Publicado por: Ricardo Shimosakai | 27/04/2015

Soria será más accesible para los turistas con discapacidad auditiva


La empresa Soria Vacaciones lanza una aplicación que transcribirá de forma simultánea las visitas guiadas a los visitantes.La empresa Soria Vacaciones lanza una aplicación que transcribirá de forma simultánea las visitas guiadas a los visitantes.

Soria se convertirá este año en la primera provincia española que facilita la visita turística a las personas con discapacidad auditiva, merced a la aplicación “SoriAccesible” que está desarrollando la empresa Soria Vacaciones con el apoyo de la Federación de Asociaciones de Personas Sordas de Castilla y León.

“Dispondrán de un dispositivo que transcribirá de forma simultánea, en las visitas guiadas contratadas, la totalidad de la explicación del guía a texto para que puedan disfrutar de nuestra provincia, nuestro arte, historia o naturaleza como uno más”, ha explicado la gerente de Soria Vacaciones, Ana Romera.

La Fundación Soriactiva y la Fundación Científica de Caja Rural (FCCR), dependientes de Caja Rural de Soria, colaborarán también en esta aplicación pionera que se completará en un futuro próximo con la inclusión de vídeos de los principales puntos de interés turísticos de la ciudad de Soria y de la provincia, traducidos a lenguaje de signos.

Para Montse Perez, también socia de la agencia de viajes, “lo que pretendemos es fomentar el turismo accesible en Soria para hacer posible el normal desenvolvimiento de las personas con limitaciones auditivas, en este caso, y su integración real en el turismo de nuestra provincia”.

Las aplicaciones estarán disponibles de forma gratuita en formato iOS y Android en español y en un futuro no lejano se incluirán otros idiomas en la web como el inglés, alemán y ruso.

Fuente: Heraldo.es

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 27/04/2015

Hotel investe em itens de acessibilidade para se destacar no mercado


O Quality Hotel Aeroporto Vitória conta com banheiros adaptados, entre outros detalhes que buscam garantir mais conforto para deficientes hospedados no local.O Quality Hotel Aeroporto Vitória conta com banheiros adaptados, entre outros detalhes que buscam garantir mais conforto para deficientes hospedados no local.

Um quarto amplo, um bom colchão e um bom chuveiro já não são os diferenciais para atrair hóspedes em um hotel de uma grande cidade. Com a evolução tecnológica e no modo de vida da população, os empreendimentos e seus administradores passaram a adotar outros atrativos para se manterem competitivos no mercado.

A começar pela melhoria na qualidade dos serviços prestados ao público. As velhas chaves dos apartamentos foram substituídas por fechaduras eletrônicas, assim como os cofres dentro dos apartamentos. Além disso, internet wi-fi, sensores de presença em áreas externas, TV’s de LCD e ou LED’s, check-in eletrônico e outras modernidades foram adotadas pelos hotéis localizados nas principais cidades do país.

Outro diferencial importante é a acessibilidade para cadeirante, idosos ou pessoas com dificuldade de locomoção. Pensando nisso, o Quality Hotel Aeroporto Vitória implantou itens necessários a esse público. Nos banheiros, a adaptação existe no box de banho, com a barra de ferro para apoio, e no espaço mais amplo.

Já nos quartos do hotel, a altura ideal e o espaço para o encaixe de cadeira de rodas facilitam o acesso ao computador e até mesmo à mesa de refeições. No hall de entrada, foram feitos dois balcões para check-in, um com uma altura diferenciada para melhor atender o público.

Na área de lazer do Quality Hotel Aeroporto Vitória, o acesso à piscina pode ser feito por rampa ou escada, bem como no restaurante – localizado no térreo – que não há obstáculos como degraus.

Fonte: Folha Vitória

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 26/04/2015

Filme faz abordagem mais madura da síndrome de Down


AfterLife apresenta o talento de Paula Sage, de 23 anos, escocesa e que nasceu com a síndrome de Down.’AfterLife’ apresenta o talento de Paula Sage, de 23 anos, escocesa e que nasceu com a síndrome de Down.

O filme acompanha a ascensão de um jornalista ambicioso que, às vésperas de embarcar numa história importante, descobre que sua mãe está morrendo de câncer, deixando para ele a responsabilidade de tomar conta de sua irmã, Roberta, que tem Down.

