Publicado por: Ricardo Shimosakai | 28/08/2016

Canoagem Velocidade. Paralimpíadas Rio 2016.


A bordo de caiaques, os atletas devem completar no menor tempo possível um trajeto de 200m em linha reta em águas calmasA bordo de caiaques, os atletas devem completar no menor tempo possível um trajeto de 200m em linha reta em águas calmas

COMO TUDO COMEÇOU

Da América do Norte, passando pela Polinésia até a Groenlândia, os caiaques tiveram diferentes utilidades históricas. Usados inicialmente para caça e pesca, eram feitos com pele animal esticada sobre uma estrutura de madeira. Corridas de canoagem tornaram-se mais populares no início do século XX, e os anos 1930 foram cruciais para expandir sua popularidade. A canoagem velocidade fez sua estreia oficial nos Jogos em Berlim 1936, e, desde então, tornou-se permanente no programa Olímpico.

A canoagem Paralímpica teve seu primeiro Campeonato Mundial realizado em 2010, na Polônia, e é uma das disciplinas a estrear no programa Paralímpico no Rio 2016. Por ser muito recente, a disputa ainda é restrita a atletas com deficiências físico-motoras.

SOBRE A COMPETIÇÃO

Enquanto nos Jogos Olímpicos as provas acontecem em dois tipos de barco, canoa e caiaque (identificados pelas letras C – canoe, em inglês – e K – kayak –, respectivamente), nos Jogos Paralímpicos haverá apenas eventos em caiaques. As provas são em percursos de 200 metros, em linha reta, e vence o atleta que completar a distância no menor tempo.

Os eventos começam com cinco baterias, cada uma com dois barcos. O vencedor de cada bateria avança diretamente à final, com os demais competidores avançando às semifinais. Em seguida, os três melhores classificados nas semifinais disputam a final. Existem três classes funcionais nos eventos de canoagem Paralímpica: KL1 (soma de três pontos), KL2 (quatro a sete pontos) e a KL3 (oito ou nove pontos). No sistema de classificação funcional, o atleta obtém pontuação de acordo com o seu potencial de movimentação de pernas, tronco e uma avaliação na água durante a remada. Quanto maior a pontuação, maior o potencial funcional do atleta.

VOCÊ SABIA?

Tetracampeão mundial, bi no Pan-Americano e tri no Sul-Americano, o paulista Fernando Fernandes ficou conhecido por participar de um reality show antes de sofrer o acidente que o deixou paraplégico.

Para ter informações mais completas a respeito desta modalidade e qual a melhor maneira de assisti-la nos Jogos Paralímpicos, baixe o guia a seguir clicando no link Rio 2016. Guia do espectador – Canoagem Velocidade

Fonte: Rio 2016

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 27/08/2016

Futebol de 5. Paralimpíadas Rio 2016.


O melhor jogador do mundo atualmente, eleito no último mundial (no Japão, em 2014, onde o Brasil se sagrou tetracampeão), é o brasileiro RicardinhoO melhor jogador do mundo atualmente, eleito no último mundial (no Japão, em 2014, onde o Brasil se sagrou tetracampeão), é o brasileiro Ricardinho

COMO TUDO COMEÇOU

A adaptação do futebol convencional para deficientes visuais teve início no Brasil nos anos 1960. Num jogo chamado gol a gol, estudantes com deficiência visual chutavam uma garrafa de plástico com pequenas pedras dentro. A garrafa foi substituída por uma bola de plástico envolta numa sacola plástica até que, nos anos 80, foi criada em território brasileiro a bola atual, com guizos internos. A estreia do esporte nos Jogos Paralímpicos foi em Atenas 2004, com seis times, e em Londres 2012 o torneio foi ampliado, com a inclusão de mais duas equipes.

SOBRE A COMPETIÇÃO

A orientação verbal é permitida, mas apenas por três pessoas: os chamadores, os goleiros – únicos jogadores no time com visão total – e os treinadores. O chamador se posiciona atrás do gol adversário, indicando as jogadas e a direção do gol. Em lances de bola parada, ele bate nas traves com um objeto metálico para situar a direção da baliza. O goleiro orienta a defesa na marcação, enquanto o técnico fica na parte central da quadra. É importante respeitar os terços do campo correspondentes para orientação, e o limite sonoro é supervisionado pelos árbitros.

