Publicado por: Ricardo Shimosakai | 25/05/2016

The Most Accessible CEO in the Industry


Brett Heising, the founder of Seed Spot venture Brett Approved, said he hopes to address the challenges of traveling accommodations for those with physical disabilities.Brett Heising, the founder of Seed Spot venture Brett Approved, said he hopes to address the challenges of traveling accommodations for those with physical disabilities.

Successful businessman Brett Heising travels extensively on business, a sign of ‘living the American Dream.’ However, Mr. Heising travels with a disability. This dream can soon become a nightmare.

Business travelers generally have assistants or even company specified specialists arrange their travel, including hotels, flights and more. They don’t need to give any thought to the process once they’ve submitted their business itinerary. For Brett, the process is similar: his assistant arranged his travel plans and advised the hotel that he used a wheelchair. No problem right? Well… no.

As Brett discovered during his many business and personal trips, people in wheelchairs very often don’t get the accessible rooms with a roll in shower they need, regardless of who makes the reservation or how many times the hotel is called to remind them. Often, upon arrival, the traveler with a disability finds the room they are booked into is not what they were led to believe they were reserving or confirming. As Gillian Muessig, COO of brettapproved points out, “Depending on your accessibility requirements, the difference between having a room with a roll-in shower and a room with a tub with a grab bar is the difference between being clean or not for an entire conference!”

When Brett arrived at one particular hotel in San Francisco, he found that his room did not have a roll in shower and he could not shower in preparation for his morning business meeting. “I know there is consensus that messy hair is in, but not when you are to present yourself in a business meeting. Regardless of whether you are a fan of the bedhead look, no one is a fan of showing up for a business meeting without a shower, clean clothes, and a ‘look’ with which they are comfortable,” says Mr. Heising.

As Brett began to think about his scenario, a question began to brew… how many others were experiencing these problems on the road? Was this mismatch of hotel rooms an odd occurrence? Was he just unlucky, or was this the norm? To answer his own question, Brett began to delve further. Astonished by the stories of travelers with disabilities of all kinds, supplemented by private and government statistics, and shocked by the lack of information about this fast growing and highly valuable target market among hoteliers and venue owners, Brett began brettapprovd.com – a community of travelers of all abilities that now numbers in the thousands. Along with Gillian Muessig, (cofounder Moz), Brett founded brettapproved.com, a travel and entertainment website that helps anyone with a physical disability or mobility challenge ‘travel confidently ‘.

brettapproved® is the world’s first algorithm-driven, scalable rating, review, and booking website devoted to serving the needs of travelers with disabilities and their families and friends. The site began its test market in Phoenix AZ and, with some Angel funding is now fast becoming a go-to place for people with disabilities to find suitable venues, share experiences, and book travel – locally or globally — with confidence. In short, brettapproved.com serves as TripAdvisor, Yelp and AAA for disabled and mobility-challenged travelers.

“Whether you’re traveling around the corner or around the world, brettapproved.com provides the information and services you need to travel confidently, “say Brett Heising, CEO of brettapproved.
The statistics tell the story; by 2020, approximately 25% of the global population – 1.7 billion people – will have some form of disability. “It’s time to stop thinking of ‘ability’ and ‘disability,’ Gillian says. “All humans live with abilities that lie somewhere on a continuum. Think of it as having decathletes at one end and Stephen Hawking at the other. People at both ends of the spectrum have huge value on this planet and all of them deserve to experience as much of life as possible. That’s why brettapproved exists. We’re a community of travelers who share our knowledge and experience to help others replicate or expand on our experience of local to international travel.”

Within the next 10 years, the numbers of Americans over the age of 50 will increase by 40%, and by 2030, the number of Americans over the age of 65 will exceed 70.3 million. Consider that 30% of all Americans will have some form of disability and they hold the nation’s purse strings, controlling more than 50% of all buying power, 75% of the nation’s asset’s, $150 billion in annual discretionary income, and more than 80% of all luxury travel.

“Accessibility is a central element of any responsible and sustainable tourism policy. It is both a human rights imperative, and an exceptional business opportunity. Above all, we must come to appreciate that accessible tourism does not only benefit persons with disabilities or special needs; it benefits us all.”

