Publicado por: Ricardo Shimosakai | 27/09/2016

Aventura Adaptada. Turismo de Aventura Acessível.


aventura-adaptada-descobrindo-a-emocao-de-aventurar-se-com-acessibilidadeAventura Adaptada. Descobrindo a emoção de aventurar-se com acessibilidade.

Por Ricardo Shimosakai

A proposta do turismo acessível é proporcionar meios para que qualquer pessoa, independente da sua condição, consiga realizar as atividades turísticas, sem que haja o enfrentamento de barreiras. É importante que a acessibilidade possa ser autônoma, ou seja, que não seja necessário o auxílio de terceiros. Porém, em alguns casos isso não é possível, seja por questões de segurança, da própria condição do turista, ou de outros fatores que acabam dificultando uma acessibilidade perfeita. O importante, é estar sempre livre de preconceitos, para que se possa buscar com mais facilidade, alguma alternativa. Dentre os segmentos que mais cresceram, o ecoturismo, turismo de aventura e o turismo esportivo merecem destaque.

O esporte assim como a aventura são compostos de desafios. No esporte e paradesporto, geralmente você tem adversários, e na aventura o adversário pode ser você mesmo ou uma situação. Ambas as atividades tem sempre a questão da superação envolvida. Forçados a conquistar a vitória ou um objetivo, os praticantes de esportes ou aventuras, acabam incorporando uma certa filosofia, uma maneira de pensar e agir, onde apesar das dificuldades, farão o possível para conseguir alcançar o melhor resultado.

Essas práticas acabam beneficiando o praticante em sua vida no geral, com um valor ainda maior para pessoas com deficiência. Afinal elas encontram dificuldades a todo o momento, e se não tiverem força de vontade para superá-las, podem acabar morrendo na praia da ociosidade, ou até mesmo se afogar na depressão. Degraus, falta de comunicação adequada, espaços estreitos, discriminações, entre outros fatores, acabam atuando como adversários em nossas vidas, e é preciso vencê-las para conquistar nossos objetivos em qualquer área de nossa vida.

Exploração do Abismo de Anhumas em Bonito, Mato Grosso do SulExploração do Abismo de Anhumas em Bonito, Mato Grosso do Sul

Por isso, é comum ver atletas que vivem de forma independente e feliz. A parte do exercício físico, onde se trabalha a força e o equilíbrio é ótimo ao nosso corpo. Mas também é trabalhado o raciocínio e o reflexo, para criar estratégias para vencer o jogo. Além disso, as competições são uma ótima forma de socialização, pois na maioria dos casos, os adversários ficam somente dentro das quadras, piscinas e pistas, pois fora delas eles podem ser seus grandes amigos. É claro que essa maneira de pensar, serve para qualquer pessoa, mas acaba tendo um valor ainda maior quando se trata de pessoas com deficiência ou algum tipo de necessidade específica.

O turismo de aventura acaba tendo um resultado satisfatório maior do que outros tipos de turismo em locais urbanos e culturais. Isto porque, como dito anteriormente, esse tipo de atividade envolve desafios, e em lugares geralmente rústicos e de natureza. Então a pessoa com deficiência que faz essa opção, sabe antecipadamente que não irá encontrar a acessibilidade da forma como é descrita nas normas, até porque, não existem normas de acessibilidade em ambientes naturais. E também não irá encontrar um local tão limpo e asseado quanto se espera de um hotel, museu ou outro estabelecimento urbano. Claro não se espera sujeira, mas provavelmente irá encontrar poeira, areia, folhas e outros elementos naturais.

Nesses casos, a acessibilidade, ou as condições para que seja possível realizar a atividade, são proporcionadas por equipamentos específicos, como por exemplo, uma espécie de assento individual, colocado no bote de rafting, para dar estabilidade a uma pessoa sem muitas forças ou equilíbrio, como um tetraplégico. Outro grande fator para o sucesso, é a capacitação dos profissionais envolvidos. Cabe ao instrutor de mergulho, por exemplo, fazer uma descrição detalhada dos equipamentos, métodos e situações, para que haja uma compreensão total da parte de uma pessoa com deficiência visual, para que tudo ocorra de forma segura e confortável.

rapel-negativo-no-canion-iguacu-em-foz-do-iguacu-paranaRapel negativo no Cânion Iguaçu em Foz do Iguaçu, Paraná

