Publicado por: Ricardo Shimosakai | 29/04/2017

Desafio acessibilidade no varejo


Este desafio consiste numa oportunidade para jovens estudantes de desenvolverem projetos que busquem promover uma maior acessibilidade ao varejo.

A Via Varejo S . A . é a empresa responsável pela administração de duas importantes varejistas brasileiras, Casas Bahia e Pontofrio convoca jovens estudantes brasileiros a desenvolverem projetos para melhorar a acessibilidade no varejo.

A Acessibilidade é um tema de extrema importância para a Via Varejo . Neste desafio, buscam – se soluções que melhorem a utilização, segurança e autonomia das edificações, mobiliários e espaços por cidadãos com dificuldade de locomoção, audição, visão, entre outras limitações.

 Pensando então na relevância desta temática, o Desafio de Acessibilidade no Varejo consiste num processo seletivo de projetos que proponham soluções criativas e de baixo custo de implementação que gerarão um grande impacto positivo, e melhoria da acessibilidade no varejo .

A Turismo Adaptado é um parceiro de divulgação desta iniciativa por acreditar na relevância do tema e de envolvimento dos jovens e toda sociedade para o desenvolvimento de ideias e projetos para melhorar a acessibilidade não somente o varejo, mas de todos os ambientes.

Para se inscrever acesse: http://ideationchallenges.com.br/challenges/acessibilidadenovarejo, forme sua equipe e faça sua inscrição até 05 de Maio.


Acesso pedonal fácil, estacionamento com lugares reservados, acessibilidade à zona de banhos, passadeiras no areal, instalações sanitárias adaptadas

No dia 17 de março, foi lançado o Programa “Praia Acessível – Praia para Todos!” para a época balnear 2017, tendo sido entregues os Prémios Praia + Acessível de 2016 à Praia de Valadares Sul, do concelho de Vila Nova de Gaia (1º classificado), e à Praia fluvial de Avô, do concelho de Oliveira do Hospital (2º classificado).

Nesta Cerimónia, as Secretárias de Estado do Turismo, do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza e da Inclusão das Pessoas com Deficiência realçaram o impacto deste programa na promoção da acessibilidade para todos nas zonas balneares portuguesas, e o retorno económico que o investimento no turismo acessível gera.

As três Governantes referiram que o Programa “Praia Acessível – Praia para Todos!” é representativo do trabalho conjunto dos três Ministérios em prol da inclusão das pessoas com deficiência em todas as áreas da vida em sociedade, em condições de igualdade.

Durante o evento foi apresentada a Linha de Apoio ao Turismo Acessível, do Turismo de Portugal, que pode ser utilizada pelos municípios para melhoria das acessibilidades nos seus concelhos, e o testemunho de uma pessoa cega sobre a sua experiência enquanto frequentadora das praias, realçando a necessidade de ser assegurada informação suficiente, a todos os públicos, sobre as condições existentes nas praias acessíveis e de sensibilizar os operadores locais para a criação de condições que permitam a fruição das praias por todos.

Promovido pelo Instituto Nacional para a Reabilitação, a Agência Portuguesa do Ambiente e o Turismo de Portugal desde 2005, o Programa “Praia Acessível – Praia para Todos!” visa que cada vez mais praias portuguesas passem a assegurar condições de acessibilidade e de serviços que viabilizem a sua utilização e desfrute, com equidade, dignidade, segurança, conforto, independência e a maior autonomia possível por todas as pessoas, independentemente da sua idade, de possíveis dificuldades de locomoção ou de outras necessidades específicas que detenham.

Em 2016, passados 11 anos sobre o início deste Programa, foram galardoadas 209 praias, mais de um terço do total das zonas balneares classificadas (perto de 37%).

Fonte: Instituto Nacional para Reabilitação


Yes, we all #CanDo, believes India’s first disabled-friedly travel portal.

Every time you look at those breathtaking pictures of a destination, you want to visit it. After all, don’t we all have that personal travel-before-you-die wish list? But how many of us can actually live up to our dreams?

There could be many constraints, one among them being physical disability. But does disability diminish one’s desire to travel? Does that mean travel is only for the privileged? If not, then what measures are we taking to make travel disabled-friendly?