A localização da bola durante o jogo orienta os jogadores: se ela estiver no ataque, quem orienta é o chamador, e assim por diante. A partida tem dois tempos de 25 minutos. Apesar de os jogadores serem considerados cegos (com até 5% de visão no melhor olho), alguns percebem vultos. Por isso, todos os atletas devem usar vendas, que não podem ser tocadas pelo adversário. Caso isso aconteça, o árbitro para o jogo e refaz o tampão e a venda. Cinco infrações resultam na expulsão do atleta, que é substituído. Não há linhas laterais, e sim muretas de 1,20m de altura.

VOCÊ SABIA?

Atual tricampeão (Atenas 2004, Pequim 2008 e Londres 2012) no esporte, o Brasil venceu a República da Coreia na primeira partida do futebol de 5 da história dos Jogos Paralímpicos, em Atenas 2004

ENQUANTO VOCÊ ASSISTE

Mantenha silêncio absoluto ⎯ só assim os atletas poderão ouvir as instruções de técnicos, goleiros e chamadores e, principalmente, os guizos da bola. As exceções são o intervalo e o momento do gol, claro!

Para ter informações mais completas a respeito desta modalidade e qual a melhor maneira de assisti-la nos Jogos Paralímpicos, baixe o guia a seguir clicando no link Rio 2016. Rio 2016. Guia do espectador – Futebol de 5

Fonte: Rio 2016

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 26/08/2016

Tecla’s tech makes Pokémon Go more accessible for wheelchair users


Pokémon GO is an electronic game free-to-play augmented reality facing smartphones, now accessible to wheelchair usersPokémon GO is an electronic game free-to-play augmented reality facing smartphones, now accessible to wheelchair users

Toronto-based B corporation Komodo OpenLab thought Pokémon Go using its Tecla product, an assistive hardware device designed to make it easier to use smartphones, tablets and users for people who might not generally be able to interact with these gadgets, including, for example, wheelchair users with spinal injuries or multiple sclerosis.

As you can see from the video above, the Tecla controller installed on the users’ wheelchairs allow control over iOS or Android devices paired via Bluetooth. A control unit switches the target device for the hardware controller between their wheelchair, and the smartphone, and it also works with single or dual switches, including those that respond to light touch and sip-and-puff switches for users with less range of motion in their hands.

The team behind Tecla first did some feasibility testing around use of their system with Go in late July, but were able to run an actual field test with the help of local Toronto Tecla users Neil and James. The result? Some freshly caught Pokémon, as you can see in the video above.

Source: Tech Crunch


Acervo de fotos traz à tona a capacidade do cérebro de incorporar artefatos ao corpo humano, estimulando a inclusão de pessoas com deficiência no esporteAcervo de fotos traz à tona a capacidade do cérebro de incorporar artefatos ao corpo humano, estimulando a inclusão de pessoas com deficiência no esporte

Como o cérebro humano é capaz de sentir um braço, mesmo se este tiver sido retirado? Os neurônios podem incorporar uma cadeira de rodas como se fosse parte do corpo? A um mês do início dos Jogos Paralímpicos, o Museu do Amanhã apresenta a nova exposição “Esporte e Cérebro – A Expansão do Corpo pela Tecnologia”, que tem como objetivos refletir sobre a capacidade do cérebro em incorporar tecnologia ao corpo humano e ampliar o debate sobre inclusão no Brasil, que possui 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, segundo o Censo 2010.

O público poderá conferir diversas fotografias de paratletas brasileiros superando desafios com a tecnologia em competições de diferentes modalidades, como rúgbi, basquete em cadeira de rodas, atletismo e bocha adaptada. “Queremos mostrar que, mesmo pessoas com algum tipo de deficiência aos olhos da sociedade, do ponto de vista cerebral, são completamente iguais ou até melhores a nós. Elas incorporam tecnologias que expandem a capacidade delas de locomoção, reconhecimento do espaço e aprendizado”, afirma Leonardo Menezes, gerente de Exposições e Observatório do Amanhã, time responsável pela criação da mostra.