Um segmento novo do turismo que vem se fortalecendo é o turismo esportivo. São propostas de viagem, para pessoas que querem praticar esportes ou assistir a jogos e torneios. Há grupos que se formam, para participar da Corrida Internacional de São Silvestre ou da Maratona de Nova York, onde também competem pessoas com deficiência. Outra variação, são as provas de ciclismo, como a tradicional Prova Ciclística 9 de Julho que acontece em São Paulo, ou a famosa Tour de France, onde há Handbikes, bicicletas pedaladas com as mãos, utilizadas por pessoas com deficiência física, ou as bicicletas Tandem, com dois lugares onde, onde um vidente vai na frente pedalando e guiando, e a pessoa com deficiência visual vai atrás, também pedalando. E para não deixar de fora pessoas que buscam algo mais suave, a World Bike Tour, que pode ser descrita como um grande passeio ciclístico para toda a família, na qual os participantes ganham uma bicicleta, handbike ou tandem, e acontece anualmente em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Lisboa, Porto e Madri.

Campeonatos e torneios também atraem muitas pessoas a viajar. Há quem não meça esforços para acompanhar a Seleção Brasileira de Futebol numa Copa do Mundo, ou seu time de coração em jogos da Copa Libertadores da América, ou até mesmo em campeonatos nacionais ou regionais. Muitos também, consideram eventos esportivos, como um atrativo a mais para conhecer o destino, o que deve acontecer com o Brasil na época das Olimpíadas e Paralimpíadas, principalmente com a cidade do Rio de Janeiro. Muitos estádios possuem acessibilidade para cadeira de rodas, e alguns até fornecem recursos da audiodescrição para cegos. No Brasil existem até duas torcidas organizadas formadas por pessoas com deficiência, como a Eficigalo do Atlético Mineiro e a Defiel do Corinthians.

descida-de-rapel-positivo-no-campamento-tlachtli-em-san-luis-potosi-mexicoDescida de rapel positivo no Campamento Tlachtli em San Luis Potosi, México

Qualquer pessoa pode participar de qualquer tipo de atividade de aventura, sempre há alguma adaptação que possa ser feita, basta procurar informação a respeito, pois muitas vezes alguma solução já foi colocada em prática, ou também podemos colocar nossa criatividade e experiência em prática, aperfeiçoando ou inventando novas alternativas.

Podemos tomar o mergulho como referência, de uma prática de aventura possível de ser feita por qualquer tipo de pessoa. No geral, a diferença do mergulho adaptado para o convencional, não está nos equipamentos, mas na forma como utilizá-los e na experiência do instrutor. Pesos e técnicas de respiração, são utilizadas para regular a posição de um mergulhador que não consegue movimentar as pernas, ou mesmo um amputado. Surdos que se comunicam através da língua de sinais até levam vantagem, afinal podem conversar com mais liberdade debaixo d’água. Uma solução criativa para cegos, é utilizar mascaras chamadas full-face, que cobrem o rosto inteiro, em conjunto com microfones e fones sem fio, é possível se comunicar, coisa que seria difícil sem essa adaptação, pois a comunicação é totalmente visual através de gestos.

esqui-na-neve-na-pista-de-cerro-catedral-em-bariloche-argentinaEsqui na Neve na pista de Cerro Catedral em Bariloche, Argentina

A partir dai, você já deve ter quebrado a barreira do preconceito, e conseguir imaginar usuários de cadeira de rodas praticando Stand-up Paddle na Represa de Guarapiranga, amputados surfando nas pipelines do Havaí, idosos escalando o Everest no Himalaia, pessoas com Paralisia Cerebral completando as exaustivas provas de Iron Man e jovens com Síndrome de Down esquiando na neve em Cerro Catedral na Argentina.

Alguns destinos acabam tendo destaque, e quando conseguem trabalhar em sintonia, atendendo esse nicho de público, transformando o que era um motivo de depreciação do local ou serviço, em uma vantagem competitiva.

O turismo é uma cadeia produtiva, onde diversas empresas que oferecem hospedagem, transportes, alimentação, informação, atendimento entre outros itens, trabalham fazem sua parte para atender ao turista. É claro que essas empresas, tem obrigações para tornar o turismo acessível. Da parte do turista com deficiência, apesar de não ser uma obrigação, é importante informar aos locais e serviços turísticos, as suas necessidades, pois a acessibilidade não está presente em tudo, e mesmo que seja possível, muitas vezes é necessário uma preparação prévia. Apontar falhas, cobrar melhorias, buscar profissionais experientes e participar, acaba mostrando aos empresários, de que este é um segmento ativo, e que por isso vale a pena realizar melhoras e investir, para que as barreiras e superações, fiquem relacionadas somente às atividades que necessitam desses ingredientes para se fazerem emocionantes.