Taleb Rifai, UNWTO Secretary-General

Clearly, brettapproved has hit a nerve and is riding a trend. One thing is certain, serendipity, or perhaps destiny, has made Brett Heising ‘The Most Accessible CEO’ in both the startup space and in the travel industry.

Source: Huffpost Travel

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 25/05/2016

SP inaugura Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro


Espaço tem 95 mil metros quadrados de área construída e é capaz de abrigar treinamentos, competições e intercâmbios de atletasEspaço tem 95 mil metros quadrados de área construída e é capaz de abrigar treinamentos, competições e intercâmbios de atletas

Faltando pouco mais de 100 dias para abertura dos Jogos Paraolímpicos Rio 2016, o Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro, em São Paulo, foi inaugurado pelo governador Geraldo Alckmin nesta segunda-feira (23). Acompanharam a cerimônia o ministro do Esporte, Leonardo Picciani e a secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella.

“Hoje é um dia de grande conquista, a inauguração do Centro Paraolímpico Brasileiro. Estamos entregando junto com o Governo Federal, uma ótima parceria. Um dos três maiores do mundo”, disse o governador.

O complexo é referência internacional em treinamento e avaliação de atletas paradesportivos. Localizado em uma área de 140 mil m² no Parque Fontes do Ipiranga, na capital paulista, o CT é fruto de parceria entre o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, e o Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte.

“Esse centro extrapola a Paraolimpíada. Ele é um estímulo a todos nós, a toda a sociedade brasileira. O esporte aproxima as pessoas, aproxima os povos, promove o comércio, o conhecimento e a paz, conhecimento do que é diferente, não é? O mundo melhora”, complementou.

Com 95 mil m² de área construída, o centro tem o objetivo de fomentar o paradesporto brasileiro, criando condições para que seus atletas se destaquem nas competições municipais, estaduais, nacionais e internacionais, sempre dando ênfase às técnicas avançadas e novas tecnologias. O empreendimento segue o conceito de países potência no esporte adaptado, como Ucrânia, China e Coreia do Sul e é um dos quatro centros de treinamento existentes no mundo, sendo o que possui o maior número de modalidades (15).

“Aqui nós teremos 15 das 22 modalidades de esportes paralímpicos. Aqui será o centro de treinamento, capacitação, ciência do esporte, com hotel, restaurante, centro aquático e quadras. E também a aclimatação da seleção brasileira para a paralimpíada. Será ainda um centro diuturno para formação e treinamento de atleta. Em novembro já temos, por exemplo, as Olimpíada Escolares”, explicou Alckmin.

As modalidades contempladas serão: atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, natação, esgrima em cadeira de rodas, futebol de 5, futebol de 7, golbol, halterofilismo, judô, rúgbi, tênis, tênis em cadeira de rodas, triatlo e voleibol sentado.

O complexo está voltado para treinamentos, competições e intercâmbios de atletas e equipes dedicadas ao desenvolvimento de paradesporto; preparação física e treinamento de novas gerações de atletas de esportes adaptados e formação de técnicos, classificadores, árbitros, gestores e outros profissionais relacionados ao esporte. Além disso, deve abrigar um centro de pesquisa em diversas áreas científicas e tecnológicas associadas ao esporte para pessoas com deficiência.

Além disso, o local está dividido em 11 setores que englobam áreas esportivas de treinamento, hotel, centro de convenções, laboratórios, condicionamento físico e fisioterapia.

Dados técnicos
Início das obras: dezembro de 2013

Total do investimento: R$ 281 milhões (obras) + R$ 24 milhões (equipamentos)

Governo Federal: R$ 167 milhões (obras) + R$ 20 milhões (equipamentos e materiais esportivos)

Governo Estadual: R$ 114 milhões (obras) + R$ 4 milhões (equipamentos)

Além do investimento em obras e equipamentos, o Estado de São Paulo cedeu o terreno para a implantação do Centro, estimado em R$ 390 milhões.