A exposição “Esporte e Cérebro – A Expansão do Corpo pela Tecnologia” tem o apoio do Comitê Paralímpico Brasileiro e da agência MPIX. O conteúdo científico teve a consultoria da neurocientista Cláudia Domingues Vargas, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A mostra estará disponível aos visitantes do Museu do Amanhã, na Galeria do Tempo, até o dia 02 de outubro. Os interessados devem comprar o ingresso via internet.

Serviço:

Exposição de fotos “Esporte e Cérebro – A Expansão do Corpo pela Tecnologia”
Local: Galeria do Tempo | Museu do Amanhã
Data: 02 de agosto a 02 de outubro 
Horário: 10h às 18h
Valor: ingresso do Museu do Amanhã
Mais informações: http://museudoamanha.org.br/pt-br/esporte-e-cerebro

Fonte: Sopa Cultural


Un hombre empuja cuesta arriba a una persona en silla de ruedas por la rampa mecánica que une las calles Abejeras y Río Ega.Un hombre empuja cuesta arriba a una persona en silla de ruedas por la rampa mecánica que une las calles Abejeras y Río Ega.

PAMPLONA. Representantes de asociaciones que trabajan la discapacidad, Cermin y Cocemfe, denuncian la escasa accesibilidad existente en el sector turístico navarro para las personas con discapacidad, que impide su disfrute de las vacaciones y supone una vulneración de sus derechos como seres humanos y como consumidores. A ello añadían los representantes de estas entidades que no existe una sensibilización en el sector sobre las necesidades de este colectivo, identificándoles como un gasto y no como potenciales clientes. De esta forma, se vulneran los derechos tanto de los ciudadanos navarros con discapacidad que se disponen a salir de la comunidad de vacaciones, como de aquellas personas con las mismas características que deciden visitarnos.

En esta línea, el presidente de la Federación de Asociaciones de Personas con Discapacidad Física y Orgánica de Navarra (Cocemfe), Manuel Arellano, recordaba que “las personas con discapacidad también tienen derecho a disfrutar del ocio y de escoger, entre un amplio abanico, el alojamiento más adecuado”.

Desde Cermin, la presidenta de la entidad, Mariluz Sanz, manifestaba el desconocimiento generalizado de las instalaciones adaptadas debido a la falta de información de sus propietarios. “Como es tan grande la falta de información, parece que las instalaciones adaptadas son muy pocas”, declaraba Sanz. Al mismo tiempo, la presidenta de Cermin lanzaba una reclamación al sector turístico para que pongan en valor a las personas con discapacidad como clientes potenciales, ya que a su juicio no se les da ese reconocimiento sino que se ve la adaptación de los medios de acceso como un gasto y no como una inversión. “Muchas veces, los establecimientos no adaptados provocan que tanto la persona afectada por una discapacidad como su familia se decidan por un destino o por otro. Hace falta una mayor visión comercial, que vea esto como una oportunidad de negocio y no como un gasto más”, señalaba.

mala señalización A la hora de señalizar la adaptación de unas instalaciones, generalmente, se opta por usar el icono de color azul en el que se aparece una silla de ruedas. Sin embargo, los dos representantes afirmaban que este icono no significa que el lugar cumpla las necesidades de todas las discapacidades. “Esta señal es engañosa porque se cree que es universal pero no cubre las necesidades de una persona sorda o ciega”, apuntaba Mariluz Sanz.

Además, ambos coincidían en señalar que la ley existente promulgada en el año 2003, sólo obliga a adaptar sus instalaciones a los hoteles de cuatro o más estrellas, y en muchos casos se incumplen sus condiciones. De esta forma, los destinos a los que puede optar este colectivo son más caros. Pero aunque cumplan con las exigencias marcadas por ley, muchos hoteles sólo disponen de una o dos habitaciones adaptadas a discapacidades, por lo que hace imposible que alberguen a grandes grupos.

Poca información Las dos entidades señalaban que la situación en Navarra presenta claroscuros. Por una parte, desde Cermin afirmaban que existe una clara falta de información con respecto a las instalaciones existentes. “Es necesario promocionar los medios de los que se dispone”, señalaba Sanz, a lo que sumaba un ejemplo, “durante los Sanfermines, la Casa de la Misericordia dispone de palcos para personas en sillas de ruedas en la plaza de toros y no lo anuncia en ninguna parte”.

