Publicado por: Ricardo Shimosakai | 27/03/2017

Teatro oferece aulas gratuitas para pessoas com deficiência


O Teatro Arca de Noé foi criado para jovens estudantes interessados pela Literatura Brasileira e Portuguesa.

O Teatro Arca de Noé, em Osasco (SP), está com inscrições abertas para o curso de teatro, com vagas gratuitas para turmas durante a semana e com aulas especiais para pessoas com deficiência, às quintas-feiras, no período da tarde.

As aulas começam em abril e os interessados podem se inscrever na sede do teatro, que fica na Avenida Visconde Nova Granada, 513, no bairro Km 18, aos sábados, das 16h às 18h.

Outras informações podem ser obtidas pelos telefones: 11 3486-7591.

Sobre o teatro

O Teatro Arca de Noé surgiu do sonho idealizado pelo produtor cultural Jefferson Brito. Sua ideia era construir um espaço onde jovens estudantes pudessem conhecer, através de espetáculos teatrais, os maiores autores da Literatura Brasileira e Portuguesa. Comporta 280 pessoas e tem o objetivo de ser um Pólo Cultural em Osasco, pois se especializou em apresentações teatrais Literárias. Lá você encontra todos os espetáculos das obras de vestibular a preços populares para alunos do Ensino Médio e Fundamental II. O espaço tem um projeto sustentável, com cadeiras  recicladas e banheiros com paredes de garrafas PETS. Oferece oficinas de atuação que acontecem todos os sábados das 16h às 18h, com duração de 6 meses e, ao final, os alunos recebem o certificado com a apresentação de um espetáculo Literário. A oficina é totalmente gratuita, pois é um oferecimento da Secretaria da Cultura de Osasco e da Cia de Teatro Letra Jovem.

Fonte: Deficiente O Andar Começa na Cabeça


Naidex 2017. Innovaciones para el futuro de la industria de la vida independiente.

Un reloj de alertas para clientes sordos en un edificio -Wiim-, un sistema de lectura audio de la carta del restaurante para clientes con baja visión -Chef’s Voice-, una plataforma web accesible a diversas discapacidades -InSuit- para escoger hotel accesible -Native Hotels- o un avatar en lengua de signos -Maya- son algunas de las aportaciones españolas a la gran cita europea de las tecnologías para la vida asistida y la discapacidad. Es Naidex, en Birmingham, del 28 al 30 de marzo.

En todas las sociedades del baby boom de los sesenta y setenta asistimos a un envejecimiento de la población que será más contundente en el periodo 2030-2050. Hoy ya es una realidad que en el turismo accesible para personas mayores o con discapacidad hay más demanda que oferta, y Naidex es, en este y en otros campos de la vida cotidiana, el evento más influyente de Europa en los sectores de la discapacidad, el cuidado y la vida independiente.

Más de 50 ponencias técnicas se suceden en los tres días del evento.

Acuden a Naidex 2017 más de 12.000 visitantes comerciales, del consumo y de salud durante tres días, en busca de la última tecnología, productos, equipos y servicios innovadores que conforman el futuro para las personas con discapacidad física Discapacidades o necesidades educativas especiales.

Pablo Ramón, fundador de NATIVE Hoteles y Turismo Accesible, es miembro del jurado de los Premios Naidex a la Innovación, haciendo más visible esa presencia española en el evento, que organiza por primera vez PRYSM Media Group, un reputado grupo de comunicación que ha conseguido dar una vuelta de tuerca a la feria, con conferencias de expertos mundiales y una nueva puesta en escena.

Colgador de puerta en braille en el hotel Riad de la Belle Époque, en Marrakech.

La forma en que se percibe la discapacidad ha cambiado mucho en los últimos años y 2016 fue un año enorme para los deportes con discapacidad: el segundo Invictus Games y los Juegos Paralímpicos de verano tuvieron un éxito monumental. Estos macroeventos son, sin duda, la mejor manera de poner la inclusión en el ojo público.