It is this very passion for travel, that brought together four travellers to help physically challenged people explore the world by themselves.

Rustom Irani, Shama Noorani, Divyanshu Ganatra and Captain Prabal Malaker have all known the pleasure of travel while coping with their disability during their sojourn. And now, they have started an accessible holiday initiative, Enable Travel, to curate tailor-made outings for the disabled.

Launched by Cox and Kings, this one-of-a-kind travel portal, is offering hassle-free travel in the form of wheelchair accessible vehicles, hiking wheelchairs and amphibian wheelchairs, aids and accessories like ramps, and an assortment of specialised wheelchairs for those who are wheelchair bound. They are also providing trained manpower like caregivers, sign language interpreters, expert guides and escorts, making all areas of travel accessible.

Debolin Sen, head, Enable Travel, said, ”Through this initiative we are trying to address various barriers like inaccessible travel information, lack of transportation and disable-friendly hotel rooms that prevent people from travelling.

”Enabling barrier-free travel for people with disabilities will contribute to a significant increase in inbound and domestic tourism,” claimed Karan Anand, Head, Relationships, Cox & Kings.

Enable Travel’s services will be available both for big and mid-size budgets. The wheelchair accessible vehicles (WAVs) will be available across Delhi, Mumbai and Bangalore, including Toyota Hiaces, VWs, besides some domestic brands.

Disability might not be an impediment after all, for all those who crave to experience the wonders of the world.

For more details log on to: http://www.enabletravel.com

Fonte: Indiatoday in


A acessibilidade também é presente na cultura, como por exemplo, os cinemas que recebem mamães com bebês em sessões especiais

Ter acesso à cultura é importante em todo lugar. Os espaços públicos deveriam estar adaptados para todo mundo poder se informar e se divertir, mas a gente sabe que ainda há muito a se fazer!

De Ponta a Ponta conferiu algumas iniciativas que fazem a diferença na região, promovendo a cultura para todos.

Em São José do Rio Preto, um projeto promove a cultura através do “cinema para mamães”, oferecendo sessões especiais que são adaptadas para mulheres acompanhadas de recém-nascidos.

É importante lembrar que a acessibilidade é tornar uma coisa acessível, mais fácil para todo mundo, beneficiando não só os deficientes, mas os idosos, as gestantes, mães com filhos pequenos, etc, promovendo assim a inclusão.

Em Ilha Solteira, um grupo de professores criou um planetário todo acessível para deficientes visuais. Por lá, a astronomia tem formas de representação que vão além da visão, ajudando um deficiente visual a enxergar nosso universo através de maquetes e interações que utilizam o tato. Confira abaixo as informações para visitar o local.

SERVIÇO – Planetário de Ilha Solteira
O planetário de Ilha Solteira fica dentro do Departamento de Física, da Unesp de Ilha Solteira
Endereço: Avenida Brasil Sul, 56, Centro – Ilha Solteira/SP
Dias e horários de funcionamento: de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h
Entrada gratuita

Fonte: De Ponta a Ponta

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 27/04/2017

El Consell prepara una red de rutas para turistas con movilidad reducida


Ricardo Shimosakai, Director de Turismo Adaptado explora la accesibilidad en la Ciudad de las Artes y las Ciencias

La Agencia Valenciana de Turismo tiene previsto poner en marcha este mismo año cinco nuevas rutas turísticas inclusivas en la Comunidad Valenciana. “Rutas que se unirán al proyecto presentado en la última edición de Fitur sobre ‘La Comunitat también para ti’, una guía pionera que incluye otras cinco rutas inclusivas”. Con esta nueva incorporación, serán diez las rutas inclusivas en las tres provincias, cuyo objetivo es “vertebrar el territorio de forma accesible y hacer del turismo un disfrute para todos y un derecho universal”, ha explicado el secretario autonómico de Turismo, Francesc Colomer.

El titular de Turismeo ha concretado que “se está trabajando en otros emplazamientos de la Comunidad Valenciana que recojan la diversidad de la oferta, y de esta manera, continuar impulsando el turismo accesible”. Además, ha avanzado que la AVT tiene prevista la presentación de la guía de rutas inclusivas ‘La Comunitat también para ti’ en las tres provincias.