O relacionamento entre os dois irmãos força o jornalista a reavaliar suas prioridades.

Filmes como “Meu Pé Esquerdo” e “Forrest Gump” são exemplos de produções em que os personagens que têm alguma deficiência são vividos por estrelas que podem mostrar quão talentosas elas são na hora de atuar, mas tais trabalhos não expõem um indivíduo que nasceu com algum tipo de comprometimento de verdade.

Down X autismo

O premiado belga “O Oitavo Dia” é o maior exemplo de filme em que o ator, no caso Pascal Duquenne, não podia ser elogiado por estar “interpretando” tão bem um personagem com deficiência. Duquenne, prêmio de melhor ator em Cannes em 1997, também nasceu com a síndrome.

A diretora escocesa Alison Peebles enfrentou resistências na hora de buscar patrocínio para o seu filme pois houve quem sugerisse que a personagem Roberta, vivida por Paula Sage, não tivesse Down e sim fosse autista, pois é mais “fácil de ser trabalhado pela câmera”.

“Eu fiquei tão chocada, tão horrorizada com o que estava ouvindo. Tive que me agarrar na cadeira para não ter um ataque”, lembra-se Peebles.

Inovação e coragem

A própria diretora assume que tinha quase nenhum conhecimento ou contato com alguém que nasceu com a trissomia 21 e é com incontido entusiasmo que ela fala da experiência de trabalhar com Paula Sage.

“Ela é extraordinária. Para quem não tem experiência alguma de cinema, tenha Down ou não, a rotina das filmagens é muito exaustiva e confusa. E ela fez tudo numa boa”, lembra Alison Peebles. “Acho que Paula é uma atriz talentosa. Espero que ela consiga fazer outros papéis em que o fato de ela ter Down não seja o principal.”

O filme é inovador e corajoso em vários sentidos. Não só por ter escalado uma atriz que tem síndrome de Down mas também por tratar de aspectos pouco discutidos em público e que rodeiam a questão da deficiência, até mesmo porque eles fazem parte de uma nova realidade.

“AfterLife” não passa um segundo discutindo a aceitação de Roberta na família ou por amigos. Essa produção mostra estágios mais adiante, por exemplo, como a superproteção de uma mãe pode impedir que um filho que tem deficiência possa explorar todo o seu potencial.

Além disso, com a expectativa de vida das pessoas com Down aumentando cada vez mais, um dos grandes temores dos pais é garantir que o filho vai ficar bem na ausência deles.

Exploração

Não só a equipe de “AfterLife” topou trabalhar por menos, como praticamente todos os envolvidos já tinham alguma relação pessoal com o tema da deficiência.

A roteirista do filme tem uma irmã com Down que emprestou suas pinturas para a personagem Roberta do filme, e a mãe do ator principal, Kevin Mckidd, dirige uma companhia teatral em que a maioria dos atores têm Down, a Out of The Darkness.

Na verdade, a roteirista de “AfterLife” decidiu escrever o filme depois de ter lido sobre o caso de um casal de 70 e tantos anos que matou o filho com Down pois tinha pânico de que ele não sobrevivesse sem os pais.

A presença de Paula Sage no elenco desperta mais interesse sobre ela do que o resto do elenco, formado por atores consagrados como Kevin McKidd (“Topsy Turvy – O Espetáculo” e “Trainspotting – Sem Limites”), Lindsay Duncan (“Palácio das Ilusões” e “City Hall – Conspiração no Alto Escalão”), mas Alison Peebles não tem medo de ser acusada de estar explorando Sage.

“A roteirista conhece bem o mundo das pessoas que têm alguma necessidade especial. Tivemos sempre o cuidado de não agir com ar de superioridade em relação a Paula. Na verdade, foi difícil fazer com que ela fizesse as cenas em que a personagem age de forma boba pois ela parecia não entender que certas frases tinham um propósito no filme”, explica Peebles. “E levamos Paula para todas as estréias e festivais pois ela é uma figura proeminente nesse projeto.”

Paula

Paula Sage, que mora com os pais em Cumbernauld, no centro da Escócia, claramente adorou a chance de fazer um filme e curte a chance de poder viajar para vários lugares para divulgar “AfterLife”.