Que uno de cada seis europeos tenga una discapacidad o movilidad reducida equivale a un enorme negocio en torno a las soluciones para la fatiga, la destreza o la salud mental. Soluciones para el transporte público y privado, para el disfrute del ocio con una discapacidad o para el manejo de internet a pesar de limitaciones físicas, visuales o auditivas. Empleo, deporte, comunicación y accesibilidad presentan en Naidex innovaciones para crear una sociedad verdaderamente inclusiva. En Birmingham se reúnen 250 expositores especializados y están programadas más de 50 ponencias punteras en tres día.

Recuperadores de la visión y exoesqueletos

Naidex volverá con un enfoque más fuerte en la tecnología que nunca. Habrá un nivel específico de importancia asociado con la tecnología, productos, gadgets y herramientas que ayudan a la población con condiciones debilitantes a largo plazo. La tecnología está avanzando a un ritmo tan rápido que parece que no hay límite a lo que se puede lograr, ya sea recuperar la visión con el OrCam MyEye o recuperar la capacidad de caminar de nuevo con Gogoa Exoesqueleto [http://bit.ly/2mSyPdf]. La capacidad de la tecnología llega a todo el conjunto de los sectores de la discapacidad, la asistencia sanitaria y la vida independiente.

Esto se reflejará en la primera Cumbre de Tecnología Asistiva de Próxima Generación del mundo (NGAT), que se llevará a cabo dentro de Naidex proporcionando las perspectivas más detalladas disponibles en el futuro de Tecnología auxiliar Reuniendo a expertos internacionales de los más innovadores, de instituciones académicas y de las organizaciones más innovadoras e influyentes del mundo. NGAT es la conferencia más completa de Europa sobre las tecnologías adaptables del futuro.

Paseo con bicis adaptadas a personas mayores o con discapacidad.

En los últimos años, la inversión pública en la investigación, producción y distribución de tecnología de asistencia se ha reducido drásticamente y continúa haciéndolo. Esto significa que la tecnología futurista de mañana está emergiendo en el mercado privado mundial, haciéndola accesible para la población con discapacidades físicas, apoyando y promoviendo una sociedad inclusiva.

En esta edición de Naidex participan las españolas Puntodis, Daas Group, Hearing Software, SignLab y NATIVE Hoteles y Turismo Accesible.

La asistencia a Naidex es gratuita registrándose en www.naidex.co.uk (http://bit.ly/2n2PKu2).

Fuente: El Economista

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 26/03/2017

Leia o Livro, Veja o Filme: O Guardião de Memórias de Kim Edwards


Capa do livro “O Guardião de Memórias” (The Memory Keeper’s Daughter)

O livro

Inverno de 1964. Uma violenta tempestade de neve obriga o Dr. David Henry a fazer o parto de seus filhos gêmeos. O menino, primeiro a nascer, é perfeitamente saudável, mas o médico logo reconhece na menina sinais da síndrome de Down. Guiado por um impulso irrefreável e por dolorosas lembranças do passado, o Dr. Henry toma uma decisão que mudará para sempre a vida de todos e o assombrará até a morte: ele pede que sua enfermeira, Caroline, entregue a criança para adoção e diz à esposa que a menina não sobreviveu. Tocada pela fragilidade do bebê, Caroline decide sair da cidade e criar Phoebe como sua própria filha. E Norah, a mãe, jamais consegue se recuperar do imenso vazio causado pela ausência da menina. A partir daí, uma intrincada trama de segredos, mentiras e traições se desenrola, abrindo feridas que nem o tempo será capaz de curar.

O Filme

Sabe quando reclamamos que muitas partes do livro foram deixadas de fora do filme? Neste caso, isso foi um ponto positivo, pois cortaram da adaptação todos os personagens secundários (Bree, a irmã de Norah; Dorothy March, dona da casa onde Caroline vai morar ao fugir com Phoebe para outra cidade; Rosemary, garota grávida, mais ou menos da idade de Paul, que David encontra na velha cabana abandonada da família e a única pessoa a quem David conta a verdade sobre a filha) e suas histórias desnecessárias.