Asimismo, Colomer ha afirmado que “desde la Generalitat queremos seguir trabajando conjuntamente con COCEMFE para impulsar el turismo accesible”. De hecho, “esta reunión de trabajo ha servido para concretar estas nuevas líneas de actuación”- ha añadido el Secretario Autonómico, para quien “el interés del Consell es que se ponga en marcha un verdadero turismo inclusivo, que garantice el disfrute de los elementos turísticos a las personas con discapacidad y sus familias en igualdad de condiciones”.

Fuente: Diario Información

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 26/04/2017

Vídeo mostra a percepção de Porto Alegre por casal deficiente visual


Clique em cima da foto para assistir ao vídeo ou acesse o link a seguir https://glo.bo/2o6x5vr

A percepção de uma cidade é diferente para quem é deficiente visual. O barulho do corte de carne no Mercado Público, o som dos instrumentos musicais dos artistas que se apresentam na Rua dos Andradas e a mão de um desconhecido que ajuda a atravessar a rua são exemplos de como se pode sentir Porto Alegre. Na véspera do aniversário de 245 anos de Porto Alegre, o Jornal do Almoço, da RBS TV, mostrou em uma reportagem como um casal deficiente visual “enxerga” a capital gaúcha

Fonte: G1

Publicado por: rosabuccino | 26/04/2017

Accessible Tourism. My Weekend In Turin


TurinTurin

A sheer desire to explore and to enjoy what is beautiful in life, to visit new places and to get to know new cultures is something that moves us all. That’s why architectural barriers, physical and cultural, which often represent an insurmountable obstacle for disabled travellers should not exist. I have recently been to Torino, in the north west Italy, and I pleasantly discovered that it is a city that has chosen to dismantle many of those insurmountable barriers; thus becoming one of Italy’s favourite destination of tourism for the disabled.

Turin has often been overlooked in favour of more popular destinations like Rome, Venice and Florence; but in reality, the city that hosted the 2006 Winter Olympic Games has lots to offer, especially to disabled tourists. In fact, the tourism body of Torino and Province has been busy for several years making this city a top location for people with disabilities. This does not solely mean creating exclusive itineraries, but actually preferential lanes.

For example, the websie turismotorino.org has created a section solely dedicated to list accessible restaurants and café, that offer accessible facilities for visually impaired, blind or for anyone with limited mobility. At the bottom of the page you’ll be able to find a window with the type of Accessibility you need:

The website also offers plenty of information regarding audio guides, video guides in International sign language, tactile maps and digital content for accessible services on the territory; unfortunately I noted that some of these information are not available in English, which is a shame.

Since Accessible tourism is what drives us at Seable, I decided to share with you a brief list of the accessible sightseeing locations I personally visited in Turin:

MUSEO EGIZIO

Egyptian MuseumEgyptian Museum

The Museo delle Antichità Egizie is the only museum other than the Cairo Museum that is dedicated solely to Egyptian art and culture. Many international scholars, since the decipherer of Egyptian hieroglyphs Jean-François Champollion, who came to Turin in 1824, spend much time pouring over the collections. It was Champollion who famously wrote, “The road to Memphis and Thebes passes through Turin”.

The collections that make up today’s Museum were enlarged by the excavations conducted in Egypt by the Museum’s archaeological mission between 1900 and 1935 (a period when finds were divided between the excavators and Egypt).

The museum is accessible to wheelchair users and disabled can visit it for free.

MOLE ANTONELLIANA and the NATIONAL CINEMA MUSEUM

Mole AntonellianaMole Antonelliana

The Mole Antonelliana, the architectural symbol of Torino, was originally meant to be a synagogue but the Municipality of Torino bought it in 1878, while it was still under construction, with the intent of turning it into a monument to national unity. Construction was completed in 1889, and at the time of its completion, at 167.5 meters in height, it was the tallest masonry building in all of Europe. In 1961, on the occasion of the celebrations honoring the 100th anniversary of the Unity of Italy, a panoramic lift was installed. The lift was renovated in 1999 and now takes visitors up to the “small temple” and the extraordinary 360° view from its balcony over the city and the amphitheatre of the Alps. The ride in the transparent crystal cabin lasts 59 seconds as it ascends through the centre of the cupola. There are no intermediate floors between the lift’s departure point at the 10 meter level and its arrival point, 85 meters higher up. The building now houses the National Museum of Cinema and it’s fully accessible.