“Estou indo para Los Angeles, e Los Angeles é Los Angeles! Estados Unidos, aqui vou eu!”, celebra Paula.

Muito simpática e delicada, Paula, de 23 anos, é cheia de sorrisos quando responde as perguntas.

Ela diz gostar de dançar, de música, do som do Westlife e do Boyzone, dos filmes do Harry Potter e de Arnold Schwarzenegger e sonha em participar de uma banda.

E que ninguém pense que a personagem Roberta e sua intérprete, Paula Sage, são a mesma pessoa.

Enquanto Roberta vive na barra da saia de uma mãe superprotetora, Paula está na faculdade e tem namorado.

Apesar de ter sido escolhida entre dez jovens com Down a partir de um curso de artes dramáticas, “AfterLife” é a primeira experiência profissional de Paula como atriz, o que não a deixou especialmente assustada.

“Eu tinha um roteiro que decorava sozinha, com a maior facilidade”, diz Paula Sage.

Sua atuação ganhou elogios de vários críticos e até do eterno James Bond, Sean Connery, no Festival de Cinema de Edimburgo deste ano, onde “AfterLife” recebeu o Prêmio do Público em agosto. Para o futuro, Paula diz querer “mais roteiros, mais peças, mais convites de trabalho”.

Fonte: BBC Brasil

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 25/04/2015

Empreendedorismo da pessoa com deficiência é tema de livro


Cid Torquato, o autor, falou que o livro já contava com 2 mil exemplares adquiridos pelo SEBRAE, que irá distribuir para seu públicoCid Torquato, o autor, falou que o livro já contava com 2 mil exemplares adquiridos pelo SEBRAE, que irá distribuir para seu público.

Acaba de ser lançado na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, o livro “Empreendedorismo Sem Fronteiras – Um Excelente Caminho para Pessoas com Deficiência”, escrito em coautoria pelo secretário-adjunto de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Cid Torquato, e Fernando Dolabela, consultor, professor e autor de vários outros títulos voltados ao empreendedorismo.

Cid Torquato falou que o livro, antes de seu lançamento, já contava com 2 mil exemplares adquiridos pelo SEBRAE, que irá distribuir para seu público. Além disso, Torquato discorreu sobre a maior mensagem que o livro traz. “A principal razão da existência desse livro é querer passar algumas mensagens, uma muito importante é a do ‘eu posso’”. O secretário-adjunto ressaltou, ainda, que essa é uma mensagem essencial para quem tem deficiência. “Temos vários cases no livro. A mensagem básica vivenciada pelas pessoas que se deparam com a deficiência, em geral, é ‘você não pode’. Então, dizer para esse segmento da sociedade, para essas pessoas ‘eu posso’, ‘você pode’, é o mais importante”.

Os autores apresentam formas de empreender com viés na inclusão social, convidando as pessoas com deficiência aos desafios do empreendedorismo. Documenta possibilidades no horizonte da inclusão, como despertar o empreendedor e transformar o sonho em realidade produtiva. Aprofunda a discussão sobre inclusão e empreendedorismo, para que possam ser criadas políticas públicas de incentivo para que pessoas com deficiência se aventurem a empreender.

Capa do livro ‘Empreendedorismo Sem Fronteiras’

Capa do livro ‘Empreendedorismo Sem Fronteiras’

Alternativa

No Brasil, as dificuldades para entrar no mercado de trabalho são grandes para quem tem alguma deficiência, já que muitas empresas declaram não ter estrutura para contratá-las. Alegam, por exemplo, falta de rampas de acesso e piso tátil. Assim, a Lei de Cotas (que reserva em empresas com mais de cem funcionários de 2 % a 5% de seus postos a pessoas com deficiência) torna-se a única alternativa de inserção profissional. “É notório o preconceito que ainda há na sociedade. Há um potencial de 1,5 milhão de vagas de trabalho para pessoas com deficiência no país e só 360 mil são ocupados”, comenta Cid Torquato.

“Empreender pode ser alternativa muito positiva, tendo em vista que ter o próprio negócio possibilita definir com autonomia o ambiente de trabalho e a rotina do dia a dia, aspectos importantes para a inclusão de quem tem deficiência”, destacam os autores da publicação.