A adaptação é, na verdade, um telefilme, com Dermot Mulroney interpretando Dr. David Henry, Gretchen Mol encarnando Norah Henry e Emily Watson no papel da enfermeira Caroline Gill. Mesmo que você não leia o livro, recomendo fortemente o filme. Pegue uma caixa de lenços, acomode-se no sofá e bom filme!

Fonte: Resumo da Ópera


Com o novo recurso, quem tem deficiência poderá jogar sendo auxiliado por outro gamer.

O Xbox One terá mais uma atualização em sua interface. E esse upgrade será inovador, pois, além de fazer ajustes no visual do sistema operacional do console, vai permitir que as pessoas com deficiência usufruam de novos recursos para curtir o aparelho de forma ainda mais tranquila, contando com a ajuda de uma espécie de copiloto durante o jogo.

A ideia da Microsoft, portanto, é proporcionar o máximo de acessibilidade nos games do Xbox One e, para os portadores de necessidades especiais poderem receber auxílio de outro jogador em ações mais complicadas das partidas, será necessário o uso de dois controles, que irão funcionar de forma pleonástica.

Ou seja, os jogos aceitarão os comandos dos dois joysticks, mesmo quando você selecionar a opção de apenas um player no game. Fora isso, esse recurso também poderá ser utilizado para jogadores mais experientes instruírem os iniciantes e vice-versa.

Essa atualização, a princípio, será disponibilizada apenas para os membros do programa Preview do Xbox One, o que deve acontecer em breve. Ainda não foi definida a data para que todos os donos do console recebam esse upgrade.

Plataforma de desenvolvimento

A Microsoft também divulgou uma plataforma que permitirá que desenvolvedores de jogos publiquem seus projetos no Xbox One e no Windows 10. Essa ferramenta se chama Xbox Live Creators Program.

Assim que forem adicionados à rede, os games indies (independentes ou produzidos por empresas de pequeno porte) serão reunidos em uma seção especial da loja da Xbox Live. Tudo para possibilitar mais destaque aos títulos e uma curadoria de qualidade.

O kit para desenvolvimento de jogos pode ser baixado aqui. Mas é bom deixar claro que, nesse primeiro momento, a adesão ao programa é limitada. Quando o número de vagas oferecidas acabar, será preciso esperar a abertura de oportunidades para mais usuários.

Fonte: A Tribuna


Protótipos ficarão disponíveis no litoral, mediante agendamento, na Casa de Verão do Sesc, em Tramandaí

Um raro momento de liberdade na vida de sete crianças cadeirantes foi possibilitado no lançamento da ação social do Projeto Tampinha Legal, na manhã desta quinta-feira, na Casa de Verão do Sesc/RS, em Tramandaí. A partir da iniciativa, criada pelo Sinplast, foram desenvolvidos protótipos de andadores infantis de praia, feitos de canos de PVC, que dão independência às crianças para o ingresso no mar.

O grande momento do teste dos protótipos foi acompanhado pelos pais dos jovens, que testemunharam e compartilharam com seus filhos um momento de felicidade plena. A alegria estava estampada no rosto de cada uma das crianças que, um passo por vez, se aproximavam do mar e eram surpreendidas pelas ondas.

“É a primeira vez que ele tem a liberdade de ficar sozinho no mar. Sempre tenho que vir com ele no colo e ficar sentada na água pra ele aproveitar. É uma rara experiência de liberdade”, contou Adriana Lezar, 43, que é mãe do pequeno Luciano Lousada, 5, que possui paralisia cerebral. “Ele é apaixonado pelo mar. Entra e não quer sair”, afirmou Adriana. O jovem faz sessões de fisioterapia no Educandário São João Batista, de Porto Alegre, que foi a segunda instituição escolhida para fazer parte do projeto.

