La empresa transportista deberá informar de las condiciones de accesibilidad de vehículos y estaciones

La empresa transportista deberá informar de las condiciones de accesibilidad de vehículos y estaciones

El Ministerio de Fomento ha comunicado a la Oficina del Defensor del Pueblo que obligará a las empresas de transporte a detallar las condiciones de accesibilidad que ofrecen a los usuarios con discapacidad durante el viaje.

Como explica la Oficina del Defensor del Pueblo, “en un escrito remitido a nuestra Institución, Fomento asegura que prepara un nuevo reglamento de ordenación de los transportes terrestres que establece que las compañías de autobuses deberán informar a los usuarios antes de iniciar un viaje de todas las condiciones de accesibilidad existentes, tanto en los vehículos como en todas las estaciones en las que se vaya a parar durante el trayecto”.

Nuevo reglamento

La Oficina del Defensor del Pueblo tiene en marcha una actuación ante Fomento y el Ministerio de Industria, Energía y Turismo sobre la información que ofrecen las páginas web de las empresas de transporte en autobús para las personas con movilidad reducida y/o usuarios en silla de ruedas.

Concretamente, la actuación fue iniciada a instancias del Comité Español de Representantes de Personas con Discapacidad (CERMI), institución miembro de Somos Pacientes que remitió a la Oficina la queja de un usuario que, tras analizar información proporcionada en las páginas web de 26 empresas, concluyó que ésta es incompleta y no garantiza la planificación del viaje de una manera certera a personas con movilidad reducida y/o usuarios en silla de ruedas.

Sin embargo, como destaca el CERMI, “según ha informado Fomento a la Oficina del Defensor del Pueblo, el futuro reglamento contempla que cuando los billetes se compren electrónicamente, la empresa transportista deberá informar de las condiciones de accesibilidad de vehículos y estaciones a través del medio utilizado para contratar”.

Fuente: Somos Pacientes


A equipe Warfighter Sports foi composta por veteranos de duas gerações diferentes, feridos em três guerrasA equipe Warfighter Sports foi composta por veteranos de duas gerações diferentes, feridos em três guerras

A American International Group, Inc. (AIG) e a Willis orgulhosamente patrocinocinaram a iniciativa da Disabled Sports USA, uma das maiores organizações desportivas EUA para pessoas com deficiência, em sua escalada ao Aconcágua por meio da Warfighter Sports Team. A expedição não só desafiou os veteranos com deficiência física a escalarem a montanha mais alta do mundo fora da Ásia, mas inspirou e motivou companheiros feridos de guerra e outros, que estão enfrentando o desafio da reabilitação após grave lesão, a compreenderem que eles podem viver ativamente, apesar de suas deficiências.

A caminhada começou em 16 de janeiro e em 28 de janeiro, três dos homens da expedição alcançaram o topo do Aconcágua, localizado na Argentina a 6.962 metros de altitude, o equivalente a 22.837 pés.

“A força, o caráter e o companheirismo demonstrado por esta equipa de veteranos de guerra feridos e aqueles que os acompanharam na subida são verdadeiramente inspiradores. Aplaudimos sua coragem e determinação e estamos honrados em ajudar a Disabled Sports USA a fazer essas oportunidades possíveis”, disse Rob Schimek, Presidente e CEO das Américas para a AIG.

Após a subida, a equipe voltou para Mendoza, na Argentina, onde celebraram a sua conquista.

“Se imagina quanto esforço foi colocado em cada etapa – na subida, na descida, lateralente e entre tudo – foi marcante. Basta olhar para as conquistas da equipe na montanha. Todos eles colocaram grandes esforços. Aprendi também que a conscientização é fundamental”, disse Alexander (Alf) Garner, Diretor Executivo da Faber Global América do Norte, divisão comercial da Willis. “O Programa Warfighters Sports realmente pode (e faz) vidas mudarem”, acrescentou.

A equipe Warfighter Sports foi composta por veteranos de duas gerações diferentes, feridos em três guerras. O objetivo da expedição foi testar os limites da resistência, mas também serviram para aumentar a consciência das habilidades dos guerreiros americanos que foram feridos defendendo sua terra natal.