Compensação das obras do Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro
As obras do complexo foram compensadas no Programa Nascentes, coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente. A OAS, empresa responsável pela construção, contratou a ONG Iniciativa Verde, que plantou 3,3 hectares, o que equivale a 5.501 mudas, em áreas do Parque Estadual do Rio Turvo.

O Programa Nascentes é a maior iniciativa já lançada pelo Governo do Estado de São Paulo para manter e recuperar as matas ciliares – vegetação localizada no entorno de nascentes e nas margens de rios, córregos, lagos e represas que protegem as margens dos corpos d’água, evitando o assoreamento e favorecendo a regularização da vazão dos rios e córregos, além de oferecer abrigo e alimentação para a fauna local.

Já foram plantados, dentro do Programa, mais de 640 hectares, equivalentes a mais de um milhão de mudas (considerando o espaço padrão 2m x 3m, ou seja 1667 mudas por ha) e a 899 campos de futebol.

Fonte: Governo do Estado de São Paulo

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/05/2016

New App Will Serve As ‘TripAdvisor’ For People With Disabilities


Because accessibility is more than just ramps and large bathroom stalls.Because accessibility is more than just ramps and large bathroom stalls.

Who knew stairs would lead to a positive step in accessibility?

After booking a “wheelchair accessible” hotel that ended up having stairs, a software engineer and wheelchair user in Ireland is developing an app called Access Earth that allows people with mobility disabilities to rate restaurants, hotels and tourist attractions around the world based on how accessible they are.

App users will answer “yes” or “no” questions about things like bathrooms, elevators, stairs and more with the option to leave a review based on their experience.

“By allowing users to have a voice on this topic, we hope that this will further push the issue of accessibility and help improve standards across the globe,” Matt McCann, the creator of Access Earth told The Huffington Post. “Ultimately we want to change the accessible tourism market and become a ‘TripAdvisor for accessibility,’ giving people who have accessibility issues a more equal experience of travel.”

McCann, who has cerebral palsy and uses a wheelchair, got the idea to start the app in 2012, after he discovered a hotel he had booked, which had advertised online that it was wheelchair accessible, actually was not.

“When I arrived, there were three steps up to the entrance and I couldn’t even fit my [rolling walker] in the hotel room,” he said.

He asked for a refund and left the hotel, but the experience was eye opening.

He wanted to do something to improve accessibility for people with disabilities because, according to McCann, the problem lies in how hotels define the term “wheelchair accessibility.”

“In some cases you will find a place that provides fully accessible bathrooms down a flight of stairs,” he said. “That’s no good to anyone.”

McCann with O’Neill. McCann with O’Neill.

He also points out that sometimes, when a hotel advertises itself as wheelchair accessible, they’re usually talking about the rooms themselves, and there is rarely accessibility information about “access to the other amenities in the hotel such as the breakfast room, restaurant, or bar.”

McCann is a software engineer and knew he could do something about the lack of specific accessibility information. So, along with help of KC Grant and Jack Gallagher, he created Access Earth, which McCann entered into Imagine Cup in 2014 — a Microsoft technology competition — in which it won third place in the World Citizenship category.

It is now in the beta phase and according to McCann’s business partner, Ryan O’Neill, a website will be available next month. A full-fledged app can be downloaded onto your phone this summer.

The app will focus on accessibility for people with mobility disabilities. But McCann said that him and O’Neill are looking to add sensory and cognitive disability criteria in the future, once the platform gains traction.

“Everyone’s definition of accessibility is different and that is what Access Earth aims to address,” he said. “it’s not necessarily about disability it’s about accessibility.”

Source: Huffpost Travel


Marcos apresenta algumas peças de sua coleção de miniaturas, maneira que utiliza para conhecer, através do tato, alguns dos locais e pontos turísticos mais significativos do mundoMarcos apresenta algumas peças de sua coleção de miniaturas, maneira que utiliza para conhecer, através do tato, alguns dos locais e pontos turísticos mais significativos do mundo

Quem acessa o projeto Histórias de Cego, tem a oportunidade de acompanhar de perto os textos escritos por Marcos Lima. Mais do que relatos, ele usa esse espaço para aquilo que considera sua missão:

“Mostrar que a pessoa com deficiência é igual a todas as outras, com defeitos e qualidades, cujo maior impedimento não é a deficiência, mas a falta de acessibilidade.”