Inclusive, os pais dos participantes também auxiliaram na construção dos andadores. “Em conversa com as famílias, percebemos a necessidade. A cadeira de rodas atola na areia e estraga, então nos propusermos a criar os andadores”, relatou o coordenador executivo do Programa Tampinha Legal, Manoel Gonzales.

A iniciativa foi criada como forma de auxiliar instituições que precisam de apoio para manterem suas atividades voltadas as causas sociais. “A principal ideia foi de coletar tampinhas para reverter em recursos. A primeira instituição parceira foi o Imama, e agora com o Educandário São João Batista sentimos a necssidade de promover uma ação social”, ressaltou o coordenador.

Os andadores permanecerão no Litoral para empréstimo aos veranistas, e será realizado mediante agendamento e assinatura de termo de responsabilidade, nas Casas de Verão do Sesc/RS, e serão levadas para as praias que tiverem a demanda. Os coletores da campanha Tampinha Legal também estão disponíveis aos veranistas para o recolhimento das tampinhas nas praias de Balneário Pinhal, Cidreira, Tramandaí, Atlântida Sul, Torres, Cassino, Laranjal, São Lourenço do Sul, Imbé e Atlântida.

Fonte: Correio do Povo


Rather than tying the knot overseas, 33-year-old Alex Dennis and his partner are waiting for same-sex marriage to become legal in Australia

One reason is wanting relationship recognition in their own country. Another is purely logistical.

“To travel to New Zealand or overseas to get married, it’s a lengthy process,” Dennis, who has spina bifida, told BuzzFeed News. “You’ve got to think [about] travel insurance, and for us, we have a higher premium because we have a disability.

“Myself and my partner, we’re waiting until it becomes legal.”

On Saturday night Dennis will again march at the annual Sydney Gay and Lesbian Mardi Gras parade with a float run by LGBTI people with a disability. He said it’s important to him to march with the group because “we seem to be forgotten”.

“When I say forgotten, it’s this typical cliche – gay guys have wonderful six packs, gorgeous smiles, everything,” he said.

“That doesn’t really exist… but we seem to think it does. We tend to exclude parts of the community.”

The float Dennis is joining is run by People With Disability Australia (PWDA), the Cerebral Palsy Alliance, and service provider Northcott.

This year the government agency responsible for rolling out the National Disability Insurance Scheme (NDIS) will also join the float for the first time.

PWDA co-CEO Matthew Bowden told BuzzFeed News his group – which is entirely led by people with a disability – is working with the agency to help LGBTI people.

“There are problems with services being provided by organisations – or workers in organisations – that are homophobic,” he said.

“Once [the people] have funding given to them, rather than to the service provider, and they have the power to purchase their services, hopefully there will be less experiences of discrimination and vilification on the basis of sexual and gender identity.”

Bowden said the parade entry will make another important statement: people with a disability have sex lives too.

“People with disability [have] the same sexual interests as the rest of the community, and the same sexual interests as the LGBTI community, regardless of having a disability,” he said.

Dennis is used to people making assumptions about his body and sex.

“When I’ve been on dates, generally they would ask, ‘Does it still work down there? Can you get it erect? Would you be able to come?’,” he said.

“As soon as they did that, I was like, ‘Yeah, see you later, bye Felicia’. And I wheel off.”

He said people with a disability have the same feelings, attractions, needs and wants as any other person.

“We might have to do things very differently, or a little bit differently,” he said. “Everything varies depending on the person’s disability – or ability, as I like to say.”

McLoughlin, who is autistic and has Ayme-Gripp syndrome, told BuzzFeed News it is a “pet peeve” of his when people assume he can’t make friends, socialise or be in a relationship.

“I can be all those things,” he said. “It’s just that other people need to be more open-minded.”

McLoughlin said it was easy for people with a disability to feel left out of the LGBTI community and that there needed to be money and services dedicated to inclusion.

“[We have to] be able to go out clubbing and meet other people who are like us and who think like us, who actually behave like us,” he said.