A caminhada foi registrado por meio de fotos e um blog. Para acessá-lo, clique no link a seguir: http://www.disabledsportsusa.org/aconcagua/

Sobre a AIG

A American International Group, Inc. (AIG) é uma organização internacional, líder no mercado securitário, que presta serviços a clientes em mais de 100 países e jurisdições.  As empresas da AIG atendem clientes comerciais, institucionais e individuais por uma das maiores redes internacionais de seguros de propriedade e de acidentes no setor de seguradoras. Além do mais, as empresas da AIG são líderes no fornecimento de seguros de vida e serviços de aposentadoria nos Estados Unidos. As ações da AIG são cotadas nas bolsas de valores de Nova Iorque e de Tóquio.

Informações adicionais sobre a AIG em http://www.aig.com | YouTube: http://www.youtube.com/aig | Twitter: @AIGInsurance | LinkedIn: http://www.linkedin.com/company/aig

AIG é o nome comercial das operações globais de seguros de patrimônio e de responsabilidade civil, vida e aposentadoria e seguros em geral da American International Group, Inc. Para obter mais informações, visite nosso website no endereço http://www.aig.com. Todos os produtos e serviços são executados ou fornecidos por subsidiárias ou afiliadas da American International Group, Inc. É possível que nem todos os produtos ou serviços estejam disponíveis em todos os países e a cobertura do seguro é regida pelo próprio texto da apólice. Certos produtos e serviços que não sejam relacionados a seguros podem ser oferecidos por provedores de serviços independentes. É possível que determinadas coberturas de patrimônio e de responsabilidade civil sejam oferecidas por uma seguradora de linhas excedentes. Geralmente, as seguradoras de linhas excedentes não participam dos fundos de garantia do estado e, portanto, não são protegidas por tais fundos.

Sobre a Willis

Willis Group Holdings é um líder global em consultoria de riscos e corretagem de seguros e resseguros. Fundada em 1828, hoje a Willis opera em todos os continentes. Com mais de 400 escritórios e 18.000 funcionários, é a maior consultoria e corretora de seguros nas linhas de seguros aeronáutico, de transportes e energia. A Willis oferece aos seus clientes expertise, trabalho em equipe, inovação e produtos de ponta, bem como serviços especializados em gestão e transferência de riscos. Nossos profissionais estão entre os líderes mundiais em análise, modelagem e estratégias de mitigação de risco, na intersecção do comércio global e eventos extremos. Em qualquer região, indústria e especialidade a Willis apoia seus clientes locais e multinacionais com a resiliência necessária para um mundo cada vez mais exposto a riscos.

Fonte: segs

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 01/03/2015

Empresa desenvolve despertador alternativo para surdos


Já existem eficientes despertadores vibratórios no mercado, mas muitos são importados e carosJá existem eficientes despertadores vibratórios no mercado, mas muitos são importados e caros

Rádio-relógio, despertador convencional, celular… São vários os produtos que têm a função de acordar as pessoas. Mas, o que faz parte do cotidiano de muita gente, ainda é um desafio para quem não escuta.

A presidenta da Associação dos Surdos do Ceará, Silvia Helena Mota, explica que muitos surdos aprenderam a lidar com a situação, acostumando o corpo a acordar sempre no mesmo horário. Quando tem uma viagem de manhã ela tenta “memorizar” à noite e acaba acordando várias vezes. Em alguns casos prefere não dormir até o horário da viagem.

O professor de libras para ouvintes, Wyller Vasconcelos, já perdeu a hora. Ele lembra que uma vez já abriu a janela para usar o calor do sol como despertador. Assim, acabou acordando e dormindo várias vezes até o horário de se levantar.

O administrador da empresa Orpa Eletronics, Raul Ribeiro, percebeu essa dificuldade quando recebeu no trabalho a visita de um amigo de infância, que é surdo.

Como não conseguem ouvir o despertador, muitos usam a função de alarme do celular e colocam embaixo do travesseiro para acordar com a vibração do aparelho. Ribeiro destaca que esse hábito, além de fazer mal à saúde, muitas vezes não é eficaz, principalmente porque os celulares mais novos não possuem uma vibração muito forte.