tirolesa-do-panico-no-parque-dos-sonhos-em-socorro-sao-pauloTirolesa do Pânico no Parque dos Sonhos em Socorro, São Paulo

Para ter acesso ao conteúdo completo, acesse o link do site Aventura Adaptada, ou também a Aventura Adaptada – Versão Digital

Ricardo Shimosakai é CEO da Turismo Adaptado, Bacharel em Turismo pela Universidade Anhembi Morumbi/ Laureate International Universities, trabalha desde 2004 com acessibilidade e inclusão no lazer e turismo. Membro da SATH (Society for Accessible Travel and Hospitality), ENAT (European Network for Accessible Tourism) e CIDCCA (Consejo Iberoamericano de Diseño, Ciudad y Construcción Accessible). Palestrante internacional e docente em cursos de Pós Graduação e MBA da Escola Roberto Miranda de Educação Corporativa.

Fonte: Aventura Adaptada


los-personajes-de-la-serie-que-consta-de-ocho-capitulos-son-jovenes-con-y-sin-discapacidad-que-desarrollan-su-vida-en-distintos-entornosLos personajes de la serie, que consta de ocho capítulos, son jóvenes con y sin discapacidad que desarrollan su vida en distintos entornos

Fundación ONCE lanza mañana jueves la miniserie animada ‘ON Fologüers’, que se distribuirá a través de Internet y redes sociales. Su objetivo es promover la normalización de las personas con discapacidad y mostrar la discapacidad sin que se hable de ella.

“La discapacidad no es la protagonista”, según lo explica José Luis Martínez Donoso, director general de Fundación ONCE. “Hemos querido mostrar la discapacidad sin que se hable de ella, en un tono desenfadado y distendido.Se trata de mostrar la realidad como es”.

Los personajes de la serie, que consta de ocho capítulos, son jóvenes con y sin discapacidad que desarrollan su vida en distintos entornos y protagonizan tramas a través de las que conocemos las barreras sociales y arquitectónicas a las que deben hacer frente en su día a día.

“Reflejamos en cada uno de los capítulos el concepto del diseño para todos. Trasmitimos con una sonrisa valores como la solidaridad, el compromiso, el compañerismo, que llevados a nuestro día a día nos permiten lograr la inclusión de las personas con discapacidad”, reitera Martínez Donoso.

A lo largo de la temporada, que comienza este jueves, conoceremos cada mes a Adolfo y al resto de su pandilla, María, Laura, Toni y Daniel, todos ellos con algún tipo de discapacidad. En cada capítulo veremos cómo cada personaje conseguirá sus objetivos, haciendo una denuncia constructiva y con humor de situaciones concretas que se encuentran las personas con discapacidad.

María es una universitaria con discapacidad que se mueve por la ciudad en su silla de ruedas. Ella es la protagonista del primer capítulo en el que vive su desamor con Carlos, un compañero de clase de la facultad.

Fuente: espacio Logopédico

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 26/09/2016

JECRIPE. Jogos de Estímulo Criados para Pessoas Especiais.


parajecripe-ajuda-a-conhecer-melhor-os-atletas-e-os-esportes-adaptados-de-uma-forma-ludica-e-participativaParaJecripe ajuda a conhecer melhor os atletas e os esportes adaptados de uma forma lúdica e participativa

O ParaJecripe é o primeiro jogo que aborda os esportes adaptados, por meio da inserção de atletas brasileiros que atuam em diferentes modalidades. Entre as modalidades presentes no ParaJecripe, estão: Atletismo, Natação e Tênis. O Atletismo contém dois mini-games: salto em distância e corrida. No salto em distância, você jogará com a atleta Verônica Hipólito que é, também, aluna da UFABC. No mini-game de corrida, você poderá partir em grande velocidade com a nossa Teresinha Guilhermina e seu guia Rafael Lazarini.

A modalidade de Natação é ilustrada por meio do lendário campeão Clodoaldo Silva. Com ele, você poderá concorrer com seus adversários e deixá-los à braçadas de distância. No Tênis, você conhecerá o atleta Marcos Vasconcelos, atleta da CR Tennis, de São Caetano do Sul.

Em cada um dos mini-games das modalidades, você ganhará moedas, como recompensa de seus resultados. Com as moedas, você poderá comprar itens na loja do jogo, para que os nossos atletas possam fazer uso de diferentes acessórios, em cada competição do jogo. Você poderá ganhar muito mais moedas ao responder as perguntas do Quiz pois, a medida que você ler os conteúdos sobre história, curiosidades e atletas do jogo, você poderá exercitar os seus conhecimentos ao responder corretamente as perguntas.