“It’s not right that there are places we can’t go because they’re not accessible, or we’re on social welfare like Centrelink, and we don’t have enough money to go out on a Friday or Saturday night to the local gay bar, or with friends, or on a date,” he said.

Dennis agreed, saying “we need to start conversations with landlords, with business owners” about accessibility: “It’s important that we say to them, ‘You are forgetting a section of the community’. At the end of the day we are the same, so why are we being shunned and ignored? We shouldn’t be.”

McLoughlin said the NDIS could play a part by ensuring social inclusion is woven into individual plans.

“That’s going to include doing things in a setting where they want to be able to be part of the community, not keep [to] themselves at home and feel isolated and secluded.”

Maryanne Diamond from the National Disability Insurance Agency told BuzzFeed News the agency recognised LGBTI people with a disability face specific challenges.

“It’s another layer of feeling locked out of the community, and distrust of government, and that’s why we’ve got a lot of work to do,” she said.

Source: Buzz Feed

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/03/2017

Presentarán futura norma internacional de turismo accesible para todos


Las buenas prácticas mundialmente aceptadas, ayudan a las organizaciones a establecer sus criterios de actuación

Impulsada por Fundación ONCE, la Asociación Española de Normalización, UNE y la Organización Mundial del Turismo (OMT), tuvo lugar en Madrid los días 13 y 14 de febrero la primera reunión de trabajo para la elaboración de una Norma Internacional de Turismo accesible para todos acaba de celebrarse en Madrid.

El Comité técnico TC 228 encargado de turismo y servicios relacionados en el marco de ISO (Organización Internacional de Normalización), desarrollará un estándar internacional global y transversal  que incluya, en primer lugar, un inventario sistemático de los estándares, los criterios técnicos, las recomendaciones y los requisitos ya existentes en el ámbito de turismo accesible. Además, se sugerirán recomendaciones y requisitos para aquellos segmentos de la cadena de valor y actividades relacionadas, cuya estandarización internacional en materia de accesibilidad sigue pendiente.

La futura Norma se denominará ISO 21902  Turismo y servicios relacionados. Turismo accesible para todos. Requisitos y  recomendaciones.  En cuanto al alcance, la nueva norma ofrecerá directrices claras para la planificación del turismo y la gestión de destinos, ya que proporcionará recomendaciones y requisitos sobre los aspectos clave.

Para Jesús Hernández, director de Accesibilidad Universal e Innovación de Fundación ONCE, la nueva norma supondrá “una palanca para que promover el diseño  para todos en un sector económico tan importante como el turístico a nivel mundial. El ocio y el disfrute de la cultura y el turismo son un derecho de las personas con discapacidad, que en muchos casos no pueden disfrutar de él. Lo que supone una discriminación. Además, desde el punto de vista económico la actividad turística pensada para todas las personas supone una fuente de creación de riqueza”.

Por su parte, Márcio Favilla, Director Ejecutivo de la Organización Mundial del Turismo (OMT) destaca que la accesibilidad universal es un derecho y una oportunidad de negocio para destinos y empresas. “El turismo accesible es la respuesta al derecho universal de todos a viajar y descubrir el mundo. A la vez es una oportunidad para el sector turístico de captar un mercado global que incluye millones de personas con discapacidad, los ciudadanos senior, las familias con niños pequeños y otras muchas personas que se encuentran con numerosas barreras, tanto físicas como culturales, cuando viajan.”

De igual manera, Javier García, Director de Normalización de la Asociación Española de Normalización, UNE, afirma que “las normas técnicas son documentos al alcance de todos, que contienen el consenso de todas las partes relacionadas sobre las buenas prácticas mundialmente aceptadas, ayudando a las organizaciones a establecer sus criterios de actuación. Actualmente, el catálogo español recoge 75 normas y proyectos de norma que establecen los requisitos de accesibilidad en numerosos ámbitos, lo que beneficia tanto a las personas con discapacidad y a sus familiares como a la sociedad en general”. UNE es la entidad responsable del desarrollo de las normas técnicas en España y representante nacional ante los organismos internacionales y europeos de normalización.