Dessa forma, ele consultou os engenheiros sócios da empresa para saber se existia uma forma alternativa e barata para esse público. Foi aí que surgiu o “Wake Up Deaf”, Acorda Surdo, em inglês.

De acordo com o empresário, já existem despertadores parecidos no mercado, mas muitos são importados e caros. Em uma pesquisa pela internet, o mais barato está em torno de 150 reais. A ideia é justamente fabricar o produto para ser mais acessível, custando cerca de 80 reais.

O dispositivo está em fase de finalização, com o desenvolvimento do aplicativo para conectá-lo ao celular. Agora, os idealizadores buscam parcerias para produzir aparelhos em larga escala.

Quem quiser ajudar no projeto pode entrar em contato com a empresa pelo número: (61) 3222-5915

Fonte: EBC

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 28/02/2015

Estudante usa dança cigana para melhorar autoestima de deficientes


Regina Borges realiza trabalho com dez cadeirantes em Luziânia, GO. Iniciativa virou pesquisa acadêmica.Regina Borges realiza trabalho com dez cadeirantes em Luziânia, GO. Iniciativa virou pesquisa acadêmica.

A estudante de assistência social Regina Borges, 43 anos, pratica dança cigana há mais de 20 anos e decidiu usar a técnica para melhorar a qualidade de vida de portadores de deficiência de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Ela fundou o grupo “Bailando com a Vida”, no qual dez cadeirantes participam ativamente das coreografias. O resultado obtido com o trabalho virou uma pesquisa acadêmica, e o resultado foi apresentado durante um congresso em São Paulo.

Regina conta que sempre foi apaixonada pela dança cigana e, quando estava no palco, pensava em como era realizada por poder executar os passos. No começo de 2010, antes de fundar o grupo, ela esteve em um teatro de Brasília, onde assistiu a uma apresentação de pessoas em cadeira de rodas. “Eles dançavam um estilo mais clássico, mas foi tudo muito lindo. Aí eu pensei que a dança cigana se encaixaria muito bem, já que ela exige muitos movimentos com os braços, o que é plenamente possível aos cadeirantes”, lembra.

Em março daquele ano, ela iniciou o projeto em Luziânia, cidade com aproximadamente 174.500 habitantes, segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Destes, mais de 22% apresentam algum tipo de deficiência. Ao pesquisar sobre o tema, Regina decidiu, então, criar um grupo no município, mas conta que enfrentou um pouco de resistência. “Eu passei a divulgar o meu projeto, mas ninguém parecia se interessar. Até que o primeiro cadeirante apareceu e trouxe um amigo e assim por diante. Atualmente, são dez integrantes que tiveram suas vidas transformadas”, afirma a estudante.

Projeto científico

A estudante lembra que o trabalho com os deficientes foi iniciado antes de cursar assistência social na Faculdade Anhanguera, em Luziânia. Mas no decorrer dos anos, os colegas foram se interando sobre o grupo de dança. “Aí, em setembro de 2012, um professor conheceu o meu projeto e me convidou para participar da iniciação científica”, conta.

Regina montou, então, um questionário com 16 questões, nos quais os cadeirantes responderam sobre aspectos que mudaram nas suas vidas após o grupo de dança. “O estudo apontou uma melhora significativa na autoestima dos envolvidos e na integração social. A entrada no grupo foi o agente motivador da mudança”, explica a estudante.

Uma das perguntas feitas ao grupo foi se eles se sentiam inúteis nos grupos sociais a que pertecem. No primeiro questionário, aplicado em janeiro deste ano, 50% dos cadeirantes disseram “sim”. A mesma pergunta foi aplicada em julho passado, após a intensificação das atividades de dança, e apenas 10% voltaram a concordar com a realidade. “Isso mostra que houve um avanço muito grande, pois eles puderam enxergar que podem ser inseridos na vida cultural e ter atividades como qualquer pessoa”, destacou a estudante.