O livro “Empreendedorismo Sem Fronteiras – Um Excelente Caminho para Pessoas com Deficiência” está disponível pela editora Altabooks também em versão digital.

Fonte: Eco Brasília

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/04/2015

Spinal muscular atrophy adventure: travelling to conquer Europe


Tori and GM Coachwork and Adaptacar vehicle with a Molift Smart hoistTori and GM Coachwork and Adaptacar vehicle with a Molift Smart hoist

My name is Tori and I was diagnosed with spinal muscular atrophy type 2 (SMAll) at 18 months old. I’m also fiercely independent and living my life exactly as I choose to. Having a neuromuscular condition doesn’t control my life; I’ve just found different ways of climbing over those hurdles. I’m a children’s book illustrator with my second book being published in June 2014.

Independence has always been a key factor in my journey into adulthood, and so I decided to move away from home in Devon to study at University College Falmouth in Cornwall. Being a young disabled student moving away to live independently was a very daunting experience. But with the help from my personal assistants, who provide my personal care and ensure my safety, I was able to start my journey towards an independent life, but remain safe in my surroundings.

My life is amazing. I have such great support from my parents, both being my heroes and my best friends. I live in my fully adapted bungalow with my boyfriend, our animals and I have my personal assistant (PA) on hand when I need help with anything. At the age of 26 I already feel that I have achieved so much with my limited mobility.

My Spinal Muscular Atrophy adventure: an European challenge

But it certainly doesn’t end there. I’ve always been extremely determined and ambitious and I feel I’m ready for my next challenge. So in May 2014 I am taking the chance of a lifetime and driving a 4,000 mile round trip around Europe with my adapted vehicle and electric wheelchair, visiting 15 countries in three and a half weeks. This is a feat for anyone, but being disabled brings extra challenges.

My boyfriend and I are at the point in life where we want to explore and take holidays, but city breaks are proving to be far more difficult than we anticipated. With the upheaval of transferring from a wheelchair to plane, potential wheelchair damage, and rushing around for over just two days in a European city, we’re returning home as stressed as we went.

Adding to this, having to pay for an extra flight for my PA, expensive insurance, and of course a hotel room for my carer doesn’t come cheap either. Oh and that’s not including the cost of hiring a mobile hoist and pressure relieving mattress from a local company. It’s just so much to think about for two days abroad!

So we thought: let’s do it all in one go! We can take all of my equipment in our own form of transport, and we’ll know that it’ll work effectively and be safe – one stress removed. I’d like to see the world before it becomes too difficult for me to do so, and I believe this is the best way to do it. Yeah, some days I get achy and I suffer with severe Osteoporosis too, so I want to push myself now whilst I’m still young and can take a bit of the rough side of travelling! Likewise, whilst my boyfriend is still able to pick me up and throw me if he needs too!

Inspiration and practical advice

Over the past few years I’ve been working voluntarily to give support to peers, teens and families with conditions similar to my own, and have been a little unnerved by the cautiousness of many people I’ve met. So part of the aim of this trip is to bring inspiration and enthusiasm to the talks and mentoring I give. It’s such a wonderful feeling encouraging people to take steps towards their dreams of university, driving a car and living independently.

So during this trip I will be keeping people posted on every aspect of the journey, from the preliminary stages of booking and organising disabled accommodation, to what the accessibility of the tourist attraction is like. I will be blogging, reporting and critiquing every single aspect so that other disabled people can use the information as a resource for planning their own trip away.

And the most important point is that I’m not asking for any guidance for the trip from a disabled rep, I am just an ordinary girl, booking a holiday, like any able-bodied 26 year old.

Having a physical disability and using a number of mobility aids such as electric wheelchairs and mobile hoists can often put a strain on holidays abroad. But this entire trip will act to demonstrate how easy it can be with forward planning and the ambition to achieve. This combination is all you need to live an independent lifestyle, whether you’re able bodied or have any form of ailment.

You can follow the rest of our planning by visiting my Facebook page and blog listed below, and during our journey we’ll have a tracking device with us so you can even follow us on our trip of a lifetime.