Hasta el momento el grupo de trabajo establecido en el marco del ISO TC228, cuenta con representantes de Panamá, Austria, Reino Unido, Chipre, Luxemburgo, Portugal, Argentina, Malta, Canadá, Irlanda y España, además de representantes de las Asociaciones ENAT (Red Europea de Turismo Accesible), HOTREC (Asociación Europea de hoteles, restaurantes y cafeterías), ECTAA (Asociación Europea de Tour Operadores y Agencias de Viajes), SBS (Asociación europea que representa a las Pymes en materia de normalización), y ANEC (Asociación Europea de Consumidores)

El nuevo estándar, que está previsto sea aprobado en 2018 después de alcanzar un consenso a nivel del ISO, y se publique a lo largo de 2019, se aplicará a los distintos grupos de interés del sector turístico, tanto públicos como privados y a diferentes niveles.

Fuente: Caribbean News Digital

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/03/2017

App TUR4all revela condições de acessibilidade do Turismo


Plataforma única pode ser consultada por usuários que buscam informações sobre acessibilidade.

As informações sobre acessibilidade relativamente à oferta turística de Portugal e Espanha vão passar a estar organizadas e disponíveis para consulta numa só plataforma. A TUR4all, disponível via app e site, pretende indicar, de forma objetiva e atualizada, as condições de acesso em hotéis, monumentos e museus e ainda a existência ou não de transportes adaptados e de menus em Braille nos restaurantes, entre outros.

A TUR4all é o resultado de uma parceria entre a Accesible Portugal, Fundação Vodafone Portugal e Turismo de Portugal, contando ainda com o apoio da ENAT – European Network for Accessible Tourism. A garantir a componente espanhola da plataforma está a PREDIF e a Fundação Vodafone Espanha.

Em Portugal, a TUR4all vai estar disponível a partir de Setembro deste ano em português, castelhano, francês, inglês, alemão, italiano e mandarim. Através da app e site, os utilizadores podem comentar, pontuar e recomendar cada uma das unidades e serviços presentes e guardar os preferidos. Será ainda possível contactar utilizadores com o mesmo tipo de interesses e necessidades específicas.

Ana Mendes Godinho, secretária de Estado do Turismo, considera que «numa sociedade cada vez mais global se torna imperativo desenvolver soluções inclusivas» e que a TUR4all é uma ferramenta importante de inclusão, que «posiciona Portugal como país acessível a todos». Em comunicado, Mário Vaz, presidente da Fundação Vodafone Portugal, acrescenta que a plataforma «virá certamente a ser um meio de troca de informações e um ponto de referência no que diz respeito ao turismo acessível».

Dados divulgados pela Vodafone indicam que, em Portugal, existe cerca de um milhão de pessoas com necessidades específicas, 2,5 milhões de seniores e 550 mil crianças com menos de cinco anos. Tendo isto em conta, «é importante que todos os agentes do sector turístico adaptem e qualifiquem a sua oferta turística às necessidades», sublinha Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal.

Fonte: Marketeer

 

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 22/03/2017

Basic Guide to Accessible Travel


Japan can be accessible to all

The state of accessibility in Japan has improved dramatically in recent decades with a push towards “barrier-free” facilities that can be navigated by wheelchairs, non-step buses, multipurpose toilets and wide elevators with lowered buttons. However, there also remain a lot of challenges.

On the Streets

Streets in modern city centers and recently redeveloped districts tend to have relatively spacious, dedicated sidewalks with cut curbs. Elsewhere, sidewalks tend to be narrow or separated from vehicular traffic simply by a white line.

Older buildings in Japan tend to have narrow interior layouts. Consequently, shops and restaurants located in such buildings may be difficult to enter and navigate with wheelchairs due to the lack of space and presence of steps. Modern buildings and malls; however, tend to be highly accessible. Using a compact wheelchair will generally be an advantage to navigate Japanese cities.