Grupo Bailando com a Vida posa antes de apresentação em LuziâniaGrupo Bailando com a Vida posa antes de apresentação em Luziânia

Bailando com a Vida

Regina explica que o trabalho no grupo basicamente consiste em criar coreografias, nas quais os deficientes estão inseridos. Antes de iniciar, muitos apresentavam quadros de depressão e receio até de sair de casa. “É comum que a gente tenha medo de novas experiências. Imagine para alguém que tenha alguma deficiência e lute todos os dias com as dificuldades cotidianas. Quando começamos o trabalho, todos tinham vergonha de se expor ao público e muitos nem tinham mais expectativa de vida”, conta.

Segundo ela, aos poucos, a realidade dos participantes foi mudando, principalmente em fatores relacionadas à autoestima. “A gente se reúne periodicamente para os ensaios e durante esses encontros eles, além de se exercitar, podem conversar uns com os outros e trocar experiências. Isso foi enriquecendo a vida de cada um e hoje os resultados são incríveis. Um deles era tão tímido que mal saía de casa, mas no grupo conheceu uma pessoa e hoje eles são casados”, lembra a pesquisadora.

O deficiente citado é José Raimundo Silva, 37 anos, que afirma que o Bailando com a Vida lhe trouxe uma nova motivação para seguir em frente. “Participando do grupo, readquiri autoconfiança. Me sinto capaz de realizar funções que as pessoas sem deficiência realizam. A dança me reabilitou para a vida”, contou o cadeirante.

Segundo Regina, nestes três anos de existência do grupo, ela pôde comprovar a força da dança como meio importante para devolver a autoestima dos deficientes. “No grupo tínhamos um participante que era alcoólatra e estava se entregando ao vício. Outro apresentava quadro de depressão e fazia o uso de medicamentos para controlar o mal. Hoje, todos eles estão bem e aprenderam a lidar melhor com as dificuldades geradas pela deficiência. O Bailando com a Vida virou uma motivação tanto para eles quanto para mim”, ressalta.

Apesar da iniciativa que ajuda a melhorar a qualidade de vida dos dez moradores de Luziânia, o projeto de Regina ainda segue sem apoio financeiro e tudo é feito de maneira independente. “Eu mesma providencio as fantasias e agendo as apresentações que iremos fazer. Tudo dá muito trabalho, mas o resultado é enriquecedor”, afirma.

Segundo ela, até o transporte dos dançarinos para os espetáculos é um desafio. “Sempre temos que alugar vans que nos levem aos locais das apresentações, mas nem sempre é fácil encontrar pessoas dispostas a levar um grande número de deficientes e suas cadeiras de rodas.”

E é assim que o grupo realiza o trabalho, com muito esforço e recursos próprios. “Já chegamos a pensar em cobrar pelo show, mas a resistência, infelizmente, ainda é muito grande quando se fala em um grupo de cadeirantes. Mesmo assim, estamos na luta e não vamos desistir de mostrar nosso trabalho”, ressalta Regina.

Fonte: G1

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 27/02/2015

Nazi disabled victims memorial unveiled in Berlin


The Nazi programme officially ended in 1941 but carried on covertly until the end of the warThe Nazi programme officially ended in 1941 but carried on covertly until the end of the war

A glass monument has been publicly opened in Berlin to 300,000 victims of the Nazis with mental and physical disabilities or chronic illnesses.

The 24m-long (80ft) blue, glass wall is in front of the Berlin Philharmonie building, where the office housing the Nazi “euthanasia” programme once stood.

It is the fourth monument in the German capital to victims of the Nazis.

In the past 10 years, memorials have been erected to Jewish, Roma (Gypsy) and gay victims.

Under Adolf Hitler’s initial programme, the Nazis killed more than 200,000 people from early 1940 to August 1941, focusing on patients in mental health clinics and care homes.

It was known as T4, after the Tiergartenstrasse 4 office from which it was directed.

The T4 programme continued covertly for another four years, with gas chambers and killing centres used in Germany and Austria.

It was considered a precursor to the Holocaust in which six million Jews were murdered.