Por su parte, en Cocemfe afirmaban que la situación en Navarra es dispar. “Existen ciudades bien adaptadas como Tudela o Estella, pero otras como Pamplona tienen puntos por mejorar”. Con respecto al alojamiento, desde la entidad señalaban que Navarra es una de las comunidades con menos alojamientos rurales accesibles, sólo un 11P%, mientras que autonomías como Álava o Guipúzcoa superan el 30%. Por contra, desde la asociación destacaban el buen acceso para personas con discapacidad en lugares como Bertiz, Leurza, Belagua, Orgi o en las principales vías verdes. Sin embargo, para mejorar la experiencia de todas las personas, Cocemfe ve necesario avanzar en normativa urbanística o en la red de transportes de Navarra.

obstáculos

Portales de Internet. La mayoría de los portales virtuales de búsqueda de viajes o alojamientos no están adaptados a la discapacidad.

Transportes. Aunque en los servicios de transporte urbano sí que se han producido avances, para desplazamientos entre municipios navarros como a otras comunidades las plazas reservadas son muy escasas.

Hoteles. La legislación vigente sólo obliga a adaptar sus instalaciones a los hoteles con cuatro o más estrellas. Esto, además de reducir y encarecer la oferta, excluye de esta obligación a los hoteles de menor graduación o a otros alojamientos.

Turismo rural. Las casas rurales no están obligadas a tener ningún tipo de adaptación de sus instalaciones a las discapacidades. Sin embargo, desde las asociaciones que trabajan la discapacidad señalan que en las principales vías verdes de Navarra las condiciones existentes son muy buenas.

Fuente: Noticias de Navarra

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 25/08/2016

Alemanha traz oportunidades para os Jogos do Rio 2016


Alemanha foi avaliada por Ricardo Shimosakai, através de sua experiência como profissional do turismo e usuário de cadeira de rodasAlemanha foi avaliada por Ricardo Shimosakai, através de sua experiência como profissional do turismo e usuário de cadeira de rodas

Duas iniciativas alemãs, possibilitarão às empresas e aos interessados maior visibilidade e prestígio. Uma delas é a Deutsches Haus Rio 2016  (A Casa Alemã Rio 2016), apresentada por Rolf Faber, representante da Deutsche Sport Marketing. “A Casa Alemã (Deutsches Haus), que  é uma iniciativa  tradicional da Alemanha nas Olimpíadas e Paralimpíadas,  trata-se de um ponto de encontro para atletas da Alemanha, imprensa e  personalidades do mundo político e econômico alemão. O espaço foi pensado para possibilitar muitas vantagens e benefícios também  para nossos parceiros e patrocinadores”.

Outra iniciativa, conhecida como Pavilhão OliAle, foi apresentada  pelo cônsul-geral alemão do Rio de Janeiro, Sr. Harald Klein. Essa ação, que estará na praia do Leblon, é uma boa plataforma, na qual as empresas poderão criar eventos e promover suas atividades. Trata-se também de um centro de hospitalidade da Alemanha durante os Jogos. Será um ponto de encontro aberto a turistas e cariocas que quiserem conhecer um pouco da cultura e da gastronomia alemã. “O Pavilhão é uma ferramenta de oportunidades de patrocínio, promoção de esportes e eventos exclusivos, que terá um maior alcance midiático. Além disso, contaremos com presenças ilustres, como a do presidente da Alemanha, do ministro do Interior, da ministra da Defesa, dos prefeitos de Dusseldorf e Colônia, entre outros”, complementa o cônsul.

Ainda nesse contexto, após o lançamento, no ano passado em Berlim,  do “1º Guia Brasil-Alemanha de Inclusão – Viver Diversidade”, no idioma alemão, acontecerá no dia 15 de setembro, na  Casa Alemã no Rio de Janeiro, durante os Jogos Paraolímpicos,  o lançamento da versão em português dessa publicação. O momento, que traz como tema “Aos seus lugares, preparar, partir: Brasil e Alemanha – Parceiros na Inclusão e nas Paralimpíadas”, contará também com a  apresentação do projeto  “Pulsar – Programa de Capacitação para Profissionais Paradesportivos”, além da palestra “Viagem sem Barreiras – Instalações e prestação de serviços no Destino Turístico Alemanha”.