The exhibit area located on the Museum’s entrance level offers an unusual and stimulating museum experience and is also accessible to sight-impaired or blind visitors. A tactile path gives visually-impaired visitors autonomous access into the Mole Antonelliana and to the exhibit area. A panel outside the Museum’s entrance features a relief map and writing in Braille indicating the various services located on the Welcome Level.

There is also an exhibit area with the tactile path is dedicated to the history of the Mole Antonelliana; it is located in an alcove along the building’s perimeter. Posters on the walls feature several of the building’s friezes; in the centre, a wooden model of a cross section of the Mole Antonelliana (in scale 1:100), a full-size plaster cast of a head of the Gorgon Medusa and panels with visual-tactile drawings of the various construction phases of the building encourage tactile exploration.

Visitors can thus familiarize themselves with various types of materials and architectonic and decorative details of the Mole Antonelliana as they rediscover sensorial capabilities that aren’t normally  used to their full potential.

TURIN CATHEDRAL AND THE SHROUD

Turin Cathedral is a Roman Catholic cathedral dedicated to Saint John the Baptist and it’s mostly known for being the current resting place of the Shroud of Turin (a length of linen cloth bearing the image of a man, is believed by some to be the burial shroud of Jesus of Nazareth). The church is accessible to wheelchair users, but this entrance is situated on the right side of the church. You will have to ring the bell and you’ll get access to a small lift that will give access to the church.

CAFFE AL BICERIN

This historic coffeehouse is a gem that have been serving an hot drink made with coffee (secret recipe) in Turin’s piazza della Consolata since 1763, the interior hasn’t much since it’s last renovation in the arly 19th century. The drink is delicious and the coffeehouse is small but fully accessible.

Although I visited many places in Italy, it was my first time in Turin. As Italians we often think of it as an industrial city and the home of car manufacture FIAT. Instead I found a vibrant city full of hidden gems, great squares, markets, museums and delicious food; and of course, a place that had been prepared and adjusted to welcome disabled tourists. At only 1 hour and 45 minutes flight distance from London, Turin is a place that deserves a visit, and I am sure you’ll have a great time.

Fonte: Huffpost Lifestyle United Kingdom


Special Olympics Golf Masters  é o evento oficial para o maior torneio de golfe do mundo para pessoas com deficiência intelectual

A edição de 2017 do  “Special Olympics Golf Masters”,  torneio de golfe direccionado a portadores de deficiências de cariz intelectual, arranca hoje, com o número de participantes a ultrapassar o que foi registado nas cinco edições anteriores. Stefan Kruehn, um dos organizadores, prevê uma competição “renhida”.

Arranca hoje e prolonga-se até Sexta-feira, no relvado do Caesars Club, no Cotai, a 6ª edição da maior competição de golfe do mundo destinada a portadores de deficiências de natureza intelectual. O “Special Olympics Golf Masters” conta este ano com a participação de atletas de 24 delegações, em representação de 20 países e territórios. Os números têm vindo a subir desde 2011, ano em que a prova assentou pela primeira vez arraiais no território, há seis anos. Stefan Kuehn, um dos organizadores, adiantou ao PONTO FINAL que prevê uma competição renhida: “Umas vezes podemos ajudar com dinheiro, mas disponibilizar conhecimento e serviços ou espalhar a palavra, por vezes, pode ser melhor. A solução foi fazer ambas as coisas e é este o motivo pelo qual o ‘Special Olympics Golf Masters’ foi criado”, explicou Stefan Kruehn, à margem de uma conferência sobre a inclusão de pessoas com deficiência de foro intelectual que decorre até ao final da semana na Escola Internacional de Macau (TIS, em inglês).

Cerca de 80 atletas, oriundos de 20 países e territórios, estão em Macau para uma edição do torneio que bateu os recordes de inscrições e obrigou a organização a estabelecer um limite de participantes.