Patients from hospitals and nursing homes were among those systematically murderedPatients from hospitals and nursing homes were among those systematically murdered

Source: BBC


Jornalista goiana se aventurou sozinha por 4 nações durante 2 meses. Ela diz que objetivo é encorajar pessoas a realizarem o que têm vontade.Jornalista goiana se aventurou sozinha por 4 nações durante 2 meses. Ela diz que objetivo é encorajar pessoas a realizarem o que têm vontade.

A deficiência nas pernas não impediu a jornalista goiana Jéssica Paula Prego, de 23 anos, de realizar o sonho de viajar sozinha por quatro países da África, durante dois meses. Agora, ela quer contar em um livro as histórias que escutou, aventuras e dificuldades superadas. O objetivo é que a publicação seja feita até o final do ano.

“É uma grande aventura e eu conto uma história de uma grande viagem. Eu acho que as pessoas podem se incentivar a fazer coisas diferentes, que elas têm vontade de fazer, mas não têm coragem”, diz a jornalista.

Moradora de Rio Verde, no sudoeste de Goiás, Jéssica perdeu parte dos movimentos das pernas aos seis anos de idade devido a uma mielite, infecção na medula que provoca paralisia. A jovem conta com a ajuda de muletas para se locomover.

Para ela, a deficiência ajudou nas descobertas que fez durante a viagem pela Etiópia, Sudão, Sudão do Sul e Uganda, em 2013 . “As pessoas eram muito receptivas. Com a deficiência física, eles se sentiam quase de igual a igual, não tinham receio, queriam me ajudar”, conta Jéssica.

Durante a aventura, ela contraiu malária. Apesar de a enfermidade ser normal na região, esta foi uma das principais dificuldades enfrentadas pela jovem.

Mãe da jornalista, a empresária Eliete Maria da Silva afirma que já passou noites sem dormir por causa da viagem da filha. Para ela, a determinação de Jéssica é um exemplo. “Acho que ela é um exemplo de vida, de força, de determinação até para mim mesma, como mãe, pois, às vezes, em vez de ela se espelhar em mim, eu me espelho nela”, diz, orgulhosa.

Fonte: G1


Personas con discapacidad sensorial pueden acudir con amigos y familiares y disfrutar de las actuaciones de forma normalizadaPersonas con discapacidad sensorial pueden acudir con amigos y familiares y disfrutar de las actuaciones de forma normalizada

Consisten en la aplicación de recursos tecnológicos que permiten eliminar barreras en el acceso a la comunicación, la información y los contenidos audiovisuales para las personas con discapacidad visual y auditiva

El Teatro Cánovas y el proyecto ‘Teatro Accesible’ han firmado este viernes un convenio para ofrecer representaciones y conciertos para que personas con discapacidad sensorial puedan acudir con amigos y familiares y disfrutar de las actuaciones de forma normalizada.

Este teatro accesible consiste en la aplicación de recursos tecnológicos que permiten eliminar barreras en el acceso a la comunicación, la información y los contenidos audiovisuales para las personas con discapacidad visual y auditiva.

La delegada territorial de Educación, Cultura y Deporte, Patricia Alba, ha afirmado en la presentación que apoyan este tipo de iniciativas “innovadoras en tanto que facilitan el acceso al ocio y a la cultura a un colectivo que hasta ahora había encontrado dificultades para poder disfrutar plenamente de la oferta cultural”.

“De esta forma, el Teatro Cánovas demuestra, una vez más, su esfuerzo para conectar con la totalidad de la ciudadanía malagueña y para crear nuevos públicos, ofreciéndoles, además de una programación atractiva, los recursos necesarios para integrar a las personas con discapacidad”, ha añadido.

En la experiencia de teatro accesible ya han participado otros espacios escénicos, como los teatros La Latina y Bellas Artes de Madrid, los del Centro Dramático Nacional y diversas salas en Barcelona y la Comunidad Valenciana. Asimismo, el ‘Teatro Accesible’ ha colaborado en el Festival Internacional de Teatro Clásico de Mérida.

La primera obra que será representada este fin de semana, 13 y 14 de diciembre, es ‘Los viajes de Gulliver. Versión 2.0′ de la compañía Escenoteca. En febrero y marzo, Ángel Calvente y su compañía El Espejo Negro actuarán con sus títeres infantiles en ‘El fantástico viaje de Jonás, el espermatozoide’. Por último, se estrenará ‘Barroquísimo’, de la Orquesta de Cámara Promúsica de Málaga.