Downloads:
Windows 32 Bits
Windows 64 Bits
Linux 32 Bits
Linux 64 Bits
Mac 32 Bits
Mac 64 Bits

Fonte: Jecripe

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 25/09/2016

Artista ganha prótese com máquina de tatuar embutida


jc-sheitan-perdeu-o-antebraco-direito-quando-tinha-22-anos-e-desde-entao-fazia-os-desenhos-e-tatoos-com-o-braco-esquerdoJC Sheitan perdeu o antebraço direito quando tinha 22 anos e desde então fazia os desenhos e tatoos com o braço esquerdo

O tatuador JC Sheitan ganhou um presente e tanto do artista francês JL Gonzal: uma prótese com uma máquina de tatuar em perfeito funcionamento! Com partes mecânicas de uma máquina de escrever antiga e um gramofone, Sheitan teve o seu trabalho facilitado depois que perdeu o braço direito do cotovelo para baixo. Mesmo com o problema, ele não desistiu da profissão e pretende aprender a tatuar com o braço esquerdo.

É claro que as agulhas, borrachas e outras partes são totalmente descartáveis e trocadas a cada cliente! Por isso, Sheitan confessa que não usa a prótese sempre, já que ela necessita de um longo tempo para manutenção e limpeza; portanto, futuramente, ele usaria uma versão mais funcional e com algumas melhorias.

Confira alguns dos seus trabalhos:

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Fonte: Mega Curioso

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/09/2016

App indica vagas de estacionamento para deficientes e idosos em SP


parknet-tambem-permite-denuncia-de-locais-ocupados-irregularmente-ferramenta-esta-disponivel-para-android-e-sera-liberada-para-ios‘Parknet’ também permite denúncia de locais ocupados irregularmente. Ferramenta está disponível para Android e será liberada para IOS.

Um aplicativo promete ajudar idosos e pessoas com deficiência a encontrar vagas de estacionamento em vias públicas da capital paulista, informou o Bom Dia São Paulo desta terça-feira (13). O “Parknet” disponibiliza rotas para mais de 3 mil vagas exclusivas.

O aplicativo foi desenvolvido por uma das empresas que integram a primeira edição do programa Laboratório de Mobilidade Urbana (MobiLab), uma iniciativa da Secretaria Municipal de Transportes da Prefeitura de São Paulo. O programa visa a busca por soluções tecnológicas que promovam a melhoria da mobilidade urbana na cidade.

Além de indicar a localização das vagas, a ferramenta digital permite que os usuários notifiquem a existência de outras ainda não mapeadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e que denunciem locais ocupados irregularmente.

Para utilizar esses espaços é necessário possuir o Cartão DeFis-DSV, que atesta a deficiência nos membros inferiores, a mobilidade reduzida com deficiência visual e com dificuldade de locomoção.

O aplicativo está disponível para o sistema operacional Android. O download pode ser realizado na página da ferramenta na Internet ou no Google Play. Nos próximos dias será liberado para os usuários do sistema IOS.

Fonte: G1

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/09/2016

Una jornada para concienciar sobre el turismo accesible


ayuntamiento-hoteleros-y-asociaciones-organizan-actividades-para-visualizar-las-caracteristicas-y-necesidades-de-los-visitantes-con-diversidad-funcionalAyuntamiento, hoteleros y asociaciones organizan actividades para visualizar las características y necesidades de los visitantes con diversidad funcional

El turismo accesible ofrece un amplio abanico de ventajas para los destinos que se orientan a este mercado. Ayuntamiento, hoteleros y asociaciones organizan el 27 de septiembre, Día Internacional del Turismo, una serie de actividades para visualizar las características y necesidades de los visitantes con diversidad funcional. El primer teniente de alcalde del Ayuntamiento de Córdoba y delegado de Turismo, Pedro García, junto a Rafael del Castillo, concejal de Servicios Sociales.,

La jornada se propone ser de formación y sensibilización dirigida a los profesionales de Hostecor, la Asociación de Empresarios de Hostelería de Córdoba. El objetivo es sensibilizar, informar y formar a los profesionales del sector turístico de la Provincia de Córdoba para desarrollar conocimientos, actitudes y habilidades que faciliten la acogida de las personas con discapacidad.