Olaf Schlieper, Gerente de Inovações da Câmara Nacional de Turismo Alemão e Ricardo Shimosakai, CEO da Turismo Adaptado, irão apresentar as ações e oportunidades que o turismo acessível alemão oferece.

Save the Date:  “Aos seus lugares, preparar, partir: Brasil e Alemanha – Parceiros na Inclusão e nas Paralimpíadas”
Local: Deutsches Haus Rio 2016
End.: Av. Lúcio Costa, 860 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Data: 15 de setembro de 2016
Hora: 11:00 às 15:00
Informações: Thomas Timm – secgeral@ahkbrasil.com

Fonte: brasilalemanhanews

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/08/2016

Good ol’ Sam: Dogs provided for deaf thanks to charitable travel club


Members of the national Good Sam Club from Alaska, Arkansas and Vermont rallied together this weekend to celebrate a success storyMembers of the national Good Sam Club from Alaska, Arkansas and Vermont rallied together this weekend to celebrate a success story

At the 2016 Alaska Good Sam Club Rally at Riverside RV Park in Houston on Friday, Two Rivers residents Mark and MaryAnn Carey and MaryAnn’s hearing dog, Jan, testified to the club’s dollars at work through Dogs for the Deaf, an Oregon-based nonprofit that placed Jan with MaryAnn last month.

“She’s working out great,” said MaryAnn’s husband Mark, of Jan.

Partnering in service

Dogs for the Deaf CEO Blake Matray said Jan is the first dog to be placed with a resident of interior Alaska — an accomplishment that would not have been possible without the partnership with Good Sam.

“Across the United States over the 25, 30 years that Dogs for the Deaf has been connected with Good Sams, the total donations from Good Sams … tops over $4 million,” Matray said, to “wows” from the crowd. “We all appreciate that very much.”

Since the organization was founded in 1977, Dogs for the Deaf has been entirely funded by private donations, 10 percent of which can be attributed annually to Good Sam clubs, Matray said. For the 2015 calendar year, the Alaska club ranked 10th in the nation for donations to Dogs for the Deaf. Matray specifically recognized the Northern Lights (Matanuska Valley) and Tundra Rollers (Fairbanks) chapters as “miracle makers” with “Pick of the Litter” and “Canine Friend” awards.

According to Alaska Good Sam Director and Northern Lights chapter member Darwin Fischer, the national club was started on the principle of “helping your fellow man” — much like the parable of the Good Samaritan, in which a religious man stops to help a traveler in trouble. More than its loosely biblical foundation, though, the club has become known simply as a charitable camping and traveling group. (Most members are retired and prefer to journey via RV, but membership is not dictated by age or ownership of an RV.)

Each of the 1,500 state clubs and chapters can choose which charities they support, Fischer said, but Dogs for the Deaf has become the national club’s focus.

“It’s a very reputable organization and it gives everybody a sense of accomplishment when a success story shows up,” he said.

How it works

Matray said it typically takes 4-6 months and about $24,000 to train one dog, at almost no cost to the recipient.

Dogs for the Deaf is based in Oregon, but anyone in the U.S. — and Puerto Rico — can apply for a hearing dog online or by phone for a nonrefundable $50. To determine qualification, applicants must first fill out and read the 24-page application packet, which includes questions regarding home environment, family support and the client’s ability to care for the dog independently on a practical and financial basis. The applicant must also send in a medically based audiogram reflecting their current level of hearing loss, which is then reviewed by audiologists and professionals who work with people who are deaf or hard of hearing.

Next, a Dogs for the Deaf associate conducts and records an in-home interview — with video — of the potential recipient, which is then viewed by more staff back in Oregon.

Meanwhile, up to 22 dogs are being trained at a time on the 40-acre facility, complete with indoor and outdoor runs as well as apartments for the trainers to stay and train the dogs in during their tenure. All dogs are rescue dogs that have been personally deemed suitable for training by Dogs for Deaf staff based on temperament and breed. Matray said the organization does not accept pitbull or rottweiler mixes, for example, due to the public stigma associated with those breeds.