‘Teatro Accesible’ es un proyecto gestionado y dirigido por la empresa Aptent Be Accessible!. Esta iniciativa, surgida en 2011, ha contado desde sus comienzos con la colaboración de Fundación Vodafone España y la Asociación Psiquiatría y Vida/Centro de Rehabilitación Laboral ‘Nueva Vida’.

Fuente: Diario Sur

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 26/02/2015

TÜV Rheinland promove Certificação de Acessibilidade na BTL


Em 2012, o valor bruto do Turismo Acessível na UE ascendeu aos 352 mil milhões de euros, prevendo-se um aumento significativo nos próximos anosEm 2012, o valor bruto do Turismo Acessível na UE ascendeu aos 352 mil milhões de euros, prevendo-se um aumento significativo nos próximos anos

A TÜV Rheinland marcará presença na Bolsa de Turismo de Lisboa, entre 25 de Fevereiro e 1 de Março na Feira Internacional de Lisboa, onde apresentará um novo produto – a Certificação de Acessibilidade no Turismo.

A multinacional alemã, que está a reforçar a sua aposta no sector do turismo, vai dar a conhecer a sua Certificação de Acessibilidade no Turismo, que tem como finalidade apoiar as unidades hoteleiras a optimizar as suas instalações e oferta, tornando-as acessíveis a todo o tipo de público, independentemente das suas possíveis limitações. Esta certificação permitirá ainda aos operadores hoteleiros distinguir a sua oferta dos demais concorrentes bem como a captação de novos públicos.

Recentemente anunciada como uma das apostas centrais do Turismo de Portugal, que inscreveu como actuação estratégica “Tornar Portugal num destino acessível para todos”, a acessibilidade no turismo diz respeito a uma franja diversa do mercado turístico que, de forma temporária ou permanente, necessita de uma atenção e de um acompanhamento especial em viagem: pessoas com deficiência motora, visual, auditiva ou cognitiva, mas também crianças, pais com bebés, mulheres na fase final de gravidez ou pessoas idosas. Esta aposta pretende, para além de reforçar os valores do acolhimento e hospitalidade que tornam o nosso país num destino turístico reconhecido internacionalmente, diferenciar e diversificar a oferta nacional de turismo, atingindo novos segmentos de mercado.

De acordo com a União Europeia, os últimos dados estatísticos (2012) revelam uma importância crescente do segmento das pessoas com necessidades especiais para o turismo. Prevê-se um crescimento de 1,2% ao ano dos fluxos turísticos correspondentes a este segmento na UE entre 2012 e 2020 – de um total de 783 milhões de viagens em 2012, para cerca de 862 milhões de viagens em 2020. Em 2012, o valor bruto do Turismo Acessível na UE ascendeu aos 352 mil milhões de euros, prevendo-se um aumento significativo do mesmo nos próximos anos. Em Portugal o potencial de negócio ascende a mais de 500 milhões de euros.

Fonte: Publituris

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 25/02/2015

9 drivers fined in disabled parking spaces at gym


Pc Daniel Halliday tickets a motorist parked in a disabled parking bay at the Lasswade Centre.Pc Daniel Halliday tickets a motorist parked in a disabled parking bay at the Lasswade Centre.

NINE drivers were caught in one night as part of a new crackdown on the abuse of disabled parking bays.

A campaign was launched after motorists continually flouted rules at the Lasswade Centre in Bonnyrigg.

Gym-goers who don’t have Blue Badges – which are only given to people who have trouble walking long distances – have been parking in disabled bays before heading inside for their workout.

That prompted police to begin controlling the car park – and officers snared nine drivers on a single evening last Wednesday.

Police said the problem had become so acute that they were forced to act.

Chief Inspector Kenny Simpson said: “It is an offence to park in a disabled parking bay without displaying a disabled badge.

“This has become a significant problem at the Lasswade Centre with disabled people and people with disabled 
children being unable to park in the designated bays.