Asimismo, se quiere poner en valor las principales necesidades que se deben cubrir para mejorar la atención a los clientes con discapacidad en el uso y disfrute de las infraestructuras y servicios turísticos, y orientar sobre pautas de comportamiento que deben seguir los profesionales del sector turístico a la hora de ofrecer sus servicios a un turista con discapacidad. Por último, además de dar a conocer las ventajas económicas y sociales que el turismo accesible, se quiere ofrece al sector, se quieren exponer casos de buenas prácticas existentes en España, en Andalucía y en la Provincia de Córdoba.

El 27 comenzará con un desayuno molinero en la Puerta del Puente para, acto seguido acudir a una conferencia en el Centrod e Rececpión de Visitantes donde Elena Ortega Alonso, directora Gerente de la Plataforma Representativa Estatal de Personas con Discapacidad Física (PREDIF) ofrecerá una conferencia sobre ¿Qué es el turismo accesible?. Luego se realizará una visita a museos como el de Julio Romero de Torres antes de hacer una parada en el Califato Gourmet y acudir a un concierto en La Calahorra.

imagen-de-un-actividad-de-concienciacion-sobre-accesibilidad-en-cordoba-realizado-por-el-colectivo-los-paseos-de-jane-en-2013Imagen de un actividad de concienciación sobre accesibilidad en Córdoba realizado por el colectivo Los paseos de Jane, en 2013

Importancia del sector

Además de garantizar la igualdad de oportunidades en el uso y disfrute de la oferta turística a todas las personas, el turismo accesible dota de una mejor calidad a los establecimientos y servicios turísticos, ya que integran criterios de accesibilidad que actualmente reconoce el Instituto para la Calidad Turística Española (ICTE) y la Asociación Española de Normalización (AENOR). En un documento municipal se señala que, a esto se une que el colectivo de personas con discapacidad y personas mayores son un segmento de mercado en crecimiento. En España, por una parte, hay cuatro millones de personas con discapacidad y, por otra, se prevé que el grupo de personas de más de 65 años representará en 2050 un 30,8% de la población, frente al 16,8% en 2005.

La captación de este segmento de mercado posibilita la reducción de la acusada estacionalidad que caracteriza el sector turístico, por el elevado número de personas con discapacidad que no tiene responsabilidades laborales. Además, el segmento de personas con discapacidad puede considerarse como “multicliente”, ya que se calcula que una de cada dos personas con discapacidad viaja con un acompañante. Por último, la adecuación del establecimiento o destino turístico a las necesidades de las personas con discapacidad, mejora la imagen de las empresas y del destino, al promocionarse como “socialmente responsables”.

La formación de los profesionales del sector turístico, del personal de atención al cliente y los gestores de los distintos recursos turísticos, es esencial para conocer en profundidad las necesidades de las personas con discapacidad y desarrollar las destrezas y habilidades para ofrecerles la atención y el servicio adecuado. Además, el conocimiento de las necesidades de los clientes con discapacidad y personas mayores, antes, durante y después del viaje, permitirá a los gestores de los establecimientos y destinos turísticos entender la importancia de cumplir y mantener las condiciones de accesibilidad. Para asegurar la satisfacción de estos clientes, la accesibilidad debe abordarse de forma integral y transversal en las instalaciones y servicios turísticos y formar parte de los sistemas de gestión de calidad, seguimiento y mejora continua.

Fuente: cordopolis


sabrina-petraglia-conta-como-foi-a-preparacao-para-a-personagem-e-diz-que-precisa-fazer-fisioterapia-por-conta-de-andar-mancandoSabrina Petraglia conta como foi a preparação para a personagem e diz que precisa fazer fisioterapia por conta de andar mancando

Foi aos 24 anos que Sabrina Petraglia decidiu largar o trabalho de jornalista para tentar a profissão de atriz. Ela trabalhava na rádio Eldorado apresentando um programa de cultura. “Ia virar uma crítica de teatro frustrada. Ia criar um câncer. Eu gostava, escrevia ok, não era a melhor, longe disso. Sempre fiz teatro e achava um hobby, não acreditava. Assistia peças e não subia no palco.”

Sabrina foi atrás do seu sonho e conquistou papéis nas novelas “Passione”, “Flor do Caribe” e “Alto Astral”. Atualmente, aos 33 anos, ela vive a Shirlei em “Haja Coração”, que tem uma luxação no quadril e anda mancando. A personagem já foi interpretada em “Torre de Babel”, pela Karina Barum. Agora, porém, ela aparece em um enredo diferente e, por isso, Sabrina buscou suas próprias referências. O papel de Aracy Balabanian na novela “Nino, O Italianinho” foi uma de suas inspirações.