Concretizar com sucesso o maior torneio de golfe do mundo direccionado a pessoas com deficiências intelectuais não é tarefa fácil. Kruehn garante que os desafios verificam-se sobretudo ao nível logístico: “Começa na chegada das equipas, na preparação dos transportes desde o Aeroporto até aos seus hotéis, refeições… Por outro lado, também queremos mostrar a cidade, os cenários e o entretenimento.”

A organização do evento é da responsabilidade da Associação de Beneficência dos Leitores da Revista Macau e conta com o apoio de várias entidades locais.

SÉRIE DE PALESTRAS E ACTIVIDADES PARA PROMOVER A INCLUSÃO

“É impressionante”, disse Stefan Kruehn sobre os primeiros dias de uma semana dedicada às pessoas portadoras de incapacidades e de doenças de foro intelectual. “É realmente algo que não esperávamos porque no ano passado lutámos muito para conseguir a atenção e o envolvimento de estudantes locais. Este ano, não sei o que aconteceu, mas obviamente tentámos abordar universidades e, de repente, começámos a receber e-mails e telefonemas”, disse ao PONTO FINAL, acrescentando que na cerimónia inaugural, que decorreu na MGM, o público ultrapassou as 300 pessoas.

Kruehn salientou, no entanto, a necessidade de ter em atenção que os atletas que estão em Macau para participar não só no “Special Olympics Golf Masters”, mas também nas palestras durante esta semana, “não conseguem permanecer muito tempo na conferência devido à sua dificuldade de concentração.” Então, explicou o empreendedor e gerente desportivo, “eles passam algum tempo na rua entregues às actividades artísticas [que também fazem parte do programa da conferência].”

Quanto à escolha de Macau para a realização deste que é já um mega-evento dedicado à questão das deficiências do foro mental, Stefan Kruehn defendeu que é o lugar apropriado: “Eu sempre acreditei que se quiser mudar alguma coisa, Macau é o local perfeito porque para além de pequeno, está muito bem conectado”, defende o responsável.

Fonte: Ponto Final


Safaris to Kruger in South Africa are doable with Epic Enabled (Epic Enabled).

Disabled Access Day took place at the weekend (from 10-12 March), when places from airports to museums opened their doors and held special events for people with disabilities. But for the other 362 days of the year, travelling with a disability isn’t such a breeze.

Various companies go the extra mile when it comes to accessible travel, but real accessibility goes beyond the basics. We asked Srin Madipalli from Accomable, which specialises in accessible accommodation, to pick out his favourite activities that you’d never dream would be accessible.

Amazon trekking: Huasquila Amazon Lodge

The Amazon rainforest has a reputation for being impenetrable at the best of times – access can be a struggle even for the able-bodied. So here’s a real pioneer: the Huasquila Amazon Lodge, tucked away in the heart of the Ecuadorian rainforest. Seven of the 20 cabins are completely accessible, while they’ve built specially engineered, wheelchair-friendly walkways through acres of protected land. Disabled guests can also enjoy guided walks using locally designed wheelchairs to look out for vipers, monkeys and parrots, as well as an astonishing range of medicinal plants.

Accessible bungalows from £80 per night.

Seeing the Big Five: Epic Enabled, South Africa

Going on safari in South Africa is easy thanks to local operator Epic Enabled, which can take you and your wheelchair on a guided eight-day safari through Kruger National Park and a private game reserve. You’ll (almost certainly) see the Big Five, meet other travellers and enjoy an icy sundowner around a traditional braai supper. Owned by couple Alfie and Sabine, who also run an accessible B&B in Cape Town, Epic Enabled uses overland vehicles which have been specially adapted for wheelchair users, with stays in accessible ‘rondavel’ huts and cabins throughout. My trip with them was one of the best things I’ve ever done.

Safaris from £1342 including eight days in accessible accommodation, adapted vehicle and meals.