“Some businesses obviously might be hesitant about letting those dogs in, but they’re required to do it under the (Americans with Disabilities) Act, so we try to avoid that. We try to not make it so that it’s difficult for our clients to work with the dog they’ve been given,” Matray said.

Recipients may request specific kinds of dogs in their application, but should know that placement will probably take longer, as the organization may not have a dog in training at the time of application that fits the client’s description.

Matray said it typically takes one year for a dog to be placed with a recipient.

About Jan and MaryAnn

Now a professor of American Sign Language at the University of Alaska Fairbanks, MaryAnn Carey has lived with hearing loss all her life. She said she had had two dogs before Jan, but neither were certified service dogs.

“We’ve trained dogs before … but it’s different having a certified service dog,” MaryAnn’s husband said.

One of the benefits, he said, is that Jan can accompany MaryAnn to school and public places. She’s also been trained to respond to specific types of sounds, like knocking on a door or a phone ringing. In each case, Jan will nudge MaryAnn until she notices, then lead her to the source of the sound, and sit. Jan can even discriminate ringtones so as not to alert her owner unnecessarily, though that sometimes happens. At the rally, for example, she noticed a Good Sam member’s phone buzzing and urged MaryAnn to answer it.

It will take some time for Jan to totally acclimate to her relatively new environment, but so far, MaryAnn said she was very happy for the help and companionship of her new dog.

“She’s been an answer to a real prayer for us,” Mark Carey said.

For more information about the Alaska Good Sam Club and its chapters, visit www.alaskagoodsamclub.com or www.facebook.com/alaskagoodsamclub.

To learn more about Dogs for the Deaf and other service dogs the organization provides, visit www.dogsforthedeaf.org.

Source: Frontiersman

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/08/2016

Tênis de Mesa. Paralimpíadas Rio 2016.


Um dos esportes mais tradicionais dos Jogos Paralímpicos, o tênis de mesa esteve presente em todas as edições até hojeUm dos esportes mais tradicionais dos Jogos Paralímpicos, o tênis de mesa esteve presente em todas as edições até hoje

COMO TUDO COMEÇOU

O tênis de mesa foi criado na Grã- Bretanha, no século XIX, como um jogo praticado por famílias aristocráticas. Em seus primórdios, quando chegou a ser conhecido como wiff-waff, caixas de charuto eram usadas como raquetes e livros serviam como rede. Tanto os equipamentos como as regras já haviam evoluído consideravelmente quando a Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF, em inglês) foi criada, em 1926. O esporte faz parte do programa Paralímpico desde a primeira edição dos Jogos, em Roma 1960. Atletas não cadeirantes só passaram a disputar a competição a partir de Toronto 1976. Competidores com paralisia cerebral foram incluídos em Arnhem 1980, e desportistas com deficiência intelectual passaram a fazer parte do programa em Sidney 2000.

SOBRE A COMPETIÇÃO

As regras e a dinâmica do tênis de mesa Paralímpico são semelhantes às do esporte Olímpico. A exceção é o saque, já que a regra permite que o atleta use uma só mão para levantar a bolinha e golpeá-la. Para os cadeirantes a exigência é outra: o saque deve ser direcionado para a linha de fundo da mesa, pois a movimentação é limitada. Os atletas estão divididos em 11 classes. O maior número da classe indica uma deficiência menor:

  • TT1 a TT5 – cadeirantes
  • TT6 a TT10 – andantes
  • TT11 – andantes com deficiência intelectual

VOCÊ SABIA?

No tênis de mesa Olímpico há uma hegemonia dos países asiáticos – sobretudo da China – no pódio. Nos Jogos Paralímpicos, a história é diferente. Neste caso, são os europeus que colecionam bons resultados, com destaque para alemães, franceses, suíços, britânicos, finlandeses e poloneses.

Para ter informações mais completas a respeito desta modalidade e qual a melhor maneira de assisti-la nos Jogos Paralímpicos, baixe o guia a seguir clicando no link Rio 2016. Guia do espectador – Tênis de Mesa

Fonte: Rio 2016

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/08/2016

Air Canada tells Toronto man his wheelchair is too big to fly


Tim Rose is assisted while boarding an Air Canada flight. The airline now says it cannot accommodate his wheelchair.Tim Rose is assisted while boarding an Air Canada flight. The airline now says it cannot accommodate his wheelchair.