Marcos conta que a ideia para o projeto surgiu de uma conversa entre amigos, quando falavam como seria legal ter um espaço onde pudessem contar histórias que os cegos vivem, e que as pessoas não sabem.

Desde 2013, o projeto ganhou um site, uma página no Facebook, e também foi adaptado para o formato de palestra.

Marcos explica que, quando as pessoas leem ou escutam o que tem a dizer, elas entendem que as vidas de ambos são muito mais próximas do que, a princípio, imaginavam.

“Incentivo as pessoas a perguntarem tudo o que elas quiserem, porque é assim que as barreiras caem. O preconceito vem do desconhecimento e, à medida que as pessoas entendem a minha rotina e as minhas dificuldades, elas compreendem também que não somos tão diferentes assim.”

Marcos, que também é jornalista, atua profissionalmente junto ao Comitê Rio 2016, o qual tem a missão de organizar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Da equipe de Integração Paralímpica, ele conta que, neste ano, os Jogos Paralímpicos devem contar com mais de 4,3 mil atletas e 3,3 milhões de ingressos à venda, o que é mais do que a Copa do Mundo de 2014.

Além disso, Marcos também é o fundador e vice-presidente do Urece Esporte e Cultura. Assim, com sua atuação em tantos projetos, Marcos dissemina a sua mensagem:

“É sempre muito gratificante ver o quanto a plateia tem o coração aberto. Falar com gente transforma pessoas. E isso é lindo, me sinto honrado em ter o projeto Histórias de Cego. Convido os leitores a curtirem o nosso Facebook, a acessarem o site… Quanto mais a mensagem se espalhar, melhor. Não por mim, mas por todas as pessoas com deficiência no Brasil.”

Fonte: Tudo & Todas


Javier Linero espera en el aeropuerto el vuelo de las 19 horas tras no poder viajar con su silla por la mañanaJavier Linero espera en el aeropuerto el vuelo de las 19 horas tras no poder viajar con su silla por la mañana

Javier Linero sufrió un accidente de moto hace 13 años que le dejó casi tetrapléjico. Desde entonces, explica que su silla de ruedas eléctrica cumple la función de sus piernas. Hace tiempo que no viaja con Ryanair por un problema que tuvo con esta compañía. Ayer tampoco voló con Vueling porque la tripulación le dijo que no podían transportar su silla de ruedas sin quitarle las baterías.

Desde que Javier Linero perdió la movilidad hace 13 años a causa de un accidente de moto, su silla de ruedas eléctrica hace las funciones de sus piernas. «Estoy casi tetrapléjico, así que gracias a esta silla puedo moverme, aunque con ayuda, y hacer una vida normal», explica Linero, que agrega que tras sufrir el accidente apenas quería salir de casa. Sin embargo, su fuerza de voluntad le llevó a retomar su rutina y enfrentarse a los obstáculos que debe superar una persona con movilidad reducida. Hace tiempo que no viaja con Ryanair por un problema que tuvo con esta aerolínea, cuyo personal no le acompañó hasta los asientos a pesar de que necesita asistencia para subir a un avión.

Desde ese imprevisto no había tenido ningún otro problema similar hasta ayer por la mañana, que no pudo volar con Vueling desde Ibiza a Barcelona porque la tripulación le dijo que no podían transportar su silla de ruedas sin quitarle las baterías. «Cuando ya me habían ayudado a subir al avión y tras atarme el cinturón una azafata me dijo que no podían quitarle las baterías a mi silla y que la tenían que dejar en tierra, que ya me la enviarían. Yo le respondí que no podía estar sin ella», explicó ayer por la tarde en el mismo aeropuerto Linero, vecino de Sant Rafel, que viajaba acompañado de sus padres, Carmen y Rafael. Este afectado señaló que la tripulación del vuelo VY 3515, cuya salida estaba prevista a las 10.55 horas, le insistió en que no podían transportar su silla de ruedas en la bodega del avión con las baterías puestas por razones de seguridad y que el Comandante le dijo a la azafata que las retirase él. «¿Cómo iba yo quitar las baterías si no me puedo mover? Yo sé que están debajo de la chapa y que hay que desconectar los cables, pero no puedo hacerlo yo», se queja Linero.