A typical, narrow street in Tokyo

Trains

Over the past decades, much effort has been put into equipping train and subway stations with escalators, elevators and stair lifts; but some stations – especially outside the city centers – remain difficult to use for travelers with mobility impairments. Also, at certain stations, only some of the entrances may be accessible, which may result in detours.

Most trains have at least one car with space for wheelchairs. When using trains, wheelchair users should approach the staff at the ticket gate. Station staff will guide passengers to the platform (some stations require the use of special, off-limit elevators), help boarding and disembarking using ramps, and call ahead so that there will be staff waiting at transfer points and the destination. When using long-distance and shinkansen trains, it is highly recommended to make a seat reservation for a wheelchair-friendly seat in advance.

Wheelchair accessible toilet on board of a shinkansen

Buses

A majority of city buses these days are non-step or kneeling buses whose drivers will pull up as close to the curb as possible and get out a ramp for wheelchair users. The priority seating area on city buses may have a combination of foldable seats and/or a section without seats for wheelchairs. However, in smaller cities and in the countryside, it is still possible to encounter some older type buses that are difficult to use with a wheelchair.

Long distance buses and airport buses, on the other hand, tend not to be as accommodating to wheelchair users, because boarding typically involves climbing multiple steps. It is usually possible to ride one, but it may require prior arrangement.

Inside a city bus

Taxis

Taxis with wheelchair ramps or special seats that rotate outwards for easier boarding are available through many companies, but they usually require prior arrangement. Regular taxis are not equipped with ramps and may be difficult to board. While a folding wheelchair will fit easily into a regular taxi’s trunk, non-folding ones will probably not.

Rental Cars

Many car rental outlets offer wheelchair-accessible vehicles known in Japanese as fukushi sharyō (福祉車両). Their prices do not differ greatly from hiring a similar sized, regular vehicle. Note that most car rental companies list their wheelchair-accessible vehicles on their Japanese websites, but not on their English ones. Consequently, a phone call will be required.

Wheelchair accessible vehicle on display at a car show

Toilets

With the push towards universal design, the layout of toilets has also changed. These days, it is common to see multipurpose toilets (多目的トイレ, tamokuteki toire) at tourist attractions, department stores, train stations and inside shinkansen trains.

These multipurpose toilets are typically found between the men’s and women’s toilets and are usually large, single rooms that are easily navigable by wheelchair users and sometimes also feature ostomate facilities. They are also intended for parents with young children and therefore also often feature diaper changing tables. Opening and closing the doors can be done by pushing large buttons by the side of the door both inside and outside the toilet.

Modern set of toilets at a shinkansen station

Sightseeing & Accommodation

Accessibility of historic and cultural sites has been improving with the addition of ramps and lifts to existing structures; however, there remain some sites where upgrades are impossible. Newer tourist sites have to include universal design into their construction and tend to be highly accessible. While there is ample of sightseeing information for wheelchair users in Japanese, detailed information in English is less plentiful (see external links below for some good English websites).

Similarly, new hotels have to be accessible by law, while older hotels are undertaking renovations to include barrier-free designs. Some lodgings offer specific barrier-free rooms with bathrooms that cater to those with mobility issues, but these are typically limited in number. As with tourists sites, finding English information about the accessibility of lodgings can be challenging.

Ramp at a Japanese garden in Osaka

Visual impairment

Yellow tactile paving is ubiquitous in Japan. Likewise, there is a lot of information in braille found in public facilities, on board of trains and printed onto some packages; however, the information is in Japanese Braille which is based on Japanese syllabary.

Furthermore, sounds play a large part in helping the visually impaired move around. Various repeating sounds and announcements in stations and other public facilities are played near exits, toilets and braille maps to help improve orientation in conjunction with tactile blocks. Audible signals at some traffic lights indicate that it is safe to cross the intersection.

