Publicado por: Ricardo Shimosakai | 11/04/2013

Passeio de aventura celebra inclusão com setenta jipeiros e 150 pessoas com deficiência


Cerca de 250 pessoas participaram da 5ª edição do Rally da InclusãoCerca de 250 pessoas participaram da 5ª edição do Rally da Inclusão

Cerca de 250 pessoas participaram neste sábado (6) da 5ª edição do Rally da Inclusão, promovido pela Universidade Livre para a Eficiência Humana (Unilehu) com apoio da Prefeitura de Curitiba através da Fundação de Ação Social (FAS), Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) e Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude (Smelj). Compareceram ao rali  70 jipeiros ligados ao Jeep Clube de Curitiba e 150 pessoas com deficiência, além de voluntários, que participaram de um passeio de aventura por trilhas e caminhos acidentados de Curitiba e região metropolitana.

A largada aconteceu às 9 horas no Parque Barigüi. De lá, as equipes seguiram um percurso de cerca de 40 quilômetros por estradas de terra, cascalho e muita lama. A duração do passeio foi de cerca de três horas, seguida de um lanche de confraternização entre os participantes. “Esta foi uma das melhores edições, especialmente pela animação dos participantes e pela trilha escolhida, bastante acidentada. É um momento em que vemos o quão importante são ações de valorização da pessoa com deficiência. A inclusão deve ser feita em todas as dimensões, principalmente no lazer”, disse a presidente da Unilehu, Andrea Koppe.

Para a presidente da FAS, Marcia Oleskovicz Fruet, que participou do passeio do começo ao fim, o Rally da Inclusão é, acima de tudo, um “momento festivo e de celebração”. “A questão da inclusão é uma prioridade da gestão do prefeito Gustavo Fruet. Inclusão no sentido amplo: de participação na gestão, no mercado de trabalho e de acesso aos equipamentos da prefeitura”, afirmou. O prefeito também compareceu ao evento, dando a bandeirada na linha de chegada aos participantes.

Para o jipeiro Nestor Roussenq Junior, que participou pela quinta vez do evento, cada edição do Rally da Inclusão é diferente. No seu caso, esta foi a primeira vez em que ele não dirigiu um jipe, mas foi de carona. Em compensação, levou a família para acompanhar. Seu filho Nestor Roussenq Neto, de 19 anos, teve a responsabilidade de liderar o pelotão. “É bacana ver a piazada se animando”, disse Nestor Neto, jipeiro desde o berço, por influência do pai. “Sempre fui navegador. Liderar o pelotão é uma responsabilidade. É preciso comandar bem a galera”, completou.

Fonte: bem paraná


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