During the trip we’re raising money alongside this for the Jennifer Trust for Spinal Muscular Atrophy, which gives a great deal of support to young children and their families who have been diagnosed with the condition. If you can, please do donate by visiting www.justgiving.com/ourSMAlladventure.

We’d love to hear your travel tips, words of advice and wisdom, so please get in touch!

www.facebook.com/oursmalladventure
www.oursmalladventure.blogspot.co.uk

Source: Disability Horizons

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/04/2015

‘Cinemagine’ adapta cinema a pessoas com deficiência visual


Em exibição na rede Cinépolis, sessão explora imaginação do público a partir efeitos sensoriaisEm exibição na rede Cinépolis, sessão explora imaginação do público a partir efeitos sensoriais

Com a missão de tornar a sétima arte mais acessível para pessoas com deficiências visuais, a rede Cinépolis recebe o projeto “Cinemagine – Cinema para Imaginar” no sábado, dia 25, às 11h. A sessão especial acontece nas salas 4DX de São Paulo (JK Iguatemi), São Bernardo do Campo (São Bernardo Plaza), Curitiba (Pátio Batel), Salvador (Bela Vista) e Fortaleza (RioMar Shopping ). A entrada é Catraca Livre.

A ideia da iniciativa é proporcionar uma experiência totalmente imersiva em duas histórias de ficção criadas pela agência Mirum: “Um Pato no País das Maluquices” e “A Corrida de Cangurus”.

Usando a tecnologia 4DX, a sessão reproduz essas gravações em áudio, sincronizadas com vários efeitos sensoriais, como movimento dos assentos, vento, aromas, iluminação e água.

A proposta é substituir o poder imagético do cinema pela capacidade de imaginação do espectador.

Ficou curioso? Confira como foi a primeira sessão do “Cinemagine”:

Fonte: Catraca Livre

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/04/2015

Las rutas accesibles dan el salto al mercado internacional


B24A4047Una decena de estudiantes ingleses con discapacidad visual serán los primeros extranjeros que disfrutarán del paquete

El trabajo que desde el año 2010 viene realizando la mancomunidad barbanzana para convertir la comarca en un destino accesible ya está dando sus frutos. Los itinerarios adaptados a personas con diversidad funcional recibieron reconocimientos y ya están siendo demandados por distintos colectivos. De hecho, el paquete turístico acaba de dar el salto al mercado internacional. El lunes, un grupo procedente de Inglaterra, desembarcará en Arousa Norte para dejarse seducir por sus encantos.

Se trata de una decena de estudiantes del Royal National Collage, un centro educativo para personas con discapacidad visual. Tienen entre 17 y 19 años y han elegido Galicia para disfrutar de cinco días de vacaciones. El grupo dedicará tres de esas jornadas a recorrer Barbanza, alojándose en una casa de turismo rural de Boiro.

La gerente de la mancomunidad, Irene Maneiro, considera la contratación de este viaje un nuevo premio al trabajo realizado: «O feito de que un produto que é a nosa gran aposta esperte interese a nivel internacional é para nós unha moi boa noticia, sobre todo pola forma de organizar a viaxe, pois das cinco xornadas que pasarán en Galicia, tres delas estarán en Barbanza. Por algo será».

Maneiro también hizo hincapié en el método empleado por dicho colegio para adquirir el paquete, pues fue contactando con Mundi Boy, la agencia que está encargándose de la comercialización del producto, después de conocer la oferta adaptada a través de Internet.

Excursiones por Neixón, A Curota, el Cielga y la sala Valle-Inclán

El paquete elegido por los estudiantes del Royal National Collage inglés incluye buena parte de los recursos turísticos del territorio barbanzano. Según explicaron desde Mundi Boy, de la mano de un guía especializado, recorrerán el Centro Arqueolóxico do Barbanza, el museo Valle-Inclán, el Cielga y el dolmen de Axeitos, al tiempo que subirán hasta la cima del monte a Curota y embarcarán para realizar la ruta del mejillón.

Esta expedición se suma a una lista integrada ya por más de 350 personas, que es la cifra aproximada de los turistas que han disfrutado de las rutas accesibles ideadas por Arousa Norte. Una parte importante llegaron a la comarca en el marco de viajes promocionales que ahora están dando sus frutos. De hecho, hace unos días pasaron una jornada en la comarca un centenar de sordos, pertenecientes a la federación estatal.