Al comentarles que era la primera vez que sufría ese problema y que siempre era el personal de la aerolínea la que se encargaba de retirar las baterías, este vecino de Sant Rafel asegura que la tripulación le respondió que no podían perder tanto tiempo. «Al final el vuelo se retrasó igualmente debido al tiempo que tardaron en darnos las maletas que habíamos facturado y en ayudarme a salir del avión», critica Linero.

Nada más bajar del avión, esta familia llamó a la agencia de viajes donde habían comprado sus billetes y les recomendaron poner una reclamación. Como solución, le ofrecieron coger el vuelo de las 19.05 horas. «Yo quería viajar por la mañana porque tenía una cita con un técnico para que revisase mi silla de ruedas. Cuando le he llamado para explicarle lo ocurrido, me ha dicho que no me preocupase, que la miraría cuando yo llegase a Barcelona», relata Linero, que añade que lo que más le ha molestado ha sido la insensibilidad de la tripulación de Vueling. «Si ellos estuviesen en mi situación, seguro que no me habrían hablado así», expresa Linero, que insiste en que él no exige ventajas por su situación, sino que solo pide comprensión.

Por su parte, un portavoz de Vueling explicó que se negaron a transportar la silla de ruedas en la bodega por motivos de seguridad, ya que la normativa de la IATA (Asociación Internacional de Transporte Aéreo) obliga a retirar las baterías de litio durante el vuelo. «Desde enero hasta ayer nosotros hemos transportado a 48.667 pasajeros con movilidad reducida y es la primera vez que recibimos esta queja, pero no podemos saltarnos la normativa», concluye el portavoz de la aerolínea.

Fuente: Diario de Ibiza

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 23/05/2016

Software gratuito para acessibilidade na internet


A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo (SMPED) oferece o aplicativo eSSENTIAL Accessibility.A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo (SMPED) oferece o aplicativo eSSENTIAL Accessibility.

O software foi desenvolvido pela empresa canadense de mesmo nome, e poderá ser baixado gratuitamente no site: www.prefeitura.sp.gov.br/pessoacomdeficiencia.

A tecnologia assistiva é um app para computadores pessoais que auxilia os usuários com dificuldades de controlar o mouse, usar o teclado ou ler na tela. Na prática, funciona como um navegador com recursos de acessibilidade, como por exemplo, o que permite controlar o cursor com movimentos do rosto, comandos de voz, leitor de página, zoom em texto e imagem, teclado na tela, além de outras alternativas para mouse. Pessoas com dificuldades de movimentação, deficiência visual moderada, dislexia, iliteracia e outros problemas que dificultam a leitura podem ser beneficiadas. E, uma vez feito o download em um computador, pode ser usado sem custo em qualquer outro site.

Empresas e instituições de ensino já disponibilizam o eSSENTIAL Accessibility™, mas a Secretariada Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida da Prefeitura de São Paulo será o primeiro órgão governamental do país a oferecê-lo em seu site.

“Quando pensamos em acessibilidade, o que geralmente nos vêm à mente são as barreiras arquitetônicas, como a falta de rampas para pessoas em cadeira de rodas. Mas o conceito é muito mais amplo e inclui também adaptações necessárias para que todos tenham acesso ao conteúdo disponibilizado na internet, assim como em outras fontes de informação, de serviços e de comunicação. E a Prefeitura de São Paulo, com apoio da eSSENTIAL Accessibility, assume o compromisso de oferecer à população com deficiência uma ferramenta que proporciona autonomia no acesso à rede mundial de computadores ”, comenta a secretária Marianne Pinotti.

“A parceria da eSSENTIAL Accessibility™ com a SMPED é super importante. O app ajudará as pessoas com deficiência a superarem barreiras para navegarem no site da Prefeitura. Elas poderão pesquisar informações sobre São Paulo e poderão se sentir incluídas no dia-a-dia da cidade”, explica Simon Dermer, um dos presidentes da companhia.