Além disso, ela passou por um processo de observação. “Fui no Hospital das Clínicas, em São Paulo, na parte ortopédica e fiquei uma tarde sentada lá, observando as pessoas”, contou. “De repente, comecei a notar no dia a dia que várias pessoas mancavam, onde eu ia sempre via. Meu olhar começou a ficar bem apurado.”

Ele teve também uma preparação para aprender a mancar com uma professora de consciência corporal. “Levantamos juntas quatro tipos de mancos. Fui andando e testando em sala de ensaio.” Sabrina também comprou uma bota ortopédica e saiu andando pelas ruas de São Paulo. “Moro na região da Vila Romana, aí fui lá para a lapa de baixo. Depois fui para a Oscar Freire. Como tenho uma carreira muito forte no teatro e estou começando agora na televisão, não tive essa coisa de assédio.” Ela contou que sentiu na pele como é ser uma pessoa com deficiência. “Independente de classe social, educação, de ser criança ou adulto, a reação do ser humano é a mesma. As pessoas olham. É um fato!”, afirmou. “Não é um preconceito, mas senti que olhavam e pensavam: ‘olha, tão bonitinha, mas tem um probleminha’. E apontavam.’”

A princípio, ela disse que se sentiu incomodada e então começou a trabalhar a personagem por dentro. “Queria contar para elas que não era verdade, que eu não era daquela forma. Continuei andando, fiquei com vergonha e queria ficar invisível. Fiquei com raiva, orgulhosa e depois comecei a me aceitar naquela condição até não me incomodar mais. Via que as pessoas olhavam e até dava um sorrisinho.”

SACRIFÍCIO PELA ARTE
Por conta de ter que mancar para o papel, Sabrina contou que está fazendo sessões semanais de fisioterapia. “Teve um dia que gravei muito, fiz muitas cenas andando. Fizemos uma externa e tem uma cena na escada que ela sobe e desce 14 andares. Por conta disso meu joelho ficou cansado. Desalinho todo o meu eixo direito. Parece simples na TV, mas é um trabalhão”, contou.

“Mas alongo bastante e tenho uma fisioterapeuta maravilhosa que me acompanha. Faço yoga então fortaleço bastante os músculos para não ter problema. Também fiz muito aula de consciência corporal, tenho um cuidado.”

Esse foi o primeiro sacrifício pela arte que Sabrina teve que fazer. Ela garantiu que faria qualquer outro que não fosse irreversível. “Não afetando a saúde, tendo um cuidado, um respaldo, eu faria. Engordaria, emagreceria, cortaria o cabelo. Mas não tatuaria de verdade, por exemplo.”

APRENDIZADO
Sabrina contracena com Mariana Ximenes, a Tancinha, protagonista do enredo. Sobre trabalhar com a atriz, que tem uma carreira extensa na TV, ela disse que é uma experiência maravilhosa. “Teve um dia que a gente faz todas as cenas em estúdio juntas. No dia seguinte, eu estava destruída porque acho que não sei dosar minha energia. Aí acordo, chego no Projac e a Mariana está no programa da Fátima. E eu destruída, com vergonha. Falei: Mariana, ‘tenho vergonha de me sentir cansada perto de tudo o que você faz.’” Ela entende de televisão, conhece muito. Fico impressionada com a disposição e profissionalismo dela. Ela me ensina demais. Admiro muito!”

A atriz disse que pra ela fazer TV tem sido um desafio. “Pra mim que estou começando a fazer televisão, é muita coisa pra pensar. É o corpo que manca, é o texto que muda a todo momento – o que é diferente do teatro -, são várias câmeras. É um loucura. Achava que televisão fosse mais fácil. Está me surpreendendo, acho muito difícil!”

CONTO DE FADAS MODERNO
A personagem de Sabrina vive um conto de fadas moderno na novela. Ela se perde em vai em um temporal em São Paulo e sua bota ortopédica ficará presa em um paralelepípedo. Ela é obrigada da deixar o calçado, que é encontrado por Felipe, vivido por Marcos Pitombo. Sabrina acredita que histórias reais de conto de fadas como essa acontecem. “Quando a novela começou, falei com meninas com esse mesmo problema. Elas me escreveram tanto no Instagram quanto no Facebook me contando as histórias delas, histórias incríveis! Uma dentista me disse que sofreu pra caramba e de repente apareceu uma pessoa maravilhosa. Ela casou, tem uma filhinha de 6 anos e a pessoa apoiou ela fazer a cirurgia. A gente se fala direto. Isso existe, é real.”