​Sailing: Classic Sailing, South Africa and Caribbean

Classic Sailing has a grand claim – it operates the only two tall ships in the world that have been designed and built to enable people of all physical abilities to sail side by side on equal terms. But the real draw is the tantalising multi-week itineraries. Disabled travellers with some serious wanderlust can join an epic 46-day expedition crossing the equator from Cape Town to the Caribbean, or join a cruise along the Canadian coastline in their adapted ships.

Opportunities abound to learn the ropes and climb the rigging. You’ll need deep pockets though.

46-day voyage from Cape Town to the Caribbean from £3910pp, including accommodation in an accessible cabin and all meals.

Srin Madipalli found SCUBA diving surprisingly easy in Bali (Accomable).

Scuba diving: BIDP, Bali

We have some great diving schools for disabled people in the UK. But if you need an excuse to go to Bali, there’s a brilliant adaptive diving specialist, Bali International Diving Professionals (BIDP), which offers four-day open water diving courses for beginners, including theory lessons and fully supported dives in the ocean. I was impressed not only by the professional instructors, but also by what I was capable of. I have SMA (spinal muscular atrophy) which means I have very little muscle function. In the sea, however, the buoyancy of the water ensures your frame stays supported and the instructor is always close by. It’s incredible how serene you feel gliding along the coral reef. Bali isn’t known for its accessible accommodation (though we’ve found one notable exception), but it’s well worth the effort.

Four-day SSI Adaptive SCUBA Open Water course from $653 (£537) including four dives.

Off-road wheechairing: Hoe Grange Holidays

There’s no need to go longhaul for adventure. In the Peak District, Hoe Grange Holidays has stylish accessible log cabins with stupendous views across the dales. The owners, David and Felicity, live onsite at their farm and make sure you’re well provided for with homemade shortbread, crusty home-baked bread, and freshly laid eggs. Best of all though is their cool Boma 7 wheelchair, designed to take you over the roughest terrain, which you can borrow and take on an off-road adventure out into the countryside.

From £605 per week for a cottage sleeping four.

Fear of flying should be the only thing stopping you taking this for a spin, says Accomable’s Srin (Accomable).

Flying: APT Charitable Trust, Wiltshire

Proving that the sky’s the limit when it comes to accessible adventures, the APT Charitable Trust near Salisbury owns a pair of sleek, specially modified gliders and offers lessons with fully certified instructors.  Newbies are welcome to take off on a trial flight or train for a private pilot’s licence.

 Trial flights from £80 for 30 minutes.

Skiing our sit-skiing: Whistler Adaptive

It’s not too late to fit in a 2017 ski trip, particularly if you head to snow-sure Canada. Whistler Adaptive is much loved by a growing army of fans, and offers specialist ski equipment, lessons and a full therapeutic programme for disabled kids, teens and adults alike. A ‘sit-ski’ session is the most likely option for wheelchair users: a moulded seat with an adjustable back positioned on top of a single ski. If, like me, you lack balance to hold yourself up, an instructor can control your ski as you whoosh down the mountain-side. If you have strength in your arms and core, you can try standing skiing with a number of aids like ‘outriggers’ – modified ski poles with mini-skis on the end.

Sit-ski lessons including lift pass and tax from $280 (£230) per day.

 If you want to jump in the sea, these guys will make it happen (Celtic Quest Coasteering)

 Coasteering: Celtic Quest Coasteering

“Provided you can be fully immersed in the sea… then we’ll find a way to get you coasteering”. That’s the promise at Celtic Quest in Wales. For the uninitiated, coasteering is the act of jumping, sliding and hurling yourself into the sea from rocks and cliff edges into the sea. It sounds bonkers but people who try it find it a real confidence booster. One first timer, disabled travel writer Emily Yates, says, “I suddenly felt so capable. I may not be able to walk but I can definitely slide into the water.” It helps that you’re based in Abereiddy, a particularly beautiful stretch of the Pembrokeshire coast, where if you’re lucky you might even be joined by one of the local seals.

Zipwiring and climbing: Avon Tyrrell

A family-friendly option: deep in the New Forest, this is a huge outdoor adventure centre run by charity UK Youth. Every single one of the 40 plus activities on site have been adapted with hoists and special equipment, so they’re accessible to all. Kids of whatever age can do anything from zooming across a lake in an adapted zipwire to scaling a climbing wall to archery.