Fonte: Incluir

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 22/05/2016

Deficientes auditivos chineses mostram “A Dança das Mil Mãos”


A dança narra a lenda de Bodhisattva Guan YinA dança narra a lenda de Bodhisattva Guan Yin

Guan Yin, a Dança das Mil Mãos, foi criada pelo coreógrafo chinês Zhang Jigang, e realizada por 63 bailarinos com deficiência auditiva, pertencentes ao Grupo de Artes Performáticas de Pessoas com Necessidades Especiais da China.

Como os dançarinos não podem ouvir a música, seis assistentes vestidas de branco ajudam cada grupo a sincronizar os movimentos com a melodia.

A dança narra a lenda de Bodhisattva Guan Yin, uma antecessora de Buda que não elevará seu espírito enquanto houver lágrimas de tristeza no mundo.

Fonte: Tribuna da Bahia

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 21/05/2016

Goianos que perderam membros do corpo realizam sonhos com próteses


Piloto Carlos Santoro fala como voltou para a aviação após prótesePiloto Carlos Santoro fala como voltou para a aviação após prótese

Goianos que perderam algum membro ou movimento do corpo conseguiram seguir trabalhando e realizar sonhos depois de conseguir prótese. O piloto de helicóptero Carlos Santoro, de 28 anos, é uma dessas pessoas.  Depois de sofrer um acidente e perder o braço direito ele conseguiu uma prótese e continuou trabalhando no que sempre gostou.

O piloto conta que sofreu o acidente há cinco anos, pouco tempo depois de se formar. “Eu estava em uma festa na pecuária. Na hora de ir embora eu estava com um amigo e fui de passageiro no banco da frente. Em uma curva o carro perdeu a traseira e começou a rodar. Quando bateu em uma árvore, na lateral, atingiu meu braço e amputou na hora”, disse.

Um ano e meio depois do acidente ele realizou o sonho de voltar a voar por causa de uma prótese que conseguiu no Centro de Reabilitação e Readaptação Doutor Henrique Santillo (Crer), em Goiânia.

O instrutor dele, Dari Gilmar Francisconi, o ajudou a recuperar a prática depois do acidente. “O desafio maior foi acreditar que alguém voaria com ele com uma prótese, porque é uma coisa nova”, contou.

Depois de readaptar ao trabalho com a prótese, Carlos contou que se sentiu realizado. “É literalmente a minha vida. Eu não consigo me imaginar fazendo outra coisa. Qualquer coisa que eu tivesse que fazer fora da aviação, principalmente de helicóptero, seria muito frustrante para mim”, afirmou.

A assistente administrativa Betânia Nunes contou que perdeu a perna direita depois de um acidente de moto, mas depois que conseguiu a prótese ela voltou a seguir normalmente a sua carreira. A mulher afirmou que já usa o equipamento há 12 anos. “Hoje eu trabalho, dirijo, faço todas as atividades de casa. O importante é viver e viver bem com você mesmo”, ressaltou.

O jovem Johnny Santana sofreu lesões logo depois de nascer, que comprometeram o movimento das pernas e a fala dele. Para que os músculos não se atrofiem ele precisa de órteses, que são equipamentos que ajudam no movimento de qualquer membro do corpo.

A mãe dele, a dona de casa Lindomar Santana, afirmou que o equipamento faz toda a diferença na vida do filho. “Ele melhora a postura dele, o abrir da perna. Se ele não usasse essas órteses, ele teria a perna toda atrofiada”, contou.

Crer
Todas essas próteses são produzidas de graça na oficina ortopédica do Crer, em Goiânia. O local faz cerca de 500 equipamentos, entre órteses e próteses por mês. O gerente do espaço, Alysson Alvim, explica que o serviço tem impacto positivo na vida das pessoas. “O resultado do nosso trabalho vem proporcionar qualidade de vida para uma pessoa, acessibilidade”, comentou.