NAMORO À DISTÂNCIA
Sabrina namora há quatro anos com um engenheiro e há dois anos e meio o relacionamento é em meio à ponte aérea, pois ele mora no Chile por conta do trabalho. “Ainda bem que a gente tem benefício de passagem e consegue quase todo final de semana se ver. Pelo menos de 15 em 15 dias a gente se encontra.”

A atriz disse que ele é supertranquilo em relação ao seu trabalho e a apoia. “Agora que ele me vê crescendo, ganhando de dinheiro… Eu consegui! É tão difícil viver de arte no Brasil. Ele tem orgulho, gosta, me apoia muito, não fica bravo e nem tem crise de ciúmes”, contou. “Ele é muito seguro e eu também não dou motivo. Quando a gente se vê, nem dá tempo de brigar. Eu sou esquentada, ele tranquilo. Quando eu vou, ele fala: ‘calma, a gente tem pouco tempo. Está tudo bem, a gente vai resolver.'”

Veja como Sabrina Petraglia interpreta a personagem Shirlei em Haja Coração, mancando quando caminha, clicando aqui ou na foto abaixo

Veja como Sabrina Petraglia interpreta a personagem Shirlei em Haja Coração, mancando quando caminha, clicando aqui ou na foto abaixo

Fonte: marie claire


left-to-right-peter-myron-mayor-tshifhango-and-andrew-dipelaLeft to right: Peter Myron, Mayor Tshifhango and Andrew Dipela

The theme was communicated by the department’s Peter Myron at the launch of tourism month in the Limpopo province.

Speaking during a press conference, Myron encouraged South Africans to become tourists in their own country, adding that the department had put in place to certain measures to ensure that travelling was accessible for everybody, including persons with disabilities.

“Universal access is really important because it falls in line with that constitutional theme, and persons with disabilities therefore are part and parcel of our customer base. They are part and parcel of our society, of our community. And therefore whatever service we are offering to all consumers and all tourists in the country, we also must make those services available to persons with disabilities.”

Myron explained that the department is working with organisations such as DEAF federation of SA, BLIND SA and the National Council for Persons with Physical Disabilities SA.

The department has also helped forge a forum for people with disabilities where issues of reform and infrastructure can be addressed.

Andrew Dipela of the Limpopo Tourism Agency expounded on what those projects were:

“The LTA commits to assessing trails in all parks and venues managed by LTA, for their sustainability and ease of use for all travellers. A nature trail in the park can be set up so that it can not only be traversed by someone in a wheelchair but it can also be walked, and the informational sign along the trip can be read by a blind person. Furthermore it need not be single handicapped trail so that it is only used by persons with disabilities. It is just a nature trail; people of all sorts will use it.”

The theme ‘Tourism For All’ also stretches out to include families with low income that would like to see more of our beautiful country.

Source: Sowetan


dia-26-de-setembro-dia-do-deficiente-auditivo-publique-um-video-sem-audio-com-a-legenda-estou-em-silencio-para-voce-escutar-essa-mensagem-surdoehquemfalaDia 26 de setembro, Dia do Deficiente Auditivo, publique um vídeo sem áudio com a legenda ‘Estou em silêncio para você escutar essa mensagem: #surdoehquemfala

A apresentadora Milena Machado (Auto Esporte – TV Globo) se uniu ao publicitário Alexandre Peralta (Agência Peralta) e a um grupo multidisciplinar para produzir e lançar a campanha #surdoehquemfala, de apoio aos deficientes auditivos.

O objetivo é incluir o deficiente auditivo melhorando o seu convívio social. A “deficiência invisível”, como muitos costumam chamá-la, marginaliza quase sete milhões de pessoas só no Brasil. A exclusão dessa parcela significativa da sociedade poderia ser amenizada com gestos como olhar nos olhos durante a conversa, o que facilita a comunicação com o surdo, por exemplo. A campanha faz um convite para pessoas se relacionarem de forma diferente com essas pessoas: “Toque nele gentilmente, fale claramente e repita se necessário”, diz a campanha.

Durante o mês de setembro, formadores de opinião (celebridades, personalidades e youtubers) irão publicar fotos, textos e vídeos sobre a importância da inserção social do deficiente auditivo na sociedade. Serão mais de 10 frases orientando ouvintes a se comunicar de forma leve, clara e simpática com os deficientes auditivos. A hashtag #surdoehquemfala estará presente em todas as postagens.