Families can go for the day or stay in the on site accessible accommodation. Avon Tyrrell also hosts several ‘inclusion’ weekends each year for families with disabled children to enjoy the outdoors.

Skipper this boat down the canals of Britain from your wheelchair (Accomable).

 Canal boating: QEF Jubilee

Up for something more docile? You’ll have to get to Hemel Hempstead where a specially adapted canal boat, the QEF Jubilee, is moored. Wider than standard canal boats to ensure comfortable access for wheelchairs, it’s been cleverly adapted so that even the most severely disabled people can enjoy steering her along the canal, using a joystick. Facilities include a medical bed, hoist tracking systems and a wheelchair battery charger. Before sailing off into the sunset, a trained skipper is there to welcome you onboard and ensure you’re fully briefed on how to sail.

From £750 per week for eight people, with space for three wheelchairs.

Fonte: Independent

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 24/04/2017

VerOuvindo coloca acessibilidade em prática em exibição de filmes


Festival, que começa na próxima quinta e segue até 30 de abril, traz exibição de filmes gratuita nos cinemas do Museu e São Luiz

Acessibilidade não inclui apenas rampas e espaço para cadeiras de roda na sala de cinema. Afinal, existem também os deficientes visuais e auditivos, que curtem um filminho diante da telona, como todo mundo. Em sua 4ª edição, o Festival VerOuvindo – que começa na sexta-feira (21) e segue até 30 de abril – resolveu inovar trazendo óculos que exibem audiodescrição em Libras.

“É um acessório que possibilita às pessoas com deficiência visualizar a janela de Libras e ouvir a audiodescrição através de fones, individualmente, sem alterar a luminosidade do local”, informa a coordenadora do festival, Liliana Tavares.

É fato que existem festivais no Brasil voltados para esse público, com tradução simultânea em Libras, LSE (legenda para surdos e ensurdecidos), e audiodescrição. Mas convenhamos que a inserção de uma pessoa ou de uma audiodescrição interfere na obra cinematográfica, e ainda causa luminosidade no “escurinho do cinema”. Isso devido à determinação da Ancine (Agência Nacional do Cinema, do Ministério da Cultura) de promover a acessibilidade a partir de tablets e celulares.

“No Rio de Janeiro já estão querendo colocar suportes fixos nas poltronas de todos os cinemas para tablets e celulares”, lamenta a produtora e audiodescritora Liliana Tavares.

Essa luminosidade à qual Liliana se refere são os tablets e celulares, que atualmente têm sido a única alternativa disponíveis aos deficientes para acessar Libras ou legenda. “Os óculos também possibilitam que qualquer pessoa frequente a mesma sala sem interferir no filme”, complementa a realizadora, que conta com apoio do Funcultura. Sem falar que a Libras não aparece na mesma tela do filme, obrigando o espectador a olhar para duas telas. Os óculos serão disponibilizados durante a exibição do longa-metragem “Shaolin do Sertão”, de Halder Gomes, no dia 30, um domingo.

Com programações gratuitas nos cinemas do Museu e São Luiz, além do Paço do Frevo, o evento possui grande foco no experimentalismo, estudo e pesquisa para inserir cada vez mais acessibilidades. “A maioria dos festivais faz tradução em Libras e LSE ao vivo, o que atrasa e causa erros”, diz Liliana, que também mostrará filme com paisagem sonora.

Haverá exibição de curtas e longas-metragens pernambucanos e nacionais, Mostra Competitiva, Master Classes, mesas redondas, oficinas, e ainda bate-papo após algumas sessões. No dia 26, o documentário “Todos” de Luiz Alberto Cassol e Marilaine Castro, premiado com menção honrosa no Festin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa, em Lisboa, e inédito no Brasil, será exibido na sessão de abertura, às 18h30 no Cinema do Museu.

No mesmo dia, a audiodescritora francesa Mary Gaumy falará sobre “Caminhos para produção da audiodescrição”. Já Lívia Motta (SP), homenageada do evento, debaterá a “Formação de plateia, atividades de mediação e estratégias de divulgação do produto audiovisual acessível”. Completando dez anos desde sua primeira exibição, o filme “Amigos de Risco”, do pernambucano Daniel Bandeira, foi o escolhido pelo curador de festival, o jornalista André Dib, para a Sessão Memória, no dia 29, um sábado, às 19h, no São Luiz.