A Toronto man is accusing Air Canada of discrimination after the airline told him he can’t take the flight he has booked to Cleveland next month because his wheelchair is too tall to fit on the plane.

Tim Rose has cerebral palsy. He works as a disability consultant, and often has to travel for business. But when he was following up on the flight with Air Canada on Sunday, Rose says airline staff told him he wouldn’t be able to bring his motorized wheelchair.

Rose says his wheelchair is a standard size, standing just under a metre, but the airline says the door to the cargo hold on the aircraft that is scheduled to make the Cleveland flight is about 13 centimetres shorter.

“I’ve travelled around 40, 50 times on planes in my life” said Rose, adding that he has never been turned away by an airline.

Rose says Air Canada staff told him his wheelchair counted as “oversized luggage” and it would not fit on the plane.

“I told them it was discrimination,” said Rose. “And they said, ‘No it’s not, it’s the same thing as if you had an oversized bag. If it doesn’t fit, it doesn’t fit.’

“Essentially what they’re saying is that my wheelchair, which is a part of my body, it’s a part of my dignity, it’s a part of my independence, is a bag … I am not an oversized bag.”

The Canadian Transportation Agency says that transportation service providers must “ensure that persons with disabilities have equal access to federal transportation services” and accommodate people with disabilities up to the point of “undue hardship.”

It’s unclear, however, whether that applies to Rose’s case. The agency, a quasi-judicial tribunal mandated to ensure that Canada’s national transportation system is accessible to everybody, has not weighed in.

Rose said that while there are laws protecting the rights of people with disabilities, this situation is a bit murky because Canadian laws don’t explicitly mention mobility devices.

Rose said that since he posted about his situation on social media, all the airline has done to get in touch with him is post publicly on Facebook.

Air Canada offering alternatives

The airline says it has offered Rose two options: he can either take a connecting flight on a plane that can accommodate his wheelchair or he can be flown out separately, so his wheelchair is transported on a different flight.

But Rose says these offers haven’t been made to him. And he said that taking a connecting flight isn’t a good option for him anyway because he also has a service dog, and transferring between planes takes extra time for him. In this case, he said it would be quicker for him to get a ride to Cleveland rather than take a flight with a layover.

An Air Canada representative has also said that the airline is looking at doing tests to see if there’s any way Rose’s wheelchair could be made to fit through the cargo door without causing damage.

“I don’t think Air Canada should be running any planes that cannot accommodate average-size mobility devices,” Rose said.

“Air Canada has a duty to service all passengers.”

Air Canada says it regrets the situation but that it is limited by the type of aircraft flown on the Toronto to Cleveland route.

“Air Canada carries thousands of customers with wheelchairs each year and we have extensive policies and procedures in place to accommodate customers with all kinds of disabilities,” said Air Canada spokesman Peter Fitzpatrick in an email to CBC News.

“We are in contact with the customer and continue to review this matter and if we cannot find a satisfactory resolution we will provide a full refund,” he said.

Source: CBC News

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/08/2016

O consumidor com deficiência


Muitos consumidores com deficiência só fazem compras em estabelecimentos acessíveis, mesmo que o concorrente tenha ofertas melhoresMuitos consumidores com deficiência só fazem compras em estabelecimentos acessíveis, mesmo que o concorrente tenha ofertas melhores

Pare e pense em seus clientes… Agora, pense em quantos clientes a mais você poderia atrair para consumir seus produtos ou serviços.

Se dissermos para você que existe uma fatia de mercado que não está sendo atendida justamente por não pensarem neles e que esses desejam consumir seus produtos e serviços, o que você nos diria?

Muitos estabelecimentos deixam de vender mais por não atender clientes em potencial, que podem e fidelizam mais rápido do que os demais clientes já atendidos apenas pelo fato de não oportunizarem o acesso necessário para o consumo de seus produtos e serviços.