“Last Wednesday evening [February 11] police issued nine fixed penalty tickets to people illegally parking in the disabled bays outside the centre.

“Police will continue to monitor parking outside the Lasswade Centre and will issue tickets for any breach of parking regulations, including parking in disabled bays without displaying a Blue Badge.”

One Blue Badge holder, who asked not to be named and who regularly uses the centre, said the problem had been getting worse and that he had been abused after challenging drivers for parking illegally.

He said: “People picking someone up or dropping someone off might be parking for five or ten minutes in the disabled bays, but if you’ve got 15 cars doing the same thing it’s a nightmare for people like me.

“Parking there might save them walking 20 yards, but when you have difficulty walking, like me, it makes life really hard.”

“On one occasion there were two guys in shorts who were obviously going to the gym.

“When I asked them if they were Blue Badge holders they were positively aggressive.”

Councillor Derek Rosie, the cabinet member for sport and leisure at Midlothian Council, urged motorists to park considerately at the Lasswade Centre.

He said: “I know we are all busy people, rushing to pick up family or get to the gym. However, there’s ample parking at Lasswade and it only takes a minute or so more to park in the correct bays.

“It’s at best ironic and at worst downright rude for any able-bodied person to abandon their cay in a bay for Blue Badge holders and then head to the gym for a workout.”

Cllr Rosie said the authority has put up notices stating it is illegal to park in these spaces without the required badge.

He said: “We’re taking this issue extremely seriously. We’re determined the centre should be accessible for everyone in the community, not just the able-bodied.”

Source: Edinburgh News

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 25/02/2015

A vibração de Beethoven no “despertar” de crianças surdas


5Descubra como as crianças surdas reagem ao serem colocadas no meio dos músicos em plena interpretação de obras clássicasDescubra como as crianças surdas reagem ao serem colocadas no meio dos músicos em plena interpretação de obras clássicas

O ensino de crianças surdas ou com problemas de audição é uma tarefa que requer uma grande dedicação e afetividade. O ensino especial destinado a estas crianças é o tema da edição desta semana de “Learning World”. Vamos conhecer três projetos distintos destinado a derrubar as barreiras sociais que ainda persistem entre as pessoas surdas e as que ouvem bem.

Abrimos com o projeto dos “vídeo livros” da Associação Civil Canales, da Argentina, onde mais de 80 por cento da comunidade surda é analfabeta funcional. Incentivar as crianças à leitura é o objetivo num país onde a maioria das escolas recorre aos sons produzidos pela língua para comunicar com os alunos surdos. Desenvolver o conhecimento da linguagem gestual através das novas tecnologias e de um modelo bilingue é o processo que visa permitir às crianças surdas argentinas, inclusive das zonas rurais, terem acesso à linguagem, à cultura e à ficção como qualquer outra criança.

A segunda reportagem leva-nos até aos Estados Unidos. Em Nova Jérsia, vamos conhecer David Gunness, um antigo artista de retoques surdo a quem o súbito desemprego serviu de impulso para voltar a estudar e tornar-se professor. Através de linguagem gestual americana, que dobramos, Gunness conta-nos a sua história e como se tornou professor de alunos que ouvem bem. A curiosa relação entre o professor surdo e estes alunos mostra-nos outra das formas pela qual se podem derrubar as barreiras que ainda separam a sociedade dita normal da comunidade surda.

A terceira reportagem, por fim, desenrola-se na Europa. Acompanhamos a Orquestra de Câmara Mahler com a digressão “As viagens de Beethoven”, na qual está incluído o projeto “Feel the Music” (“Sente a Música”). Destinado a crianças surdas ou problemas de audição, através deste projeto os músicos – entre eles o pianista norueguês Leif Ove Andsnes – visitam escolas e convidam os alunos a retribuir a visita à orquestra, permitindo-lhes contactar de perto com os instrumentos e sentir as vibrações que afetam as pessoas com boa audição na forma de música. Descubra como as crianças surdas reagem ao serem colocadas no meio dos músicos em plena interpretação de obras clássicas como as do famoso pianista surdo alemão Ludwig van Beethoven.

Fonte: Euronews

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