônias não sofreram redução. A ideia, conta, é apostar na criatividade, “usando o que o Brasil tem de melhor”.

Passado, presente e futuro

Machado adiantou que a cerimônia de abertura olímpica deve ter três etapas sobre o Brasil, mostrando a história, o presente e o futuro do país tanto da forma vista pelos brasileiros como pelo resto do mundo, e que o encerramento será “um grande Carnaval carioca” dirigido por Rosa Magalhães, carnavalesca cinco vezes campeã no Rio por diferentes escolas de samba.

“Na abertura temos todo o protocolo, a expectativa e a ansiedade. É um grande momento, sobretudo para os atletas. Já o encerramento é mais leve, festivo, é a hora de relaxar e comemorar. Vamos transformar o Maracanã num grande Carnaval carioca”, explica.

As cerimônias paraolímpicas serão centradas numa outra forma de mostrar os atletas, reforçando os “supersentidos” que eles desenvolvem e a alta performance atingida.

“Queremos fazer as pessoas repensarem o que elas entendem como deficiência, pois todos os seres humanos têm deficiências e imperfeições. Os Jogos Paralímpicos mostram pessoas com deficiências físicas atingindo a alta performance. Mostraremos isso também na cerimônia de abertura”, diz.

Flavio Machado diz que cerimônia de abertura não será simples, apesar do baixo orçamentoFlavio Machado diz que cerimônia de abertura não será simples, apesar do baixo orçamento

Números, maquete, expectativas

Dadas as dimensões grandiosas da Olimpíada, que deve atrair mais de 500 mil turistas e atrairá a atenção de todo o mundo, as cerimônias não poderiam ficar atrás.

Pelos túneis do Maracanã deverão passar 10,5 mil atletas olímpicos e 4,3 mil atletas paralímpicos de 206 delegações diferentes.

Para encenar as coreografias e apresentações artísticas e musicais, serão necessários 12 mil voluntários – dos quais 8 mil já se inscreveram. “Estamos confiantes, nunca achamos que isso seria um problema no Brasil”, diz Machado, acrescentando que sua equipe tem ido a locais de grande público no Rio para “caçar” interessados.

Ao todo, serão 500 horas de ensaios, 400 mil horas de trabalho e 10 mil figurinos. As equipes já fazem encontros semanais na Fundição Progresso, no centro do Rio, para testar coreografias, efeitos e ideias.

No passeio pelo galpão onde algumas das ideias da equipe criativa são concebidas, Machado mostrou à BBC Brasil uma maquete do estádio do Maracanã com cerca de 10 metros de largura.

“É útil para a gente poder testar tudo que está sendo desenvolvido e pensado aqui, para ver se realmente funciona na escala, e se faz sentido. Dá para testarmos projeções, elementos de grande porte, e assim temos uma noção muito mais próxima da realidade”, explica.

Maquete de 10 metros de largura ajuda diretores artísticos com conceitos das cerimônias dos JogosMaquete de 10 metros de largura ajuda diretores artísticos com conceitos das cerimônias dos Jogos

Maracanã

No passeio pelo estádio de verdade, Machado apontou algumas das dificuldades que a equipe enfrenta, como a largura dos túneis de acesso ao campo, o que deve tornar o desfile dos atletas um pouco mais longo do que o habitual nas cerimônias de abertura.

Ele explicou que o estádio será “transformado num teatro”. Serão usados 14 km de cabos, 2 mil canhões de luz e 3 mil kg de fogos de artifício.

“Teremos uma rede aérea de cabos para ser usada em acrobacias e apresentações”, diz.

Questionado sobre artistas e atrações musicais, Machado afirma não poder revelar nomes, mas adianta que ritmos como samba e bossa nova certamente estarão presentes.

Segundo o produtor-executivo, sua equipe está ciente da expectativa enorme sobre o trabalho, e espera criar “momentos memoráveis”.

“A gente busca fazer uma cerimônia que seja memorável. Queremos conseguir que pelo menos um momento das quatro cerimônias seja memorável, o que é um objetivo bastante ousado, mas estamos trabalhando para isso. Daqui a alguns anos, quando as pessoas lembrarem dos Jogos do Rio, provavelmente elas vão lembrar de algo que aconteceu nas cerimônias.”

Fonte: BBC


Priscila Kelly ao lado do marido e dos filhos Luana de 11 anos e Erick de 9 anos.Priscila Kelly ao lado do marido e dos filhos Luana de 11 anos e Erick de 9 anos.