Embora exista um investimento inicial para tornar seu estabelecimento acessível para o consumidor com deficiência, desde uma rampa de acesso, um banheiro acessível, um piso podotatil, a capacitação de seus vendedores em língua de sinais, um ajuste no layout como corredores mais largos entre as gondolas e araras, um cardápio em braile entre outros, investir em acessibilidade é investir no atendimento a um mercado negligenciado por muitos concorrentes, inclusive até por você!

Imagine uma família composta por uma mãe usuária de cadeira de rodas, seu marido e filhos. Todos decidem ir às compras! A mãe deseja renovar seu guarda roupa, mas tem dificuldade de encontrar estabelecimentos acessíveis. Quando encontra acesso para entrar, descobre que o departamento feminino está localizado no piso térreo ou superior, mas não há acesso adequado para ela. Quando há um elevador, encontra dificuldade para transitar entre os corredores e acessar o produto nas araras ou prateleiras. Caminhando mais um pouco em sua verdadeira odisséia para conseguir consumir as peças desejas para seu guarda roupa novo, se depara com provadores inacessíveis. Decepcionada, deixa de comprar e todos de sua família, incomodados também com a situação vivenciada pela mãe resolvem sair do estabelecimento para quem sabe consumirem em outro local que a atenda, eu diria, “os atenda”. No final das contas, quantas vendas foram perdidas pelo seu estabelecimento?

Pesquisam apontam que a cada uma pessoa com deficiência não atendida em estabelecimentos comerciais, de turismo ou lazer são na verdade perdidos em média 3 clientes em potencial. Vejam!!

Muitos são as dificuldades encontradas pelos consumidores com deficiência nos ambientes comerciais para terem acesso a produtos e serviços como as barreiras atitudinais, comunicacionais e arquitetônicas.

Apesar da legislação brasileira garantir a acessibilidade na oferta de produtos e serviços para pessoas com deficiência, percebemos que existe uma invisibilidade enfrentada pelo consumidor com deficiência cada vez mais ativo e com potencial de consumo crescente.

Antigamente, as pessoas com deficiência não tinham um potencial de consumo por não terem trabalho, leis e fiscalização que viabilizassem o acesso e a garantia de seus direitos.

Hoje o cenário mudou bastante com a Lei de cotas e a entrada dessas pessoas no mercado de trabalho. O avanço da tecnológico, da saúde e das políticas públicas voltadas para às pessoas com deficiência favoreceram o acesso, a participação e a permanência dessas pessoas nos mais variados locais da sociedade.

É preciso enxergar a pessoa com deficiência como um cliente em potencial. Não dá mais para a sociedade dizer a eles qual seria “esse lugar” que lhe pertence, nem tão pouco negligenciar seu poder de consumo e de participação na sociedade.

Cultuar a ideia de que a pessoa com deficiência ainda é aquela que recebe ajuda, merecedora da caridade alheia e sem muitas perspectivas educacionais, profissionais e de consumo é fomentar um mito e um retrocesso. Além disso, estamos deixando de enxergar oportunidades valiosas na relação consumidor-fornecedor e criando empecilhos para o exercício da cidadania e na garantia dos direitos a eles reservados.

Investir em um estabelecimento acessível trás benefícios a todos! Uma rampa e corredores mais largos são mais confortáveis e seguros para crianças, idosos, gestantes e pessoas com mobilidade reduzida. Um produto audiodescrito poderá atender não somente às pessoas cegas, mas também aos deficientes intelectuais, disléxicos, analfabetos e idosos. Uma equipe capacitada para saber como atender bem o consumidor com qualquer tipo de deficiência é considerado hoje, juntamente com as demais possibilidade de acesso, uma estratégia de mercado para um retorno que virá triplicado, pois o consumidor com deficiência deseja ir com sua família ou companheiro (a) a locais que saibam atendê-lo e o valorizam seu poder de consumo tanto quanto o de qualquer outro consumidor.

O empresário precisa ter uma visão que vá além do simples ritual de atender uma legislação e evitar uma multa. Priorizar o consumidor, apostando em soluções que não são de alto custo, analisando o custo-beneficio desse investimento incial trata-se de enxergar um mercado e possíveis negócios onde muitos concorrentes enxergam problemas, custos e assistencialismo.

Pense nisso!

Fonte: maxximiza

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