Valorizando a audiodescrição – recurso que procura descrever o ambiente, os personagens, o figurino e os demais elementos imagéticos e sonoros contidos em uma cena -, o festival terá pela primeira vez uma Mostra Competitiva nessa categoria com prêmio em dinheiro. “São poucos os audiodescritores no Recife”, avisa Liliana. Segundo ela, o evento atrai pessoas de outros municípios, como Garanhuns e Caruaru. “São pessoas que nunca foram ao cinema, que se sentem estrangeiros em seu próprio País porque não imaginavam assistir a um filme com a língua deles” declara a produtora. Para mais informações, acesse o site http://www.verouvindo.com.

Paço do Frevo (21, 22 e 23/04)

14h às 17h
Oficina Orientações para expressão vocal na audiodescrição, com Leila Freitas (PE)

Fundaj (24, 25/04)

14h às 17h
Oficina Iniciação à leitura cinematográfica, com André Dib (PE)

Paço do Frevo (25 e 26/04)

14h às 17h e 9h às 12h
Oficina Produção de roteiro de audiodescrição para filmes com Larissa Costa (RJ)

Cinema do Museu (26/04)

18h30
Mesa de abertura
Formação de plateia, atividades de mediação e estratégias de divulgação do produto audiovisual acessível com Lívia Motta (SP); Caminhos para a produção da audiodescrição com Marie Gaumy (FRA); Mediação: Liliana Tavares (PE).

20h
Sessão de abertura
Todos (RS, 2017, cor, doc, 81min, Livre)
de Luiz Alberto Cassol e Marilaine Castro da Costa
>Estreia no Brasil, com presença dos diretores, da equipe do filme e da acessibilidade.

Cinema do Museu (27/04)

17h30
Mostra competitiva iniciante
Elekô (7min, 2015, RJ/PE, 14 anos) direção coletiva
O Outro par (6min, 2014, EGI/RJ, livre) de Sara Rozik
Autofagia (12min, 2016, PE, 16 anos) de Felipe Soares

18h30
Mostra competitiva geral
Ilha (15min, PB/RJ, 12 anos) de Ismael Moura
A piscina de Caíque (15min, 2017, GO, livre) de Raphael Gustavo da Silva
Òrun Àiyé – A criação do mundo (12min, 2015, BA, livre) de Jamile Coelho e Cintia Maria
Lá do alto (9min, 2015, RJ, livre) de Luciano Vidigal
Sexta série (18min, 2012, PE, livre) de Cecília da Fonte

Cinema do Museu (28/04)

18h
Sessão Curtas Pernambucanos
FotogrÁfrica (2016, DCP, cor, doc, 25min, 12 anos), de Tila Chitunda
Um brinde (2016, DCP, cor, fic, 16min, 12 anos), João Vigo
Catimbau (2015, DCP, cor, doc, 23min, 12 anos), Lucas Caminha
> Debate após a sessão com diretores e profissionais da acessibilidade.

Cinema São Luiz (29/04)

17h30
Master class – Uso da Linguagem cinematográfica no roteiro de audiodescrição com Marie Gaumy (FRA)

18h30
Sessão Memória
Amigos de Risco (PE, 2007, DCP, cor, fic, 88min, 16 anos), de Daniel Bandeira
> Com presença do diretor, da equipe do filme e da acessibilidade.

20h30
Sessão GloboNews
Trans (RJ, 2016, cor, doc, 53min, 18 anos), de Fernanda Dedavid e Renata Baldi
> Com presença da diretora, da equipe do filme e da acessibilidade.

Cinema São Luiz (30/04)

17h
Sessão de encerramento
O Shaolin do Sertão (CE, 2016, DCP, cor, fic, 100min, 12 anos), de Halder Gomes
> Com presença do diretor e com a experimentação do óculos para visualização da Libras na tela através do aplicativo MovieReading.

19h
Cerimônia de premiação

Fonte: folhape

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