As áreas de lazer e parques infantis, públicas e privadas, deverão a partir de agora instalar brinquedos adaptados para crianças com deficiência. O prefeito Fernando Haddad (PT) sancionou nesta quinta-feira (4) uma lei com a nova determinação.

De autoria do vereador David Soares (PSC), a lei também prevê a obrigatoriedade de brinquedos adaptados em clubes particulares e centros comerciais com área de lazer. O objetivo é proporcionar a integração das crianças deficientes com outras crianças.

“Cerca de 10% da população sofre de algum tipo de deficiência e observei que além dos parques públicos estarem em mau estado de conservação, não estão adaptados e acabando excluindo as crianças deficientes”, afirmou o vereador.

A norma exige que os brinquedos deverão estar de acordo com as normas de segurança do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) para facilitar o acesso dos deficientes físicos.

Nos locais com brinquedos adaptados deverão ser afixadas placas indicativas com a informação: “Entretenimento infantil adaptado para integração de crianças com e sem deficiência”.

‘Acessibilidade é zero’
A notícia alegrou a funcionária pública Kelly Priscila Cutis Gonçalves, mãe de Luana de 11 anos, que perdeu a mobilidade após um erro médico ter provocado distúrbios físicos e mentais quando era apenas uma bebê.

“A acessibilidade aos brinquedos é zero. Até mesmo as escolas com inclusão social não possuem brinquedos adaptados e na hora da recreação enquanto as crianças vão para o parquinho, minha filha fica dentro da sala de aula”, lamenta a mãe.

Com 10 meses, Luana já andava, mas teve uma virose e foi levada ao hospital. Ao ser medicada com soro para hidratação, recebeu uma dose cem vezes maior do que o recomendado. Ao invés de receber 0,05% de glicose, a criança acabou medicada com uma dose de 50% de glicose, o que provocou paralisia cerebral.

“Para eu poder brincar com ela, tenho que pegá-la no colo e sentar na balança, já que os brinquedos não tem segurança para segurar ou apoiar o corpo”, disse Priscila Kelly. A mesma dificuldade também é sentida nos parques infantis privados e áreas de lazer comerciais. “Nesses parques infantis, eu só posso levá-la nos brinquedos em que permitem adulto como acompanhante”, criticou.

A funcionária pública possui outro filho, de 9 anos, e sente ainda mais a diferença e falta de inclusão quando passeia com os dois. “A Luana está perdendo uma fase importante da vida apesar de não andar. Ela vê o irmão e os amiguinhos brincando e fica isolada. Ela acaba excluída da área de lazer”, afirmou.

O projeto de lei previa a suspensão do alvará de funcionamento dos estabelecimentos comerciais até sua adequação, mas o artigo foi vetado pelo Executivo municipal.
Como, inicialmente, a lei não prevê nenhum tipo de multa ou restrição aos que não cumprirem a determinação, a mãe espera que a nova legislação não caduque. “A gente espera que isso saia do papel e ocorra na prática”, disse Kelly.

Fonte: G1


Me Segura Senão Eu Caio completa 10 anos nas ruas saindo às quartas antes do carnaval com um estandarte maior que a própria folia de momo a da inclusãoMe Segura Senão Eu Caio completa 10 anos nas ruas saindo às quartas antes do carnaval com um estandarte maior que a própria folia de momo: a da inclusão

A alegria de Guilherme Andrade fica tão clara quanto o azul dos seus olhos quando se fantasia de pirata e ganha um punhado de confete das mãos de sua mãe. No bloco Me Segura Senão Eu Caio, ele encontra a felicidade em sua forma mais pura, na forma simples da brincadeira de carnaval. Há 10 anos, o grupo promove, no bairro da Torre, Zona Norte do Recife, a folia de rua voltada para pessoas com deficiências intelectual e física. Um público estimado pelos organizadores em até 4 mil pessoas participam da iniciativa todos os anos, oriundos até mesmo do Agreste do estado, unidos pela necessidade de lidar com cidades pouco adaptadas para recebê-los – limitações maiores que as de seus corpos.