Também haverá a produção de anúncios, spots para rádio e filmes de tv. Entre eles, um estrelado pelo empresário e inventor, deficiente auditivo, Thierry Marcondes; outro com uma menina síndrome de down que pede atenção para a causa dos surdos; e um terceiro com deficientes auditivos empregados e desempregados.

No dia 26 de setembro, o dia nacional do deficiente auditivo, todos os internautas estão convidados a fazer vídeos com cinco segundos de silêncio em apoio a campanha. A ideia é que o silêncio fale alto:  “Estou/Estamos em silêncio para você escutar essa mensagem: #surdoehquemfala”.

Fonte: Grandes Nomes da Propaganda


Brazilian Paralympic athletes play basketball in wheelchairs during an event celebrating one year until the start of the Rio 2016 Paralympic Games Brazilian Paralympic athletes play basketball in wheelchairs during an event celebrating one year until the start of the Rio 2016 Paralympic Games

If you were to look at new constructions built in advance of the Rio de Janeiro Olympic and Paralympic Games, you might think Rio was a friendly city for those with physical disabilities. The newly-built Museu do Amanhã and surrounding Porto Maravilha area, for example, have smoothly paved roads, wide entrances, and ramps and elevators for wheelchair access.

But, as Teresa Costa d’Amaral of the disability advocacy agency IBDD explains, to get there you have to pass through an entire city that is not accessible. Rio’s sidewalks are narrow, broken up by holes and uneven cobblestones, and few curbs have ramps to allow for wheelchair access. Crosswalks lack any audible signals for the visually impaired. Of the 100 train stations in Rio, only five are wheelchair accessible, including stations tied to Olympic venues like Deodoro and Maracanã.

Last year, D’Amaral spoke to NPR’s Lulu Garcia-Navarro and gave Rio de Janeiro a “zero” for accessibility. Her updated ranking? Still zero. “I never thought it would change, but I also didn’t think the change would be so insignificant,” she says of the Paralympics’ impact on Rio’s accessibility.

For all the talk around accessibility in advance of the Paralympics, the actual effects on the day to day lives of Rio residents with disabilities has been small. Speaking to the Telegraph, Heitor Luiz de Menezes, a Rio resident who uses a wheelchair, called the city “horrendous.” Despite the city’s attempt to make all venues accessible, the frustration of getting to and from Olympic stadiums left him discouraged from attending further events. “During the Olympics, the IOC and Rio’s City Hall simply didn’t think about disabled people,” he said.

Rio officials however, tell a more confident story. Speaking at a recent press conference on accessibility and tourism in Brazil, Nilo Sergio, Secretary of Tourism for the state of Rio de Janeiro, maintained Rio has made progress in improving accessibility. “Today, all hotels in the state are required to have adaptations for those with disabilities,” he said. Public transportation access has also improved, with all busses installed with wheelchair lifts, and the Brazilian Ministry of Tourism has created an online guide to accessible tourism.

But D’Amaral insists that even while busses have lifts, they often are out of service, or drivers might stop away from the curb, making the entrance difficult to access. And many devices intended to increase accessibility aren’t actually designed with disabled people’s needs in mind; ramps installed in hotels, for example, might be too steep for someone in a wheelchair to comfortably navigate.

Beyond the city’s lack of infrastructure, Brazilians with disabilities also lack visibility. They are often ignored in the society at large – an attitude highlighted by a recent Vogue Brazil photo shoot that attempted to promote the Paralympics without showing any actual Paralympians. Though behind-the-scenes images featured Paralympic athletes Bruna Alexandre and Renato Leite, the actual shoot showed able-bodied actors Paulo Vilhena and Cléo Pires with their limbs erased to imitate Alexandre and Leite. Paralympic athletes have also struggled to gain funding, and they have been hit much harder by Brazil’s financial crisis than their Olympic counterparts.

And it’s not as though Brazil doesn’t have legislation to protect the rights of those with disability; such laws have been on the books since 1989. But while Brazil continues to enact legislation to ensure accessibility, the actual enforcement of those laws has been uneven. There are examples in Brazil of how accessibility can be better implanted, such as in the city of Curitiba, which has integrated accessibility into all levels of public transportation. But Rio overwhelmingly lacks the infrastructure or public interest to make accessibility a reality.

While the Paralympics have shined a spotlight on the accomplishments of disabled athletes, that attention will disappear as the Games come to an end. D’Amaral says that when Brazil’s Paralympians go home, their lives will go back to the way they were, without any long-term change. And whatever glory the Paralympics might bring to athletes, that attention won’t trickle down to the day-to-day lives of Brazil’s disabled population.

Source: Paste Magazine

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