Fuente: La Voz de Galicia

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/04/2015

“Inclusão social nos tornou um grande mercado turístico”


O ex-deputado e ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves assumiu o cargo de ministro de Estado do Turismo.O ex-deputado e ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves assumiu o cargo de ministro de Estado do Turismo.

“O processo de inclusão social ocorrido no Brasil nos últimos 12 anos fez com que a população brasileira se tornasse um grande mercado consumidor de serviços turísticos”, afirmou a presidente Dilma Rousseff, durante a cerimônia de posse do novo ministro do Turismo, Henrique Alves. Sobre o crescimento do mercado brasileiro, a aviação é um bom exemplo do salto. “A expansão de passageiros que usam avião dá uma boa ideia de quanto avançamos nessa área”, disse, citando o número de 85,5 milhões de passageiros em 2010 para 117 milhões no ano passado.

Nesse cenário, a indústria do turismo já responde por quase 4% do PIB do País e mantém cerca de três milhões de empregos diretos. Mas, mesmo tendo desenvolvido a indústria do turismo nos últimos anos, o Brasil tem ainda muito espaço para crescer nessa atividade, lembrou a presidenta.

“Todos aqui vão concordar que nosso País tem que melhorar e oferecer ao nosso turista são bens imateriais: receptividade, beleza natural de nosso País. Mas, nós temos todas as condições de combinar – isso, que é um bem imaterial – aos bens materiais”, como a qualidade da infraestrutura desportiva, da infraestrutura de transporte, da infraestrutura de hospedagem. “Isso tudo combinado, faz inteira diferença”, enfatizou.

Para atender a essa imensa demanda, o governo fez concessões em obras públicas em aeroportos e, para qualificar o mercado consumidor espalhado pelo território continental do País, está ampliando a aviação regional, com a ampliação de destinos e a criação de novos produtos para os novos consumidores, tarefas que Dilma Rousseff disse ter certeza de o ministro Henrique Eduardo Alves desempenhará bem.

Fonte: Panrotas

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 22/04/2015

Accessible walks: take a walk on the wheeled side


Members of the group are compiling a collection of accessible and exciting routes for the ViewRanger GPS navigation appMembers of the group are compiling a collection of accessible and exciting routes for the ViewRanger GPS navigation app

ViewRanger was developed by two outdoor enthusiasts who were brought up on the Walking with Wainright trail guides, which have hand drawn images of the fells and mountains along with detailed descriptions of the routes.  Working in the computer industry, they felt there was an opportunity to make this level of information available digitally.

Co-founder Craig Wareham explains: “We wanted to make the countryside more accessible. People often keep to the same familiar routes as they are concerned about getting lost or that the trail might be too long or difficult for them.  Within the ViewRanger app we have compiled an extensive guide of routes that have been recommended by travel publishers and individuals.

We encourage those submitting the routes to include as much detail as possible about points of interest, things to see on the way and photographs where possible to encourage others to explore.”

Among the many groups recommending routes is the Disabled Ramblers Association. The charity’s members use off-road motorised scooters called Trampers to climb hills, cross streams and navigate muddy trails. They grade the routes so that others can select one that is suitable for their abilities and their type of wheeled vehicle.

Rambles organiser John Cuthbertson finds and explores about 30 rambles a year around England and Wales and uploads the best into ViewRanger.

He says: “Finding suitable routes is a time consuming job which can be frustrating when promising rambles are blocked by steps, stiles, narrow bridges and locked gates.”

Founder Craig agrees:  “Talking to our users we have realised that many groups have similar issues with access, such as parents with baby carriers or buggies who have problems with stiles. So we have included a new category within ViewRanger called Walking with Wheels.

By creating the feature we are hoping to make everyone consider access when they are recommending routes, so it is easier for mobility challenged ramblers to find outdoor routes that are suitable for wheelchairs and powered chairs.”

John welcomes this new category. He says:  “Having a store of suitable routes on ViewRanger will make it much easier for all people with mobility limitations, whether they are on mobility scooters, pushing child buggies or just have difficulty climbing stiles, to find a good trail.”