Lá, Guilherme não é notado por ter síndrome de down, mas pela jovialidade dos seus 33 anos de idade. “Ele fica numa ansiedade muito grande, fala durante o ano todo sobre isso”, relata a médica Thereza Andrade, mãe de Guiga, apelido carinhoso dado ao filho. Ela é também uma das fundadoras da Associação de Pais e Amigos da Pessoa com Síndrome de Down (Aspad), uma das 13 entidades que participam do bloco – que Guiga acompanha desde o surgimento. Criado em 2005, a iniciativa teve seu primeiro desfile nas ruas em 2006. “O bloco é importante por conta da desmistificação. A sociedade precisa estar preparada para as pessoas com deficiência. A sociedade é plural, tem gente de todos os tipos e precisa acolher todos”, acrescenta.

A pedagoga Amanda Moraes, 33 anos, também enfrentou dificuldades com o down até ser pós-graduada em Educação Especial e passar por “dois empregos e quatro estágios”, como cita com orgulho. No carnaval, se despe dos títulos e vira colombina. Destaca que “gosta muito de camarotes”, mas fica com os olhos brilhando ao relatar a emoção dos blocos de rua. Os líricos a encantam e o Me Segura Senão Eu Caio faz parte de sua folia há cinco anos. “O carnaval inclusivo é uma luta, uma conquista. Ele é evolução e respeito para promover a inclusão social”, aponta. “Não podemos desanimar. E sempre acreditar”, relata com a segurança de quem enxerga nos obstáculos um companheiro diário.

Já para Caio Rocha, 23 anos, ouvir frevo e ficar parado são ações excludentes. Aliás, Caio Show! “É meu nome artístico”, explica. “Faço tesoura, saci, ferrolho, pernada”, enumera, em referência aos que executa, inclusive nos palcos. Já se apresentou em algumas peças e no carnaval de Bezerros, no Agreste do estado. “É uma festa importante por incluir. Aqui, eles têm a certeza de que são capazes”, aponta Ricardo Rocha, pai de Caio.

A amiga Kizzy Andrade, 23 anos, também tem gosto apurado pela cultura popular. “Ela gosta muito de maracatu e adora se vestir de baiana”, conta a mãe, Ineide Andrade. Durante o ano, vai às aulas semanais voltadas ao ritmo, encaixando tempo na rotina de escola, natação, piscina e psicologia. “É uma energia muito forte, um momento em que a folia é deles, sem discriminação. É único, porém importante”, conta Ineide.

Fonte: Curiosamente


Framing Our Community and the Dust Devils ATV Club are planning to add ADA access to all of the facilities at the new Elk City TrailheadFraming Our Community and the Dust Devils ATV Club are planning to add ADA access to all of the facilities at the new Elk City Trailhead

This trailhead will provide year-around shelter, bathrooms, and fire pit and informational signage to recreationists in Elk City that is accessible to disabled veterans, senior citizens and others.

“The trailhead is a popular gateway to the Nez Perce Clearwater National Forest for motorized recreationists in an area where none previously existed,” FOC executive director Joyce Dearstyne noted in a Jan. 28 news release. “Due to Elk City’s proximity to the National Forest, access to motorized trails that come into town, and its location as the southernmost point of the proposed Clearwater Basin Gem Trail, make it an ideal site for recreationists of all abilities to park, visit and gather as they travel form Avery to Elk City.”

The trailhead facility will be a destination used by ATV and snowmobile riders, motorbike riders, hunters, visitors to the area, and community members. It will function as a gathering place for handicapped and other riders before and after trail rides.

It will also provide shelter from the weather, act as an information center and provide bathroom facilities which will all be ADA accessible.

Kiosk postings will encourage responsible use of the surrounding trails and inform visitors of the diverse recreational opportunities within the National Forest. Wildfire information and other emergency information will be posted.

Framing Our Community is applying for an Idaho Department of Parks and Recreation, Recreational Trail Program Grant to assist in making the pavilion, bathrooms, fire pit and informational signage ADA accessible.

Members of the Dust Devils ATV Club and Framing Our Community have made a commitment of volunteer labor and staff towards this project.

“Grant support from the Recreational Trail Program will fund the materials and concrete needed to allow access to all of the trailhead structure,” Deerstyne noted. “Development of this ADA Trailhead facility will improve recreational and tourism opportunities for all motorized recreational users, families, veterans, and visitors to Elk City and the Nez Perce Clearwater National Forest.”

Contact Dearstyne at Framing Our Community, P. O. Box 321, Elk City, ID 83525, 842-2939, or joyce@framingourcommunity.org.

Source: Idaho County Free Press

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