O auxiliar de produção das próteses, Henrique Júnior Oliveira, disse que se sente realizado de poder contribuir com quem precisa desses equipamentos. “Aqui a gente está produzindo uma vida, porque tem varias pessoas que, sem o auxílio desses equipamentos, não iriam conseguir a inserção na sociedade que elas têm hoje”, afirmou.

Fonte: G1


Similarities have been noted between Tourism Quebec's viral three-and-a-half minute 'blindlove' video, released last month, and a 2014 South African Tourism campaign.Similarities have been noted between Tourism Quebec’s viral three-and-a-half minute “blindlove” video, released last month, and a 2014 South African Tourism campaign.

It’s a simple insight, in retrospect. Tourism is usually thought of as “seeing the sights.” But what if visiting a particular region offers such a rich experience, for all your senses, that seeing it with your eyes is a relatively small part of the picture?

That’s the simple and pretty wonderful premise behind “Blind Love,” the centerpiece video of a new campaign by agency lg2 for Tourisme Québec.

The long-form spot, which rolled out a few weeks ago, features an American named Danny Kean, who has been blind since birth, exploring Québec for the first time—flying in a helicopter, riding river rapids, kayaking alongside whales, zip-lining over Montmorency Falls and exploring the province’s francophone cities.

Check out the spot here:

The ad has racked up about 13 million views online across English and French language versions. And no wonder. It’s three-and-a-half minutes of pure joy—a great mix of expertly shot action sequences and surprisingly emotional quieter moments. Lots of tourism campaigns have beauty shots. Not many have this rich of a narrative, or this smart of a creative hook.

If you can have this much fun without even seeing the place, it must be special.

The campaign launched this spring in the U.S., France and Canada, and includes digital, social media and content marketing, as well as an experiential website that lets you relive “blind love” through memorable moments of Kean’s trip.

“Today we have to win over a tourist who is already well traveled,” says Marc Fortin, partner, creative director at lg2. “Tourist destinations around the world try to outdo each other to be the most unique and desirable vacation destination. We had to find a truly original way to showcase Québec in all its beauty. I believe we achieved that.”

“This ambitious concept presents Québec from a rare viewpoint,” adds Sylvain Talbot, promotional campaign coordinator at Tourisme Québec. “It’s the first time that we deployed an offensive simultaneously in several markets with this kind of reach and impact. The level of enthusiasm from our partners was also unprecedented.”

UPDATE: Viewers have noted a resemblance in theme to this South African ad from 2014. Lg2 denies having stolen the idea. “Not at any moment did the South African spot influence the creation of our campaign,” a rep at lg2 tells Adweek. “With the quantity of advertising films that are produced every year on the international scene, it is not surprising that ideas can sometimes meet.”

Source: adweek


Aulas serão realizadas no Centro Municipal de Cultura e Cidadania Calouste GulbenkianAulas serão realizadas no Centro Municipal de Cultura e Cidadania Calouste Gulbenkian

A PAR Cia de Teatro, através do programa Fomento Cidade Olímpica da Secretaria Municipal de Cultura, e patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, abre inscrições para o projeto Incubadora Cênica. O projeto foi um dos selecionados pelo  Fomento Cidade Olímpica dentro da linha Arte Sem Limites, que dá apoio a atividades, espetáculos, processos de formação e companhias que envolvam acessibilidade e inclusão nas artes, em diversas linguagens. Através desta iniciativa, a companhia oferece um curso livre de teatro, gratuito, para pessoas com e sem deficiência. Serão disponibilizadas 40 vagas.

As aulas  terão início no dia 06 de junho e irão até 13 de setembro, às segundas e quartas-feiras, das 14h às 18h,  no Centro Municipal de Cultura e Cidadania Calouste Gulbenkian.Os interessados poderão se inscrever até o dia 05/06, através do email parciadeteatro@gmail.com e, no dia 06/06(início das aulas), as inscrições poderão ser feitas no local do curso. O projeto Incubadora Cênica integra o Circuito Cultural Rio, idealizado pela Secretaria Municipal de Cultura e pela Prefeitura do Rio, para a programação cultural dos períodos Olímpico e Paralímpico, que vai de maio a setembro de 2016.