Braille on the handrail and tactile paving to the top of the stairs

Source: japan-guide.com


Por meio do toque, de cheiros e de sons, pessoas com deficiência visual podem curtir a natureza da Trilha dos Piquetes

Caminho de quem vai até a praia da Lagoa dos Patos em Arambaré, a Trilha dos Piquetes, trecho de 800 metros cheio de arumbevas, bromélias, butiazeiros, capororocas e tantas outras espécies nativas, é o local da primeira trilha acessível para pessoas com deficiência visual no Estado. Conhecer a natureza através de toques, cheiros e gostos, com placas explicativas e cordas-guia, é extremamente enriquecedor, visto pelo aspecto acessível e inclusivo.

Uma parceria entre Sebrae, gestores públicos e empreendedores locais foi feita para que a cidade, antes focada em conquistar visitantes nos períodos de sol, praia e Carnaval, encontrasse sua vocação turística. Em 2016, após um ano de trabalho, o projeto Qualificar o Turismo na Costa Doce — Náutico foi aberto para a visitação de moradores da região e estudantes guiados por componentes da Confraria do Bem Viver.

Estive lá no passeio inaugural, acompanhado por participantes do projeto e guias locais. Durante a explicação sobre a trilha, havia um cuidado especial com a descrição dos vídeos e das imagens, feita ao vivo pela turismóloga Regina Cardona. Era possível sentir uma diferença no ar, o barulho intenso dos pássaros e o ruído distante dos veículos. O terreno era predominantemente arenoso, e as raízes pouco atrapalhavam o trajeto, percorrido com as explicações do guia Pingo.

As cordas-guia eram um pouco baixas, então preferi ir de braço dado com ele. Acabei não fazendo a leitura de algumas placas — porque estavam muito quentes do calor do sol ou por dar preferência para outro deficiente visual ler. Ainda assim, era perceptível que algumas estavam com letras levemente apagadas.

Cordas-guia orientam o caminho pela natureza

No encerramento, descobri que a trilha não havia acabado — mas as cordas-guia, sim. Além disso, uma placa já encontrava-se mais distante da outra, o que não permite ao cego seguir sozinho pelo espaço (ele poderia se perder no caminho).

A primeira trilha acessível foi, na verdade, adaptada, porque tanto as cordas-guia quanto as placas precisam ser sempre retiradas e recolocadas a cada visitação, evitando assim que se estraguem com o tempo e não sofram a ação de vândalos.

Maicon Everton Gomes, que perdeu a visão há três anos por causa de um glaucoma, avalia que, por ser a primeira trilha acessível do Estado, o trajeto foi interessante, e a iniciativa, válida:

— O trajeto foi bem bacana, mas, se pudesse modificar algo, tentaria afastar os galhos espinhentos, pois eles estavam muito juntos da corda-guia.

Já a auxiliar administrativa Letícia Severo da Rosa, 36 anos, pensa que é parte do passeio alguns arranhões, dificuldades na caminhada ou eventuais choques com os troncos das árvores.

— O envolvimento das pessoas em trazer a acessibilidade foi espetacular — avalia.

Placas em Braille passam informações sobre o local

A aposentada Isoleide Baldin de Vargas, 47 anos, teve na Trilha dos Piquetes sua estreia nesse tipo de caminhada — que, segundo ela, superou suas expectativas:

— Foi tudo muito acessível, a história da cidade é riquíssima, e a natureza, muito bela.

 

Como fazer

Quem ficou curioso para conhecer a Trilha dos Piquetes e as belezas da região pode entrar em contato com a Confraria do Bem Viver pelo e-mail para confrariadobemviver@gmail.com ou fazer o agendamento por meio das pousadas e dos hotéis do município.

O passeio deve ser marcado com pelo menos duas horas de antecedência, pois a estrutura de acessibilidade não é fixa, para preservar os equipamentos das intempéries do clima ou de possíveis danos patrimoniais. A visitação custa R$ 18 e pode ser feita em grupo ou individualmente.

Fonte: ZH Viagem

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