Having extra information upfront can help make the day more enjoyable. ViewRanger also works as an off-road sat nav which can be used to keep you on the right path.

The ViewRanger app is free to download and many of the routes, such as those created by the Disabled Ramblers Association, are free. These can be viewed on a mobile device overlaid on an outline map.  It is also possible to download more detailed Ordnance Survey mapping so that you always have a good quality map in your pocket, via the ViewRanger app.

Top tips for using ViewRanger

1. Download the app, as well as any routes and maps you might need, onto your mobile device before setting off. This allows you to view the map, route and your location without the need for a mobile signal.

2. Use the ‘search for routes’ feature within the app to find some routes that look suitable for you.  Check the length and difficulty and view the route on a map. Many of the routes provided by organisations such as the New Forest National Park Authority, give detailed access information.

3. Download a number of routes to your phone before you go so that you will have a choice when you arrive.

4. Make sure your smartphone is fully charged and close down any apps you do not need to extend the battery life. Turn off Bluetooth and Wifi if you do not need them.

5. If you have favourite routes that you think others would enjoy set the ‘record track’ option when you next go. Your GPS will record the route you take and when you get home you can sync the route with my.viewranger.com and add photographs and notes about any good cafés, pubs, the location of public toilets and other useful information.

6. Don’t forget to highlight any access issues on the route such as stiles, kissing gates or steps.

To view some of the recently shared routes, suitable for those with access or mobility issues, go to: my.viewranger.com/user/details/30097

Source: Disability Horizons


O livro ‘Etiqueta e Contraetiqueta – Com Etiqueta Inclusiva’ aborda comportamentos e a maneira de pensar a respeito das pessoas com deficiênciaO livro ‘Etiqueta e Contraetiqueta – Com Etiqueta Inclusiva’ aborda comportamentos e a maneira de pensar a respeito das pessoas com deficiência

Este é um livro que ensina com muito bom-humor as regras de comportamento. Questionar regras e apontar opções é uma característica da autora Doris Azevedo, conhecida consultora empresarial. Simples e objetiva a obra ilustra desde atitudes adequadas ao cotidiano até a sugestão de postura em situações inusitadas. A Contraetiqueta proposta pela autora é a contestação de regras passadas de geração em geração, sem questionamento e a Etiqueta Inclusiva, é espelhada em seu momento atual de pessoa com deficiência física, que permite-se participar de todas as oportunidades sociais e profissionais que deseje, sem constrangimentos. E como diz Doris Azevedo: “Com naturalidade e bom-humor é possível ser elegante em qualquer circunstância! sem perder a alegria e o encantamento pela vida.”

Doris Azevedo teve Esclerose Múltipla que a deixou cadeirante. Suas habilidades continuam as mesmas, só que agora com uma visão maior para a inclusão.

Doris Azevedo teve Esclerose Múltipla que a deixou cadeirante. Suas habilidades continuam as mesmas, só que agora com uma visão maior para a inclusão.

Em sua publicação de 2005 “Etiqueta e Contraetiqueta, Um Estilo de Ser”, Doris Azevedo inovou lançando o conceito de “contraetiqueta”. Questionamentos seus sobre regras que não se sustentam na atualidade e promoveu uma verdadeira quebra de paradigmas. Agora numa nova fase da sua vida, relança o livro com atualizações e também dicas de Etiqueta Inclusiva, uma realidade que a autora vivencia por ter perdido parte do movimento das pernas.

Doris Azevedo tem formação superior em Hotelaria, foi professora de vários cursos na área de comportamento e consultora de Etiqueta Profissional de muitas empresas. Conhecida colunista e comentarista de jornais, revistas, televisões e rádios na área de comportamento. Com sua experiência e capacidade de brincar com as palavras transporta a teoria para a prática, tornando a etiqueta algo simples, aplicável, próximo de todos. Hoje, focada na Inclusão das pessoas com deficiência, busca sensibilizar para esta causa, trazendo ao universo do comportamento, além da Contraetiqueta, a Etiqueta Inclusiva. Assim, a autora quer mostrar ao mundo que mesmo com inúmeras limitações físicas podemos e devemos participar dos acontecimentos sociais e profissionais. Sem perder o bom humor e a mania de ser feliz!

Fonte: Doris Azevedo

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