Além de descobrir talentos, a PAR Cia de Teatro quer, com este projeto, abrir espaço para que pessoas com e sem deficiência possam exercitar sua aptidão artística. O programa é voltado para alunos iniciantes, a partir de 12 anos de idade, e inclui aulas de história do teatro e seus gêneros teatrais, interpretação, voz, corpo, iluminação, figurino e cenário, sempre prevendo a inclusão dos alunos que tenham algum tipo de deficiência. Para isso, serão disponibilizados recursos como audiodescrição e Intérprete de Libras, piso tátil para orientar o aluno no espaço cênico, além de uma consultoria em acessibilidade visando atender todas as necessidades dos alunos com deficiência. Importante destacar que o local onde será realizado o curso possui elevador e banheiros adaptados, sendo, portanto, acessível a pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes.

“O projeto tem o objetivo de iniciar os alunos no exercício cênico acessível. Será um local de encontro, experimentação, investigação, conscientização e troca de experiências e a oportunidade para que pessoas  com e sem deficiência, que nunca fizeram teatro, tenham contato com este universo mágico”, explica Mati Lima, diretor artístico da PAR Cia de Teatro, que ministrará o curso ao lado da atriz e bailarina Moira Braga, do ator e músico Felipe Rodrigues, ambos deficientes visuais, e demais integrantes da companhia, que atuarão como monitores.

O curso coloca em prática uma metodologia já testada quando a PAR Cia de Teatro encenou, em 2015, o espetáculo Nhac! Uma Lição de Queijo, de Ed Anderson. Nesta montagem, estavam em cena os 10 atores/atrizes da Cia, entre eles Moira Braga e Felipe Rodrigues, que são deficientes visuais. Moira Braga, além de atuar, assinou a assistência de direção.“Sempre nos perguntam como ensinamos teatro para pessoa com deficiência.  É preciso compreender  a necessidade de cada um em razão do seu tipo de deficiência, no mais, a experimentação do jogo cênico é igual para todos.  Nosso diferencial  está em oferecer um curso cuja metodologia será construída para atender as necessidades que forem surgindo. A proposta é o curso se adaptar aos alunos e não o contrário”, explica Mati Lima.

Sobre a PAR Cia de Teatro – A PAR Cia de Teatro foi fundada em 2014 a partir da união de artistas com e sem deficiência. Do encontro de Mati Lima, Moira Braga, Lucciano Whyte, Fabíola Godoi e Genilson Barbosa surgiu a necessidade de desenvolver um trabalho que tem no material humano o foco principal: o ator explorando seu potencial artístico criativo para além de suas limitações. Hoje, a companhia é composta por nove profissionais com vasta experiência na produção artística, sendo dois deles com deficiência visual. A PAR Cia de Teatro tem a missão de mobilizar a classe artística pela inclusão dos artistas com deficiência em suas produções culturais, dando a eles a oportunidade de serem mais do que meros espectadores.

Circuito Cultural Rio  – Idealizado pela Prefeitura do Rio, o Circuito Cultural Rio conta com mais de 700 atrações, selecionadas e patrocinadas por meio dos editais da Secretaria Municipal de Cultura, que serão apresentadas em mais de 100 espaços culturais espalhados por toda a Cidade, além dos eventos que acontecem ao ar livre. Com peças de teatro, exposições, shows, espetáculos de dança, atrações circenses, eventos de gastronomia, manifestações de rua, saraus, bailes e afins, o Circuito Cultural Rio vai possibilitar uma experiência integral da diversidade cultural carioca.

Projeto Incubadora Cênica
Grátis
Período: de 06/06/2016 a 13/09/2016
Horários das aulas: Segundas e quartas-feiras, das 14h às 18h
Inscrições: até o dia 05/06 pelo email parciadeteatro@gmail.com (no dia 06/06, as inscrições poderão ser feitas no local do curso)
Local: Centro Municipal de Cultura e Cidadania Calouste Gulbenkian (Rua Benedito Hipólito, nº 125 – Praça Onze – RJ – ao lado do Terreirão do Samba)

Fonte: Sopa Cultural

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